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sábado, 10 de maio de 2014
sábado, 13 de julho de 2013
Empresa mais querida do Governo está mal das perna, mas segue recebendo apoio da mãe do PAC.
Apesar de ter recebido todos os incentivos financeiros, legais e econômicos dos governos Lula/Dilma, a empresa mais querida do PT e Governo, está quebrando aos pedaços e ainda segue sendo apoiada pelo Papai e Mamãe do PAC. SEM RESULTADOS PARA O BRASIL!!!
Ja recebeu incentivos fiscais, do BNDES, BB, CEF, SEBRAE, e até do Planalto, que serve de aval!. Só lucra e nada retorna para o País e muito para eles.
Desde a época da ditadura, os Batistas se serviram das informações privilégiadas do poder, para explorar minérios e levar riquezas, sem deixar em contrapartida NADA, para a Amazônia nem para o Brasil.
Oferece como garantia aquilo que não tem. Enquanto as pequenas empresas devem ter garantias reais, Eike Batista oferece o que não é dele. Isso é como se eu tivesse que entregar para o Banco do Brasil, suas próprias ações, para receber um crédito.
Modelo econômico de desenvolvimento brasileiro Maravilha!!! só aqui existe. Incentivos fiscais para produzir commodities, nada para incentivar indústria, inovação tecnológica, produtividade.
Agora recem sairam da manga uns penduricalhos, políticas 1,99 que podem ajudar o desenvolvimento da indústria.
Oferece como garantia aquilo que não tem. Enquanto as pequenas empresas devem ter garantias reais, Eike Batista oferece o que não é dele. Isso é como se eu tivesse que entregar para o Banco do Brasil, suas próprias ações, para receber um crédito.
Modelo econômico de desenvolvimento brasileiro Maravilha!!! só aqui existe. Incentivos fiscais para produzir commodities, nada para incentivar indústria, inovação tecnológica, produtividade.
Agora recem sairam da manga uns penduricalhos, políticas 1,99 que podem ajudar o desenvolvimento da indústria.
Veja matéria do Valor.
ANP se diz tranquila sobre OGX assinar novos contratos arrematados
RIO - A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, afirmou que está tranquila sobre a OGX, empresa de petróleo do grupo EBX, de Eike Batista, assinar os contratos de concessão dos blocos arrematados na 11ª Rodada de Licitações.
Durante entrevista coletiva no Rio nesta sexta-feira, a diretora afirmou que a companhia está estudando a proposta feita pela OGX de dar como garantia o óleo previsto para ser produzido no campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos, para o programa exploratório mínimo das áreas da 11ª Rodada.
"As empresas podem dar seguro garantia, carta garantia ou penhor de óleo. Está no edital. Nesse caso, há um pleito de programa exploratório mínimo ser honrado com a garantia utilizando o penhor de óleo", acrescentou.
A OGX porém ainda não está produzindo em Tubarão Martelo. E por isso a agência está analisando a proposta da petroleira.
O assunto deverá ser definido até a data prevista para a assinatura dos contratos de concessão da 11ª Rodada, prevista para ocorrer em 6 de agosto. A data foi escolhida pela agência por ser o aniversário de 15 anos da assinatura do primeiro contrato de concessão da ANP. Mas o edital da licitação prevê que a assinatura dos contratos ocorrerá em agosto, sem explicitar o dia.
Com relação à informação dada pela OGX de que é inviável economicamente manter a produção no campo de Tubarão Azul, também na Bacia de Campos, a superintendência de produção da ANP está analisando o assunto. Caso a superintendência determine que a área é comercial, a OGX será obrigada a manter o programa de desenvolvimento ou devolver os blocos. "Se a OGX achar que não tem comercialidade [no campo de Tubarão Azul] ela terá que devolver o campo", acrescentou.
Por Rodrigo Polito e Marta Nogueira | Valor
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sábado, 11 de dezembro de 2010
Pará - Duas chapas concorrem às eleições do SEBRAE
Sebrae terá duas chapas na disputa
Uffff!!
Pelo menos o governo eleito não está apoiando
seus anteriores dirigentes (tod@s) que passaram décadas no poder do órgão e
pouco, ou nada, fizeram pelas pequenas e micro empresas. E muito por el@s.
Duas chapas concorrem à eleição
do Serviço Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae/PA),
que acontece dia 14. As inscrições ocorreram ontem.
Uma das chapas é liderada por dirigentes
de entidades do setor produtivo, liderada pelo presidente da Federação
das Indústrias do Pará (Fiepa), José Conrado, que concorre à presidência
do conselho deliberativo do órgão, e o diretor da Federação da
Agricultura do Pará (Faepa), Wilson Schuber, ao cargo de
diretor-superintendente.
Eles representam o grupo político ligado
ao governador eleito Simão Jatene (PSDB) e apresentam um discurso
afinado com as perspectivas de crescimento do Estado, a partir de
investimentos em infraestrutura e implantação de grandes e médios
projetos de desenvolvimento. A chapa se completa com a deputada estadual
Suleima Pegado (PSDB) para o cargo de diretora técnica e Elias Pedrosa,
do Sindicato da Panificação, ao cargo de diretor
administrativo-financeiro.
A chapa da situação tem a atual
presidente do Hangar Centro de Convenções, Joana Pessoa, como
concorrente ao cargo de diretora-superintendente, e Reginaldo Ferreira,
presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do
Pará (Faciapa), para o conselho deliberativo do órgão. Mas, ela prefere
não dar entrevista sobre a eleição, nem sobre a chapa formada para
disputar a direção do Sebrae.
Para José Conrado, sua chapa é formada por entidades empresariais que querem colaborar com o novo governador, com a qualificação das micro e pequenas empresas, necessária ao Pará quando o Estado tem a perspectiva de receber mais de R$ 100 bilhões em investimentos nos próximos quatro anos -90% vindos da iniciativa privada.
“Nossa preocupação é qualificar as empresas para atender essa demanda, com prestação de serviços em todos os segmentos”. Conrado também não vê problemas nas duas chapas polarizarem grupos distintos. Mas, diz que, tradicionalmente, o Sebrae é administrado por dirigentes de entidades empresariais.
(Diário do Pará)
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