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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Mais de um milhão de manifestantes na marcha mais numerosa desde o retorno à democracia









domingo, 18 de abril de 2010

O mundo da Net - A liberdade na Internet por Hillary Rodham Clinton



Alberto muito obrigado, não só para a sua introdução, mas para o tipo de liderança que você e seus colegas têm sobre esta importante instituição. É um prazer estar aqui no Newseum. Esta instituição é um monumento à algumas de nossas liberdades mais preciosas e agradeço a oportunidade de discutir como essas liberdades se aplicam aos desafios do século XXI.

Embora eu não possa ver tudo isso no palco e isso me dá a luz em seus olhos e você está no escuro, mas eu sei que aqui muitos amigos e ex-colegas. Gostaria de agradecer Charles Overby, o diretor-executivo do Fórum da Liberdade aqui no Newseum, o senador Richard Lugar eo senador Joe Lieberman, meus ex-colegas no Senado ambos votaram para aprovar a Lei de La Voz, o que refere-se ao empenho do Congresso e do povo americano com a liberdade na Internet um compromisso que ultrapassa as fronteiras partidárias e ramos do governo.

Devo dizer também que estão aqui senadores Sam Brownback e Ted Kaufman, e Rep. Loretta Sanchez, e muitos representantes do corpo diplomático: embaixadores, encarregados de negócios, e os participantes no nosso Programa de Visitantes Internacionais Liderança pela liberdade na Internet da China Colômbia, Irã, Líbano e da Moldávia. Também gostaria de agradecer o apoio de Walter Isaacson, presidente do Instituto Aspen, recentemente nomeado para o Conselho de Governadores da Radiodifusão (Broadcasting Board of Governors) e, naturalmente, fundamental para apoiar o trabalho sobre a liberdade na Internet que o Instituto Aspen foi desempenho.

Haiti como um preâmbulo
Embora este seja um importante discurso sobre uma questão importante, em primeiro lugar eu gostaria de falar brevemente sobre o Haiti. Nos últimos oito dias, o povo do Haiti e as pessoas ao redor do mundo se uniram para enfrentar uma tragédia de enormes proporções. Nosso continente tem sofrido a sua quota de tantas dificuldades, mas há poucos precedentes em situações como a que estamos vendo em Port au Prince. As redes de comunicação têm desempenhado um papel crítico em nossa resposta. Claro que foram danificadas e destruídas, em muitos lugares. Nas primeiras horas após o terremoto que trabalhar com parceiros no setor privado para definir a campanha de mensagens de texto "Haiti", para utilizadores de telemóvel em os E.U. para doar aos esforços do relevo através de mensagens de texto. Esta iniciativa demonstrou a generosidade do povo americano e até agora arrecadou mais de US $ 25 milhões para os esforços de recuperação.

As redes de informação também têm desempenhado um papel crítico no campo. Quando eu estava com o Presidente Préval, no sábado, em Port au Prince, uma de suas prioridades era para ter comunicações operacionais. Membros do governo não poderiam se comunicar, ou o que restou deles, com as ONG, os nossos líderes civis, nossos líderes militares, foram severamente afetadas. A comunidade de tecnologia criou mapas interativos para ajudar a identificar as necessidades e os recursos são direcionados a estes. Na segunda-feira uma equipe E.U. de busca e salvamento retirados dos escombros de um supermercado para uma criança de sete anos de idade e duas mulheres que tinham enviado uma mensagem de texto pedindo ajuda. Estes exemplos são manifestações de um fenômeno muito mais amplo.

A disseminação das redes de informação está criando um novo sistema nervoso do planeta. Quando alguma coisa acontece no Haiti ou em Hunan, o resto de nós quando soubemos deste está ocorrendo, e através de pessoas reais, e também podemos responder no tempo é realmente o que está acontecendo. Norte-americanos que querem ajudar depois do desastre e da menina presa no supermercado estão ligados de forma que eles não poderiam imaginar há um ano ou uma geração atrás. O mesmo princípio se aplica a quase toda a humanidade hoje. Enquanto estamos aqui sentados, ou você, ou qualquer de seus filhos pode ter ferramentas que usamos todos os dias e encaminhar o diálogo para bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Em muitos aspectos, as informações nunca passou tão livremente. Há mais maneiras de divulgar mais idéias para mais pessoas do que em qualquer outro momento na história. Mesmo em países autoritários redes de informação ajudam as pessoas a descobrir novos fatos e pedir mais responsabilidade dos governos.

