BRASIL, PARÁ - Pedofilia - Conferência Nacional de Bispos mobiliza a sociedade contra impunidade -Pedophilia - National Conference of Catholic Bishops to mobilize society against impunity
A Comissão de Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Norte 2– Pará e Amapá, (CNBB-Norte2) vai fazer o que for possível para que crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes no território paraense não fiquem sem respostas.
A idéia é mobilizar organizações nacionais e internacionais para que seja feita uma pressão popular e o poder público se sensibilize punindo os agressores.
As atenções estão voltadas, principalmente, para que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, instalada na Assembleia Legislativa do Estado, para apurar acusações contra o deputado estadual Luiz Afonso Sefer, responsabilize o parlamentar, suspeito de abusar sexualmente de uma criança de nove anos, atualmente entrando na fase da adolescência.
Segundo a coordenadora da Comissão de Justiça e Paz, irmã Henriqueta Cavalcante, uma reunião será realizada às 17h da próxima segunda-feira, na sede da CNBB-Norte2, para concluir a programação de uma série de manifestos que a organização pretende fazer, com o objetivo de mobilizar para que ninguém saia impune dos casos denunciados.
Irmã Henriqueta adiantou que enquanto a CPI da Pedofilia do Senado estiverem Belém, entre os dias 4 e 7, coletando depoimento de pessoas envolvidas no caso da pedofilia no Pará, organizações não-governamentais vão fazer vigília na Assembléia Legislativa.
Ela adiantou que estão previstas manifestações para chamar a atenção da sociedade paraense, para informar sobre as formas de violência sexual contra menores de 18 anos e como as pessoas podem contribuir para evitar a prática desse crime. (Belém/ PA – Diário do Pará)
Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Crescimento da economia mundial - os cenários pessimistas de dezembro são os otimista em fevereiro- scenarios of growth of world economy
A gráfica abaixo mostra os cenários do crescimento da economia mundial (2003-2009). Um cenário otimista de crescimento de aproximadamente 1,2% e um pessimista de crescimento negativo de -1.0%.
Hoje o cenário pessimista se torna o otimista e da passo a um cenário pessimista de crescimento negativo da economia mundial de mais ou menos -10% .
Dados UN/DESA. (bolinha, cenário positivo e quadrado, cenário negativo).
Hoje o cenário pessimista se torna o otimista e da passo a um cenário pessimista de crescimento negativo da economia mundial de mais ou menos -10% .
Dados UN/DESA. (bolinha, cenário positivo e quadrado, cenário negativo).

Amazônia - Implantada rede de Biocosméticos com investimentos iniciais de R$ 6,9 milhões - established network in biocosméticos
Em reunião realizada semana passada, na cidade de Belém (PA), representantes das Fundações de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), Pará (Fapespa), Maranhão (Fapema) e a Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia de Tocantins oficializaram a criação da Rede Amazônica de Pesquisa em Desenvolvimento de Biocosméticos (RedeBio).
A implantação da Rede contou com o apio institucional do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE) instituição do MCT que, inicialmente financiou uma pesquisa para identificar as cadeias produtivas da biodiversidade mais consolidadas e as possibilidades de formação de uma rede de biocosméticos, a partir das cadeias selecionadas como as mais importantes.
Além dos diretores-presidentes das Faps e dos representantes de Tocantins, a reunião contou com a presença de diversos pesquisadores que juntos definiram o valor dos investimentos na RedeBio, como já está sendo chamada, para os próximos três anos: R$ 6,9 milhões, sendo: R$ 2,1 milhões de cada Fundação de Amparo à pesquisa (Amazonas, Pará e Maranhão) e R$ 600 mil da Secretaria de C&T de Tocantins.
Rede Amazônica de Pesquisa em Desenvolvimento de Biocosméticos (RedeBio) será desenvolvida em cima de quatro insumos básicos encontrados na região: andiroba, copaíba, castanha e babaçu
A idéia é que o aporte financeiro seja ampliado a partir da captação de recursos do Governo Federal e de entidades e instituições so setor privado. “A RedeBio vai proporcionar a realização de pesquisas voltadas para o desenvolvimento de produtos consolidando a cadeia produtiva de Biocosméticos”.
