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domingo, 9 de janeiro de 2011

Meu Deus - O Pará não merece


Entra governo sai governo e o Pará se debate entre herança maldita, bendita e economia de Guerra.
Por enquanto a economia brasiliera  ameaça ser uma das que mais cresce, dentre os países emergentes.

O Pará está lá embaixo. 


Veja as notícias.


INFLAÇÃO - Índice é de 6,86% na capital paraense contra os 5,91% a nível nacional


Nas onze capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Belém foi a que teve a maior inflação para famílias com renda de um a 40 salários mínimos em todo o ano de 2010 e a segunda maior na faixa de famílias com rendimento de um a seis salários mínimos. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação da classe média, foi de 6,86% em Belém, à frente de todas as capitais.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede o custo de vida dos pobres e é usado no Pará para reajustar as mensalidades escolares todo início de ano, foi de 7,17% em Belém, a segunda maior taxa acumulada em 2010, atrás somente de Curitiba - 8,11%. Em nível nacional, o IPCA saltou de 4,31% em 2009 para 5,91% e o INPC, de 4,11% em 2009 para 4,71% em 2010.

Leia mais no O Liberal.com

Jatene anuncia que Estado terá economia de guerra

(E olha que Ana Julia deixou uma herança bendita) 



O Estado do Pará vai entrar em economia de guerra já a partir dos próximos dias. A informação é de quem pode decidir. E já decidiu. “Vai. Não tem nenhuma chance para fazer diferente”. Foi assim que o governador Simão Jatene anunciou na sexta-feira, em entrevista ao DIÁRIO DO PARÁ, a próxima adoção de um conjunto de medidas objetivando a contenção de gastos na administração pública estadual.
O governador disse que já teve oportunidade de discutir o assunto com os secretários e dirigentes de órgãos do Estado. “Eu tive com eles uma reunião, na qual tratei de alertá-los sobre isso”, afirmou Simão Jatene, acrescentando que deverá baixar brevemente um decreto disciplinando questões referentes a viagens, pagamentos de diárias e outras despesas.

Leia mais no Diário.com


Veja alguns indicadores comparativos do Pará e Amazônia...

para refletir sobre o nosso desenvolvimento. 



Índice Firjan de Desenvolvimento (IFDM) - 2006 (*)

Ranking Brasil ano 2006
IFDM- AML
IFDM
Emprego & Renda
Educação
Saúde
11º
MT
0.6545
0.5667
0.6037
0.7932
15º
RO
0.6336
0.5999
0.6071
0.6938
16º
TO
0.6321
0.5477
0.6156
0.7331
18º
RO
0.6302
0.5964
0.5738
0.7204
19º
AMs
0.6101
0.6602
0.5342
0.6360
20º
AC
0.5993
0.5799
0.5645
0.6535
23º
AP
0.5923
0.5900
0.5596
0.6272
24º
PA
0.5899
0.6116
0.5291
0.6291
26º
MA
0.5720
0.5190
0.5721
0.6250
(*) Indicador da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. 
Um dos indicadores mais atualizados do Brasil e que raramente 
oferece dúvidas sobre sua veracidade.

Pará, o último estado da Amazônia! 

Outras notícias revelam que o Pará não é aquele que se pintava faz alguns dias, como um estado que já não mais seria mero exportador de commodities e sem de valor agregado. 

Kd essa mudança?.


Veja aqui


Mineração potencializa economia do Pará

Os resultados mais recentes do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios paraenses, divulgados pelo Idesp, confirmam o papel desempenhado pela indústria de mineração como a locomotiva da economia do Estado. Responsável por cerca de 86% de todas as exportações do Pará, e com peso decisivo na formação do segundo maior saldo na balança comercial entre os diversos Estados brasileiros, o setor mineral vem impulsionando também o desenvolvimento dos municípios mineradores.

Na relação dos dez municípios paraenses com maiores participações no PIB, conforme consta do estudo divulgado pelo Idesp, observa-se que cinco têm sua base econômica fortemente vinculada ao setor mineral. São eles: Parauapebas, segundo maior PIB do Estado (com R$ 7,572 bilhões, abaixo apenas de Belém); Barcarena (R$ 3,860); Marabá (R$ 3 ,593); Canaã dos Carajás (R$ 1,271 bilhão) e Oriximiná (R$ 980,9 milhões). Belém, por razões óbvias, abre a relação, liderando o ranking do PIB entre os municípios paraenses, com R$ 15,316 bilhões.

O segundo maior, entre os municípios não mineradores, é Ananindeua. No caso da capital, explica-se a pujança do seu Produto Interno Bruto pela concentração dos serviços especializados, principalmente nas áreas de saúde, educação e financeiro. De acordo com o Idesp, Belém apresentou como principal setor econômico, em 2008, o de serviços, tendo como principais atividades o comércio, aluguel, administração pública e instituições financeiras.

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