Checão 1. Mesmo depois das promessas da direção do Senado de impor regras mais duras para a prestação de contas da verba indenizatória, Gilvam Borges (PMDB-AP) mantém o velho estilo: declara ter gasto o teto de R$ 15 mil por mês, a título de "aluguel de imóveis para escritório político, compreendendo despesas concernentes a eles".
Checão 2. Gilvam, conhecido como "Chinelo" entre os colegas, arredonda num único recibo o que declara ser aluguel e despesas com um prédio em Macapá onde funciona seu escritório político.
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