Viajando na China
Durante sua visita à China em novembro, por exemplo, o presidente Obama teve uma reunião na prefeitura de tipo em que tinha um componente online, de forma a enfatizar a importância da Internet. Em resposta a uma pergunta enviada pela Internet defendeu o direito do povo ter livre acesso à informação e disse que a informação flui mais livremente, mais forte se tornam as sociedades. Ele falou sobre como o acesso às informações ajuda os cidadãos a exigir a responsabilização dos seus governos, para gerar novas idéias, estimular a criatividade eo empreendedorismo. A crença em E.U. esta verdade fundamental é o que me traz aqui hoje.

Devido a este aumento sem precedentes na conectividade também devemos reconhecer que essas tecnologias não são uma bênção para si mesmos.

Essas ferramentas também estão explorando alguns para prejudicar o progresso da humanidade e dos direitos políticos. Nós usamos o aço para construir hospitais, mas também para construir armas, podemos utilizar a energia nuclear para fornecer eletricidade de uma cidade, mas também para destruí-la, e, da mesma forma moderna de redes de informação e tecnologia que podem ser utilizados para apoiar ou ou pior. As mesmas redes que ajudam a organizar os movimentos de liberdade também permitem Al Qaeda espalhar o ódio e incitar a violência contra os inocentes. Tecnologias com potencial para abrir o acesso ao governo e promover a transparência também pode ser desviado pelos governos para esmagar a dissidência ea negação dos direitos humanos. Acesse o artigo completo da Secretária de Estado E.U. América do Norte Hillary Rodham Clinton, onde trata de temas como os limites da liberdade, os excluídos dos benefícios da internet, a segurança e o terrorismo e as propostas para a modernidade, dentre outros temas Acesse Aqui

quarta-feira, 24 de março de 2010

JORNALISMO - NOVIDADE INFORMATIVA VALE A PENA, MUITO.



Democracy Now! (Democracia Ya!) es un programa galardonado, independiente y de difusión diaria nacional en Estados Unidos y el resto del mundo que se transmite a través de más de 500 emisoras de radio y televisión en Estados Unidos, América Latina y Europa.


Pioneros en la mayor colaboración de medios de comunicación públicos en EE.UU., Democracy Now! se emite en Pacifica, NPR (Radio Pública Nacional), estaciones de radio comunitarias y universitarias; en canales comunitarios por cable, PBS (televisión pública), televisión por satélite (DISH network: Free Speech TV canal 9415 y Link TV canal 9410; DIRECTV: Link TV canal 375), como un “podcast” por internet.


El programa es presentado por los periodistas premiados Amy Goodman y Juan González y producido en el Downtown Community Television Center (Centro Comunitario de Televisión de la Ciudad), un centro de medios de comunicación comunitarios en el barrio de Chinatown en Nueva York. Acesse aqui o jornal Democracia Já em este link.


Leia as informações completas sobre o jornal. As últimas notícas (e as primeiras) AQUI

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Chile - uma virada à direita, alerta no continente


Além do peso estratégico do Chile, o que há de emblemático na vitória de Piñera é o caráter da coligação triunfante, ironicamente chamada de Coalizão pela Mudança. Pela primeira vez retornam ao poder forças políticas que deram sustentação direta às ditaduras militares da América do Sul. Não é pouca coisa, definitivamente. Tampouco trata-se de fato isolado. Se analisarmos a cadeia de acontecimentos que marcou o ano passado, encontraremos pistas evidentes de uma contra-ofensiva da direita latino-americana. O artigo é de Breno Altman.

Breno Altman

Os resultados da eleição presidencial chilena, com a vitória do direitista Sebastián Piñera, repercutem além-fronteira. O triunfo da coalizão neopinochetista também pode ser lido como a primeira vitória relevante das forças conservadores latino-americanas nos últimos dez anos. Ainda que esse campo, no ano passado, tenha vencido batalhas no Panamá e em Honduras, nenhum desses episódios tem o mesmo significado que a conquista do governo na terra de Allende e Neruda.

Essa importância não é ditada pela natureza da aliança política que saiu derrotada, cujos vínculos com o ciclo político favorável à esquerda, aberto pelas vitórias de Chávez e Lula, são praticamente nulos. Afinal, a Concertação nunca passou de aglomerado partidário sob hegemonia do centro católico, submetida a um processo de transição incapaz de promover mudanças fundamentais no modelo econômico e institucional herdado de Pinochet.

Além do peso estratégico do Chile, o que há de emblemático nessa situação é o caráter da coligação triunfante, ironicamente chamada de Coalizão pela Mudança. Pela primeira vez retornam ao poder forças políticas que deram sustentação direta às ditaduras militares da América do Sul. Não é pouca coisa, definitivamente.

