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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Facebook quer mais

Facebook pode triplicar receita com publicidade móvel, diz consultoria

Os esforços do Facebook para ganhar dinheiro com a venda de anúncios para dispositivos móveis parecem estar surtindo efeito. A avaliação é da empresa de pesquisa e Marketer.


A expectativa é que a participação da rede social nos investimentos publicitários para aparelhos móveis em todo o mundo chegue a 15,8% no fim do ano. É quase três vezes mais que os 5,35% registrado no fim de 2012 — o primeiro ano em que a companhia vendeu esse tipo de anúncio. A estimativa inicial da eMarketer era de que a parcela do Facebook chegaria a 12% do total de 2013. O mercado total de publicidade em aparelhos móveis terá um crescimento de 89% em 2013, chegando a US$ 16,65 bilhões, segundo a eMarketer.

O segmento continuará sob a liderança do Google, com 53,17% de participação, leve alta em relação aos 52,36% registrados em 2012. De acordo com a eMarketer, o desempenho será resultado do aumento nas buscas feitas por meio de dispositivos móveis e de novas fontes de receitas a partir do YouTube.

O Google também se manterá como o principal destino para a publicidade digital em todo o mundo em 2013, com um terço do mercado. No ano passado, a parcela era de 31,46%. O Facebook ficará em segundo lugar, com 5,41% (era 4,11% em 2012). Segundo a eMarketer, o Yahoo perderá um pouco de espaço (a participação sairá de 3,37% para 2,97%) e a Microsoft terá um desempenho praticamente estável (de 2,46% para 2,49%).

O mercado de publicidade digital no mundo pode chegar a uma receita de US$ 117,6 bilhões em 2013, alta de 13% na comparação com 2012, conforme cálculos da eMarketer.


sábado, 30 de junho de 2012

A ascensão do popularismo virtual e a falta de líderes reais

 Coluna do Thomas L. Friedman

 

Viajando pela Europa na semana passada, parecia que quase toda conversa terminava com alguma modalidade desta pergunta: por que existe a sensação de que poucos são os líderes capazes de inspirar as pessoas a fazer frente aos desafios na nossa era? Existem diversas explicações para esse déficit de liderança global, mas eu vou me concentrar em dois: uma é de natureza geracional e a outra de natureza tecnológica.

Comecemos pela explicação de natureza tecnológica. Em 1965, Gordon Moore, cofundador da Intel, propôs a chamada Lei de Moore, segundo a qual o poder de processamento capaz de ser inserido em um único microchip dobraria a cada período de 18 a 24 meses. Isso tem de fato ocorrido sistematicamente desde àquela época. Ao ver as lideranças europeias, árabes e norte-americanas às voltas com as suas respectivas crises, eu me pergunto se não existiria um corolário político da Lei de Moore: a qualidade da liderança política diminuiria com o surgimento de cada conjunto de 100 milhões de novos usuários do Facebook e do Twitter.

A conexão mundial por meio da mídia social e de telefones celulares dotados de recursos para navegação pela web está modificando a natureza da conversa entre líderes e liderados em todas as regiões. Nós estamos passando de uma estrutura baseada fundamentalmente em conversas unilaterais – de cima para baixo – para discussões que ocorrem preponderantemente nos dois sentidos – de cima para baixo e de baixo para cima. Isso tem várias consequências: mais participação, inovação e transparência. Mas seria possível que houvesse algo como um excesso de participação? Ou seja, que os líderes passassem a escutar uma quantidade de vozes tão grande e a acompanhar um número tão excessivo de tendências que eles acabassem vendo-se prisioneiros dessas vozes e tendências?

Esta sentença estava na edição da última quarta-feira do jornal "The Politico": "As campanhas de Obama e de Romney passam o dia inteiro atacando-se mutuamente no Twitter, e ao mesmo criticam a falta de ideias sérias para uma época séria. Mas na maioria das vezes em que tiveram a oportunidade de pensar grande, elas preferiram pensar e agir com pequenez".