Além do valor a ser investido em pesquisas, foi decidido também que a rede será desenvolvida em cima de quatro insumos básicos encontrados na região (andiroba, copaíba, castanha e babaçu) com vistas a ampliar a grade de produtos elaborados a partir dessas matérias-primas.
Próximos passos
No próximo dia 20 de março acontece na cidade de São Luis (MA) uma nova reunião onde serão definidos os últimos ajustes no Termo de Referência e no Edital que tem previsão para ser lançado no dia 5 de maio próximo na cidade de Belém (PA) e ficará aberto por 60 dias à espera de propostas de pesquisadores e grupos de pesquisas que atuem na área.
Sena acredita que o lançamento da rede consolida mais um esforço das instituições de pesquisa da amazônia para o desenvolvimento de novas tecnologias e pesquisas a partir do potencial da biodiversidade.
A implantação da Rede contou com o apio institucional do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE) instituição do MCT que, inicialmente financiou uma pesquisa para identificar as cadeias produtivas da biodiversidade mais consolidadas e as possibilidades de formação de uma rede de biocosméticos, a partir das cadeias selecionadas como as mais importantes.
Além dos diretores-presidentes das Faps e dos representantes de Tocantins, a reunião contou com a presença de diversos pesquisadores que juntos definiram o valor dos investimentos na RedeBio, como já está sendo chamada, para os próximos três anos: R$ 6,9 milhões, sendo: R$ 2,1 milhões de cada Fundação de Amparo à pesquisa (Amazonas, Pará e Maranhão) e R$ 600 mil da Secretaria de C&T de Tocantins.
Rede Amazônica de Pesquisa em Desenvolvimento de Biocosméticos (RedeBio) será desenvolvida em cima de quatro insumos básicos encontrados na região: andiroba, copaíba, castanha e babaçu
A idéia é que o aporte financeiro seja ampliado a partir da captação de recursos do Governo Federal e de entidades e instituições so setor privado. “A RedeBio vai proporcionar a realização de pesquisas voltadas para o desenvolvimento de produtos consolidando a cadeia produtiva de Biocosméticos”.
Além do valor a ser investido em pesquisas, foi decidido também que a rede será desenvolvida em cima de quatro insumos básicos encontrados na região (andiroba, copaíba, castanha e babaçu) com vistas a ampliar a grade de produtos elaborados a partir dessas matérias-primas.
Próximos passos
No próximo dia 20 de março acontece na cidade de São Luis (MA) uma nova reunião onde serão definidos os últimos ajustes no Termo de Referência e no Edital que tem previsão para ser lançado no dia 5 de maio próximo na cidade de Belém (PA) e ficará aberto por 60 dias à espera de propostas de pesquisadores e grupos de pesquisas que atuem na área.
Sena acredita que o lançamento da rede consolida mais um esforço das instituições de pesquisa da amazônia para o desenvolvimento de novas tecnologias e pesquisas a partir do potencial da biodiversidade.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Opportunities that are too good to miss Oportunidades que não se podem perder
Segundo Nicholas Stern, professor sênior de Economia e Governo na London School of Economics, estamos perante duas crises mundiais, uma económica e outra planetária (as mudanças climáticas). Não podemos dar ao luxo de escolher ou focar as ações em apenas uma. Podemos agir de forma eficaz e simultaneamente em ambas as frentes. Os governos podem, ao longo dos próximos meses, realizar investimentos públicos, tanto por estimular a recuperação económica e por lançar as bases para o crescimento sustentável centrado em baixa emissão de carbono. Estas são as grandes oportunidades de crescimento nos próximos dois ou três décadas. Eles são muito boas oportunidades para não ser aproveitadas. São os chamados investimentos verdes, a econmia verde.
