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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Visão do Chile - Vulcão Villarica

Subindo ao Centro de Ski Pucón
Visão panorâmica



sábado, 24 de março de 2012

Machu Picchu se chamava Patallaqta

Chamava-se Patallaqta, que deriva dos vocábulos quíchuas "pata" (degrau) e "llaqta" (povoado, cidade, província). O nome vinha do sistema de plantio utilizado para conquistar o terreno das montanhas em um território com escassas planícies, nos Andes. Na época do esplendor de Machu Picchu, que durou cerca de um século - entre 1441 e 1533 -, o inca Pachacútec ordenou o aproveitamento máximo desses territórios férteis à beira da selva amazônica, para criar uma das maiores reservas de alimentos para a população. Para gerir toda essa produção, construiu uma cidade administrativa, e também lugar de culto: a Cidade Escada, que desde 1911 foi conhecida como Machu Picchu.


Falar em colocar uma mochila nas costas e rodar a América do Sul quase sempre envolve uma passada por Machu Picchu e o legado do Império Inca. Mas não é só de andarilhos com um grande senso de aventura que vivem os principais pontos turísticos do Peru. O turismo na região evoluiu, oferecendo opções que vão de uma extensa trilha com duração de quatro dias até trens luxuosos com direito a paradas em hotéis cinco estrelas.




Vista panorâmica da cidade de Cusco, no Peru, de onde partem as excursões para Machu Picchu Felipe Floresti/UOL


Cusco
A jornada tem início em Cusco. Começa aí também a luta contra um vilão invisível: o soroche. Os 3.500 metros de atitude tornam o ar rarefeito, e logo nos primeiros passos dá para sentir a falta que o oxigênio faz. Um pequeno esforço, como carregar as malas ou subir escada, é o bastante para uma sensação incomum de cansaço, além de provocar enjôo e dor de cabeça. Existem formas de driblar os males da altitude, como as pílulas vendidas nas farmácias, mas, em geral, a regra é abusar das folhas de coca e seu chá, que possui propriedades que afastam os efeitos do soroche.
Superado o primeiro obstáculo, o que se vê é uma cidade avermelhada pelas casas de tijolos de adobe (barro cru e palha) que dominam a paisagem. Boa parte das casas carrega em seu topo sinais do sincretismo religioso proveniente da fusão entre as culturas andinas e a influência do catolicismo trazido pelos espanhóis. São pequenas estátuas de bois, representando a dualidade na cultura Inca, além da tradicional cruz católica.


Leia e veja mais da maravilhosa cidade Inca na Folha de São Paulo clicando

AQUI

sábado, 13 de agosto de 2011

Lula diz que presos não são "bandido qualquer"




Ex-presidente critica a PF por algemar suspeitos de fraudes no Turismo

Marta Suplicy, que chefiou a pasta, evita defender ex-aliado preso por ações após sua saída do governo


VERA MAGALHÃES DE SÃO PAULO
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar ontem a ação da Polícia Federal nas prisões da Operação Voucher. Ele disse que alguém com documentos e endereço conhecidos não deveria ser preso como "um bandido qualquer".

"Não é aceitável que uma pessoa que tem endereço fixo, RG e CPF seja presa como se fosse um bandido qualquer e algemada como se estivesse participando de uma exposição pública", afirmou.
Lula fez a ressalva de que a PF é uma instituição respeitável, que não deveria ser condenada por "excessos" de alguns policiais, e disse que todas as suspeitas têm de ser investigadas com rigor.

A senadora Marta Suplicy (PT-SP), que foi ministra do Turismo no governo Lula, disse que o ex-secretário-executivo da pasta Mário Moyses "sempre foi uma pessoa muito correta", mas evitou defendê-lo por atos após sua saída da Esplanada.

"Depois de maio de 2008, não posso falar. Saí em maio de 2008 e fui fazer uma campanha. Não fiquei com nenhuma ligação com o ministério", afirmou Marta.

Ela disse ainda que a prisão do ex-assessor não vai atrapalhar sua postulação a uma nova candidatura à Prefeitura de São Paulo.

"Fico completamente ultrajada de ter sido colocada nisso. Não tenho nada com isso", disse a senadora ontem à noite, na Vila Formosa, onde participou de caravana do PT com os pré-candidatos do partido à prefeitura.

