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sábado, 30 de agosto de 2014
A "Parada Prolongada do Mantega" merece distinção do Conselho de Economistas.
É um verdadeiro tiro no pé a revelação do novo conceito de "Parada Prolongada" da economia, lançado para a mídia, pelo Ministro Mantega.
Se for parada, o Brasil já está pior que recessão, será que a economia parou? Por que não falou que é uma desaceleração da economia, esfriamento, contração, sei lá, algum conceito utilizado por economistas, não uma figura ridículo que pode depor contra ele mesmo?
Igual ao conceito utilizado pelo Presidente do BNDES, Luciano Coutinho de "acidente Histórico" de emprestar Parte importante do Patrimônio do Banco ao Eike Batista, que está dando um belo calote aos cofres públicos.
Outra foi a causas que deu para a queda do PIB, da Presidenta Dilma. Os feriados da Copa, pode?, quando precisamente era a Copa a que criaria novas condições para um novo crescimento da economia?. Os brasileiros somos esquecidos, mas não somos tolos.
Seguem abaixo todas as paradas que conheço. Não encontrei a do Mantega.
Aqui pode parar
Parada de ônibus
Parada Gay
Parada em Russo
Parada Militar
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Marina defende superávit fiscal necessário para controlar inflação
RIO - O programa de governo da candidata à Presidência Marina Silva (PSB), divulgado nesta sexta-feira, estabelece como prioridade a “recuperação” do tripé macroeconômico. As propostas para economia têm como objetivo acalmar eventuais receios do mercado sobre as posições da ex-senadora sobre o assunto, embora o mercado financeiro já tenha se mostrado a favor da candidata.
O texto se compromete com metas de inflação sem “artificialismos”, superávit primário para assegurar o controle dos preços e o câmbio livre, sem intervenções do Banco Central, “salvo as ocasionalmente necessárias”. O objetivo é sinalizar ao mercado que as políticas fiscais e monetárias serão os instrumentos de controle de inflação de curto prazo.
O PSB ainda defende a independência institucional do BC. “Como em todos os países que adotam o regime de metas, haveráregras definidas, acordadas em lei, estabelecendo mandato fixo para o presidente, normas para sua nomeação e a de diretores, regras de destituição de membros da diretoria, dentre outras deliberações”, afirma o texto.
O programa cita a necessidade de acabar com “a maquiagem das contas, a fim de que elas reflitam a realidade das finanças do setor”. Além disso, propõe reduzir a dívida modificada - definida no texto como dívida bruta, menos reserva - para evitar manobras que contribuam para realizar gastos sem elevar o déficit primário ou o endividamento líquido do setor público.
Combustíveis
O programa defende ainda o equilíbrio de preços dos combustíveis em relação ao mercado internacional. O objetivo é eliminar a defasagem dos preços que prejudica os resultados da Petrobras.
“No que diz respeito às estatais, o novo governo eliminará a prática de usá-las como instrumento de política macroeconômica. Isso muitas vezes gera grandes prejuízos para as empresas, como tem ocorrido com a Petrobras e a Eletrobras. Assim, equilibraremos os preços praticados por estatais para refletir custos e condições de mercado”, defende o programa da candidata.
O documento também defende a "revitalização" da produção de biocombustíveis no país. “A agroindústria da cana-de-açúcar para produção de etanol, açúcar e bioeletricidade não deve ficar a reboque da intervenção estatal, mas não pode ser sacrificada na sua capacidade de competir no mercado de combustíveis por causa de políticas de controle de preços da gasolina que desprezam seu valor real, considerados os preços do produto e do frete no mercado internacional e a taxa de câmbio”, afirma o documento.
Apesar de incentivar a recuperação do setor de biocombustíveis, o programa de Marina admite que o petróleo e derivados vão continuar importantes na matriz energética brasileira.
“Mesmo considerando os maiores esforços para a redução do consumo absoluto de combustíveis fósseis, o petróleo e seus derivados continuarão a ser fonte importante na matriz energética brasileira, dado que não há tecnologia para sua substituição no curto prazo”.