Veja na figura abaixo como evoluiram os investimentos que estimulam a chamada economia verde. Stern sugere o limite de 20% de estúmulos fiscais para as economias que aproveitem em investimentos verdes. São propostas uma série de ações para aproveitar as possibilidades que a prórpia crise econômica e a crise global de mudança climática apresentam (redução de uso energético em edifícios públicos, carros, novos combistíveis, diminuição nas emissões de carbono, energia renovável, redução do desmatamento, etc). Clique na figura para melhor leitura.

Veja na figura abaixo como evoluiram os investimentos que estimulam a chamada economia verde. Stern sugere o limite de 20% de estúmulos fiscais para as economias que aproveitem em investimentos verdes. São propostas uma série de ações para aproveitar as possibilidades que a prórpia crise econômica e a crise global de mudança climática apresentam (redução de uso energético em edifícios públicos, carros, novos combistíveis, diminuição nas emissões de carbono, energia renovável, redução do desmatamento, etc). Clique na figura para melhor leitura.

Brasil, Pará - Pedofilia - Vamos arrancá-los de onde estão - Pedofilia - Wir reißen sie aus, wo sie sind

BRASÍLIA - A CPI da Pedofilia no Senado vai investigar os casos de abuso sexual relatados por crianças na cidade de Catanduva, interior paulista. Nesta quinta-feira, 19, o presidente da comissão, senador Magno Malta (PR-ES), avisou que os acusados de envolvimento nos crimes que chocaram o País serão chamados para depor no Congresso. "Nós vamos arrancá-los de onde vocês estiverem", disse, indignado. "Quarenta e sete crianças foram abusadas e prenderam o borracheiro da cidade. As crianças que sofrem abuso relataram que o lugar era bonito, que tinha piscina, hidromassagem..."
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), informou que, logo após o Carnaval, a comissão visitará localidades no interior do Pará, Amazonas e São Paulo para investigar denúncias.Em Marajó (PA), relatou, crianças estariam fazendo sexo em embarcações, com a anuência dos pais, em troca de dinheiro. Em Coari (AM), o prefeito está sendo acusado de abusar sexualmente de uma menina de 12 anos. E em Catanduva (SP), crianças de uma escola seriam vítimas de uma rede de pedofilia.
Governadora do Pará assina decretos e medidas para reduzir os impactos da crise internacional

No dia 19, a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, assinou as ordens de serviço que garantem o início das obras de reestruturação e ampliação da infra-estrutura dos distritos industriais de Ananindeua e de Marabá.
Os projetos contemplam, além de obras de recuperação do sistema viário e de iluminação pública, a construção de centros de convivência que vão proporcionar atendimento médico, odontológico, de lazer e alimentação para os funcionários dos distritos.
O governo estadual investirá R$ 6,9 milhões na reestruturação do DI de Ananindeua. As obras, executadas pela empresa Terraplena, serão concluídas em 180 dias. A verba será aplicada na revitalização da área, que inclui a pavimentação de aproximadamente dez quilômetros de vias, construção de ciclovia, faixa de pedestre, quadra para esportes e um centro de convivência, que será destinado para o atendimento dos operários do DI. Hoje, Ananindeua possui 42 empresas em funcionamento.
A reestruturação do DI de Marabá contará com R$ 11,9 milhões e deve ser concluída em outubro deste ano. O plano de execução está a cargo da Construção Agricultura Mecanizada S/A (Construamec). A área total do empreendimento, na primeira fase, é de 1,7 mil hectares, e na segunda fase, 1,1 mil hectares.
De acordo com informações divulgadas pela Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará (Sedect), o distrito vai gerar novos empregos, ampliando a produção de ferro no município, estimada em 3,3 milhões de toneladas. A cidade de Marabá tem hoje 23 empreendimentos em atuação.
