quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Representantes da Universitec participam da do Seminário Internacional da IASP e do Seminário Nacional ANPROTEC,


Representantes da Universitec participam da ANPROTEC e apresentam trabalho científico.




Representantes da Agência de Inovação Tecnológica da UFPA- (Universitec) participam de 14, até o dia 17, do XXIII Seminário Nacional da Anprotec e da 30ª Conferência Mundial de Parques Científicos e Tecnológico IASP. O evento que é considerado um dos maiores nessa temática reunirá gestores de incubadoras, pesquisadores e empresários. O evento acontece em Recife e está sendo realizado pela IASP, pela Anprotec e pelo Sebrae e organizado pelo Porto Digital, com financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Secretaria de Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Sectec), apoiado pelo CNPq e conta com o patrocínio da Prefeitura da Cidade do Recife, do BNDES, Chesf, CNI, Finep, ABDI .

Temas como a cultura do Empreendedorismo inovador, desafios para consolidação de habitats de inovação e a dinâmica de inovação nas universidades serão discutidos no evento. Ainda como parte da programação aconteceu o Fórum de Empresas Graduadas em Incubadoras. O Fórum tem o objetivo de contribuir a partir da troca de experiências e da ampliação das redes de Relacionamento para a proposição de estratégias voltadas para à superação de barreiras ao empreendedorismo e à Inovação. Estará participando do Fórum Fátima Chamma, da Empresa graduada na Incubadora PIEBT, Chamma da Amazônia. A empresa é um dos casos de sucesso da Incubadora, da UFPA uma das poucas da região Amazônica presentes no evento.

Na ocasião o diretor da Universitec, professor Gonzalo Enríquez, estará apresentando o artigo “Networks of technological innovation and its interaction with communities in the new Habitat for Innovation in Amazon” o único artigo, do norte do Brasil, dentre os 30 selecionados para serem apresentados nas sessões do seminário e publicados pela revista da Anprotec.

O trabalho toca, precisamente, no centro dos temas mais debatidos nas diversas conferência realizadas, a relação da inovação tecnológica, empreendedorismo e habitat de inovação, para promover o desenvolvimento de regiões e cidades, só que o trabalho do Enríquez apresenta um diferencial importante respeito dos demais trabalhos e debates sobre o tema. Considera fundamental pensar em novos habitat de inovação tecnológica, principalmente para regiões como a Amazônia, onde os atores são diversos , comunidades da floresta, pesquisadores, pequenas empresas que atuam no meio das regiões mais afastadas, atravessadores de produtos da biodiversidade, gestores municipais e, instituições de pesquisa, laboratórios, etc.

O foco não é somente a empresa, segundo Enríquez e sim também comunidades e pesquisadores que muitos deles moram junto com as comunidades.

Em seu pronunciamento o Ministro de Ciência Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, afirmou estar disposto a apoiar e investir em ciência e Tecnologia, pois são instrumentos de discussão de politicas públicas, tecnologias limpas, inovação e questões sustentáveis. Esses ambientes agregarem valor as atividades econômicas do país.

“Os Parques e Incubadoras são ambientes de cooperação entre entidades de conhecimento (universidades) e entidades com a capacidade de transformar esse conhecimento em bens e serviços para a sociedade, por isso receberá cada vez mais investimentos”.

A história trás de novo para Belém, por segunda vez um evento de incubadoras de empresas e parques tecnológicos. Depois de ser um dos maiores encontros de incubadoras em 2000, 14 anos depois será realizado outro evento em Belém, agora no Parque Científico e Tecnológico do Guamá, que tem como gestor a Fundação Guamá, onde a Universidade, por meio da UNIVERSITEC, é parceira. Junto com outras parcerias será realizado o evento em 2014.