De fato, eu escutei uma nova palavra em Londres na semana passada: “Popularismo”. Essa é a ideologia predominante da nossa época. Ler as pesquisas, acompanhar os blogues, contar as mensagens no Twitter e no Facebook e ir precisamente para onde as pessoas se encontram, e não para onde elas precisariam ir. Se todo mundo está “seguindo”, quem está liderando?

E há também o fator exposição. Atualmente todo indivíduo que tem um telefone celular é um paparazzi; todos os que possuem uma conta no Twitter são repórteres; e todos os que dispõem de acesso ao YouTube são cineastas. Mas quando qualquer um é um paparazzi, repórter e cineasta, todos os demais são figuras públicas.

E, se o indivíduo é de fato uma figura pública – um político – o escrutínio poder tornar-se tão desagradável que a vida pública passa a ser algo a ser evitado a todo custo.

Alexander Downer, ex-ministro das Relações Exteriores da Austrália, me disse recentemente: “Vários líderes estão agora, mais do que nunca, sendo alvo de um escrutínio maciço. Isso não desencoraja os melhores deles, mas o ridículo e a interação constante por parte do público estão fazendo com que seja cada vez mais difícil para eles tomar decisões sensíveis e corajosas”.

Quanto à mudança geracional, nós passamos de uma Grande Geração que acreditava na poupança e no investimento no futuro para uma geração Baby Boomer que acreditava em contrair dívidas e gastar diariamente. Basta comparar George W. Bush com o pai dele, George H.W. Bush. O pai apresentou-se como voluntário para lutar na Segunda Guerra Mundial imediatamente após o ataque a Pearl Harbor, desenvolveu a sua liderança durante a Guerra Fria – uma época séria, na qual os políticos não podiam simplesmente seguir as pesquisas – e, como presidente, elevou impostos quando a prudência fiscal recomendava esta medida. Já o seu filho da geração Baby Boomer evitou o serviço militar e tornou-se o primeiro presidente da história dos Estados Unidos a reduzir impostos em meio a não apenas uma, mas a duas guerras.

Praticamente todos os líderes atuais têm que pedir aos seus povos que façam sacrifícios, em vez de apenas oferecer-lhes benefícios, e que estudem mais e trabalhem com mais inteligência apenas para não sofrerem uma redução do padrão de vida. Isso exige uma liderança extraordinária que tem que começar pelo hábito de se falar ao povo a verdade.

Dov Seidman, autor do livro “How”, e cuja companhia, a LRN, presta assessoria sobre liderança a diretores executivos de empresas, há muito chama atenção para o fato de que “nada inspira mais as pessoas do que a verdade”. A maioria dos líderes acha que dizer a verdade ao povo os torna vulneráveis – tanto ao povo quanto aos seus oponentes. Mas eles estão equivocados.

“O mais importante em relação a dizer a verdade é que isto de fato gera vínculos positivos com o povo”, explica Seidman. “Isso porque, quando você demonstra confiança nas pessoas, dizendo a elas a verdade, elas passam a demonstrar uma confiança recíproca”. A falta de transparência por parte dos líderes faz apenas com que os cidadãos tenham um outro problema – mais opacidade – a atrapalhá-los.

“Demonstrar confiança nos outros dizendo-lhes a verdade é algo como proporcionar a eles um piso firme”, acrescenta Seidman. “Isso estimula a ação. Quem está ancorado em uma verdade compartilhada começa a resolver problemas de forma conjunta. E isso é o início do processo para que se possa encontrar uma solução melhor”.

Mas não é isso o que nós estamos vendo atualmente por parte dos líderes dos Estados Unidos, do mundo árabe ou da Europa. Se ao menos um deles, apenas um, aproveitasse a oportunidade para dizer ao verdade ao seu povo: em que patamar se encontra, do que é capaz, de que plano ele necessita para atingir os objetivos e que contribuição ele precisa dar para encontrar uma rota melhor. O líder que fizer isso contará com “seguidores” e “amigos” reais – ao contrário do que acontece no mundo virtual da Internet.