O Poder Executivo deverá investir um total de R$ 32 milhões na reestruturação dos distritos industriais de Marabá, Ananindeua e Icoaraci. O governo estadual também vai implantar os distritos industriais de Santarém e Barcarena. O secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará, Maurílio Monteiro, destaca que o objetivo é a integração dos distritos, por meio de hidrovias, que também vão fazer parte dos projetos de infra-estrutura do governo estadual. "Trabalhamos para que o Estado cresça muito e de modo articulado", disse. Os distritos atuam integrados a outras ações governamentais nas áreas da infra-estrutura viária, como a construção das eclusas de Tucuruí e da hidrovia do Tocantins, e estarão interligados por fibra óptica, por meio do Programa Navega Pará, uma rede pública de comunicação implementada pelo governo do Estado a partir da fibra óptica contida nos cabos de transmissão de energia da Eletronorte.
Os distritos também deverão se beneficiar de facilidades de transporte intermodal (terrestre a aquático, via rios Tocantins, Guamá, Maguari e outros) e se integrarão aos três parques de ciência e tecnologia que o governo constrói no Estado, como forma de dar suporte tecnológico ao desenvolvimento de novos produtos e à competitividade do Pará.
Os projetos contemplam, além de obras de recuperação do sistema viário e de iluminação pública, a construção de centros de convivência que vão proporcionar atendimento médico, odontológico, de lazer e alimentação para os funcionários dos distritos.
O governo estadual investirá R$ 6,9 milhões na reestruturação do DI de Ananindeua. As obras, executadas pela empresa Terraplena, serão concluídas em 180 dias. A verba será aplicada na revitalização da área, que inclui a pavimentação de aproximadamente dez quilômetros de vias, construção de ciclovia, faixa de pedestre, quadra para esportes e um centro de convivência, que será destinado para o atendimento dos operários do DI. Hoje, Ananindeua possui 42 empresas em funcionamento.
A reestruturação do DI de Marabá contará com R$ 11,9 milhões e deve ser concluída em outubro deste ano. O plano de execução está a cargo da Construção Agricultura Mecanizada S/A (Construamec). A área total do empreendimento, na primeira fase, é de 1,7 mil hectares, e na segunda fase, 1,1 mil hectares.
De acordo com informações divulgadas pela Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará (Sedect), o distrito vai gerar novos empregos, ampliando a produção de ferro no município, estimada em 3,3 milhões de toneladas. A cidade de Marabá tem hoje 23 empreendimentos em atuação.
O Poder Executivo deverá investir um total de R$ 32 milhões na reestruturação dos distritos industriais de Marabá, Ananindeua e Icoaraci. O governo estadual também vai implantar os distritos industriais de Santarém e Barcarena. O secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará, Maurílio Monteiro, destaca que o objetivo é a integração dos distritos, por meio de hidrovias, que também vão fazer parte dos projetos de infra-estrutura do governo estadual. "Trabalhamos para que o Estado cresça muito e de modo articulado", disse. Os distritos atuam integrados a outras ações governamentais nas áreas da infra-estrutura viária, como a construção das eclusas de Tucuruí e da hidrovia do Tocantins, e estarão interligados por fibra óptica, por meio do Programa Navega Pará, uma rede pública de comunicação implementada pelo governo do Estado a partir da fibra óptica contida nos cabos de transmissão de energia da Eletronorte.
Os distritos também deverão se beneficiar de facilidades de transporte intermodal (terrestre a aquático, via rios Tocantins, Guamá, Maguari e outros) e se integrarão aos três parques de ciência e tecnologia que o governo constrói no Estado, como forma de dar suporte tecnológico ao desenvolvimento de novos produtos e à competitividade do Pará.
Fundação de Pesquisa do Pará (Fapespa) publica resultado de edital do Programa de Difusão Tecnológica às MPEs
No último dia 20, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa) divulgou, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect) em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae/PA) o resultado do Edital Programa de Difusão Tecnológica às Micro e Pequenas Empresas (MPE). Ao todo, foram selecionados oito projetos que estão disponíveis aqui: http://www.fapespa.pa.gov.br/?q=node/664.
O edital tem como objetivo incentivar projetos voltados à utilização racional dos recursos naturais vinculados aos setores produtivos prioritários para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas no Pará. Informações sobre as ações da Fapespa podem ser obtidas no site http://www.fapespa.pa.gov.br/.
