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domingo, 25 de maio de 2014

A última entrevista da jornalista Barbara Walters

Barbara Walters posa na festa dos 100
 mais influentes da revista "Time" de 2013, em Nova York

Talvez ela seja a jornalista mais famosa do mundo. 

E com razão. Há mais de cinco décadas vem entrevistando os personagens que fazem história e as celebridades que fazem notícia. Por isso é tão estranho escutá-la dizer que se aposenta do jornalismo.
Mas na verdade um jornalista nunca deixa de sê-lo. "Não vou mais fazer uma entrevista a cada semana", disse-me nos escritórios de "The View", o programa que criou em 1997. "Mas se o papa me der uma entrevista, claro que volto." O mesmo faria se pudesse conversar com a rainha Elizabeth 2ª, e possivelmente também se Monica Lewinsky decidisse falar com ela mais uma vez.

A entrevista televisiva que Barbara Walters fez com Monica Lewinsky em março de 1999, sobre o caso que teve com o presidente Bill Clinton, foi vista por cerca de 50 milhões de pessoas. Nenhuma outra entrevista teve maior audiência na história da televisão dos EUA. "Ainda estou em contato com Monica", confiou-me, e depois, sem temor, me deu sua opinião sobre essa mulher de 40 anos: "É inteligente, e uma boa mulher".

Walters não só cobriu eventos históricos como fez história. Foi a primeira mulher "âncora" de um programa matutino em nível nacional e a primeira a apresentar um noticiário noturno. Assim abriu caminho para outras mulheres, dentro e fora dos EUA.

"Esse é o meu legado", disse durante nossa conversa, "todas essas mulheres jovens nas notícias. Não havia tantas quando eu comecei; eram muito poucas. Então, se eu tenho algum legado são essas mulheres."

Mas aos 84 anos Walters não tem tudo. "Não creio que as mulheres possam ter tudo", disse-me, refutando a teoria do livro "Lean In", de Sheryl Sandberg. "Nem os homens podem ter tudo. É muito difícil equilibrar sua vida profissional com a vida privada, e cada vez mais as mulheres têm que enfrentar isso."

Ela entrevistou todos os presidentes americanos desde Richard Nixon, e líderes mundiais como Vladimir Putin, Saddam Hussein e Fidel Castro, e quase todos os atores do momento. Suas perguntas são curtas e maravilhosamente claras, como facas. Não há dúvida sobre o que ela quer saber. Seu mantra: não há pergunta proibida.

Qual é seu segredo? "Faço muita lição de casa", disse-me, como se tivesse acabado de começar a carreira. "Creio que é muito importante. Algumas vezes eu sei mais sobre a pessoa do que ela mesma." E se vê. Fez chorar a muitos e tremer a mais de um.

Há mil anedotas. Passou dez dias com Fidel Castro, mas "não me aproximo muito de ninguém", contou-me. E até poderia ter sido "a senhora Clint Eastwood", confessou. "Eu gostava muito do ator, e depois da entrevista ele me convidou para jantar. Mas eu lhe disse não, não, não."

Terminei a entrevista com duas perguntas que ela frequentemente faz a seus entrevistados:

1. "Há alguma ideia falsa sobre a senhora?", perguntei. "Creio que a ideia mais equivocada é que sou muito séria e autoritária", respondeu. "Porque esse é o tipo de entrevista que eu fazia. Mas creio que desde "The View" as pessoas sabem que tenho senso de humor e que sou uma pessoa igual às outras."

2. Como quer ser lembrada? "Como uma boa jornalista, uma boa mãe e uma boa pessoa."

Meu tempo com ela terminava, e a honra de fazer perguntas à campeã das perguntas. Era meio-dia, mas ainda tinha um monte de coisas pendentes. Walters não dava sinais de que estava prestes a ir embora.

O que vai fazer no dia seguinte à sua aposentadoria?, consegui lhe perguntar no final. "Dormir. Vou dormir. E no dia seguinte também."

Mas tenho a suspeita de que, quando acordar, Barbara Walters voltará a fazer perguntas. Muitas perguntas.

Jorge RamosEm Nova York (EUA)
Tradutor: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Comparações transatlânticas: em que os europeus se enganam a respeito dos americanos? - in which the Europeans are wrong about the Americans?


Muitos europeus pensam que os Estados Unidos são cheios de maníacos com armas na cintura e idiotas analfabetos. Na segunda parte da série sobre diferenças transatlânticas, o historiador americano Peter Baldwin mostra que os europeus se enganam totalmente a esse respeito - e em relação a muitos outros fatos sobre os Estados Unidos.

