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sábado, 20 de setembro de 2014

mais uma falha do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)ao tergiversar pesquisa sobre desigualdade de renda



Dilma reagiu com ‘absoluta perplexidade’ a erro na Pnad, diz ministra


Imagem de arquivo
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff reagiu com “absoluta perplexidade” ao ser informada, ontem, sobre os erros na última versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). A informação é da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que foi a encarregada de levar a notícia da falha ao Palácio do Planalto.

Apesar de já ter dado entrevista para tratar do erro, que avaliou como “gravíssimo” e “primário”, a ministra voltou a falar sobre o tema com jornalistas na manhã deste sábado. Ela admitiu que a falha do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ganha maior amplitude em período eleitoral, mas ressaltou que o mais importante é a correção dos dados.

Um dia após divulgar a Pnad 2013, o IBGE anunciou ontem uma grande correção nas informações. A principal diz respeito à desigualdade de renda, que havia apresentado ligeira alta entre 2012 e 2013, mas foi corrigida apontando uma pequena queda. Também foram retificados dados sobre analfabetismo e crescimento da renda.

A ministra voltou a dizer que o governo criará duas comissões para tratar do assunto. Uma será formada por especialistas independentes para avaliar a consistência dos números da Pnad. O governo preparou uma lista de nomes, mas ainda não fez os convites oficiais. A portaria de criação da comissão deve ser publicada na próxima terça-feira.

A segunda comissão vai apurar as razões dos erros e as responsabilidades funcionais. É nesse colegiado que poderá selar o destino da presidente do IBGE, Wasmália Bivar, cuja permanência no cargo foi posta em xeque após as falhas apuradas. Essa comissão será formada pela Casa-Civil, Ministério do Planejamento, Ministério da Justiça e Controladoria-Geral da União. 


domingo, 9 de dezembro de 2012

Contundente!

O levantador de PIB encrencou com o IBGE

ELIO GASPARI


O doutor Mantega pode operar numa economia virtual, mas não deve ser meter com quem faz contas


Em novembro de 2003, metido numa discussão em torno do crescimento da economia, o então ministro do Planejamento, Guido Mantega, atribuiu-se um poder extraterreno: "Eu não derrubo, só levanto o PIB". Em dezembro do ano passado, colocado diante de uma previsão de que em 2012 a economia cresceria 3,5% contra a estimativa de 4,5% a 5% feita pela doutora Dilma, o levantador de PIB respondeu:

"Me fala quem é que eu mando embora. Você pode me dizer os nomes". Esclareceu que "estou brincando", mas arrematou: "A melhor analista é a presidente".

É nada. Neste ano o PIB fechará com um crescimento inferior a 2%. Em 2011 Mantega entrou na avenida prometendo uma taxa de 4,5%. Quando metade da escola havia desfilado, falava em 4%. Na praça da Apoteose o PIB ficou em 2,7%. Diante do mau resultado, o ministro incorpora o espírito do sambista e promete: "Este ano não vai ser igual àquele que passou". Nessa parolagem, o crescimento econômico de 2012 ficaria em pelo menos 4,5%. Não chegará à metade disso.

Deixe-se de lado o fato de que as medidas tomadas pelo governo para impulsionar a economia fracassaram, o que não é pouca coisa. O doutor Mantega atravessou o espelho quando, diante de um mau terceiro trimestre anunciado pelo IBGE, veio a público para dizer que pedira à instituição que refizesse suas contas. Tomou de volta uma nota oficial informando-o de que "não ocorreram mudanças metodológicas nem de fontes de informação no cálculo do PIB, para o qual são seguidas as recomendações internacionais".

O IBGE, como todas as instituições do gênero, revê rotineiramente seus cálculos. No primeiro trimestre deste ano anunciara um crescimento de 0,2% e corrigiu-o para 0,1%. No período seguinte, reviu seu número de 0,4% para 0,2%. Nos dois casos, Mantega ficou calado. O que ele fez agora foi lançar uma suspeita pública contra uma instituição que, na série histórica, diz mais verdades que mentiras, não se podendo afirmar o mesmo a respeito das estimativas dos sábios da ekipekonômica.