Tampouco trata-se de fato isolado. Se analisarmos a cadeia de acontecimentos que marcou o ano passado, encontraremos pistas evidentes de uma contra-ofensiva da direita latino-americana, em diversas ocasiões com o patrocínio ou a cumplicidade do Departamento de Estado norte-americano. São eventos representativos desse cenário a reativação da IV Frota, a instalação de bases militares na Colômbia, o golpe cívico-militar em Honduras, a vitória conservadora no Panamá e, agora, a guinada à direita no Chile.

Leia a matéria completa aqui Carta Maior

E leia mais sobre o tema na matéria do Blog do Enriquez


Breno Altman é jornalista e diretor do site Opera Mundi

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Senador Edward Kennedy e o asilo político a chilenos

Poucos sabem da importante labor do Senador Edward Kennedy. Foi ele que viajou a Chile para exigir a libertação de presos políticos que estavam nas masmorras da ditadura pinochetista. Negociou a liberdade de presos o contribuiu para o asilo de numerosos chilenos que foram para o exílio.

Chile é grato com o Senador que lutou sempre pelo retorno da democracia no Chile, mais do que muitos neo-esquerdistas hoje no poder na América Latina.



domingo, 8 de março de 2009

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

MUITOS PLANOS E NA PRÁTICA POUCA PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES, AINDA CONTINUAM SENDO O FOCO DA VIOLÊNCIA, POLÍTICA E FAMILIAR.

O 2º Plano Nacional de Políticas para as Mulheres lançado pelo governo em março do ano passado tinha entre suas metas o aumento no número de vereadoras eleitas nas eleições 2008.

Nas urnas, o resultado ficou longe do esperado, com as mulheres ocupando apenas 12,5% dos cargos em disputa, percentual praticamente idêntico ao do pleito de 2004, quando as mulheres se elegeram para 12,64% dos cargos de vereador no país.

O plano tem metas também para as eleições de 2010, de aumento em 20% no número de mulheres no Parlamento Nacional e nas Assembleias Legislativas Estaduais. A falta de ações efetivas em busca de um equilíbrio na representação feminina nos espaços de poder e a persistência de uma cultura que desprende a imagem da mulher desses espaços devem impedir, mais uma vez, que as metas sejam atingidas."Nós somos mais de 50% da população brasileira e a média geral de mulheres nos espaços de poder e decisão deve estar em torno de 10%. Em todos os Tribunais Superiores, a presença feminina é de 13%. A ausência das mulheres é um problema para a democracia brasileira, para a sociedade como um todo", afirma a subsecretária de articulação institucional da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Sônia Malheiros.

"A democracia fica mais frágil, não se consolida, se você não tem metade da população devidamente representada nos espaços em que se decidem as políticas", completa Sônia. Na Câmara dos Deputados, as mulheres ocupam 45 cadeiras, ou 8,7% de um total de 513, o que é classificado como "constrangedor" pela bancada feminina. No Senado Federal, são 11 mulheres (13,5%) para 81 vagas.

No Poder Judiciário, há casos como o do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que não conta com nenhuma representante feminina em seu quatro de ministros efetivos. No Conselho Nacional de Justiça há apenas uma mulher entre 14 homens. Veja a distribuição dos cargos políticos no país no quadro abaixo:


A sub-representação feminina fez com que a Secretaria de Políticas para as Mulheres voltasse a destacar o tema mulheres no poder neste 8 de Março. Um seminário para discutir o tema deverá contar com a participação do presidente Lula na cerimônia de abertura e com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), provável candidata do PT para as eleições presidenciais do ano que vem.

Para além da disputa política, o espaço que a ministra tem conseguido por conta da sua condição de 'presidenciável' é vista como positiva pelo cientista político da UnB (Universidade de Brasília) Leonardo Barreto. "Este é o fato mais importante para as mulheres na história da nossa República. Nós tivemos a Rita Camata como vice de José Serra (na campanha de 2002) e tivemos a Heloisa Helena como candidata a presidente (em 2006). Só que ter uma mulher com chances reais de ser eleita é mais significativo", analisa.

Também os casos de Argentina e Chile como alguns dos exemplos positivos por terem mulheres no comando do país. "Temos a Michelle Bachelet no Chile, a Cristina (Kirchner) na Argentina, a Angela Merkel (na Alemanha), a Hillary (Clinton), que fez uma disputa muito interessante nos Estados Unidos com o (Barack) Obama, entre uma mulher e um negro.