Na homilia pronunciada na missa de segunda-feira (20/04) na Casa Santa Marta, o Papa Francisco recordou que o cristão deve não somente observar os mandamentos, mas deve deixar-se conduzir com docilidade pelo Espírito Santo, que nos guia para onde não sabemos: isso é renascer do alto, é entrar na liberdade do Espírito. Leia aqui: http://ow.ly/drll50ziItE
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sábado, 9 de maio de 2020
terça-feira, 5 de maio de 2020
Pandemia: Papa reza por quem morreu sozinho e sem funeral
O Papa: Deus acolha as vítimas da pandemia. Não há fé sem liberdade
Na Missa esta terça-feira (05/05) na Casa Santa Marta, no Vaticano, o Papa pensou naqueles que morreram por causa da Covid-19, mortos sozinhos, sem a carícia de seus entes queridos e sem o funeral. Na homilia, elencou algumas atitudes que nos impedem de fazer parte das ovelhas de Jesus: a escravidão das riquezas, a rigidez, o clericalismo, a preguiça, o mundanismo. Sem liberdade não podemos caminhar rumo a Jesus
VATICAN NEWS
Francisco presidiu a Missa na Casa Santa Marta, no Vaticano, na manhã desta terça-feira (05/05) da IV Semana da Páscoa. Na introdução, dirigiu seu pensamento àqueles que morreram por causa do novo coronavírus:
Rezemos hoje pelos defuntos que morreram por causa da pandemia. Morreram sozinhos, morreram sem a carícia de seus entes queridos, muitos deles, nem mesmo com o funeral. Que o Senhor os receba na glória.
VATICAN NEWS
Francisco presidiu a Missa na Casa Santa Marta, no Vaticano, na manhã desta terça-feira (05/05) da IV Semana da Páscoa. Na introdução, dirigiu seu pensamento àqueles que morreram por causa do novo coronavírus:
Rezemos hoje pelos defuntos que morreram por causa da pandemia. Morreram sozinhos, morreram sem a carícia de seus entes queridos, muitos deles, nem mesmo com o funeral. Que o Senhor os receba na glória.
domingo, 3 de maio de 2020
sexta-feira, 1 de maio de 2020
segunda-feira, 27 de abril de 2020
GT do MP define novos protocolos médicos em Belém
Ontem à noite, durante cinco horas e meia de videoconferência, o Grupo de Trabalho Especial Covid-19, coordenado pelo procurador de justiça Waldir Macieira e pelas promotoras de justiça Adriana Simões e Fábia Fournier, do Ministério Público do Estado do Pará, conversou com o Sindicato dos Médicos do Pará, Sindicato dos Servidores, Ministério Público Federal, Conselho Regional de Medicina, Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública Estadual, o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, e seu secretariado; o secretário de Saúde do Estado, Alberto Beltrame; o diretor geral do Samu e técnicos do MPPA. Falta de médicos, de EPIs, médicos em situação de risco, afastamento por contágio pela Covid 19 e capacitação rápida de residentes para urgência e emergência, entre outros problemas, foram abordados e ao final pactuadas medidas a fim de melhorar o atendimento aos pacientes e condições de trabalho dos profissionais de saúde.
Os médicos recém-formados e residentes serão alocados para trabalho na Atenção Básica. Não ficarão responsáveis por leitos de média e alta complexidade. Receberão capacitação de urgência e emergência, acompanhados por médico intensivista e infectologista por plantão, além de acesso à videoconferência com o Hospital Sírio Libanês, e serão contratados como médicos, recebendo R$1.800 por plantão de 12h, além dos mesmos EPIS utilizados no Hospital Abelardo Santos. O Estado se dispõe a contratar médicos com experiência em assistência a pacientes graves para atuar em conjunto com os residentes. O Município encaminhará, diariamente, a escala de médicos de todos os setores ao MPPA.
Nos bairros de Belém serão instaladas tendas para atender pacientes sintomáticos leves, por médicos recém-formados e cubanos. Haverá esforço de máxima integração dos sistemas de referência (Estado e Município de Belém) para acelerar a transferência de pacientes de leitos municipais para os estaduais, principalmente os 24 pacientes de UTI e 72 pacientes de enfermaria que já estão na fila de espera.
