Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
UFPA e SENAI assinam convênio para Escola Fluvial
Um convênio assinado nesta terça-feira (10) entre a Universidade Federal do Pará e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), da FIEPA, visa contribuir para o desenvolvimento do Arquipélago de Marajó, região de pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, segundo o IBGE. O acordo estabelece o desenvolvimento do projeto de construção, por parte do curso de Engenharia Naval da universidade, da primeira Escola Fluvial do SENAI, que irá levar capacitação profissional aos municípios do Marajó.
O projeto da embarcação do SENAI prevê a criação de salas de aula e de, pelo menos, nove modernos laboratórios para a realização de cursos nas áreas de informática, alimentos, confecção, refrigeração, soldagem, mecânica e construção civil. A expectativa é que a Escola Fluvial forme 900 pessoas a cada vez que atracar em um município ribeirinho, oferecendo cursos em regime de gratuidade. A previsão é que a construção da embarcação inicie neste ano, com a intenção de iniciar as capacitações já no ano que vem.
Segundo o diretor regional do SENAI, Gerson Peres, apesar do Marajó não ser uma região com muitas indústrias, a qualificação profissional pode ser fundamental para mudar a realidade dessa localidade pouco assistida. “Precisamos primeiramente olhar para a necessidade das pessoas, e temos a certeza de que esses cursos, com alta empregabilidade, irão proporcionar a geração de emprego e renda para essa população”, comenta Peres, revelando que outras escolas fluviais devem surgir futuramente.
“Além das nossas 15 unidades fixas espalhadas pelo Pará, o SENAI também trabalha com 21 unidades móveis, que são carretas equipadas levando qualificação profissional para os lugares mais distantes deste estado. Mas com um estado continental como o nosso, precisamos sempre de mais, e assim deverá acontecer com a Escola Fluvial, pois a demanda é muito grande”, completa Gerson Peres.
Durante a reunião, o reitor da UFPA, Carlos Maneschy, destacou a importância da parceria. Segundo ele, a aproximação entre a universidade e os diversos setores da sociedade, entre eles o produtivo, é imprescindível elevar o desenvolvimento do estado. “A universidade está aberta ao diálogo e a qualquer tipo de experiência que visam melhorar a vida das pessoas. Precisamos saber qual o caminho do desenvolvimento, e ninguém melhor para nos mostrar isso que o setor produtivo. Esse é apenas um de muitos projetos que ainda pretendemos desenvolver conjuntamente com o SENAI”, destaca Maneschy.
Para o presidente da FIEPA, José Conrado Santos, essa parceria é uma prova de que é possível e cada vez mais importante a harmonia entre tecnologia e educação, atendendo as expectativas das indústrias e levando a prática para dentro dos centros acadêmicos. “Percebemos que a universidade abriu seus muros e estamos aproveitando isso para estreitar as relações e, juntos, discutirmos meios estratégicos para contribuir com o Pará, começando pelas regiões mais necessitadas, como a do Arquipélago do Marajó”, finaliza Conrado.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Suplicy enviou oito cartas pedindo audiência com Dilma, mas jamais foi recebido pela presidente
Suplicy se sente magoado por não ter sido recebido por Dilma
Esperançoso, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) esperou até o minuto derradeiro, mas não deu. O primeiro petista a se eleger para o Senado concluiu seus 24 anos de mandato sem ter sido recebido uma vez sequer pela presidente da República, Dilma Rousseff, sua companheira de partido. Em mensagem publicada no Facebook no final da noite de ontem (31), Suplicy disse sentir “imensamente” que Dilma não tenha cumprido o compromisso de recebê-lo no Palácio do Planalto.
Segundo o senador, ela disse, durante a cerimônia de diplomação em dezembro, que era “mais do que justo” atender ao seu pedido de audiência. “Foram oito cartas enviadas desde junho de 2013. Sou senador do PT. Muitos foram recebidos mesmo não sendo do PT. Era justo que me recebesse ou, como ela mesmo me disse, ‘mais do que justo’”, escreveu o senador paulista.
