domingo, 15 de abril de 2012

Economia verde e sustentabilidade serão eixos da Rio+20


Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, não deve ser vista como uma revisão da conferência que o Rio sediou há 20 anos, a Eco 92. "Não se trata de voltar ao passado, de rever documentos acordados. A Rio+20 não está modelada na Eco 92, mas no desenvolvimento sustentável a partir de duas mensagens-chave: economia verde e governança de modo sustentável", disse a ministra ao participar ontem (29) de audiência pública no Senado.

Izabella Teixeira ressaltou que é preciso definir os termos de aplicação da economia verde. "Falta discutir se a economia verde leva à inclusão social, se realmente permite a geração de empregos. Não se coloca com clareza, também, se os países desenvolvidos estão, de fato, dispostos a transferir tecnologia".

Para a ministra, as ações do Brasil em favor da preservação do meio ambiente, nas definição de metas de emissão de gás carbônico (um dos gases de efeito estufa) e na erradicação da pobreza, fazem com que o país seja visto como estratégico na construção de soluções a partir da conferência.

"A leitura dos países é que o Brasil evoluiu muito nos últimos 20 anos, desde a Eco 92, mas que ainda tem os seus problemas e desafios imensos pela frente", disse. "Esse reconhecimento dá ao Brasil as condições de ser o país anfitrião, facilitador, negociador e de aproximação dos vários povos do planeta. É isso que se espera do país. Não é só uma agenda ambiental, é uma agenda de sustentabilidade e desenvolvimento", completou.

Um dos pontos sobre o qual ainda não há consenso, segundo a ministra, é quanto ao formato de reestruturação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), criado há 40 anos. "O que se discute é o fortalecimento do Pnuma, com uma leitura de que esse fortalecimento pode ser feito passo a passo, tendo uma visão de gestão. O programa ganharia contornos de uma agência internacional, mas ainda não há consenso quanto a isso".
 Agência Brasil

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Quando China espirra....


PIB da China avança 8,1% ao ano no 1º trimestre, abaixo da expectativa

Por Dow Jones Newswires
 
PEQUIM - O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu ao ritmo anualizado de 8,1% no primeiro trimestre de 2012, o que significou o menor ritmo de expansão desde o primeiro trimestre de 2009.
O ritmo de expansão do PIB desacelerou no primeiro trimestre do ano em relação ao quarto trimestre de 2011, quando estava em 8,9% ao ano.


O resultado do primeiro trimestre também ficou abaixo da mediana (8,3%) das estimativas de 15 economistas ouvidos pela agência Dow Jones.

Em relação ao quarto trimestre, houve um avanço de 1,8% no período de janeiro a março, abaixo também da expansão de 2% registrada na comparação entre os últimos três meses de 2011 e o trimestre imediatamente anterior, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira pelo (clique ao lado e veja mais informações)  Escritório Nacional de Estatísticas da China.

Economistas ouvidos pela Dow Jones previram que haveria uma desaceleração do ritmo de crescimento chinês, em meio ao enfraquecimento da demanda mundial  e ao desaquecimento do mercado imobiliário local, o que deve resultar em um aprofundamento de medidas de estímulo econômico.

O escritório de estatísticas chinês (clique ao lado e veja mais informações)  comentou o dado, argumentando que, em meio a pressões inflacionárias, o PIB do país ficou em um patamar razoável.

(Dow Jones Newswires)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Refugiados que fogem dos rigores do comunismo cubano, conhecem as bênçãos do capitalismo, por dentro.

Ex-prisioneiros políticos refugiados na Espanha protestam trás ficar sem ajuda do Estado Espanhol.

Assim durmiram os refugiados cubanos que tem acampado frente as Relações Exteriores/SANTI BURGOS

O capitalismo por dentro. Aí tem que trabalhar.

Um grupo de 22 cubanos, entre ex-prisioneiros políticos e familiares, acampou ante a sede do Ministério de Assuntos Exteriores e Cooperação para intentar forçar una solução a penosa situação econômica. Entre 2010 y 2011, Espanha e a Havana firmaram um acordo que permitiu liberar e trasladar a Espanha a 115 ex-prisioneiros políticos e 650 familiares. 
Passou-se um ano da sua chegada ao país e os exilados têm ido perdendo as ajudas do Governo. Agora estão ficando sem recursos, já que a imensa maioria não ha encontrado empregos estáveis.
 

A maior floresta preservada do Planeta


Onde está localizada? 



No Estado do Amazonas