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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ciência e Tecnologia - CNPq recebe projetos para realização de pesquisas até 25 de janeiro



Edital prevê a aplicação de recursos financeiros, não reembolsáveis, no valor global estimado de R$ 13 milhões.

Os interessados em enviar propostas de pesquisa nas áreas de biodiversidade e biotecnologia têm até o próximo dia 25/01 para se inscreverem na chamada pública nº 66/2009. Os projetos devem ser encaminhados ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), exclusivamente via internet, por intermédio do Formulário de Propostas On line, disponível na Plataforma Carlos Chagas.

O edital objetiva apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação que visem contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do País e integrar competências para a consolidação da Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (Rede Bionorte). Desta forma, formando doutores com foco na biodiversidade e biotecnologia, gerando conhecimentos, processos e produtos que contribuam para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

A chamada pública prevê a aplicação de recursos financeiros, não reembolsáveis, no valor global estimado de R$ 13 milhões, sendo R$ 9 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT–Ação Transversal), R$ 2 milhões do Fundo Setorial da Amaz (CT-Amazônia) e R$ 2 milhões do Fundo Setorial de Biotecnologia (CT-Biotecnologia), a serem liberados de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira do CNPq.

A Rede Bionorte, instituída por meio da Portaria MCT nº 901, de 04 de dezembro de 2008, é uma rede integrada por instituições de ensino e pesquisa da Amazônia Legal, cujos projetos de pesquisa produzirão impactos socioeconômicos e permitirão a melhoria da qualidade de vida da população da Amazônia brasileira. É dirigida por um Conselho Diretor, gerenciada por um coordenador executivo e assessorada por um Comitê Científico. Está previsto que terá duração de seis anos, a partir da data de publicação da Portaria de criação, podendo ser renovada, a critério do MCT, mediante indicadores de uma Comissão Independente de Avaliação.

(Envolverde/Ministério da Ciência e Tecnologia)


Presidente eleito dança...e mal, "si, si pero dança" Veja i video recente aqui:

Ainda não se sabe que tipo de presidência Sebastian Piñera oferecerá aos chilenos. Ele só toma posse em março.

Algo já se pode afirmar, contudo: se tiver no governo desempenho semelhante ao que exibe na pista de dança, o Chile está perdido.

Piñera elegeu-se no último domingo. Dois dias antes, comparecera a um programa de TV. Convidado, aventurou-se a dançar ao som de Thriller, de Michael Jackson.

O resultado pode ser conferido lá no alto. Depois de assistir, responda: você confiaria o voto a um personagem como esse?


Empresas e biodiversidade:


Fundação O Boticário apóia projeto Oásis de Apucarana

Primeiros proprietários começam a receber os pagamentos em 26 de janeiro


A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza desenvolveu, em parceria com a Prefeitura Municipal de Apucarana, a metodologia adotada no Projeto Oásis Apucarana, que vai premiar financeiramente 63 proprietários de terras da região para que preservem as florestas da região, especialmente aquelas áreas com nascentes. Os pagamentos iniciam em 26 de janeiro.

O Projeto Oásis/Apucarana foi lançado em agosto de 2009 pela Prefeitura Municipal, com o objetivo de melhorar a quantidade e qualidade da água dos rios que cortam o município e contribuir com a qualidade de vida dos moradores da região. Para isso, os proprietários de terra serão incentivados, por meio do apoio financeiro, a proteger as suas áreas com florestas e nascentes, a aumentar a cobertura vegetal de suas terras, adotar ações de saneamento ambiental e promover práticas conservacionistas de solo e recuperação de áreas degradadas.

A Fundação O Boticário contribuiu com o conhecimento técnico científico para o desenvolvimento da metodologia adotada para definir os valores que serão recebidos pelos proprietários integrantes do projeto "Essa metodologia que ajudamos a desenvolver possibilita que os proprietários com áreas mais bem conservadas tenham uma pontuação maior e também recebam mais. Com isso, o Projeto Oásis oferece estímulo para que as áreas naturais da região sejam conservadas", diz a diretora executiva da Fundação O Boticário, Malu Nunes.

Leia a matéria completa aqui

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