Monogamia


Os lençóis da República informam:

Desde 1930, quando Getúlio Vargas foi para o Palácio do Catete, o Brasil foi governado por apenas três presidentes suspeitos de terem se mantido monógamos durante seus matrimônios: Ernesto Geisel, Humberto Castello Branco e Eurico Gaspar Dutra.

Nos Estados Unidos é possível que de 14 titulares tenham sido 7 os monógamos em todos os seus casamentos: Barack Obama, George W. Bush, Jimmy Carter, Gerald Ford, Richard Nixon, Harry Truman e Herbert Hoover.

Na França só um: Charles De Gaulle.

Gracinha


Nas negociações com a Fifa combinou-se que seriam oferecidos 50 mil ingressos para os jogos da Copa das Confederações, a R$ 28 cada um, para torcedores jovens e pobres.

Como a Fifa exige que os beneficiados sejam sorteados a partir de um cadastro eletrônico, o comissariado decidiu que em janeiro os laboratórios de informática das escolas públicas serão abertos para atender aos interessados. Isso porque eles pensam que jovens pobres não conseguem achar um computador. Tudo bem. Afinal, por R$ 1,4 milhão, 50 mil torcedores poderão ver os jogos.

Em cima disso, o Ministério do Esporte cogita lançar uma campanha publicitária para incentivar os jovens a se cadastrar.

Custo da campanha: R$ 14 milhões. Querem tomar da Viúva uma quantia dez vezes superior ao benefício, com o único propósito de fazer propaganda do comissariado às custas dos pobres que, em última análise, pagam a conta com seus impostos.

Registro


Para instruir o conhecimento da forma como o procurador Joaquim Barbosa foi convidado para o Supremo Tribunal Federal por Lula:

No início de 2003 ele encontrou-se acidentalmente com Frei Betto num saguão de edifício em Brasília. Os dois se conheciam por participarem da ONG Justiça Global. Betto disse-lhe que seria bom se ele fosse para o governo, pediu seu currículo e trocaram cartões.

Um mês depois Barbosa recebeu uma mensagem do chefe de gabinete do ministro da Justiça convidando-o para uma reunião com Márcio Thomaz Bastos. Na semana seguinte os dois tiveram uma longa conversa, e a hipótese do convite foi mencionada.

Bastos não o conhecia. O ministro discutiu a nomeação em pelo menos duas ocasiões com Lula, mencionando prós e contras, e ele resolveu indicá-lo.

Isso foi o que houve. Outras versões são produto da fantasia auricular de Brasília.

Mania de conselho


A nação petista adora criar fóruns, conferências e conselhos. Está em discussão a montagem de uma estrutura para amparar o Sistema de Cultura do Distrito Federal. Nele lida-se com três sistemas e subsistemas, dois fóruns e uma conferência. Os companheiros que gostam de reuniões terão o que fazer.

A novidade aparece com a proposta de criação de um Conselho de Políticas Culturais do Distrito Federal, com 30 membros.

O artigo 12 da proposta informa: "A função de membro do CPCDF será considerada prestação de relevante interesse público e poderá ser remunerada de acordo com o regulamento".

Cadê o regulamento? Fica para depois.

A presença brasileira em Washington


Pindorama ganhou uma posição de relevo na esplanada dos museus de Washington. Acaba de ser doada ao Museu de História Natural a água-marinha "D. Pedro", a maior pedra do gênero existente no mundo. É um obelisco de 35,6 centímetros de altura, pesando 2 kg, lapidada pelo joalheiro alemão Bernd Munsteiner. Peça de grande beleza, vai para a sala onde brilha um diamante azul indiano, famoso pelo tamanho e pelo peso que derramou sobre a vida de seus donos. Maria Antonieta foi guilhotinada, sua amiga princesa de Lamballe, que o usou, teve a cabeça espetada num chuço e outros 13 deram-se mal.

