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terça-feira, 5 de abril de 2011

As trocas da VALE disparam mudanças no conjunto do setor mineral, segundo escalão, terceiro escalão.... Ainda não sei td, mas "logo te conto" (como disse Tiririca)


Comissão do Senado aprova convite para Mantega falar sobre Vale


BRASÍLIA - A suposta interferência política do governo federal na Vale deverá ser um dos principais temas a ser discutido com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em audiência pública que já está sendo agendada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Nesta terça-feira, a comissão aprovou requerimento do senador Cyro Miranda (PSDB-GO), pedindo que o ministro dê explicações sobre assuntos relacionados à Vale, incluindo notícias sobre possível interferência do governo na indicação do novo presidente da companhia.

O documento foi anexado a um outro requerimento, de autoria do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), aprovado em primeiro de março, convidando Mantega para prestar informações sobre a economia brasileira e o cenário esperado pelo governo federal para 2011.

Durante a discussão do assunto, o presidente da CAE, senador Delcídio Amaral (PT-MS), observou que seria desnecessário a aprovação desse último requerimento, já que o primeiro é bastante amplo e, "com certeza, o assunto Vale será também alvo de questionamento". No entanto, encaminhou a votação da matéria "em consideração a Cyro Miranda", conforme explicou.

Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi uma das que questionou a necessidade de aprovação do segundo requerimento, mas ressaltou a importância do assunto, sugerindo até mesmo convidar o atual presidente da Vale, Roger Agnelli, cujo mandato termina em 22 de maio, para fazer um balanço das atividades da empresa.

Francisco Dornelles (PP-RJ) e Armando Monteiro (PTB-PE) manifestaram discordância quanto ao que consideram intromissão do governo federal na Vale.
Dornelles observou que, embora se trate da maior empresa brasileira, "é uma empresa privada" e, portanto, sua gestão deve ficar a cargo de seus acionistas. Armando Monteiro sugeriu ainda uma discussão sobre o marco regulatório para o setor mineral.
(Agência Senado)

Ex-tucano. 

Jucá nega envolvimento com mensalão e diz não conhecer Marcos Valério e nemhum ex-presidente tucano.Não sabe de nada....

SÃO PAULO - O líder do governo no Senado, Romero Jucá PMDB-RR), negou nesta terça-feira ter qualquer envolvimento com o "valerioduto", do publicitário Marcos Valério, operador do esquema do mensalão.

Jucá discursou no plenário do Senado em resposta a uma matéria publicada pela revista Época do último fim de semana. O senador pediu retratação da revista e salientou não haver menção ao seu nome no relatório da Polícia Federal sobre o escândalo.

"Não conheço Marcos Valério, não tenho ligação com esse esquema e por isso mesmo, por estar com a consciência tranquila, fui atrás do relatório do inquérito complementar da Polícia Federal. Qual não foi minha surpresa de ver que em todas essas páginas não há uma única menção ao meu nome, zero, não se fala do senador Romero Jucá. Não sei de onde a Época tirou essa informação", disse.

A reportagem teria obtido cópia de inquérito complementar da Polícia Federal que indicaria a participação de uma empresa de um irmão de Jucá no recebimento de recursos por meio da Visanet, operadora de cartões de crédito do Banco do Brasil no escândalo do mensalão.

Jucá também negou que o seu irmão, Álvaro Jucá, proprietário da Alfândega Participações, tenha qualquer relação com Marcos Valério ou com suas empresas, mas sim com o Banco do Brasil. A Época diz que a empresa teria recebido R$ 650 mil da DNA Propaganda, de Marcos Valério, em 2003.
Jucá pediu que a revista e o jornal O Globo, que também publicou a informação, façam uma retratação e publiquem a matéria com a informação correta. Caso contrário, disse ele, tomará as medidas judiciais cabíveis.

(Agência Senado)


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