Num ensaio em três partes para a Spiegel Online, o historiador americano Peter Baldwin argumenta que os EUA e a UE são muito mais semelhantes do que imaginam. Você pode ler a primeira parte desse ensaio aqui.

Quando comparado com a Europa, o estado de bem-estar social dos EUA é frequentemente considerado miserável e subdesenvolvido. E isso é verdade, se o parâmetro for a Suécia ou a Alemanha. Mas se olharmos para a variedade de políticas sociais em toda a Europa, surge um quadro diferente.

É claro, os EUA não têm um sistema de saúde pública universal - o filme "Sicko", 2006, de Michael Moore, garante que ninguém se esqueça disso. Cerca de 15% da população americana não tem um plano de saúde.

Não há dúvida de que não ter assistência médica é injusto e brutal, nem de que a falta de uma cobertura universal de saúde é o problema mais urgente para a política interna americana. A verdadeira desgraça do sistema de saúde americano é que a mortalidade infantil é maior do que em qualquer lugar da Europa. O presidente Obama parece determinado a não deixar a crise financeira adiar sua promessa de melhorar o acesso aos planos de saúde.

Na íntegra aqui

sexta-feira, 6 de março de 2009

Crescimento americano: o pior nunca é certo


Tornou-se o debate do dia nos Estados Unidos: o país estaria se afundando em uma depressão? Sentimos os primeiros sinais desse debate desde o anúncio do orçamento proposto por Barack Obama na quinta-feira (26 de fevereiro), uma vez que as previsões sobre as quais ele se baseia (um retorno a um crescimento sustentado a partir de 2010) pareceram otimistas demais para muitos economistas. Isso foi reforçado com o anúncio, no dia seguinte, de um crescimento negativo de 6,2% no último trimestre de 2008. Com a publicação, na terça-feira (4 de março), do relatório da conjuntura do Federal Reserve (Fed, banco central americano), esse debate se impôs como um indício.
O Fed tem descrições catastróficas para os dois primeiros meses do ano: uma queda dos investimentos e da atividade (consideravelmente em alguns setores: as vendas de veículos caíram 41% em fevereiro), um aumento vertiginoso do desemprego, um setor imobiliário cada vez mais fraco e um "nível de crédito disponível" que, apesar dos esforços dos poderes públicos, não se solta.
Organismo muito político, o Fed conclui, no entanto, que uma "grande retomada" poderia acontecer no "fim de 2009 e começo de 2010", de acordo com o prognóstico da equipe Obama. Essa perspectiva parece utópica, para muitos.
Se um recuo do crescimento limitado a -1,2% para 2009 parece muito otimista (Goldman Sachs prevê uma queda de 7% no primeiro trimestre), um crescimento de 3,2% a partir de 2010 parece ainda mais. Muitos falam agora de uma continuidade da recessão no ano que vem, apesar do plano de crescimento, que a maioria julga necessário para evitar uma degradação ainda maior. Daí o surgimento do termo "depressão". Assessor de Obama e ex-presidente do Fed, Paul Volcker havia dito isso em 20 de fevereiro.

VIDA DE M............site de maior sucesso nos Estados Unidos, só pode, americano e M....

Um site francês de humor negro com relatos e reclamações sobre a vida está fazendo sucesso entre internautas americanos desde que ganhou uma versão em inglês.O site ViedeMerde.fr (ou "Vida de M...", em português) traz relatos sobre casos de azar ou pequenas tragédias vividas pelos internautas. Na França, o site é um dos dez mais acessados desde janeiro do ano passado, quando foi lançado.

Nos Estados Unidos, a versão americana chama-se fmylife.com (ou "F... Minha Vida", em português). O site é aberto a contribuição de todos, mas não se responsabiliza pela veracidade dos relatos.

A única regra é que todos os relatos tenham um parágrafo, comecem com a palavra "Hoje" e terminem com a sigla "FML" ("F... minha vida")."Hoje eu recebi meu passaporte pelo correio. Eles erraram minha data de aniversário. Então peguei minha certidão de nascimento que mandei junto com o pedido. Descobri que meus pais vem comemorando meu aniversário no dia errado há 16 anos. FML", escreveu um internauta anônimo no fmylife.

com.Os relatos estão separados em categorias como "amor", "dinheiro", "crianças", "trabalho", "sexo", entre outros. Os leitores do site podem opinar através de uma enquete que oferece duas opções: "concordo, sua vida é f..." ou "você mereceu".

Um dos criadores do site francês, Guillaume Passaglia, disse ao jornal britânico The Times que mais de um milhão de internautas acompanha a versão americana do site, apesar de ele considerar esse tipo de humor tipicamente francês.

"Quem está por trás de fmylife.com? Não ria... são franceses", explica a página de perguntas mais frequentes do site americano.

