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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Paralisação em Belo Monte deve seguir até o fim de semana

BRASÍLIA - A greve dos 7 mil trabalhadores da hidrelétrica de Belo Monte, que hoje completa dez dias, deve continuar pelo menos até o fim de semana. Isso porque, nestas quinta-feira e sexta-feira, ocorre o pagamento dos funcionários da obra. Nesses dois dias, os operários são dispensados do trabalho para que possam ir à cidade para fazer saques, pagamentos, compras etc.

A greve estava prevista para acabar hoje, mas o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada (Sintrapav) não liberou os funcionários para retornar às atividades. Para o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), o sindicato quebrou o acordo que havia firmado na semana passada.

A greve foi julgada ilegal pela Justiça do Trabalho da 8ª Região, que impôs uma multa de R$ 200 mil por dia caso a decisão não seja cumprida. Segundo o CCBM, o Sintrapav já estaria devendo R$ 1 milhão.

(André Borges | Valor)

terça-feira, 13 de março de 2012

Zé Dirceu e a indústria nacional

Comentário do Blog. 


E melhor rir para não chorar, depois de 10 anos o Zé acha que existe a ameaça da industria nacional perder seu folego quando já passa de 27% do PIB (década de 1980) para menos de 15% que representa hoje. Tudo é obra do governoesquerdista do Lula/Dilma, principalmente. 
ImageQuem é o culpado do modelo de desenvolvimento é claro a crise internacional e não as políticas erradadas dos governos Lula/Dilma.  
Veja artigo do estrategista dos governos Lula/Dilma. 
Trabalhadores e empresários se unem em defesa da indústria nacional
Publicado em 13-Mar-2012

Preocupadas com a perda de competitividade da indústria nacional, centrais sindicais (Central Única dos Trabalhadores, União Geral dos Trabalhadores, Força Sindical) e entidades patronais, entre as quais a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) fecharam um acordo para fazer dois atos políticos conjuntos nas próximas semanas.

Querem pressionar o governo a adotar ações que permitam ao setor retomar o fôlego, reconquistar o espaço perdido para produtos importados - na década de 1980, a indústria representava 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil; hoje, o setor beira os 15% - e se estruturar para enfrentar os novos desafios que se colocam num cenário internacional adverso.

O mar não está para peixe. Boa parte do excedente da produção de mercados tradicionais, hoje deprimidos, vem sendo reorientado para cá. Por outro lado, o excesso de liquidez global tem atraído grandes volumes de capital externo, o que contribui para valorizar a nossa moeda o que dificulta a competitividade do produto nacional frente o importado. Para piorar, há no país uma guerra de portos – alguns Estados têm baixado as alíquotas do ICMS sobre os produtos importados, prejudicando a indústria local, em Estados vizinhos.

A quatro mãos

A reação a tantas ameaças está em curso. O primeiro ato a ser promovido a quatro mãos – com trabalhadores e empresariado – em prol da indústria nacional está previsto para o dia 27 de março, com o lançamento de uma frente parlamentar no Congresso Nacional. Outra mobilização, em 4 de abril, tem a meta de reunir 100 mil pessoas em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo.

A mobilização das entidades empresariais e sindicais dará legitimidade e apoio às iniciativas que o nosso governo vem tomando. E que ainda precisará tomar para enfrentar a guerra comercial e cambial instalada no comércio mundial. Também serão importantes ante a medidas internas exigidas para enfrentar a questão dos juros e das reformas, começando pela tributária.

Reformas urgentes

Com apoio social, a expectativa é que o Congresso aprove não apenas a reforma tributária, mas conclua o acordo dos royalties do petróleo, enfrente a questão da dívida interna dos Estados, para dar uma resposta, inclusive, à situação dos Estados.