Datafolha: Marina sobe e empata com Dilma no primeiro turno
SÃO PAULO - Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira pelo Jornal Nacional da Rede Globo indica que a candidata Marina Silva (PSB) cresceu 13 pontos percentuais na intenção de voto e empatou com a presidente Dilma Rousseff (PT) na disputa pelo Palácio do Planalto.
Marina, que tinha 21% no último levantamento, tem agora 34%. Dilma caiu dois pontos e aparece com os mesmos 34% da ex-senadora.
Aécio Neves (PSDB) perdeu cinco pontos e está com 15% das preferências.
Essa foi a segunda pesquisa feita pelo instituto Datafolha depois da morte do candidato Eduardo Campos, em 13 de agosto.
Pastor Everaldo (PSC) tem 2% e os demais candidatos não pontuaram. Votos em branco e nulos somam 7%. Os que não sabem também totalizam 7%.
Marina venceria no segundo turno
Em simulação de segundo turno contra Dilma, Marina venceria a disputa por dez pontos de diferença, 50% a 40%. Na hipótese de Dilma contra Aécio, a petista teria 48% e o tucano, 40%.
O levantamento foi encomendado pela Rede Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O Datafolha ouviu 2.874 eleitores em 178 municípios nos dias 28 e 29 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-00438/2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
FGV: Índice de Confiança de Serviços tem menor nível desde 2009
Por São Paulo | Valor
Pelo oitavo mês consecutivo, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getúlio Vargas registrou queda, ao variar -3,1% entre julho e agosto de 2014, considerando-se dados com ajuste sazonal. Com o novo recuo, o índice atingiu 104,0 pontos, o menor nível desde abril de 2009 (103,4 pontos).
A piora da confiança no mês foi determinada pelas expectativas dos empresários em relação aos meses seguintes, cujo índice, que havia avançado 4,3% em julho, recuou 5,7% em agosto, a maior perda mensal desde novembro de 2008 (-11,4%). Já o Índice da Situação Atual subiu 0,8%, após recuar 7,2% no mês anterior. “A queda acentuada nas expectativas, após dois meses de crescimento, combinada a uma recuperação apenas discreta na avaliação das empresas do setor sobre o momento atual, reforça os sinais de um cenário de baixo crescimento até o fim do ano”, avalia, em nota, Silvio Sales, consultor da FGV/Ibre.
Além de forte, a queda do Índice de Expectativas foi disseminada entre os setores, atingindo os 12 segmentos pesquisados e os dois quesitos que o integram. O indicador que mede as expectativas em relação à demanda apresentou queda de 6,3%, frente ao mês anterior. A proporção de empresas projetando aumento da demanda nos três meses seguintes diminuiu de 37,4% para 31,9% entre julho e agosto, enquanto a parcela de empresas sinalizando diminuição passou de 9,7% para 12,3%, no mesmo período.
O quesito que mede o grau de otimismo em relação à tendência dos negócios recuou 5,1% em relação ao mês de julho. A proporção de empresas esperando melhora da situação dos negócios para os próximos seis meses caiu de 37,4%, em julho, para 32,7%, em agosto; e a das que esperam uma piora passou de 9,4% para 11,2% no mesmo período.
Já a ligeira melhora da avaliação sobre a situação atual também foi disseminada entre os 12 segmentos. O quesito que mais influenciou positivamente o indicador agregado foi o volume de demanda atual, que subiu 5,6%, após recuar 8,6% em julho.
A evolução do Índice de Confiança dos Serviços de agosto dá prosseguimento à tendência de redução do nível de confiança iniciada em janeiro deste ano, diz a FGV. “Passados os efeitos negativos da Copa do Mundo sobre o nível de atividade corrente, a reação observada em agosto no Índice da Situação Atual foi bastante moderada. Pelo lado das expectativas, a elevação observada em junho e, especialmente, em julho, não se confirmou, e o índice voltou a cair”, afirma a entidade.
Proteção garantida
Maioria no TCU barra bloqueio dos bens de Graça
A presidente da Petrobras, Graça Foster, esteve perto de se livrar, ontem, do bloqueio de seus bens pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Citada entre os responsáveis pelo prejuízo com a compra da refinaria de Pasadena (EUA), Graça já contava com a maioria dos votos do plenário quando o ministro Aroldo Cedraz pediu vistas do processo, adiando pela terceira vez uma decisão sobre o caso. Ainda assim, a presidente Dilma Rousseff comemorou o resultado, que só pode ser revertido no caso de algum ministro do TCU mudar de opinião.