Dessa forma, a Universitec, que é a instituição que reponde pela transferência de tecnologia, propriedade intelectual, incubadoras de empresas e empreendedorismo da UFPA, será a parceira natural na realização do XXIV Seminário Nacional da ANPROTEC, que será realizado em Belém (PA), no período de 22 a 26 de setembro de 2014.
Texto e foto: hellen Lobato

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Secretário do MCTI é o primeiro brasileiro a integrar o painel das Nações Unidas



Assessorar o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e outros dirigentes de agências, fundos e programas do organismo internacional no que diz respeito ao desenvolvimento sustentável. Essa é a missão dos integrantes do painel das Nações Unidas. E o primeiro brasileiro a integrar esse painel de 26 cientistas de alto nível é o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Carlos Nobre.

De acordo com Nobre, esse painel tem a missão filtrar conhecimento científico e produzir documentos e reflexões na interface entre ciência e políticas públicas globais de sustentabilidade. “Mas ainda tem um enorme desafio, que é conseguir mais visibilidade mundial para essa agenda”, explicou.

Nobre recebeu o convite em 25 de setembro, data da sessão inaugural do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, em meio à 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

Alto nível

Estabelecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o conselho inclui pesquisadores de diversas disciplinas naturais, sociais e humanas.

“Apesar de o nome ser Scientific Advisory Board, não se trata apenas de um grupo de cientistas que conhecem muito de um determinado assunto, mas um painel com especialistas em ética, economistas, sociólogos e outros profissionais que trabalham na fronteira dainteração entre sociedade, ciência e política pública de sustentabilidade, seja em mudanças climáticas, seja em oceanos, seja em biodiversidade”, observou Nobre.

A lista inclui 26 pesquisadores de 25 países de todos os continentes. “São pessoas influentes no meio científico, com muito conhecimento, que, portanto, ao aconselhar o secretário-geral e o sistema ONU, podem realmente fazer diferença, principalmente elaborando documentos reflexivos”, destacou o secretário.

(om iformações do MCTI)

domingo, 13 de outubro de 2013

'Faxina' virou pó

PAINEL

Campos Marina. Só no começo...

Apesar da recuperação na pesquisa Datafolha, Dilma Rousseff não retomou todo seu espaço no eleitorado de renda mais alta, que era refratário a Lula, mas que a presidente tinha conquistado nos primeiros anos de mandato. Em março, Dilma chegou a ter 51% das intenções de voto entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos. Despencou para 21% em junho e pontuou 31% agora. A erosão dá respaldo ao conselho de Lula para que a sucessora foque no eleitorado mais pobre.

Inflação Aécio Neves (PSDB) passou de 15% nas duas faixas mais altas de renda, em março, para 26%. Eduardo Campos (PSB) subiu de 5% para 17%. Marina Silva, que aparecia com 19% nesses grupos, hoje tem 35%.

Foco Após analisar a pesquisa, o governo vai intensificar as viagens de Dilma ao Nordeste para evitar o avanço de Campos e consolidar a vantagem da presidente na região, tradicional reduto do PT.

Menina dos olhos Uma das pontas de lança dessa operação será o Mais Médicos, concentrado em cidades do interior nordestino.

Hormônio O QG de Campos projetava na semana passada que o pernambucano só chegaria aos dois dígitos nas pesquisas em dezembro.

Que oposição? Eleitores críticos ao governo preferem Aécio a Campos, mas Marina é quem vai melhor nesse grupo. Entre quem julga Dilma ruim ou péssima, o tucano tem 33%, e o pessebista, 23%. Já Marina tem 43% desses votos, contra 27% de Aécio.

Fase de beijos Dilma tem melhor desempenho entre eleitores que não tomaram conhecimento sobre a aliança entre Marina e Campos. Ela tem 47% nesse grupo no cenário mais provável, contra 34% entre aqueles que se dizem "bem informados".

Marinou Já Campos tem seu melhor resultado no grupo de entrevistados bem informados sobre a coligação. Nesse extrato, ele empata tecnicamente com Aécio: vai a 24%, frente a 25% do mineiro.

Sem Lula Dilma voltou a crescer entre os eleitores que têm o PT como partido preferido. Depois de cair para 58% após os protestos, a presidente aparece com 71% no grupo.