Na França, outros sites de humor negro sobre tragédias pessoais têm se tornado populares recentemente. Um deles, chamado RaterSaVie.com ("Fracasse em sua Vida") ironiza o comentário feito pelo publicitário francês Jacques Seguela de que qualquer um que não conseguiu comprar um relógio Rolex até os 50 anos "fracassou na vida".

Entre outros sites franceses do tipo estão o Jaipasdechance.com ("Eu não tenho sorte") e Jobdemerde.com ("Trabalho de M...").

quinta-feira, 5 de março de 2009

Começou em Brasília: Seminário Internacional sobre Desenvolvimento - AO VIVO

Seminário Internacional sobre Desenvolvimento. Assista ao vivo os debates

PROGRAMAÇÃO

Data: 05 e 06 de março de 2009.
Local: Brasília Alvorada Hotel (antigo Blue Tree) SHTN Trecho 1, Conj 1B, Bloco C - Brasília - DF
Transmissão ao vivo: NBR canal 13 (da Net Analógica) e NBR canal 5 (da Net Digital)
Transmissão on-line: Carta Maior http://www.cartamaior.com.br/ TV NBR

1º DIA - 05/03/2009
ABERTURA (09h00 às 10h00)
Ø Ministro José Múcio Monteiro - Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República

DISCURSO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Ø Ø A Agenda de Desenvolvimento do CDES: Paulo Godoy - Conselheiro do CDES, Presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base (ABDIB)

NOVO PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO: CRESCIMENTO, ESTABILIDADE E INCLUSÃO SOCIAL (10h00 às 12h30)
Ø Coordenação: Ministro José Múcio Monteiro - Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Ø Palestrantes:
1. Ministra Dilma Rousseff – Ministra de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República
2. Ministro Paulo Bernardo – Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão
3. Ministro Guido Mantega – Ministro da Fazenda
4. Ministro Henrique Meirelles – Presidente do Banco Central

Intervalo - almoço (12h30 às 14h00)

Conferência
DESAFIOS PARA O DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO (14h00 às 15h00)
Ø Maria da Conceição Tavares – Economista, foi Deputada Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT-RJ)
Ø Relator: Germano Rigotto – Conselheiro do CDES, foi Deputado Federal e Governador do Estado do Rio Grande do Sul (PMDB-RS)

Mesas de Diálogo
O PAPEL DO ESTADO NO MUNDO PÓS-CRISE E OS DESAFIOS DO ESTADO BRASILEIRO (15h00 às 18h00)
· Debater o papel do Estado no contexto pós-crise e avaliar os desafios colocados para o Estado brasileiro para o planejamento e execução de políticas públicas em perspectivas de médio e longo prazo.
Ø Coordenação: Tânia Bacelar - Conselheira do CDES, Professora da Universidade Federal de Pernambuco
Ø Relator: Lincoln Fernandes - Conselheiro do CDES, Presidente do Conselho de Política Econômica e Industrial da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG)
Ø Palestrantes:
1. Luciano Coutinho – Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
2. Ignacy Sachs – Economista, referido como Ecossocioeconomista, dirige o Centro de Estudos sobre Brasil Contemporâneo na França
3. James Galbraith – Professor da The Lyndon B. Johnson School of Public Affairs, University of Texas
4. Jan Kregel - Consultor independente, foi Chefe da Área de Desenvolvimento e Análise de Políticas no Departamento de Economia e Assuntos Sociais da ONU
5. Márcio Pochmann – Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica aplicada (IPEA)

O PROCESSO DE INTEGRAÇÃO LATINOAMERICANA: POSSIBILIDADES DE DESENVOLVIMENTO E OS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL (18h30 às 20h30)
Ø Coordenação: José Carlos Bumlai - Conselheiro do CDES, Vice-presidente da ACRISSUL -Associação dos criadores do Mato grosso do Sul
Ø Relator: Sérgio Haddad - Conselheiro do CDES, Coordenador Geral da Ação Educativa e diretor presidente do Fundo Brasil de Direitos Humanos
Ø Palestrantes:
1. Jorge Beinstein – Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires, Argentina
3. Gerardo Caetano – Coordenador do Observatório Político (Udelar) e Observatório Acadêmico do Centro de Formação para a Integração Regional do Uruguai (CEFIR)
4. Marco Aurélio Garcia - Assessor Chefe da Assessoria Especial da Presidência da República, Brasil

quarta-feira, 4 de março de 2009

Consumismo - Mudando de hábitos de consumo....

Não apenas os americanos estão mudando de hábitos de consumo. A raíz da crise todo mundo está consumiendo menos ou deveria de, só que a prática consumista que nasceu na economia Americana se propagou como um vírus.......


segunda-feira, 2 de março de 2009

Chamando o Tio Sam - da para acreditar? - Calling Uncle Sam - to believe in?