Thomas L. Friedma
Colunista de assuntos internacionais do New York Times desde 1995, Friedman já ganhou três vezes o prêmio Pulitzer de jornalismo.

 

domingo, 7 de agosto de 2011

FACEBOOK E UM NOVO DILEMA: O QUÉ FAZER COM OS USUÁRIOS QUE MORREM?

Purvin Courtney ficou chocado a última vez que visitou Facebook no mês passado. O site sugeriu que ele entrasse em contato com um velho amigo da família que tinha tocava piano em seu casamento há quatro anos.
 
O amigo havia morrido em abril.
 
"Parecia um pouco macabro", disse ele. "Foi como voltar dos mortos."
 
Facebook, a maior rede social do mundo, sabe muito mais de 500 milhões de membros. Seu software é rápido para ajudá-lo a se lembrar de coisas como um aniversário iminente ou amigos que você não tem contato com você. Mas a empresa tem se esforçado para automatizar a tarefa de perceber que um membro tenha morrido.
 
Isso pode levar a momentos difíceis ou simplesmente inconveniente para os usuários do Facebook, quando o site ainda está embaralhando seu amigo morreu em sua algoritmos social.
 
Em Facebook dizem que estão lutando para ver como lidar com a questão dos fantasmas, mas reconhece que chegou a uma boa solução.
 
uma questão muito sensível", disse Meredith Chin, porta-voz da empresa ", é claro, ver os amigos mortos que nos visitam podem ser dolorosas." Dado o tamanho do site, "e as pessoas morrendo todos os dias, nunca podemos estar completamente atualizado", disse ele.
James E. Katz, professor de comunicação na Rutgers University, disse que a companhia estava tendo "um problema da velhice." "Muitos dos primeiros usuários do Facebook eram muito jovens e morte era extremamente raro e trágico", disse Katz.
 
Hoje, as pessoas com mais de 65 estão adotando Facebook em uma taxa mais rápida que qualquer outro grupo etário, com apenas 6,5 milhões de assinantes em maio, três vezes mais do que em maio de 2009, de acordo com a empresa de pesquisa comScore. Pessoas acima de 65 são, naturalmente, a maior taxa de mortalidade, de modo que o problema é complicado.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Introdução à economia do novo século



O mundo já não é o mesmo. O nascimento do Facebook pôs o ponto final na nossa vida privada. A Nikon anunciou o fim da produção de sua máquina fotográfica com película. Os Jogos Olímpicos de Pequim exibiram o poder da China no maior espetáculo da Terra. Enfim! O século XXI fez dez anos. 

 Foi uma infância turbulenta marcada por violência e desastres extraordinários. Três mil pessoas perderam a vida no ataque terrorista às torres gêmeas em Nova York (2001). Os EUA e a Inglaterra invadiram o Iraque (2003). O furacão Katrina destruiu Nova Orleans e fez 2 mil vítimas (2005). O mundo entrou em pânico com a possibilidade de que o vírus H1N1 se espalhasse pelo globo (2009). Um terremoto no Haiti fez 200 mil vítimas e o incêndio de uma plataforma de petróleo no Golfo do México transformou-se em gigantesco desastre ambiental (2010).

Aos desastres naturais e à sanha destruidora das guerras no Iraque e Afeganistão somaram-se turbulências econômicas. A Argentina foi à bancarrota em 2002, mas isso não foi nada em comparação com a crise financeira que estourou nos EUA em 2007. O euro, que entrara em circulação nos países da União Europeia em janeiro de 2002, chegou a valer US$ 1,60 em 2008. Mas no fim de 2010 mais da metade dos alemães já alardeava sua nostalgia do marco. E em 2010 Grécia e Irlanda embarcaram na crise financeira, que ainda deve fazer muitos estragos.