Tela livre 1 Além de flexibilizar o entendimento sobre campanha antecipada na propaganda partidária, o vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, também acha que não cabe punição a políticos entrevistados em programas de TV, caso não peçam voto abertamente.

Tela livre 2 Pré-candidatos à Presidência fizeram périplo por programas populares nos últimos meses. Aécio foi alvo de representação de Sandra Cureau, antecessora de Aragão, por ter ido ao "Programa do Ratinho".

Alfarrábios Eduardo Campos anota todas as expressões de Marina que fogem ao seu "repertório", dizem aliados. Na última semana, tomou nota quando a ex-senadora falou que será necessário "metabolizar" a aliança e quando ela citou o psicanalista Jacques Lacan.


VERA MAGALHÃES painel@uol.com.br


domingo, 6 de outubro de 2013

O Plano "C". Quem quer o poder a todo custo e quem tem a humildade para apoiar outro candidato

Segundo ela, como todos falavam em plano A (a criação da Rede) e em plano B (sair candidata a presidente por outro partido), ela começou a bolar o "plano C" --"plano Eduardo Campos".

"Ninguém teria coragem de propor a uma candidata com 26% das intenções de voto que ela desistisse de sua candidatura à Presidência para apoiar um outro candidato. Essa é uma iniciativa que só ela teria a capacidade de colocar na mesa", afirmou o deputado Alfredo Sirkis (RJ), que também ingressou no PSB.



Nova Aliança produz Indigestão no campo do "PENSAMENTO ÚNICO" (PT)

Análise: Aliança de ex-ministros de Lula impede estratégia do PT


A surpreendente aliança entre Eduardo Campos e Marina Silva ainda precisará ser "metabolizada", para usar um termo do marinês, mas o fato é que deve ter provocado uma tremenda indigestão em Dilma Rousseff e Lula.

Aliás, este pareceu ser o objetivo inconfesso de uma Marina "bolada", embora segura, que lançou mão de um sarcasmo até então ausente de suas falas e culpou o PT, seu antigo partido, por "aviltar" a democracia ao supostamente agir contra a Rede.

Campos fez jus à fama de bom articulador político e, enxergando a oportunidade, soube dizer exatamente o que Marina queria ouvir: que a Rede existe e é "legítima".

Aos aliados que se espantaram com o fato aceitar até ser vice, mesmo tendo o triplo das intenções de votos do aliado, Marina mostrou pragmatismo: quem tem partido e máquina é ele. Se as condições mais adiante vão levar a uma mudança de planos, é algo que partidários de Campos não discutem agora.

A possível chapa é forte pelo simbolismo: são dois ex-ministros de Lula, ambos com trajetória de esquerda. Será mais difícil para o PT fazer o discurso do bem contra o mal das últimas eleições.

O fim da polarização afeta também Aécio Neves. Para se contrapor à nova força que surge e pode ocupar o espaço de oposição, o tucano terá de ir atrás de aliados que sobraram no tabuleiro, como o PPS de Roberto Freire.

Opinião: Ex-senadora continua candidatíssima, e o jogo de 2014 está apenas começando

A possível chapa é forte pelo simbolismo: são dois ex-ministros de Lula, ambos com trajetória de esquerda. Será mais difícil para o PT fazer o discurso do bem contra o mal das últimas eleições.




Marina é candidatíssima a presidente, apesar do discurso elegante, muito cuidadoso, que fez ontem à tarde durante a sua filiação ao PSB.

A ex-senadora disse que apoia Eduardo Campos, afirmou até que ele tem uma "responsabilidade histórica diante de todos nós", mas em nenhum momento declarou que não será candidata no ano que vem ou que será vice do governador de Pernambuco à sucessão de Dilma.

Não há contradição nisso. Marina não poderia entrar em um partido, que já tem uma candidatura colocada, exigindo sentar na janelinha, como diria Romário, agora seu correligionário. Definitivamente não combina com alguém que prega um novo modo de fazer política.

A ex-senadora joga com o tempo. Não tem pressa porque sabe que, se continuar tão à frente de Campos nas pesquisas (hoje ela tem 26% no Datafolha; ele tem 8%), não há força capaz de tirar seu nome da urna eletrônica. O próprio governador haverá de lhe oferecer o lugar.