O edital tem como objetivo incentivar projetos voltados à utilização racional dos recursos naturais vinculados aos setores produtivos prioritários para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas no Pará. Informações sobre as ações da Fapespa podem ser obtidas no site http://www.fapespa.pa.gov.br/.
Brasil - USA - Mais um caso que abala relações entre duas nações - More a case that shakes relations between two nations



Depois do conhecido caso da brasileira que, segundo tinha-se noticiado na imprensa internacional, foi agredida e violentada por membros do partido neo-nazi da suíça, agora saiu a luz pública mais um caso que foi a parar aos tribunais do Brasil e dos Estados Unidos.
O caso foi também para o site de relacionamento FACEBOOK, onde tem um destaque permanente.
O que chama a atenção que os dois governos e a imprensa, se preocuparam pela situação da criança "legalmente sequestrada". Quando centos de crianças brasileiras são sequestradas, levadas para outros países, para serem vendidas a traficantes internacionais de órgaõs ou simplesmente para introduzi-lhas na prostituição, a imprensa e menos a polícia da muito pouco destaque aos casos que abalam a centos de famílias. Que esta situação sirva de alerta para que os governos adoptem políticas mais fortes e rígidas que acabem com este genocídio silencioso contra as crianças.
Veja detalhes do caso aqui:
Batalha legal por uma criança abala laços entre duas nações
Quando a mulher de David Goldman, Bruna, e seu filho de quatro anos, Sean, embarcaram em um avião no Aeroporto Internacional de Newark Liberty em junho de 2004, David Goldman planejava unir-se a eles uma semana depois, no Rio de Janeiro. Vários dias depois, Bruna Goldman ligou e disse que queria o divórcio.
Ela estava no Brasil, seu país natal, assim como o menino, segundo ela.Com o telefonema, a família de Goldman entrou em um caso notório de sequestro internacional e custódia que continua em tribunais americanos e brasileiros e agora chegou ao seu mais alto nível no governo Obama.
Desde que o menino entrou naquele avião, David Goldman só viu seu filho, hoje com 8 anos, uma vez em um rápido encontro no Rio neste mês. E nunca mais viu sua mulher, que morreu de complicações do parto da filha de seu segundo marido, o advogado que a representou contra David Goldman.
O caso tornou-se um ponto delicado no relacionamento entre os Estados Unidos e o Brasil e pode estar na agenda da secretária de Estado Hillary Rodham Clinton quando reunir-se com Celson Amorim, ministro de relações exteriores do Brasil, preparar o encontro marcado para o próximo mês entre o presidente Barack Obama e o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva, dizem antigos e atuais membros do Departamento de Estado.
O centro do problema diplomático está na forma como Brasil lidou com o caso, previsto por um tratado internacional que trata de sequestro de crianças. "Se esta fosse uma disputa sobre a recuperação de um artefato ou de um documento da história dos EUA, então seria infeliz, mas aceitável permitir que anos se passassem enquanto o caso fosse julgado em cortes locais. Mas se você está lidando com uma criança que foi privada do contato com o pai por quatro anos e meio, o tempo é o inimigo", disse Bernard W. Aronson, ex-subsecretário de Estado para assuntos interamericanos que vem aconselhando Goldman.
Leias reportagem completa aqui: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/02/26/ult574u9188.jhtm
O caso foi também para o site de relacionamento FACEBOOK, onde tem um destaque permanente.
O que chama a atenção que os dois governos e a imprensa, se preocuparam pela situação da criança "legalmente sequestrada". Quando centos de crianças brasileiras são sequestradas, levadas para outros países, para serem vendidas a traficantes internacionais de órgaõs ou simplesmente para introduzi-lhas na prostituição, a imprensa e menos a polícia da muito pouco destaque aos casos que abalam a centos de famílias. Que esta situação sirva de alerta para que os governos adoptem políticas mais fortes e rígidas que acabem com este genocídio silencioso contra as crianças.
