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domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
CTBel altera trânsito para construir elevado
Mais alterações no trânsito foram anunciadas pela Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel). As obras do Bus Rapid Transit (BRT) vão modificar mais uma vez o trânsito a partir desta segunda-feira.
Aqueles que saem das avenidas Augusto Montenegro e Pedro Álvares Cabral não mais poderão chegar a rodovia BR-316 pela rotatória do Entroncamento. A alternativa? Alongar o caminho e seguir pela Álvares Cabral até a Tavares Bastos - que continua com apenas um sentido-, voltar pela avenida Almirante Barroso para ter acesso à BR-316.
Essas mudanças ocorrerão porque a construção do segundo elevado do Entroncamento começa nesta segunda, o que vai interditar parte da rotatória até 30 de setembro. Esse elevado vai ligar a Pedro Álvares Cabral e Almirante Barroso. O primeiro elevado, que ligará a Augusto Montenegro e a BR-316, já está em construção, mas não precisou interromper o fluxo de veículos.
ÔNIBUS
Costumam vir da BR-316 para Belém aproximadamente 41.600 veículos diários, 30% deles acessavam a cidade pela Pedro Álvares Cabral e o restante pela Almirante Barroso. Já da Augusto Montenegro descem 25.800 carros, que obedecem a mesma proporção de fluxo. “A partir dessas mudanças, vamos realizar um estudo para saber como se dará esse fluxo e aí avaliaremos se mais alguma via será alterada para facilitar o trânsito”, afirma o diretor de trânsito da CTbel, Elias Jardim.
A passagem Mariano terá dois sentidos até a passagem Nossa Senhora das Graças, onde os motoristas poderão acessar a passagem Nossa Senhora Aparecida e chegar a Almirante Barroso. A alternativa é para quem segue pela avenida João Paulo II, em vez de usar a Almirante Barroso.
Segundo o diretor de transportes da CTBel, Paulo Serra, as linhas de ônibus já foram alertadas sobre as mudanças. “Já notificamos todas as empresas, mas os itinerários não vão mudar. A única modificação é que os ônibus que vinham da Augusto Montenegro e estavam desviando para a avenida Pedro Álvares Cabral, voltam a fazer seu trajeto normal”, explica.
Para a diretora superintendente da CTBel, Ellen Margareth, a realidade de Belém não permite muitas alterações. “A verdade é que temos poucas ruas de acesso e não temos como viabilizar a obra se não criar essas alternativas”, aponta.
“Se houve estudo, eu acho que vai dar certo. Alguma coisa tem que melhorar”, acredita o motorista Fred Abrantes. A certeza dele não é partilhada por todos. “Coisa boa eu não sei se vai sair, mas que está complicado, isso está”, afirma o vendedor José Souza. Para a funcionária pública Britis Helena Valente, a obra vai dar certo. “Acho sim que vai funcionar, mas a prefeitura devia ter tomado as providências iniciais necessárias para realizá-la”. (Diário do Pará)
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Novo livro sobre Chile - "A Sombra do Ditador - memórias políticas do Chile sob Pinochet"
Livro resgata memórias do Chile sob Pinochet
O diplomata Heraldo Muñoz analisa as mudanças ocorridas no Chile após o golpe que instituiu a ditadura do general Pinochet
Um dos mais ferrenhos opositores da ditadura Pinochet, o diplomata e intelectual Heraldo Muñoz relata e analisa suas memórias políticas do país sob o ditador – que liderou um governo sangrento que durou 17 anos e deixou cerca de 40 mil vítimas de prisão, tortura, morte ou desaparecimento. Mas também impôs o neoliberalismo ao Chile, elevando-o a uma das nações mais desenvolvidas da América Latina.
A sombra do ditador começa com os fatídicos acontecimentos de 11 de setembro de 1973, dia do golpe de Estado que derrubou o presidente Salvador Allende, e vai até a eleição de Michelle Bachelet, em 2006 – mas não se limita a narrar os fatos. Apresenta farto material de pesquisa, inclusive documentos secretos americanos e chilenos, além de entrevistas com os principais personagens envolvidos na história chilena nas últimas décadas.
Militante do Partido Socialista que elegera Allende, Muñoz conta o que aconteceu no Palácio de la Moneda no dia do golpe e aborda episódios marcantes como o atentando à vida de Pinochet, a Dina e a Operação Condor, o assassinato do general Carlos Prats em Buenos Aires e o assassinato de Orlando Letelier em Washington.
Analisa também o papel dos Estados Unidos na ocasião, o apoio direto de Kissinger a Pinochet, os debates entre exilados para organizar a resistência à ditadura e a luta da oposição para dar fim a um dos regimes mais repressivos do mundo e para reconstruir a democracia no Chile.