É necessário lembrar que Campos iniciou o movimento de dissidência com o atual governo justamente porque percebeu que estava sem espaço para crescer. Ele desejava ser candidato a vice de Dilma agora para, em 2018, aí sim, disputar a Presidência. Mas, sem condições de enfrentar o PMDB, partido fundamental para a sustentação do governo no Congresso, resolveu mudar de rota.

Na entrevista de ontem, embora chamado de futuro presidente por correligionários em coro, Campos disse que seu PSB ainda não definiu nada. Minutos depois, Marina, sabida, fez questão de repetir que o PSB só definirá sua vida em 2014. O jogo só começou a ser jogado.

ROGÉRIO GENTILE
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Mudança climática ameaça a diminuição dos índices de fome no mundo

Criança sudanesa desnutrida é vista em 
campo de refugiados de Yida, no Sudão do Sul


Pouco a pouco, a insegurança alimentar vai recuando no mundo, segundo os últimos números da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), publicados na última terça-feira (1º). No período de 2011-2013, 842 milhões de pessoas sofreram de fome crônica, ou seja, 26 milhões a menos que entre 2010 e 2012. Desde o início dos anos 1990, o número de subnutridos caiu 17%.

Mas não há por que comemorar vitória. A mudança climática poderia apagar esses progressos. A elevação do nível dos oceanos, as secas e as enchentes estão modificando as condições da agricultura. Por isso é tão importante para os países e para a pesquisa agronômica ter um acesso mais amplo possível aos recursos genéticos vegetais do mundo a fim de poder desenvolver variedades adaptadas ao aquecimento global.

Foi nesse espírito que o tratado internacional sobre os recursos fitogenéticos para a alimentação e a agricultura foi adotado em 2001. Ele entrou em vigor em 2007 e se baseia na noção de "bem comum" e instaura uma exceção à convenção sobre a biodiversidade, que privilegia a soberania nacional. Por falta de recursos e de vontade política, esse "tratado das plantas" está longe de dar os resultados esperados.

Os 129 países que ratificaram se reuniram entre 24 e 28 de setembro em Mascate (Omã) para tentar salvar o texto. Eles só conseguiram lhe dar uma extensão de dois anos, tempo de ver se é possível relançar essa mecânica emperrada.

O tratado prevê que os países-membros coloquem suas coleções de sementes em um banco comum de onde cada ator da pesquisa possa tirar para criar variedades melhoradas. Paralelamente, ele instaura um fundo para financiar projetos que tratem da conservação ou do uso sustentável dos recursos fitogenéticos.




Le Monde, Gilles van Kote, Em Mascate (Omã)