Questionada sobre a operação da PF a e a divulgação de fotos dos presos na Operação Voucher, Marta disse: "Fico me perguntando por que estão fazendo isso com as pessoas sem que haja provas. E se num segundo momento ficar provado que são inocentes, o que vão fazer?"

O ministro Fernando Haddad (Educação), que participou com Lula da Feira Literária de São Bernardo, saiu em defesa de Marta, com quem disputa a chapa do PT à Prefeitura de São Paulo em 2012.

Ele disse que a prisão do ex-presidente da Embratur Mário Moyses, que assessorou Marta no Ministério do Turismo, não prejudica a pré-candidatura da rival.

"Ela deixou o ministério há quanto tempo? Você responde pela sua gestão. Além do que, existe o direito de a pessoa se defender das acusações", afirmou Haddad, que evitou responder às críticas recentes da adversária.

Grampo mostra foragido ensinando a superfaturar

"É pro governo, tudo vezes três", diz empresário suspeito de fraude no Turismo

Escuta flagra Humberto Silva Gomes orientando interlocutor a inflar artificialmente o valor de contratos públicos.
Conversas telefônicas interceptadas pela PF mostram suspeitos de desviar recursos do Ministério do Turismo discutindo como superfaturar e até falsificar documentos em licitações. "Superfaturamento sempre existe", conta o empresário Humberto Silva Gomes. Agora foragido, ele relata ao interlocutor que em Brasília corre a máxima: "Ah, é pro governo, joga o valor pra três, tudo vezes três".


Conversas telefônicas interceptadas na Operação Voucher da Polícia Federal mostram investigados falando sobre como superfaturar e até falsificar documentos em licitações com o governo.

Nas conversas, os suspeitos de integrar o esquema chegam a afirmar que "quando o dinheiro é público não pesa no bolso" e apontam Brasília como um paraíso para obtenção de facilidades: "Mandou para Brasília, ficou fácil", diz uma investigada.

Na terça, a PF prendeu 36 suspeitos de desviar recursos do Ministério do Turismo em convênios com ONGs -entre servidores e empresários que faziam negócios com a pasta.
Em conversa gravada com autorização judicial, em 21 de junho de 2011, o empresário Humberto Silva Gomes diz que no Brasil "o governo paga e quer que você apenas gaste direitinho, ele não quer um retorno". Ele é sócio da Barbalho Reis, uma das empresas suspeitas de integrar o esquema, e está foragido.

"Quando é dinheiro público, não pesa no seu bolso. Aí você joga pro alto mesmo, até porque se você não jogar você vai perder logo de cara, porque todo mundo vai jogar. Criou essa ideia aqui: "Ah, é pro governo, joga o valor pra três, tudo vezes três'", diz Humberto: "Superfaturamento sempre existe".

Em outro diálogo, de 26 de maio, Sandro Saad, diretor financeiro da ONG Ibrasi, conversa com um empresário sobre um edital da Prefeitura de São Vicente (SP) que nem sequer tinha sido lançado.

No áudio, Sandro pergunta se eles vão "falsificar os outros [concorrentes] ou tentar compor o jogo" e diz que "o pessoal lá de dentro" quer que ele pegue a licitação.
Em outra escuta, os diretores do Ibrasi, Maria Helena Necchi e Luiz Gustavo Machado, falam sobre como vão adulterar papéis do convênio no Amapá para simular comprovação de despesas que não teriam sido realizadas.

Esta era uma exigência para que a ONG recebesse recursos de um segundo convênio com o governo federal.
"São aqueles pontos lá, e eles vão fazer uma carta, uma, não sei o termo como é que chamam, mas é um termo jurídico, não vou lembrar o nome agora", afirma Luiz Gustavo. Em seguida, Maria Helena apoia o colega.
E ele conclui que "se eles não concordarem [em liberar o segundo convênio] vão mandar pra Brasília, mandou pra Brasília ficou fácil".

SURPRESA
Ainda segundo as escutas, o secretário-executivo do Ministério, Frederico Costa, pergunta ao assessor Antonio dos Santos Júnior se é possível acelerar prazos.