Serviço
Lançamento do livro "A Sombra do Ditador - memórias políticas do Chile sob Pinochet"
Data: 31 de maio
Horário: 18h
Local: Auditório da Reitoria
Depois do buraco a VALE não paga
A VALE acumulou mais de US$180 Bilhões, em menos de 10 anos. No Pará, o governo passado presenteou à empresa com incentivos fiscais de praticamente 100%. Que dizer a empresa não paga NADA, ZERO de impostos ao Estado (só royalties), e ainda se queixa na justiça para não pagar a taxa de mineração. Dado curioso, toda empresa que vende ou compra deve pagar imposto, madeireiros, pecuaristas, etc. Mas a empresa mais querida do Brasil, assim premiada pelo governo Lula, está isenta de impostos e se nega a pagar a taxa de acompanhamento das atividades de mineração.
Ainda quer que o Governo execute a obra do derrocamento do Pedral do Lourenço para começar a investir na construção da ALPA.
O Governo FHC foi duramente criticado pela privatização da VALE (com razão), mas ela não ficou tão solta assim, o atual governo poderia, pelo menos cobrar o justo, como é feito na maioria dos países onde existe mineração privada. Só no Brasil que empreiteiro manda e faz política pública. Exemplo mais evidente, são as empreiteiras, todas elas em negócios privados com o governo (DELTA e Cia, e mais umas trocentas).
“A decisão de construir a Alpa é uma decisão firme, irreversível e definitiva”. A afirmação, em tom enfático para afastar dúvidas e desconfianças em relação ao projeto, foi feita no Rio de Janeiro, pelo diretor global de Siderurgia da Vale, Aristides Corbellini. Em conferência exclusiva a jornalistas paraenses, o diretor da Vale disse ainda que a siderúrgica Aços Laminados do Pará, a ser construída em Marabá, é um empreendimento estratégico para a empresa e vai significar o marco inicial da industrialização do Estado. “Em termos de indução ao desenvolvimento econômico, a implantação da siderúrgica terá para o Estado do Pará uma importância incomparavelmente maior do que teria, por exemplo, a construção de uma refinaria de petróleo”, destacou Aristides Corbellini.
A declaração coloca em relevo a capacidade indutora do empreendimento, e quase infinita oportunidade para a atração de novos negócios, a partir do polo metal mecânico já projetado para a região sudeste do Pará. Aristides Corbellini e o diretor presidente da Alpa, José Carlos Gomes Soares, garantiram também que o início das obras de construção da siderúrgica só depende da implantação da hidrovia do Tocantins, que torna indispensável o derrocamento do rio num trecho de 43 km entre Marabá e Tucuruí.
Essa obra foi projetada para assegurar a plena navegabilidade do Tocantins durante o ano inteiro. Complementar ao sistema de transposição do reservatório de Tucuruí, deverá criar um eixo hidroviário ligando a cidade de Marabá ao porto de Vila do Conde, em Barcarena.
Para Aristides Corbellini, não deve ser nem mesmo considerada hipótese de desistência do governo em relação à hidrovia do Tocantins, quando se sabe que a obra é vital para dar efetividade às eclusas de Tucuruí, em cuja construção a União Federal investiu cerca de R$ 1,6 bilhão. Da parte da Vale, ele garantiu também que não há sequer cogitação pela busca de alternativas que possam excluir a hidrovia, e descarta qualquer hipótese que não considere o modal hidroviário como meio de transporte de insumos para suprimento do complexo siderúrgico e de escoamento da produção. O diretor enfatizou que a Vale tem um compromisso com o Pará, de dar partida ao processo de industrialização das riquezas minerais. “E a usina siderúrgica faz parte disso”. A Alpa vai mobilizar investimentos superiores a US$ 5 bilhões e terá capacidade de produção para 2,5 milhões de toneladas de placas de aço em sua primeira etapa. Só no complexo siderúrgico, a empresa projeta a geração de 12 mil empregos diretos, durante a implantação, e 3 mil na operação, conforme o gerente geral de projetos siderúrgicos, Dimas Bahiense.
HIDROVIA
A Vale deverá entregar ao governo federal, em dezembro, o projeto executivo do derrocamento do Pedral do Lourenço, para que seja feita a licitação e execução da obra. O assunto já foi tratado pela direção da empresa com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em Brasília, e entregue a ele minuta de um documento que atualiza os compromissos firmados em 2008 entre a Vale, governo federal, Estado e Prefeitura de Marabá. Se a agenda tivesse sido cumprida, a Alpa estaria em fase final de implantação e começaria a operar já no ano que vem. A Vale já investiu quase US$ 300 milhões no projeto. Mas agora depende de ações fora da sua competência. O governo federal continua devendo as obras de derrocamento do Pedral do Lourenço, a construção do segundo terminal no porto de Vila do Conde e a realocação da BR-230. Já o Governo do Estado continua tentando, na esfera judicial, a desapropriação da gleba 11, que deve completar a área física da Alpa. Aristides Corbellini reafirma o compromisso de colocar a siderúrgica em operação no prazo de 48 meses, sem risco de retrocesso em decorrência da crise do mercado internacional. Já foram concluídas as obras de engenharia de infraestrutura, de processos siderúrgicos, do terminal fluvial e do ramal ferroviário com cerca de 13 km de extensão que vai ligar o complexo industrial da Alpa à Estrada de Ferro Carajás. a Vale garante desde já fazer da Alpa, em termos tecnológicos e operacionais, a usina siderúrgica mais moderna do mundo.