Na última delas, como revelou o Congresso em Foco, ele questionou a presidente se alguém no Planalto não queria que os dois se encontrassem. Em São Luís para um compromisso na Universidade Federal do Maranhão este fim de semana, ele disse à reportagem que voltaria às pressas no sábado a Brasília se Dilma resolvesse recebê-lo. Mas o Planalto, mais uma vez, não respondeu ao seu pedido. “Sinto que cumpri com as minhas responsabilidades, procurando honrar a confiança que me foi dada e o privilégio de representar a população de São Paulo”, resignou-se o senador, que será secretário municipal de Fernando Haddad na capital paulista.
Veja a mensagem publicada por Suplicy no Facebook:
“Esta é minha última hora e dia de senador após 24 anos de mandato. Agradeço muito a todos que votaram em mim, que colaboraram comigo de tantas formas para que eu pudesse representar bem o povo de São Paulo e contribuísse para a construção de um Brasil justo. Sinto imensamente que a Presidenta Dilma Roussef, após ter assegurado que me receberia antes do término do meu mandato, para conversar sobre proposta feita por todos os 81 senadores, não tenha me recebido. Foram oito cartas enviadas desde junho de 2013. Sou senador do PT. Muitos foram recebidos mesmo não sendo do PT. Era justo que me recebesse ou, como ela mesmo me disse, “mais do que justo”. Sinto que cumpri com as minhas responsabilidades, procurando honrar a confiança que me foi dada e o privilégio de representar a população de São Paulo. Viva o Brasil!”
POR EDSON SARDINHA E FÁBIO GÓIS
UOL
sábado, 31 de janeiro de 2015
Milagre. Luis Fernando Verissimo
Deus colocou uma barra de ouro na cabeceira de um rabino, que quando acordou e viu o que Deus tinha feito ergueu as mãos para o alto e disse:
— Senhor, quem sou eu para receber esta dádiva?
E diante do silêncio de Deus, o rabino continuou:
— Quem sou eu para ser distinguido desta maneira?
E:
— Quem sou eu para enriquecer assim, da noite para o dia?
E disse mais:
— Quem sou eu, pobre de mim, para merecer um presente tão precioso, quando tantos mais necessitados do que eu não receberam?
E mais:
— Quem sou eu, Senhor, na minha humildade, para ser abençoado por este milagre?
E Deus ficou tão impressionado com os protestos reincidentes do rabino que falou:
— Talvez eu tenha mesmo me enganado, e essa barra de ouro seja para outro rabino...
Ao que o rabino escondeu a barra de ouro dentro da camisola, rapidamente, e disse:
— Quem sou eu para ser a prova de que Deus se engana?
PERFUMES
E tem a parábola do mendigo cego que todos os dias recebia uma esmola de uma mulher que passava, e que ele reconhecia pelo perfume. Cada dia um perfume diferente.
— Mmmm. Violeta — dizia o mendigo, depois de ouvir o tilintar da moeda no seu chapéu.
— Acertou — dizia a mulher.
No outro dia:
— Mmmm. Jasmim. Maravilha.
— Obrigada.
— Mmmm. Rosa.
— Acertou de novo.
Todos os dias a mesma coisa.
— Mmmm. Lírio.
— Mmmm. Cravo.
— Mmmm. Dracena.
Um dia a mulher disse ao mendigo que não tinha nenhuma moeda para lhe dar.
— Não importa — disse o mendigo. — Só o seu perfume de gardênia já me enche de prazer.
— Obrigada!
Até que um dia a mulher resolveu testar o mendigo. Perfumou-se de enxofre e amoníaco e despejou muitas moedas no seu chapéu. E o mendigo ouviu o tilintar das muitas moedas, aspirou fundo e exclamou:
— Mmmm. Flor de laranjeira!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Produção de notinhas fora de época
Quando nada se tem para fazer, não adianta criar notinhas, já que no mundo acadêmico ninguém se empolga com campanhas eleitorais antecipadas, menos ainda quando faltam mais de três anos para a sucessão do reitor da UFPA.
O Repórter 70, do prestigiado Jornal O Liberal, deixou passar esta vez, e com erro de ortografia! notinha sem sentido.
sábado, 10 de janeiro de 2015
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