UFPA ocupa 1° lugar entre melhores IES públicas e privadas do Norte



 De acordo com o Ranking Universitário Folha (RUF), a Universidade Federal do Pará está em primeiro lugar entre as universidades do Norte do País e ocupa o 26° lugar entre as melhores Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas do Brasil.  O Ranking avalia a qualidade de 192 IES, por meio de cinco indicadores: pesquisa; ensino; mercado de trabalho; inovação e internacionalização. Todos os indicadores somados totalizam 100 pontos e no Ranking geral a UFPA somou 75,43 pontos. Clique aqui para ver o Rankinggeral.
“Eu vejo como um fato extraordinário a ótima posição da UFPA neste Ranking nacional,  decorrente de um grande esforço que a Universidade vem fazendo, nestes últimos anos. Tal esforço se revela nos resultados apontados nesta pesquisa, de forma inquestionável, em comparação com outras universidades”, declara o reitor da UFPA, professor Carlos Maneschy.
Ainda segundo o reitor, “a Universidade tem, a cada ano, melhorado seu desempenho e suas condições em todas as vertentes em que se possa fazer avaliação, desde a qualificação dos docentes, a melhoria da infraestrutura, a assistência estudantil e, mais do que tudo, em dois elementos fundamentais: a internacionalização das atividades e a inovação”, afirma.
Trabalho e esforço - De acordo com Carlos Maneschy, as boas notas da UFPA no RankingUniversitário Folha “são reflexo de muito trabalho e esforço coletivo, de toda a comunidade, indistintamente. Este é um resultado que devemos celebrar, mas que também nos serve de estimulo e impulso para continuar perseverando no caminho da busca permanente pela qualificação, capacitação e na contribuição pelo desenvolvimento dos profissionais e da região”, afirma o reitor.
Internacionalização - A UFPA ficou na 19ª colocação no indicador Internacionalização, na frente de universidades de renome no País, como Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Universidade Federal do Ceará (UFC).
O indicador Internacionalização, no qual a UFPA obteve 4,72 pontos, valia 6 pontos e considerou a quantidade de citações internacionais por docente, de publicações em coautoria internacional e de docentes estrangeiros.
Avanço - “É uma grande alegria para a equipe da Pró-Reitoria de Relações Internacionais ver que nós contribuímos para colocar a UFPA em uma boa posição neste ranking. Isto aponta para o fato de que o caminho natural das universidades é a Internacionalização. A melhor maneira das universidades avançarem, atualmente, é buscar cooperação internacional para vencer etapas do conhecimento que outras instituições já venceram, e compartilhar, com elas, suas experiências e produções. Hoje, ingressar na UFPA é importante não só pelo seu reconhecimento regional ou nacional, mas também internacional”, afima o pró-reitor de Relações Internacionais, professor Flávio Nassar.
 Inovação - No quesito Inovação, a UFPA também obteve ótima nota e ficou na 17ª colocação. Para este indicador, que valia 4 pontos, foram levados em consideração o número de pedidos de patentes da Universidade, no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), de 2002 a 2011, a UFPA obteve nota 3,36 pts.
De acordo com o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Emmanuel Tourinho, “tem havido nos últimos anos, no País, um esforço para que a pesquisa básica se articule com o desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias. A UFPA é uma das instituições que, há mais tempo, têm se preocupado com essa questão, tanto que desde 1995 conta com uma incubadora de empresas e, hoje, dispõe de uma Agência de Inovação, a Universitec, que  oferece, além da incubação de empresas, consultoria em serviços tecnológicos e suporte no campo da propriedade intelectual”, afirma.
Ainda segundo o pró-reitor, “nossos pesquisadores na pós-graduação se dedicam não apenas à produção de conhecimento, mas também à geração de produtos, processos e novas tecnologias. Essas descobertas têm sido registradas tanto no Brasil como no exterior, e o número crescente de novas patentes da UFPA acaba se refletindo nesses indicadores de inovação”, esclarece Emmanuel Tourinho.
Outros indicadores - Também foram avaliados pelo RUF quesitos como Pesquisa, Ensino e Mercado de Trabalho. O indicador Pesquisa vale 40 pontos e avalia o número de publicações da universidade, citações, citações por artigo, publicações por docente, citações por docente, publicações em revistas nacionais e recursos captados. O indicador Ensino vale 32 pontos e considera os avaliadores do MEC, os professores com doutorado, professores com dedicação integral e a nota no Enade. O indicador Mercado de Trabalho vale 18 pontos e é avaliado por meio de uma pesquisa Datafolha, com 1.681 responsáveis pela área de recursos humanos de empresas de todo o país, nas 30 carreiras analisadas pelo RUF.
A UFPA obteve 32,41 pts no indicador Pesquisa; 19,39 pts no indicador Ensino e 15,55 pts no indicador Mercado de Trabalho. Clique aqui para visualizar todas as notas recebidas pela Instituição.
Texto: Brenda Ferreira – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Alexandre Moraes, Laís Teixeira

terça-feira, 1 de outubro de 2013

E quem não vai?

Pelo menos no Oeste do Pará temos um corajoso que sai da política, ainda jovem.

Dep. Lira Maia. Me comentou agora no vôo Belém/ Santarém.

Quem vai, vai, quem fica, fica

Quadros de peso do PSDB migram para um partido aliado. Melhores chances de se eleger com menos votos.