Em resposta, Júnior afirma que pode "fazer de tudo pra atropelar algumas coisas". A Folha revelou ontem que os acusados de desvio de verbas no Turismo tinham livre acesso ao ministério. Eles chegaram a usar a sala do assessor do secretário-executivo da pasta, Frederico da Silva Costa, chamado-o de "bambambã" e "reverendo".

(MATHEUS LEITÃO, CÁTIA SEABRA, DIMMI AMORA, BRENO COSTA E MARIA CLARA CABRAL)

Vazaram fotos de envolvidos em operação contra corrupção no Ministério do Turismo

Vazaram há pouco as fotos de seis dos presos na operação Voucher. Os homens são acusados de envolvimento em um esquema de irregularidades em convênios entre empresas privadas e o Ministério do Turismo. Dentre os que aparecem nas fotos estão o secretário executivo do Turismo, Frederico Silva Costa (o do meio, no quadrante de cima), o secretário de Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins (primeira foto), e ex-secretário executivo da pasta Mário Augusto Lopes Moysés (sem identificação), indicado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP).

Coluna do C. Humberto

O turismo no Pará não anda

O Liberal (R-70)

Pirataria
Um grupo de turistas estrangeiros foi atacado
por piratas em Santarém, mas a empresa
responsável pelo passeio manteve o caso
sob sigilo. Nem a polícia local comunicou o
episódio à delegacia-geral ou à Paratur, que
soube através de terceiros e entrou no circuito.
O operador de Santarém permitiu aos
turistas passarem a noite em uma área isolada,
distante de Alter-do-Chão, e não disponibilizou
seguranças para a embarcação.
Quer dizer, deu mole para os piratas, que,
como se sabe, só querem um pezinho...


Providências

O episódio desagradou à Paratur, embora
as vítimas não tenham sofrido danos, a não
ser de ordem material. Preocupada com a
segurança dos turistas que visitam o Pará, a
empresa negocia desde janeiro a instalação
de um grupo de polícia especializada no aeroporto
de Belém e até criou uma gerência
de Assuntos Internacionais para cuidar desses
casos.

Acontece que quando os operadores
de turismo não fazem a sua parte na
segurança, fica difícil conter a violência.

sábado, 26 de março de 2011

Veja onde estão as praias de nudismo no Brasil







domingo, 11 de julho de 2010

Aqui no Alto Paraíso, a Chapada dos Veadeiros

Fim de semana em Brasília? Prolongue sua viagem à Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso, GO.


Existem inúmeros passeios ecológicos e alternativos, todos voltados a viver a natureza de um vale místico e controvertido pela diversidade de pessoas, raças, nacionalidades e culturas existentes nessa região.

Alguns dizem que se cobrissem a cidade com uma lona, a cidade toda viraria um circo.

Visite uma cachoeira, composta por mais de 20 pequenas cachoeiras, todas elas com as águas mais geladas da região. Segundo se disse, essas cachoeiras têm de especial uma veia de cristal acima da qual correm as águas, daí sua baixa temperatura e sua agradável qualidade.

Comece sua visita na Pousada do Mirante, que Wilson lhe fornecerá dezenas de roteiros para seu fim de semana na Chapada.

Acesse o site da Pousada Mirante Aqui














segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Turismo - A propaganda enganosa das linhas aéreas


US$ 165 bi em milhas perdidas

Scott McCartney, The Wall Street Journal

Milhas de companhias aéreas que valem bilhões de dólares estão sendo canceladas por causa de políticas confusas

Milhas de companhias aéreas que valem bilhões de dólares estão sendo canceladas por causa das confusas políticas das empresas e também pela falta de alertas sobre o vencimento do benefício.

Estima-se que haja 10 trilhões de milhas não usadas, no valor de US$ 165 bilhões. Pelo menos 20% de todas as milhas em programas de fidelidade talvez nunca sejam resgatadas. Muitos consumidores creem ter uma reserva de centenas de milhares de milhas e descobrem que a conta foi cancelada por falta de atividade.

Quando os programas começaram, as milhas não tinham data de vencimento. Nos anos 90, as várias empresas aéreas impuseram um prazo de três anos. Muitas companhias asiáticas e europeias, assim como algumas dos EUA e as brasileiras TAM e Gol, também têm datas de validade para milhas ou pontos.