O clima é de fim de casamento com a governadora petista Ana Júlia, que ele ajudou a eleger no segundo turno em 2006 e com quem vive às turras atualmente. Mas de prolongada lua-de-mel com o presidente Lula e sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff. Interlocutores de Jader têm apenas uma certeza sobre seu futuro político: candidate-se a que cargo for, apóie quem apoiar, o presidente regional do PMDB estará mesmo com Dilma em outubro. “Só temos elogios ao presidente e a Dilma. A relação com o governo Lula é cordial e respeitosa”, diz o deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA).
“Ele estará com Dilma”, reforça o deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), lembrando dos fortes laços de amizade entre o parlamentar paraense e o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), cotado para vice na chapa encabeçada pela petista. A proximidade de Jader com o governo federal se traduz em cargos.
No ano passado, Jader Barbalho emplacou Jorge Nassar Palmeira na presidência da Eletronorte, subsidiária da Eletrobrás que gera e leva energia aos nove estados da Amazônia Legal. O setor energético é uma das principais áreas de atuação do peemedebista. Considerado por aliados e adversários como “fiel da balança” nas eleições de outubro no Pará, o deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) está entre tapas e beijos com o PT.
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Sucessão - Pará PMDB dá nó no PT paraense

Josie Jeronimo- Correio Braziliense.
O presidente do partido, José Eduardo Dutra, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o ex-ministro José Dirceu já tentaram convencer o PMDB a repetir no Pará a aliança nacional ensaiada entre as siglas.
Preocupada com o desempenho eleitoral de Simão Jatene, pré-candidato tucano ao governo, e também de Jader, que já anunciou candidatura para vaga no Senado, Ana Júlia foi bater à porta do deputado do PMDB, seu vizinho de condomínio, para tentar estreitar os laços. Mas nem os acenos do PT nem a visita de cortesia convencem Jader. O deputado até tem como prioridade receber a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, em seu palanque, mas não quer apoiar Ana Júlia. Isso não significa, no entanto, apoio ao tucanato.
Jader adotará uma política de não agressão ao PSDB sem oficializar suporte a Jatene. Para isso, lançaria mão de um candidato-tampão. José Priante (PMDB), sobrinho dele, é o nome mais cotado. Priante confirma que o PMDB tem conversado com os tucanos, mas acena que a hipótese da candidatura própria cresce à medida que o partido se afasta de Ana Júlia.
O PMDB perdeu pelo menos seis grandes cargos no governo, entre secretarias e autarquias. “O estado parou. O Jader está sentado em cima da bola. Não diria que a aliança com o PT está descartada, mas é improvável.
O problema é a forma como o governo tem tratado o PMDB. Temos um projeto nacional, que é a candidatura da Dilma, mas hoje, no Pará, o PMDB é o maior partido”, afirma Priante. Solução à mineira A estratégia política do partido é ficar em cima do muro no primeiro turno e vender a peso de ouro o apoio do PMDB à governadora se a disputa seguir empatada para o segundo turno.
Os peemedebistas do estado querem barganhar junto ao governo federal fatia maior no comando do setor energético em um eventual governo de Dilma Rousseff. A única esperança do PT para sair do xeque eleitoral capitaneado por Jader vem de Minas Gerais. Petistas calculam que o apoio do partido para que o senador Hélio Costa (PMDB-MG) concorra ao Palácio da Liberdade pode garantir dividendos em outros estados.
Ao abrir mão do segundo maior colégio eleitoral do país, o PT iniciaria uma barganha para conquistar o apoio do PMDB em outros estados. Pré-candidato do PT ao Senado, o deputado Paulo Rocha (MA) ainda aposta na aliança. Pelo acordo original, Rocha seria companheiro de chapa de Jader na disputa pelo Senado. “Queremos manter a aliança que existe hoje.
Já está acertada uma candidatura do Senado para o PT e outra para o PMDB”. A governadora já conseguiu apoio do PR. Pretende emplacar o vice-prefeito de Belém, Anivaldo Vale, como seu vice. Mas, para derrotar o PSDB, precisa do apoio peemedebista.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Aqui em Brasília - O Jader define na Assembleia Legislativa do Pará se vai ou não vai
Prestem atenção:
SE NA ASSEMBLEI LEGISLATIVA O PMDB APOIA O EMPRÉSTIMO DE 360 MILHÕES, QUE A GOVERNADORA PRECISA PARA CONCLUIR OBRAS DE FIM DE MANDATO, AÍ É QUE TEREMOS CHAPA PT-PMDB. NÃO SOBRARÁ PARA NINGUÉM.
CASO CONTRÁRIO, SE O TAL EMPRÉSTIMO É REJEITADO, A CASA PEGA FOGO E A CAMPANHA SERÁ DURA, UM VALE TUDO PARAENSE.
UNS VÃO FALAR QUE FOI UM TIRO NO PÉ E QUE NEGARAM SAL E ÁGUA E OUTROS VÃO FALAR QUE ERA DINHEIRO PARA A CAMPANHA, E POR AÍ VAI.
Assim se fala por aqui, espere para ver.
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