Veja detalhes do caso aqui:
Batalha legal por uma criança abala laços entre duas nações
Quando a mulher de David Goldman, Bruna, e seu filho de quatro anos, Sean, embarcaram em um avião no Aeroporto Internacional de Newark Liberty em junho de 2004, David Goldman planejava unir-se a eles uma semana depois, no Rio de Janeiro. Vários dias depois, Bruna Goldman ligou e disse que queria o divórcio.
Ela estava no Brasil, seu país natal, assim como o menino, segundo ela.Com o telefonema, a família de Goldman entrou em um caso notório de sequestro internacional e custódia que continua em tribunais americanos e brasileiros e agora chegou ao seu mais alto nível no governo Obama.
Desde que o menino entrou naquele avião, David Goldman só viu seu filho, hoje com 8 anos, uma vez em um rápido encontro no Rio neste mês. E nunca mais viu sua mulher, que morreu de complicações do parto da filha de seu segundo marido, o advogado que a representou contra David Goldman.
O caso tornou-se um ponto delicado no relacionamento entre os Estados Unidos e o Brasil e pode estar na agenda da secretária de Estado Hillary Rodham Clinton quando reunir-se com Celson Amorim, ministro de relações exteriores do Brasil, preparar o encontro marcado para o próximo mês entre o presidente Barack Obama e o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva, dizem antigos e atuais membros do Departamento de Estado.
O centro do problema diplomático está na forma como Brasil lidou com o caso, previsto por um tratado internacional que trata de sequestro de crianças. "Se esta fosse uma disputa sobre a recuperação de um artefato ou de um documento da história dos EUA, então seria infeliz, mas aceitável permitir que anos se passassem enquanto o caso fosse julgado em cortes locais. Mas se você está lidando com uma criança que foi privada do contato com o pai por quatro anos e meio, o tempo é o inimigo", disse Bernard W. Aronson, ex-subsecretário de Estado para assuntos interamericanos que vem aconselhando Goldman.
Leias reportagem completa aqui: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/02/26/ult574u9188.jhtm
Brasil, Amazônia-O meganegócio dos fármacos com insumos da biodiversidade- The meganegócio of drugs with inputs of biodiversity-生物多様性の入力と薬のmeganegocio
O mercado dos medicamentos que utilizam como insumos produtos da biodiversidade, na virada do milênio, representava US$ 600 bilhões e era liderado pelos Estados Unidos, com 30% do mercado, além de Reino Unido, França e Alemanha, que juntos representam 18%; Japão, Austrália e Taiwan com 16% e, México e Canadá com 6%.
Em 2010, estima-se que esse mercado poderá atingir cerca de US$ 1,5 trilhão e que o mercado mundial de medicamentos movimente anualmente US$ 320 bilhões. Também se estima que 30% dos remédios comercializados são direta e indiretamente de origem vegetal e 10% de origem animal, mineral e de microorganismos. Em todos os medicamentos comercializados, inclusive os fitoterápicos que são consumidos por cerca de quatro bilhões de pessoas no mundo, são utilizadas aproximadamente 25.000 espécies de plantas.
O mercado mundial de produtos farmacêuticos apresenta um movimento anual de US$ 250 bilhões e o de cosméticos, US$ 120 bilhões, totalizando US$ 370 bilhões. Estima-se que o consumo de matérias-primas representa 10% desse valor. O mercado de agroquímicos, de US$ 25 bilhões, praticamente não se distingue dos produtos finais, o que elevaria o total de matérias-primas para aproximadamente US$ 62 bilhões. O mercado mundial de fitofarmacêuticos alcança US$ 16 bilhões/ano (6,4 % do mercado total).