Por sua vez, a recomendação conjunta antecipando as formaturas dos cursos de Medicina, conforme diretrizes do Ministério da Saúde, vai lançar 76 novos médicos para ajudar no combate à pandemia, contratados pelo Estado junto com os cubanos.
Em entrevista exclusiva ao blog, o procurador de justiça Waldir Macieira relatou as providências e observou que a situação é inusitada e imprevisível mas que o MPPA está, através do diálogo com as autoridades, tomando medidas eficazes para enfrentar a pandemia .
Postado há 16 hours ago por Franssinete Florenzano
Santa Marta, 27 abril 2020, Papa Francisco O Papa reza pelos artistas
O Papa reza pelos artistas: o Senhor nos dê a graça da criatividade
Na Missa esta segunda-feira (27/04) na Casa Santa Marta, no Vaticano, o Papa voltou seu pensamento aos artistas e ao caminho da beleza e da criatividade que podem ajudar neste momento difícil caracterizado pela pandemia. Na homilia, convidou a pedir a graça de voltar sempre ao primeiro chamado, quando Jesus nos olhou com amor
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
SBPC 08/01/2020 Entidades divulgam nota contra a MP 914
Para Ildeu Moreira, presidente da SBPC, decisão, que não tem urgência e ainda desconsidera a autonomia universitária, não pode ser tomada por Medida Provisória, por desrespeitar a Constituição Federal
NOTA SOBRE A MP 914/2019
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e as sociedades científicas e acadêmicas abaixo-assinadas manifestam sua discordância em relação ao uso de uma Medida Provisória (MP 914/2019), que foi enviada ao Congresso Nacional no dia 24/12/2019, para o estabelecimento de novas regras para a escolha dos dirigentes de universidades e institutos federais. Tal procedimento ocorreu sem qualquer diálogo anterior com a comunidade acadêmica e não atende às prescrições constitucionais. As universidades públicas e os institutos federais constituem um elemento essencial para a educação superior e para a pesquisa científica no país, tanto na formação de pessoal qualificado quanto na produção científica e tecnológica, que, em grande parte, é proveniente dessas instituições, e devem ser tratadas com a devida consideração.
Nos termos do artigo 62 da Constituição Federal só é cabível Medida Provisória nos casos de “relevância e urgência”. O requisito de urgência, que justificaria uma MP, claramente não se aplica neste caso, uma vez que há uma legislação vigente sobre a questão (que pode evidentemente ser aprimorada e deve sê-lo quando necessário), existem projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional sobre ela e, além disso, trata-se de uma matéria que, pela sua natureza, deve passar por um debate amplo envolvendo a comunidade universitária, o Congresso, os órgãos governamentais e a sociedade brasileira, que também tem interesse no funcionamento adequado destas importantes instituições. Em função disto, solicitamos ao Senado Federal que devolva a MP por ela não atender a requisitos constitucionais e que a matéria seja amplamente debatida no Congresso Nacional, o local adequado para formulação e aprimoramento da legislação brasileira.
A MP 914 fere ainda a Constituição Federal no seu Artigo 207, que trata da autonomia das universidades: “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.” A autonomia administrativa é essencial para o bom funcionamento dessas instituições, como mostra a experiência dos países desenvolvidos e das melhores universidades do mundo. A MP 914 cria uma centralização muito grande na universidade, altera e reduz o papel dos conselhos superiores dessas instituições, distorce a natureza de sua organização interna e atribui ao Reitor a indicação de seu vice e de todos os diretores de unidades. Além de desconsiderar a autonomia administrativa, a cultura interna e a experiência acumulada por décadas nas universidades, ela gera um alto risco de indicação de pessoas não qualificadas e sem legitimidade na comunidade acadêmica para postos de direção universitária.
As novas regras propostas devem ser, portanto, revistas em um diálogo do governo com a comunidade universitária e com o Congresso Nacional, bem como com outros setores da sociedade brasileira envolvidos com a educação, a ciência e o desenvolvimento do país.
