
"It is startling that the size problem. We are scandalized by the discovery, "said the rapporteur of the CPI, Arnaldo Jordy.
“É estarrecedora a dimensão desse problema. Estamos escandalizados com as descobertas”, diz o relator da CPI, Arnaldo Jordy
(Foto: Cezar Magalhães)
Um crime silencioso, cometido entre quatro paredes e que geralmente tem como agressores os incumbidos de proteger as vítimas. É a violência sexual, que atingiu mais de 3.500 crianças e adolescentes nos últimos quatro anos no Pará. Desse total, quase 20% das vítimas tinham menos de cinco anos de idade. Em média, a cada dia, duas crianças ou adolescentes sofrem algum tipo de abuso no Estado. E os números podem ser ainda maiores, uma vez que as denúncias são raras e o horror encoberto pelo silêncio.

Os números comprovam: em Belém o número de crimes sexuais graves – como estupro e atentado violento ao pudor– contra meninos e meninas passou de 296 em 2003 para 529 no ano passado. Somados os dados dos últimos cinco anos e se chega a 1.720 boletins de ocorrência que trazem crianças e adolescentes como vítimas desse tipo de crime. O número de estupros dobrou: de 112 casos denunciados em 2003, chegou a 215 em 2008.
Diário do Pará
Nem para combater um dos maiores crimes e genocídio contra o ser humano, ainda em crescimento (crianças) o pacto federativo funciona com competência no Pará.
Apenas houve a visita protocolar do Senador Malta, para conhecer in lócus a realidade desses crimes, onde o Pará se transformou em um dos estados com maior incidência de atos de violência sexual e de pedofilia.
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