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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Economia - O dólar?, ninguém liga. Os problemas são outros

Pouco interesse tem manifestados os economista pela alta ou baixa do dólar. Na realidade os economistas do Governo, inspirados no bom senso e experiência do Lula -que dificilmente erra, tem aplicado programas que vão na contra-mão das recomendações dos mais importantes economistas das instituições financeiras internacionais.

Em época de crise, eles mandam fechar o crédito, Lula expande; mandam aumentar os juros, Lula diminui ou elimina, -nocaso da linha branca. Eles recomendam diminuir o circulante, Lula aumenta salários. Já dissem que a economia é burra e aqueles economistas também.

Os problemas são mais estruturais. Um que o Brasil deverá enfrentar mais cedo ou mais tarde é o da dívida pública, que está na órdem dos 40% do PIB. Alta se comparada com a da China 20% e do Chile 4%.

Veja a notícia do UOL.
Dólar sobe a R$ 1,859, o maior valor desde 3 de setembro de 2009 e os brasileiros não estão nem aí.

A cotação do dólar comercial encerrou esta quarta-feira com alta de 1,25%, a R$ 1,859 na venda, completando o sétimo dia consecutivo de ganhos. Esse é o maior valor registrado pela moeda americana desde 3 de setembro de 2009, quando fechou em R$ 1,866. Com isso, a moeda já acumula ganhos de 6,66% em 18 dias de operação, desde o início do ano.

Entre as principais notícias do dia, o Banco Central divulgou que em janeiro, até o dia 22, a entrada de dólares no Brasil superou a saída em US$ 10 milhões.O órgão também informou que comprou US$ 2,316 bilhões em moeda americana no mercado à vista nos 15 primeiros dias úteis de janeiro, o que elevou a posição das reservas internacionais para US$ 241,370 bilhões.
A economia feita pelo governo central para pagar juros da dívida, chamada de superavit primário, alcançou R$ 39,215 bilhões em 2009, o que corresponde a 1,25% do PIB. O número ficou abaixo da meta do governo, que era de 1,4% do PIB.
O volume de financiamentos imobiliários contratados na Caixa Econômica Federal em 2009 atingiu o recorde de R$ 47,05 bilhões, volume 102% maior que o visto no ano anterior.  O crescimento foi turbinado pelo programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal lançado em abril de 2009 que, sozinho, respondeu por R$ 14,1 bilhões do total.
Nos Estados Unidos, as vendas de casas novas caíram 7,6% em dezembro, abaixo do previsto pelo mercado ,e o mês mais fraco desde março de 2009. Segundo analistas, o resultado indica que a demanda por moradias segue frágil, apesar de o governo ter prolongado um incentivo fiscal aos consumidores que compram casas pela primeira vez.

UOL

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