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sábado, 18 de julho de 2009

ECOLOGIA - FIM DE ÁGUA ENGARRAFADA, POR QUE NÃO?




(Huw Kingston, líder da campanha contra a água engarrafada em Bundanoon, Austrália)

Veja como é possível viver sem água engarrafada. A experiência dessa cidade da Austrália mostrou uma alternativa ecológica que é perfeitamente possível, com um investimento maior no tratamento da água potável (???) pode ser diminuído o Trade-off da produção de água engarrafada. embora a minha experiência não seja um belo exemplo, cresci bebendo água nas torneiras das praças públicas, nas mangueiras dos jardineiros de residências particulares ou simplesmente, pedindo um copo de água nos restaurantes que frequentava e era de graça. Razão tem quando se disse que a economia é BURRA, incluindo o mercado.

Matéria sobre o tema.

Quando os moradores de Bundanoon (Austrália) votaram neste mês pela proibição da venda de água engarrafada na cidade, não imaginavam que conquistariam fama mundial.

Com uma votação quase unânime em uma reunião da comunidade, os moradores desta pequena cidade turística iniciaram um debate mundial sobre os efeitos sociais e ambientais da água engarrafada que colocou a indústria de bebidas na defensiva.
Autoridades estaduais e municipais nos EUA vêm diminuindo o uso de água engarrafada em escritórios públicos nos últimos anos, alegando diversas preocupações, dentre elas a energia usada para produzir e transportar as garrafas e o aumento da desconfiança do público na água encanada. Até onde sabem os ativistas, Bundanoon é a primeira cidade no mundo a proibir a venda de água engarrafada.

Localizada nas terras altas no sudeste de Sydney, Bundanoon é uma cidade pacata de jardins arrumados e chalés graciosos cercados por casas de campo de cidadãos urbanos ricos. É o típico lugar onde desconhecidos conversam nos bancos do parque ao longo da pitoresca rua principal e as pessoas do lugar deixam flores no memorial de guerra local.

De acordo com Huw Kingston, proprietário do Ye Olde Bicycle Shoppe e líder da campanha, a proibição não começou como cruzada ambiental. Começou quando a empresa engarrafadora pediu permissão para extrair milhões de litros de água do aquífero local.

Matéria na íntegra

2 comentários:

Pedro Luso de Carvalho disse...

Caro Enríquez,

Eis aí um fato inusitado, o de que a venda de água mineral tem "efeitos colaterais" no que diz respeito à credibilidade da qualidade da água que recebem em suas casas via encanamento (torneiras); nunca havia pensado nessa possibilidade. É o sinal dos Tempos.

Um abraço.

Tuanita disse...

É preciso saber primeiro se o aquífero de onde está a ser extraída a água para engarrafar é superficial ou não.
Também é preciso saber distinguir entre águas de nascente e águas minerais.
E finalmente é preciso fugir dos fundamentalismos!
Eu sou defensora do meio ambiente, mas também sei que há águas minerais (e não superficiais) muito especiais e que o seu valor é inestimável. Águas que dantes eram distribuídas nas farmácias, tal é a sua particularidade!
Há águas minerais engarrafadas que ajudam (mesmo) a quem tem digestões dificeis e há outras mais adaptáveis a estômagos sensíveis.
A água da torneira, pelo contrário, não tem especificidade. Serve para matar a sede, ok, concordo, mas e o resto? E para quem quer optar por algo que não provoque refluxo, por exemplo?
É o que eu digo: nada de fundamentalismos!
Quem quiser beber água da torneira, que beba, mas que não me proíbam a mim de beber uma boa gasocarbónica que tanto gosto!