Relator do processo, o ministro José Jorge reiterou o voto em favor da indisponibilidade patrimonial de Graça. Ela é citada como uma das responsáveis pela postergação de uma decisão arbitral da justiça americana, que segundo o TCU deu prejuízo de US$ 92,3 milhões à Petrobras. Porém, cinco dos oito ministros entenderam que a postergação foi uma decisão gerencial em defesa do patrimônio da companhia e que o bloqueio dos bens era uma medida extrema.
Tais argumentos, porém, só vieram à tona após o périplo feito no TCU pelo advogado-geral da União, Luís Inácio Adams. Escalado pelo governo para defender os atuais diretores citados no processo de Pasadena, Adams visitou individualmente cada ministro. Na saída da reunião de ontem, apesar de a "absolvição" de Graça ainda não ter sido oficializada, ele comemorou o resultado. "O TCU fez justiça à Petrobras", disse Adams.
Informada do resultado, a presidente Dilma Rousseff seguiu a mesma linha do AGU: "Acho que se fez justiça se a maioria do TCU decidiu. Sempre declarei que Graça Foster tinha sido objeto disso por seus méritos", disse Dilma. "Fico feliz com a informação".
A plenária contabilizava cinco votos favoráveis à presidente da Petrobras quando houve o pedido de vistas. Mesmo que Cedraz votasse contra Graça, ela se livraria da sanção. A votação já havia sido paralisada na semana passada, quando o TCU tomou conhecimento de que Graça e o ex-diretor Nestor Cerveró tinham doado imóveis a parentes depois de o processo de Pasadena já ter começado. No entanto, cinco ministros argumentaram que o repasse dos imóveis foi registrado antes do bloqueio patrimonial dos demais diretores, anunciado pelo TCU em 23 de julho. (Colaboraram Bruno Peres e Andrea Jubé)
Saiu o Ministro Negro, agora o prêmio para os Lewandowski´s
STF aprova projeto para elevar salário dos ministros e da magistratura
O projeto foi apresentado pelo presidente eleito do STF, Ricardo Lewandowski, após a sessão plenária desta tarde, quando já não havia mais transmissão das discussões pela TV Justiça. Ele justificou que o aumento seria para recompor perdas inflacionárias de 2009 a 2013. "O projeto foi o resultado de um escrupuloso cálculo", disse o ministro.
O projeto foi aprovado pelos demais integrantes da Corte sem discussão. Se aprovada, a proposta terá impacto nos vencimentos de toda a magistratura e em diversas carreiras do funcionalismo cujos salários tomam como base o valor recebido pelos ministros do STF.
(Maíra Magro | Valor)
Por Maíra Magro | Valor
Com arranhões, Marina sai ganhando de entrevista na TV
Kennedy Alencar
Postado por: DANIELA MARTINS
O comentário no “Jornal da CBN” analisou a entrevista de Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo. Marina manteve a calma e um tom de voz firme. Não se intimidou com questões duras.
A candidata defendeu a legalidade do uso do jato que ocasionou a morte de Eduardo Campos e mais seis pessoas. Afirmou que era um empréstimo e que as horas de voo seriam contabilizadas e ressarcidas pela campanha ao final das eleições, como permite a lei. Mas disse que não tinha conhecimento das questões de propriedade da aeronave, que envolvem empresas laranjas. Também não apresentou documentos de empréstimo. A resposta foi incompleta. Esta continua sendo uma questão que precisa ser mais bem esclarecida.
Questionada sobre a posição que alcançou no Acre nas eleições de 2010, Marina utilizou um argumento razoável. Havia uma forte polarização entre PT e PSDB e ela ficou em terceiro lugar, como na média nacional. Ela lembrou fatos de sua trajetória política e usou frases de efeito como “minha vida nunca é fácil”.
As contradições entre Marina e seu vice, Beto Albuquerque, são pertinentes e foram bem abordadas na entrevista. Elas jogam dúvidas sobre quais seriam, de fato, as diferenças entre a “nova política” e a “velha política”. Mas, politicamente, Marina se saiu bem em uma entrevista difícil.