(Diário do Pará)
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Em Brasília, Lula evita alimentar polêmica sobre mensalão
BRASÍLIA - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva evitou nesta quarta-feira alimentar a polêmica de que estaria pressionando ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a adiar o julgamento do mensalão. Em palestra durante um evento sobre desenvolvimento econômico e social, Lula rebateu os críticos de seu governo e da administração Dilma Rousseff e ainda defendeu a redução da pobreza na África e na América Latina como uma forma de combater a crise financeira internacional.
Lula afirmou que a ausência de decisões políticas de líderes da União Europeia poderá deteriorar a conjuntura econômica global, acrescentando que os países ricos deveriam apostar no consumo de seus habitantes.
“Acho que, se a Europa não resolver logo seus problemas, teremos mais problemas”, discursou Lula no V Fórum Ministerial de Desenvolvimento, evento organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.
Lula, entretanto, provocou seus adversários. Logo que iniciou sua palestra, o ex-presidente, que recentemente tratou de um câncer na laringe, afirmou que discursaria em pé e não sentado para não dizerem que ele está doente. Destacou que muita gente gosta dele, mas ponderou que há também quem não goste. “Tenho que tomar cuidado com eles”, disse.
Segundo a revista “Veja”, Lula teria se reunido com o ministro Gilmar Mendes, do STF, no escritório do ex-ministro Nelson Jobim. No encontro, de acordo com a reportagem, Lula teria proposto que Gilmar defendesse o adiamento do julgamento do mensalão em troca de proteção na CPI do Cachoeira. Gilmar Mendes interpretou que estava sendo chantageado, pois petistas estariam espalhando boatos de que ele teria viajado em um avião particular com o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) pago pelo empresário Carlos Augusto Ramos. Conhecido como Carlinhos Cachoeira, Ramos foi preso sob a acusação de chefiar um esquema ilegal de jogos de azar. Segundo a Polícia Federal, Demóstenes Torres um dos principais elos de Cachoeira no meio político.
Lula citou algumas realizações de seu governo e rebateu críticas de que os programas de transferência de renda seriam assistencialistas. Frisou ainda que seus críticos ficariam ainda mais irritados quando a redução da pobreza acabar com a oferta de empregadas domésticas. Disse ainda que, em vez de o condenarem pelo aumento de carros nas ruas, deveriam reprovar aqueles que não constroem mais ruas nas cidades.
O ex-presidente também disparou ironias contra a imprensa. Afirmou, por exemplo, que os meios de comunicação que provocaram a queda da ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra nada publicaram quando a denúncia contra sua ex-auxiliar foi retirada na Justiça.
(Fernando Exman | Valor)
terça-feira, 29 de maio de 2012
Os homens do Ex-Ministro
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Lucro: R$ 21 milhões |
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R$ 15 milhões |
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R$ 6 milhões |
Márcio Thomas Bastos, Ex-Ministro advogado de Cachoeira e de inúmeros criminosos (dentre eles Deputado Pedófilo do Pará) acusado de crime hediondo, inafiançável. Estava na cadeia, agora em liberdade.
Veja matéria do Congresso em Foco, abaixo.
O criminalista Márcio Thomaz Bastos já foi advogado do hoje ex-presidente Lula, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (1987) e ministro da Justiça entre 2003 e 2007. Hoje defende o bicheiro Carlos Augusto Ramos, pivô da CPI do Cachoeira. Se depender de uma representação feita pelo procurador Regional da República no Rio Grande do Sul Manoel Pastana, Bastos será investigado agora por supostamente ter praticado crime de lavagem de dinheiro ou receptação não intencional de recursos de atividades criminosas. Pastana ingressará com a ação contra Thomaz Bastos hoje (29). O Congresso em Foco teve acesso com exclusividade à ação movida por Pastana.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Corrigindo e nivelando informações sobre mineradoras, difundidas por blog´s do Pará
A matéria correta sobre número de empresas mineradoras, royalties e cadastramento ficaria assim:
Para melhor conhecer esse Universo o Secretário da SEICOM, David Leal, está fazendo um cadastramento de todas as empresas – 66 já se cadastraram. E vai ser colocado um batalhão de técnicos para monitorar e fiscalizar esse monte de empresas, que em sua grande maioria atua por aqui sem que a gente nem saiba o que fazem.
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