São Paulo, 08 de janeiro de 2020.
Associação Brasileira de Antropologia (ABA)
Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP)
Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior ( Andifes)
Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONFIES)
Conselho Nacional de Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP)
Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência Tecnologia e Inovação (CONSECTI)
Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas (RBCIH)
Sociedade Brasileira de Cristalografia (ABCr)
Sociedade Brasileira de Ecotoxicologia (ECOTOX-BRASIL)
Sociedade Brasileira de Física (SBF)
Sociedade Brasileira de História da Ciência (SBHC)
Sociedade Brasileira de Química (SBQ)
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
Por que o ensino superior privado produz tanto diploma e tão pouco saber?... Reinaldo Azevedo

Há algo de errado com o ensino universitário privado no Brasil, não é mesmo? E olhem que as mantenedoras não podem reclamar de desvantagem competitiva. Gozam de plena liberdade para oferecer o melhor. Tiveram ainda Prouni e Fies como estímulo. Por que digo isso?
A Folha traz nesta segunda o ranking das 197 universidades públicas e privadas que atuam no Brasil. Nas 50 primeiras colocações, apenas sete são privadas: 18º – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; 19º – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; 30º – Pontifícia Universidade Católica do Paraná 34º – Universidade Presbiteriana Mackenzie 36º – Universidade do Vale do Rio dos Sinos 42º – Universidade de Caxias do Sul 49º – Pontifícia Universidade Católica de Minas E, ainda assim, convém notar que cinco das sete são ligadas à Igreja Católica: quatro PUCs e a Unisinos, vinculada aos jesuítas.
A universidade de Caxias do Sul é uma fundação de direito privado, mas com forte presença do poder público local. Se formos considerar as 100 primeiras, apenas 34 têm gestão privada. Duas universidades estaduais lideram o ranking elaborado pela Folha: USP e Unicamp, de São Paulo. O Estado ainda tem uma terceira universidade entre as dez melhores, em 6º lugar: a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Convém refletir.
A quase totalidade das pesquisas universitárias do país têm origem em instituições públicas. Nesse quesito, há apenas 13 universidades privadas entre as cem primeiras. Com a devida vênia, é uma vergonha. E a mais bem-colocada está em 07/10/2019 Por que o ensino superior privado produz tanto diploma e tão pouco saber? -
Reinaldo Azevedo - UOL https://reinaldoazevedo.blogosfera.uol.com.br/2019/10/07/por-que-o-ensino-superior-privado-produz-tanto-diploma-e-tao-pouco-saber/ 2/2 19º lugar. No critério "ensino", as privadas são apenas 14 das 100 — seis delas são PUCs. Há ainda muito a falar a respeito. Em tempos em que se imaginam tantas feitiçarias sobre o ensino universitário, com um ministro da Educação — Abraham Weintraub — que tem óbvio déficit de alfabetização, é bom que a sociedade civil reflita sobre o seu futuro. É preciso saber por que o ensino universitário privado no Brasil produz tantos diplomas e tão pouco saber. Mesmo vivendo hoje à mingua, as instituições públicas ainda são 66 das 100 melhores e 43 das 50. Quando a elite endinheirada do país vai acordar para a necessidade de financiar o ensino universitário?
Flávio Bolsonaro para mim acabou, não existe', diz Major Olímpio... -

O senador Major Olímpio (PSL-SP), líder do partido do presidente Jair Bolsonaro no Senado, voltou a criticar o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) hoje. "Flávio Bolsonaro para mim acabou, não existe", afirmou Olímpio ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, em referência a atritos com o filho do presidente sobre a CPI da Lava Toga - que tem como foco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Para Olimpio, a posição de Flávio, que agiu para enterrar a comissão no Senado, não representa o governo nem o PSL. "O pai dele ganhou a eleição dizendo que seria intransigente no combate à corrupção dentro de qualquer um dos Poderes, inclusive do Judiciário. "Estou defendendo a CPI, estou me mobilizando por ela, porque é necessária", disse....
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