Considerando-se, ainda, a expansão mundial que os mercados de produtos derivados de plantas (fitoterápicos, suplementos alimentares, cosméticos, repelentes de insetos, corantes, etc.) vêm conquistando, e que 25% dos fármacos empregados atualmente nos países industrializados advêm, direta ou indiretamente, de produtos naturais, se conclui que os países detentores de grande biodiversidade têm a oportunidade de entrar em mercados bilionários, como o mercado farmacêutico, que movimenta US$ 320 bilhões por ano, e o mercado de suplementos alimentares, que movimenta cerca de US$ 31 bilhões.
Entre 1990 e 1997, o uso de remédios à base de ervas cresceu 380% nos Estados Unidos, enquanto estudos realizados com a população alemã mostram que 70% das pessoas declaram recorrer à “medicina natural“ como primeira escolha no tratamento de doenças menos graves ou pequenas disfunções.
No Brasil, 20% da população é responsável por 63% do consumo dos medicamentos disponíveis, o restante encontra nos produtos de origem natural, especialmente nas plantas medicinais, a única fonte de recursos terapêuticos. Essa alternativa é utilizada tanto dentro de um contexto cultural, na medicina popular, quanto na forma de fitoterápicos.
Isso se deve à escassa inovação tecnológica em pesquisa e exploração de produtos naturais, que é uma das características marcantes de países em desenvolvimento. No Brasil, as inovações têm sido de baixa ou média intensidade, sendo que os fitoterápicos mais vendidos no mercado brasileiro são produzidos a partir de espécies estrangeiras. Por outro lado, grandes empresas sediadas em países industrializados, como Alemanha, França, Estados Unidos e Japão, vêm aplicando competências científicas e tecnológicas no desenvolvimento de produtos derivados de plantas medicinais oriundas dos países em desenvolvimento que são utilizadas de forma tradicional, e se consolidando como líderes nesse crescente e promissor mercado. Cabe destacar que, na maioria das vezes, não há uma partilha de benefícios com o país de origem da matéria-prima ou com as comunidades tradicionais que lhes indicaram as aplicações das plantas convertidas em um produto final.
O mercado brasileiro de medicamentos e cosméticos está avaliado em US$ 25 bilhões, com 25% dos produtos fabricados a partir de princípios ativos naturais. O mercado brasileiro ultrapassará a faixa de 50 bilhões de dólares com a participação mais intensiva dos produtos fabricados à base de princípios ativos naturais.
O mercado produtor e/ou distribuidor de plantas medicinais e afins na Amazônia está basicamente circunscrito a lojas de produtos naturais, ambulantes, feirantes, fabricantes de remédios caseiros, empresas familiares de empacotamento de plantas in natura e alguns laboratórios e/ou farmácias de manipulação de atuação localizada. Estima-se que 70% das plantas medicinais comercializadas na região são adquiridas de pequenos agricultores ou extratores. Os 30% restantes são comprados em laboratórios e lojas de produtos naturais. No mercado, o número de espécies aumenta anualmente, segundo informações de fregueses e viajantes.
Assim, percebe-se que os países detentores da biodiversidade, via de regra, não estão aptos para enfrentar os desafios de desenvolver esse ramo, tanto em magnitude dos capitais quanto em pesquisa tecnológica. No Brasil, é notória a fragilidade e o atual nível de capitalização das empresas para serem parceiras desse processo, especialmente as empresas amazônicas. Nesse sentido, o Brasil ainda precisa construir uma engenharia “político-financeira” para possibilitar a inserção da Amazônia nesse meganegócio.
G. ENRÍQUEZ, 2008.
Em 2010, estima-se que esse mercado poderá atingir cerca de US$ 1,5 trilhão e que o mercado mundial de medicamentos movimente anualmente US$ 320 bilhões. Também se estima que 30% dos remédios comercializados são direta e indiretamente de origem vegetal e 10% de origem animal, mineral e de microorganismos. Em todos os medicamentos comercializados, inclusive os fitoterápicos que são consumidos por cerca de quatro bilhões de pessoas no mundo, são utilizadas aproximadamente 25.000 espécies de plantas.