A "D. Pedro" teria saído do Brasil no final do século 20, mas não se sabe como. Numa vinheta histórica, a presença do Brasil nos museus de Washington está marcada pela camisa dez de Pelé (quando jogava no Cosmos) e brilha na galeria das joias. Saíram de Pindorama 13 das pedras que estão entre os 54 itens de origem conhecida do museu. Muito provavelmente saiu de Minas Gerais o "Diamante Português". É o maior da coleção, foi do Tesouro Real e acabou nas mãos de uma ex-dançarina da Ziegfield Follies. São brasileiros os diamantes do colar que Napoleão deu à sua mulher Maria Luisa, provavelmente um capilé mandado por dom João 6º. Saíram de Minas Gerais três enormes topázios, um de 50 kg e outro de 32 kg. Um terceiro, de 12 kg, foi lapidado e é uma maiores pedras trabalhadas do mundo.

Dos EUA vieram só três pedras.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Produção industrial do Pará desaba em janeiro

O esfriamento da demanda por commodities minerais no mercado internacional, particularmente nos países da União Europeia, foi o fator determinante para a queda da produção industrial do Pará no primeiro mês do ano. Dados relativos a 14 regiões pesquisadas regularmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que 9 delas apresentaram declínio na produção industrial em janeiro.

Os números, que fazem um comparativo entre os meses de dezembro de 2011 e janeiro de 2012, mostram que o Pará foi o Estado brasileiro que teve a perda mais acentuada, com recuo na produção da ordem de 13,4%. O Paraná veio em segundo com 11,5%. De acordo com o IBGE, o Pará havia registrado em dezembro um crescimento de 4,9%. No caso do Paraná, a queda foi ainda mais surpreendente porque o Estado reverteu três meses em sequência de taxas positivas, tendo acumulado nesse período uma expansão de 15,3%.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), José Conrado Azevedo Santos, o recuo da produção industrial do Pará no primeiro mês de 2012 resultou, basicamente, da diminuição das exportações de minério de ferro e, no caso da Europa, do alumínio primário. “O desaquecimento nesta área é ainda um reflexo da crise”, afirmou José Conrado, fazendo referência à instabilidade que desde o segundo semestre de 2007 afeta as principais economias do planeta.

O presidente destacou que a tendência de queda se manteve também no mês de fevereiro, mas ressaltou que, em face dos problemas que vêm afetando a economia mundial, os números da produção industrial do Pará estão em relativa normalidade. “Isso é o retrato de um momento que, acredito, será passageiro”, afirmou José Conrado, acrescentando que o alumínio, por exemplo, já começou a reagir.(Diário do Pará)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

IPCA-15 sobe 0,56% em dezembro, aponta IBGE



São Paulo concentrava 2.715.067 pessoas vivendo em condições de precariedade, ao passo que o Rio de Janeiro tinha 2.023.744 de sua população em aglomerados desse tipo.

De acordo com o IBGE, foram identificados 6.329 aglomerados subnormais em 323 municípios, 5,8% dos municípios brasileiros. Nessas favelas, foram contabilizados 3.224.529 domicílios particulares ocupados. Desse total, 49,8% encontravam-se no Sudeste do país.

Em seguida, segundo o levantamento do IBGE, as regiões Nordeste e Norte possuíam, respectivamente, 28,7% e 14,4% de representação de domicílios em aglomerados. O instituto aponta que a ocorrência era menor nas regiões Sul (5,3%) e Centro-Oeste (1,8%).

O IBGE observa que as características dos aglomerados subnormais variam em cada localidade. O instituto diz que os aglomerados frequentemente ocupam áreas menos propícias à urbanização, como encostas íngremes no Rio de Janeiro, áreas de praia em Fortaleza, vales profundos (grotas) em Maceió, baixadas permanentemente inundadas  em  Macapá,  manguezais  em  Cubatão, igarapés e encostas em Manaus.
O IBGE considera aglomerado subnormal um conjunto de, no mínimo, 51 unidades habitacionais carentes de serviços públicos essenciais, ocupando ou tendo ocupado, até período recente, terreno de propriedade alheia (pública ou particular) e de maneira desordenada.   
(Diogo Martins | Valor)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Os resultados da coleta do Censo 2010


População brasileira passa de 169,8 milhões em 2000 para 185,7 milhões em 2010, segundo coleta.

Veja os números e a variação do período.