Outro tema comentado foi a manchete da Folha de S. Paulo que diz que Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil, pagou multa para evitar uma investigação da Receita Federal sobre sua evolução patrimonial. É um assunto que preocupa o governo e o PT. A Petrobras já está no centro do debate eleitoral devido à operação Lava Jato e à compra da refinaria de Pasadena. Uma investigação que envolva o Banco do Brasil pode significar munição para a oposição falar em eventuais aparelhamento e corrupção em outro órgão estatal. Tudo o que a campanha da presidente Dilma Rousseff não quer é abrir outra frente de batalha no momento em que Marina Silva cresce nas pesquisas e aparece com chances de vencer no segundo turno.
Postado por: DANIELA MARTINS
O comentário no “Jornal da CBN” analisou a entrevista de Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo. Marina manteve a calma e um tom de voz firme. Não se intimidou com questões duras.
A candidata defendeu a legalidade do uso do jato que ocasionou a morte de Eduardo Campos e mais seis pessoas. Afirmou que era um empréstimo e que as horas de voo seriam contabilizadas e ressarcidas pela campanha ao final das eleições, como permite a lei. Mas disse que não tinha conhecimento das questões de propriedade da aeronave, que envolvem empresas laranjas. Também não apresentou documentos de empréstimo. A resposta foi incompleta. Esta continua sendo uma questão que precisa ser mais bem esclarecida.
Questionada sobre a posição que alcançou no Acre nas eleições de 2010, Marina utilizou um argumento razoável. Havia uma forte polarização entre PT e PSDB e ela ficou em terceiro lugar, como na média nacional. Ela lembrou fatos de sua trajetória política e usou frases de efeito como “minha vida nunca é fácil”.
As contradições entre Marina e seu vice, Beto Albuquerque, são pertinentes e foram bem abordadas na entrevista. Elas jogam dúvidas sobre quais seriam, de fato, as diferenças entre a “nova política” e a “velha política”. Mas, politicamente, Marina se saiu bem em uma entrevista difícil.
Outro tema comentado foi a manchete da Folha de S. Paulo que diz que Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil, pagou multa para evitar uma investigação da Receita Federal sobre sua evolução patrimonial. É um assunto que preocupa o governo e o PT. A Petrobras já está no centro do debate eleitoral devido à operação Lava Jato e à compra da refinaria de Pasadena. Uma investigação que envolva o Banco do Brasil pode significar munição para a oposição falar em eventuais aparelhamento e corrupção em outro órgão estatal. Tudo o que a campanha da presidente Dilma Rousseff não quer é abrir outra frente de batalha no momento em que Marina Silva cresce nas pesquisas e aparece com chances de vencer no segundo turno.
‘Dilma firme e forte’, diz site oficial sobre o Ibope. A conferir!
A paisagem alterou-se drasticamente. Onde havia um Eduardo Campos com 9% entrou uma Marina a cinco pontos dos calcanhares de Dilma, que caiu quatro posições. Mas é lento o processo de acomodação ótica da equipe da campanha de Dilma.
O Ibope atribuiu ao governo Dilma uma taxa de aprovação mixuruca: 34%. Contudo, a gestão se agiganta no mundo maravilhoso do site de campanha: “o percentual dos brasileiros que avaliam favoravelmente o governo Dilma é de 70% (34% de ‘ótimo/bom’, somados aos 36% que consideram o governo ‘regular’).”
Lida de forma convencional, a pesquisa do Ibope informa que, se a eleição fosse hoje, Marina prevaleceria sobre Dilma no segundo turno por 45% a 36%. Mas o site do comitê central não enxergou esse pedaço do levantamento. Natural. A paisagem é um hábito visual. Só começa a existir depois de um milhão de olhares.
Na noite desta segunda-feita, o alto comando do PT e do governo se reúne no Palácio da Alvorada para analisar a conjuntura com Dilma. Supunha-se que buscariam saídas para a encrenca em que se meteram. Bobagem. A julgar pelo teor da nota veiculada no site da campanha, é melhor verificar o estoque de champanhe da residência oficial. Como diria Ivete Sangalo: vai rolar a festa!
Josias de Souza
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