O mercado mundial de produtos farmacêuticos apresenta um movimento anual de US$ 250 bilhões e o de cosméticos, US$ 120 bilhões, totalizando US$ 370 bilhões. Estima-se que o consumo de matérias-primas representa 10% desse valor. O mercado de agroquímicos, de US$ 25 bilhões, praticamente não se distingue dos produtos finais, o que elevaria o total de matérias-primas para aproximadamente US$ 62 bilhões. O mercado mundial de fitofarmacêuticos alcança US$ 16 bilhões/ano (6,4 % do mercado total).
Considerando-se, ainda, a expansão mundial que os mercados de produtos derivados de plantas (fitoterápicos, suplementos alimentares, cosméticos, repelentes de insetos, corantes, etc.) vêm conquistando, e que 25% dos fármacos empregados atualmente nos países industrializados advêm, direta ou indiretamente, de produtos naturais, se conclui que os países detentores de grande biodiversidade têm a oportunidade de entrar em mercados bilionários, como o mercado farmacêutico, que movimenta US$ 320 bilhões por ano, e o mercado de suplementos alimentares, que movimenta cerca de US$ 31 bilhões.
Entre 1990 e 1997, o uso de remédios à base de ervas cresceu 380% nos Estados Unidos, enquanto estudos realizados com a população alemã mostram que 70% das pessoas declaram recorrer à “medicina natural“ como primeira escolha no tratamento de doenças menos graves ou pequenas disfunções.
No Brasil, 20% da população é responsável por 63% do consumo dos medicamentos disponíveis, o restante encontra nos produtos de origem natural, especialmente nas plantas medicinais, a única fonte de recursos terapêuticos. Essa alternativa é utilizada tanto dentro de um contexto cultural, na medicina popular, quanto na forma de fitoterápicos.
Isso se deve à escassa inovação tecnológica em pesquisa e exploração de produtos naturais, que é uma das características marcantes de países em desenvolvimento. No Brasil, as inovações têm sido de baixa ou média intensidade, sendo que os fitoterápicos mais vendidos no mercado brasileiro são produzidos a partir de espécies estrangeiras. Por outro lado, grandes empresas sediadas em países industrializados, como Alemanha, França, Estados Unidos e Japão, vêm aplicando competências científicas e tecnológicas no desenvolvimento de produtos derivados de plantas medicinais oriundas dos países em desenvolvimento que são utilizadas de forma tradicional, e se consolidando como líderes nesse crescente e promissor mercado. Cabe destacar que, na maioria das vezes, não há uma partilha de benefícios com o país de origem da matéria-prima ou com as comunidades tradicionais que lhes indicaram as aplicações das plantas convertidas em um produto final.
O mercado brasileiro de medicamentos e cosméticos está avaliado em US$ 25 bilhões, com 25% dos produtos fabricados a partir de princípios ativos naturais. O mercado brasileiro ultrapassará a faixa de 50 bilhões de dólares com a participação mais intensiva dos produtos fabricados à base de princípios ativos naturais.
O mercado produtor e/ou distribuidor de plantas medicinais e afins na Amazônia está basicamente circunscrito a lojas de produtos naturais, ambulantes, feirantes, fabricantes de remédios caseiros, empresas familiares de empacotamento de plantas in natura e alguns laboratórios e/ou farmácias de manipulação de atuação localizada. Estima-se que 70% das plantas medicinais comercializadas na região são adquiridas de pequenos agricultores ou extratores. Os 30% restantes são comprados em laboratórios e lojas de produtos naturais. No mercado, o número de espécies aumenta anualmente, segundo informações de fregueses e viajantes.
Assim, percebe-se que os países detentores da biodiversidade, via de regra, não estão aptos para enfrentar os desafios de desenvolver esse ramo, tanto em magnitude dos capitais quanto em pesquisa tecnológica. No Brasil, é notória a fragilidade e o atual nível de capitalização das empresas para serem parceiras desse processo, especialmente as empresas amazônicas. Nesse sentido, o Brasil ainda precisa construir uma engenharia “político-financeira” para possibilitar a inserção da Amazônia nesse meganegócio.
G. ENRÍQUEZ, 2008.
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