Infância turbulenta é presságio de puberdade e adolescência tumultuadas. Você discorda? Não acredita que o futuro está escrito no passado? Pois minha bola de cristal avisa que - com ou sem Facebook, filmes de películas e poderio chinês e ao contrário do que anuncia o primeiro parágrafo - o mundo continua "misericordiosamente o mesmo que era quando Platão era Platão". Para prever o que nos aguarda, basta repetir o que Álvaro de Campos já dizia em 1914:

"A maravilhosa beleza das corrupções políticas. Deliciosos escândalos financeiros e diplomáticos. [...] grandes crimes [...] Adubos, debulhadoras, progressos da agricultura. [...] Progressos dos armamentos gloriosamente mortíferos. [...] Ó artigos inúteis que tanta gente quer comprar. [...] Eh-la-hô recomposições ministeriais!"
Triste? Ora, não se desespere, pois em outra roupagem Fernando Pessoa oferece o remédio na voz de Ricardo Reis:
"Débil como uma haste de papoula
Me suporta o momento. Nada quero."

Nada quero, repita com Pessoa. Mas, se você quer, terá de imaginar tanto as consequências da supremacia da China - a quem pertence a próxima década - quanto os desafios que o envelhecimento populacional vai criar. No curto prazo, terá ainda de prever a sequela da crise financeira que tomou conta do mundo desenvolvido e ameaça o euro.

Para lhe ajudar nessa tarefa, viva o economista! "The Little Book of Economics: How the Economy Works in the Real World" (Wiley, 2010) não é um livro para Ph. Ds. Tem, entretanto, as respostas para as perguntas que lhe fazem tios e primas. Um livro pequeno, que explica como os economistas pensam e a sua importância nas nossas vidas.
Em 2009, a capa da revista "The Economist" mostrava um livro-texto afundando numa poça e comentava: "De todas as bolhas econômicas, poucas estouraram de forma mais espetacular que a reputação da teoria econômica, ela mesma". Greg Ip usa essa citação na introdução de seu livro e logo em seguida repete o comentário de Paul Krugman de que a pesquisa macroeconômica dos últimos 30 anos foi inútil nos melhores dos casos e maléfica nos piores.

Evidentemente, Greg Ip (ou Krugman ou "The Economist") não acreditam que a teoria econômica é imprestável. Estão apenas puxando a sardinha para a própria brasa. Você deve ter ouvido contar que o ex-presidente americano Harry S. Truman uma vez pediu que lhe trouxessem um economista que tivesse uma mão só, porque ele estava cansado dos economistas que respondiam a todas as perguntas dizendo: "On the one hand..., and on the other..." Pronto, com uma ciência assim, se você é o economista de uma mão só, precisa desacreditar a mão de seus colegas.

Mas, na verdade, Ip (que é editor da revista "The Economist"), quando não está fazendo graça, concorda com Mohamed El-Erian - CEO da Pimco, que escreve a introdução ao "Little Book of Economics". El-Erian - que se confessa apaixonado pela ciência econômica desde os 15 anos - argumenta que a economia oferece um arsenal de instrumentos valiosos para pensar sobre muitos tópicos. Para explicar diferentes interações entre indivíduos, empresas e o governo. E para facilitar o entendimento do bem-estar da sociedade e das tendências que definem o mundo em que vivemos.

Escrito em linguagem simples e atraente, "The Little Book" explica as políticas monetária e fiscal. Discute como a psicologia e os bancos centrais comandam os ciclos econômicos. Como os gastos do governo podem ajudar a curar uma recessão ou gerar um desastre. Como uma crise financeira pode transformar uma recessão em depressão. Fala ainda dos efeitos das taxas de fertilidade e da educação para o crescimento econômico. E de por que a deflação é pior do que a inflação.

