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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Dois pesos e duas medidas

06/02/2012 - 20h50

Ministro da Justiça chama de "vandalismo" ação de PMs na Bahia


O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, chamou de "vandalismo" a atitude de alguns dos policiais militares que estão em greve na Bahia. "Uma coisa é reivindicar e exercer o direito de greve; outra coisa é o abuso, a prática de crimes e atos de vandalismo. Infelizmente, uma minoria de policiais tem agido dessa forma", disse durante entrevista nesta segunda-feira.


Dois pesos. 

Painel , Folha de São Paulo, terça-feira, 07 de fevereiro de 2012
RENATA LO PRETE - painel@uol.com.br

Pesos... À diferença do que aconteceu no final de semana passado, as autoridades federais não baixaram em peso no Ceará em janeiro, quanto o Estado administrado por Cid Gomes (PSB) enfrentou greves simultâneas das polícias militar e civil.
...e medidas Em Fortaleza, no quinto dia de paralisação dos policiais, tinham sido mobilizados 200 homens da Força Nacional de Segurança. Em Salvador, o contingente federal já ultrapassa 3.000 homens.


Mais, do mesmo jornal.

 82% dos paulistanos apoiam ação policial na cracolândia
 
A operação da Polícia Militar para combater o tráfico e o consumo de drogas na cracolândia, no centro de São Paulo, tem o apoio de 82% dos moradores da cidade, mostra o Datafolha. São 72% os que dão no mínimo nota 6 para a intervenção, iniciada no dia 3, semanas depois de o governo federal (PT) lançar seu plano nacional anticrack. Conduzida pelos governos municipal (PSD) e estadual (PSDB), a ação está no centro do debate entre pré-candidatos a prefeito de SP.

Ação contra o crack será contínua, afirma Alckmin


Governador diz que quer evitar retorno de viciados, como aconteceu em 2009
Tucano promete ainda, em entrevista à TV Folha, que não faltarão vagas em São Paulo a quem quiser se tratar VAGUINALDO MARINHEIRO
FERNANDO CANZIAN
DE SÃO PAULO


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirma que a operação contra o tráfico e o consumo de crack na cracolândia paulistana, iniciada no dia 3, não tem prazo para acabar.
A intenção é evitar o que aconteceu em 2009, no governo José Serra (PSDB), quando a polícia tomou parte do centro da cidade e dispersou os consumidores, que se reagruparam devido a falta de continuidade das ações.
"[Em 2009] se imaginava que o problema se resolvesse rápido, e essa é uma tarefa em que é necessário perseverar. Vamos trabalhar esta questão meses e meses, com atendimento social, com atendimento de saúde, com atendimento às famílias e com polícia", disse Alckmin, em entrevista à TV Folha.

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