Thais de Luna
Usar estruturas do
corpo humano para criar robôs parece uma ideia saída de filmes de
ficção. Pensar que tais máquinas poderiam agir no organismo e tratar uma
série de doenças soa ainda mais surreal. Pois pesquisadores do Wyss
Institute for Biologically Inspired Engineering, da Escola Médica de
Harvard, nos Estados Unidos, decidiram mergulhar no universo da
nanobiotecnologia e construir minúsculos mecanismos médicos a partir de
partes de DNA (conjunto de moléculas que contém as informações genéticas
dos seres vivos).
Os nanorrobôs são usados para transportar moléculas específicas até tumores. Ao encontrar as células cancerígenas, entregam uma mensagem que as induz à autodestruição, preservando as estruturas saudáveis. Capazes de apresentar diferentes doses de moléculas para células alvejadas, esses robôs, apresentados recentemente na revista científica Science, podem ser usados para inserir medicamentos no organismo. No caso da pesquisa, as estruturas foram montadas para localizar e destruir células de linfoma e leucemia — tipos de câncer que afetam os linfócitos e os glóbulos brancos, respectivamente.
A matéria completa você lê na edição impressa do Correio Braziliense desta sexta-feira (2/3)
Os nanorrobôs são usados para transportar moléculas específicas até tumores. Ao encontrar as células cancerígenas, entregam uma mensagem que as induz à autodestruição, preservando as estruturas saudáveis. Capazes de apresentar diferentes doses de moléculas para células alvejadas, esses robôs, apresentados recentemente na revista científica Science, podem ser usados para inserir medicamentos no organismo. No caso da pesquisa, as estruturas foram montadas para localizar e destruir células de linfoma e leucemia — tipos de câncer que afetam os linfócitos e os glóbulos brancos, respectivamente.
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