Isso e muito mais está no livrinho, que inclui algumas observações claras e precisas sobre os mercados financeiros globais e o caso do yuan chinês - que, ao contrário do que ocorre em outros países, pode se manter subvalorizado, sem provocar inflação, porque a China tem controles de capitais, o governo poupa bastante para comprar ativos externos e o rápido crescimento da produtividade acompanha o crescimento salarial.

Lá está ainda a razão pela qual o dólar não é o problema dos EUA, mas sim do resto do mundo. Com certeza, num dia ainda muito, muito distante, o dólar perderá o status que hoje tem, à medida que a importância dos EUA diminuir. Mas, por enquanto, não tem rival. Para os banqueiros centrais, manter suas reservas em yuans (enquanto a China tiver controles de capital) seria como manter nossa poupança na forma de milhagens de uma companhia aérea. O euro não seria melhor. Basta considerar o risco de a Grécia abandonar o euro e tentar servir a dívida externa em dracmas.

Ip observa também que mais inevitável que as crises é o fracasso em prevê-las. Paul Samuelson costumava brincar dizendo que o mercado de ações previu nove das últimas cinco recessões. As previsões são ruins, porque cada crise é diferente da anterior. Isso, apesar de terem traços comuns e amplamente documentados desde 1340, quando Eduardo III da Inglaterra declarou a moratória e levou à bancarrota os banqueiros florentinos, que tinham financiado sua guerra contra a França. O pior é que, enquanto numa economia normal a redução de preços atrai compradores e corrige o excesso de oferta, numa crise a redução de preços provoca mais vendas e a agrava.

Nem todas as bolhas levam a crises. Para haver crise, é preciso que haja "leverage", isto é, muita dívida em relação aos ativos. O crescimento do endividamento (privado ou público) é o principal suspeito no advento de uma crise e seus parceiros são os descasamentos cambiais e de prazo. As crises se espalham por contágio: os investidores prejudicados por uma companhia (ou país) fogem daquelas (ou daqueles) que se parecem com ela (ou com ele). Um banco que vai à bancarrota arrasta consigo os outros com os quais tinha negócios e o contágio transforma problemas de liquidez em problemas de solvência.

Se você não é aluno de economia, pode se dar ao luxo de esquecer os pesados livros de introdução utilizados nas universidades, que deixam de lado a discussão de temas correntes para se concentrar em princípios teóricos. E, no lugar deles, pode ler "The Little Book of Economics", que vai direto ao assunto que interessa aos leitores de jornais. Pena que as instituições e os exemplos ali discutidos sejam todos da economia americana. O leitor brasileiro merecia um livro de igual conteúdo, mas em que a instituição em foco fosse nosso Banco Central (em vez do Fed) e a discussão da política fiscal se desse em torno do mecanismo de elaboração, discussão e aprovação dos nossos orçamentos (no lugar dos processos que caracterizam a política fiscal americana).

Eliana Cardoso, economista, escreve semanalmente neste espaço, alternando resenhas literárias (Ponto e Vírgula) e assuntos variados (Caleidoscópio). 
http://www.valoronline.com.br/

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Tecnologia - Facebook deverá lançar nova ferramenta hoje


 TECNOLOGIA 1 

Facebook deve lançar e-mail hoje, segunda feira 15 de novembro.

O tão esperado serviço de correio eletrônico da maior rede social do mundo deve ser apresentado durante evento de mídia do qual Mark Zuckerberg vai participar, segundo o jornal britânico "The Guardian". 

A empresa, no entanto, disse não comentar "especulações sobre futuros produtos".

TECNOLOGIA 2

Primeiro PC, feito pela Apple, vai a leilão A casa de leilões Christie's pôs à venda em Londres um dos primeiros computadores da Apple, considerado o primeiro PC. Com memória de 8 Kb e construído em 1976 por Steve Jobs e Steve Wozniak, cofundadores da empresa, ele deverá ser vendido por entre US$ 159,8 mil e US$ 239,7 mil.