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sábado, 7 de dezembro de 2013

Audiência Pública para definir gestão de de hospitais universitarios

Audiência pública na UFPA. Quem é contra de terceirizar é o PT que ficou fora do poder PSOL, PSTU e que ainda reclama por seu espaço. Quem pariu Matheus que o embale. 


A realidade mudou. Hoje o governo entende da importância de ganhar robustez na gestão de certas instituições que eram responsabilidade do Estado. Cada vez se faz mais necessário entender a importância da gestão publica de forma qualificada, com competência e transparência.

Daí que muitas empresas que são do Governo, do Estado, estão sendo terceirizadas. Isso não significa que deixem de ser públicas, o Objetivo será público, a sociedade e não o particular. Apenas se trata de focar em excelência de serviço, transparência da gestão e politica de lucros revertidos para a sociedade.

Finalmente, depois de 10 anos o Governo Federal tem compreendido da dimensão que ganha o serviço publico realizado por verdadeiros gestores e não somente por militantes do partido no poder.


Depois de que o PT deixou de lado seus principais fundamentos para ganhar pragmatismo, se ve uma luz no final do túnel.


Teremos que ir acompanhando esse processo, já que como tenho dito, neste mesmo blog, o Brasil terá PT por mais 30 anos.


Na década de 1980, quem era PT, era comunista, marxista, na década de 1990, era de esquerda, na década de 2000 é adieto ao Desenvolvimento Sustentável (DS) isso é um verdadeiro coração de mãe que recebe a todos e todas.

O PT só no gosta do Serra e do Aécio, o resto todos podem entrar no seu campo, o majoritários, da base aliada.


Cada vez mais PT/PMDB são parecidos, quase irmãos.

Veja matéria de O Liberal.
07/12/13

terça-feira, 29 de março de 2011

Golpe baixo à educação


Governo Federal pública portaria que suspende nomeações e concursos
 O "Diário Oficial" da União do dia 28 de março  trouxe uma portaria do Ministério do Planejamento que suspende, por tempo indeterminado, a nomeações de concursados governo federal e a realização de novos concursos. A medida, anunciada ministra Miriam Belchior (Planejamento), faz parte dos cortes de R$ 50 bilhões no Orçamento estipulados pela presidente Dilma Rousseff no início do ano.

Somente a suspensão de concursos públicos deve representar uma economia de R$ 3,5 bilhões aos cofres federais. A ministra anunciou que o Planejamento está realizando um "levantamento completo" de todos os concursos realizados para avaliar se as nomeações são necessárias neste ano.

Novas chamadas, segundo ela, estão suspensas. "Novas contratações vão ser olhadas com lupa", avisou Belchior. Serão autorizadas apenas nomeações temporárias ou concursos autorizados por medida judicial.

A medida afeta todo o funcionalismo público, incluindo ministérios, agências reguladoras, autarquias e fundações. O Projeto de Lei Orçamentária estipulava uma projeção entre criação e provimento de cargos um total de 40 mil vagas.