Thomas L. Friedman
Em Seul (Coreia do Sul)
Nos dias de hoje é muito útil vir à Ásia para ser lembrado da posição ocupada pelos Estados Unidos. Apesar de toda a conversa nos últimos anos a respeito do declínio inevitável dos Estados Unidos, os olhos não estão voltados neste momento para Tóquio, Pequim, Bruxelas ou Moscou - e tampouco para quaisquer dos pretendentes à coroa de peso pesado mundial.

Todos os olhos andam fixados em Washington, esperando que os norte-americanos tirem o mundo desta queda econômica em parafuso. Em nenhum momento nos últimos 50 anos nós nos sentimos mais fracos. E em momento algum nos últimos 50 anos o mundo nos considerou mais importantes do que agora.

Embora seja verdade que desde o fim da Guerra Fria os líderes e intelectuais globais reclamam com frequência de um mundo com um excesso de poder norte-americano, atualmente não se ouve muito essa reclamação, já que a maioria das pessoas reconhece que somente um Estados Unidos economicamente revitalizado tem o poder necessário para impedir que a economia mundial entre em uma depressão global. Sempre foi fácil reclamar de um mundo com excesso de poder norte-americano, contanto que não se tivesse que viver em um mundo com poder norte-americano insuficiente. E, neste momento, o perigo é esse: um mundo com insuficiente poder norte-americano.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Brasil - USA - Mais um caso que abala relações entre duas nações - More a case that shakes relations between two nations




Foto da criança com o pai antes de sair dos Estados Unidos e em um vídeo criado para dar a conhecer a situação.
Depois do conhecido caso da brasileira que, segundo tinha-se noticiado na imprensa internacional, foi agredida e violentada por membros do partido neo-nazi da suíça, agora saiu a luz pública mais um caso que foi a parar aos tribunais do Brasil e dos Estados Unidos.
O caso foi também para o site de relacionamento FACEBOOK, onde tem um destaque permanente.
O que chama a atenção que os dois governos e a imprensa, se preocuparam pela situação da criança "legalmente sequestrada". Quando centos de crianças brasileiras são sequestradas, levadas para outros países, para serem vendidas a traficantes internacionais de órgaõs ou simplesmente para introduzi-lhas na prostituição, a imprensa e menos a polícia da muito pouco destaque aos casos que abalam a centos de famílias. Que esta situação sirva de alerta para que os governos adoptem políticas mais fortes e rígidas que acabem com este genocídio silencioso contra as crianças.

Veja detalhes do caso aqui:

Batalha legal por uma criança abala laços entre duas nações

Quando a mulher de David Goldman, Bruna, e seu filho de quatro anos, Sean, embarcaram em um avião no Aeroporto Internacional de Newark Liberty em junho de 2004, David Goldman planejava unir-se a eles uma semana depois, no Rio de Janeiro. Vários dias depois, Bruna Goldman ligou e disse que queria o divórcio.

Ela estava no Brasil, seu país natal, assim como o menino, segundo ela.Com o telefonema, a família de Goldman entrou em um caso notório de sequestro internacional e custódia que continua em tribunais americanos e brasileiros e agora chegou ao seu mais alto nível no governo Obama.

Desde que o menino entrou naquele avião, David Goldman só viu seu filho, hoje com 8 anos, uma vez em um rápido encontro no Rio neste mês. E nunca mais viu sua mulher, que morreu de complicações do parto da filha de seu segundo marido, o advogado que a representou contra David Goldman.

O caso tornou-se um ponto delicado no relacionamento entre os Estados Unidos e o Brasil e pode estar na agenda da secretária de Estado Hillary Rodham Clinton quando reunir-se com Celson Amorim, ministro de relações exteriores do Brasil, preparar o encontro marcado para o próximo mês entre o presidente Barack Obama e o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva, dizem antigos e atuais membros do Departamento de Estado.

O centro do problema diplomático está na forma como Brasil lidou com o caso, previsto por um tratado internacional que trata de sequestro de crianças. "Se esta fosse uma disputa sobre a recuperação de um artefato ou de um documento da história dos EUA, então seria infeliz, mas aceitável permitir que anos se passassem enquanto o caso fosse julgado em cortes locais. Mas se você está lidando com uma criança que foi privada do contato com o pai por quatro anos e meio, o tempo é o inimigo", disse Bernard W. Aronson, ex-subsecretário de Estado para assuntos interamericanos que vem aconselhando Goldman.
Leias reportagem completa aqui: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/02/26/ult574u9188.jhtm