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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Brasil não deve mais a ninguem la fora, mas os brasileiros sim devem aqui no Brasil

 Leiam a análise, muito bem explicada, didática do Economista Waldir Serafim.

SAIBA TUDO QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010

Você ouve falar em DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA em jornais e TV
e não entende direito vamos explicar a seguir:

DÍVIDA EXTERNA
= é como uma dívida que você deve para bancos e outras pessoas...

DÍVIDA INTERNA
= é como uma dívida que você deve para sua mãe, pai ou parente...

Quando LULA assumiu o Brasil, em 2002, os montantes eram:

*     dívida externa 212 Bilhões
*     dívida interna 640 Bilhões
*     Total de dívidas: 852 Bilhões

Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa. E é verdade.

Só que ele não explicou que, para pagar a externa, ele aumentou a interna:

Em 2007, no governo Lula:

*     Dívida Externa = 0 
*     Dívida Interna = 1 Trilhão e 400 Bilhões
*     Total de dívidas =  1 Trilhão e 400 Bilhões

Ou seja, a dívida externa foi paga, mas a dívida interna mais do que dobrou.

Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada.

Sabe por quê?
Porque ela voltou.

Em 2010:

*     Dívida Externa= 240 Bilhões
*     Dívida Interna = 1 Trilhão e 650 Bilhões
*     Total de dívidas = 1 Trilhão e 890 Bilhões 
Ou seja, a dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão no governo LULA. 
Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC, bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura, bolsa para presos, dentre outras bolsas... 
Não é com dinheiro de crescimento; é com dinheiro de ENDIVIDAMENTO.

Compreenderam?
Ou ainda acham que Lula é mágico? Ou que FHC deixou um caminhão de dólares pro Lula gastar?

Quer mais detalhes sobre dívida interna e externa do Brasil?
Acesse:
http://www.sonoticias.com.br/opiniao/2/100677/divida-interna-perigo-a-vista


 

quarta-feira, 9 de março de 2011

Mais um voo de galinha - Castro Lessa



Qualquer criança do interior sabe o que é voo de galinha. Curto, barulhento ao voltar para o chão. Vendo o gráfico de evolução do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 1980 a 2010, não consigo afastar a imagem do voo de galinha. Em 30 anos, a maior taxa de crescimento do PIB foi no primeiro ano do general Figueiredo (9,2%), colhendo iniciativas da era militar. Figueiredo encolheria a economia à mediocridade absoluta, sendo que a galinha dá um pulo nos seus anos finais, crescendo 5,4% em 1984 e 7,8% em 1985. Qualquer um desses é maior que o Pibão, como foi denominado o crescimento de 7,5% no ano de 2010.
O governo Sarney, apesar do brilho do Plano Cruzado, assistiu a uma despencada para um PIB negativo em 1988. Após a Constituição, um pequeno voo de galinha e a economia do país se contrai com a posse de Fernando Collor. Vai lá pra baixo. O período é de mediocridade absoluta, salvo em práticas de apropriação de bens públicos.

No intervalo Itamar, FHC se credenciava e, em 1994, eleito presidente, praticaria por dois mandatos um crescimento médio do PIB (2,3% ao ano), superior apenas ao do Haiti. O crescimento rastejante acompanhou-se de dois pequenos pulos da galinha. O governo Lula, cuja média foi um pouco menos medíocre - 4% ao ano -, termina com o Pibão de 7,5% de 2010... Precedido pelo mergulho de - 0,6% no ano anterior. Tudo leva a crer que assistiremos a mais um voo de galinha, pois não será sustentado o aumento do gasto público e a reposição da ideia de desenvolvimento permanece encabulada.

Quero cotejar esses 30 anos de esvoaçar cacarejante, no nível de chão de galinheiro, com médias históricas anteriores. Média de 1951/1960: 4,3% ao ano. Média do regime militar: 6% ao ano. Em termos de participação no PIB mundial, a economia brasileira caiu de 3,91% em 1980, para 2,92% em 2010 (estimativa do professor Reinaldo Gonçalves). Com seu esvoaçar precário, o Brasil somente poderá ganhar posições se alguns países europeus quebrarem.

O melhor dado de 2010 foi a pequena elevação da taxa de investimento de capital fixo. Foi uma taxa robusta de crescimento em relação a 2009, quando houve uma contração de 10,3% do investimento. Entretanto, o Brasil continua um pigmeu em relação a uma China, que pratica uma taxa de investimento de 40% do PIB, ou de uma Índia, acima de 30%. O Brasil tem uma taxa de 18,4% do PIB em 2010.
Com a inflação seguindo indexada a itens como a eletricidade, o povão é punido pelos altos preços do que o Brasil exporta, e que se refletem internamente nos alimentos e pela dificuldade de geração de novos empregos e elevações salariais. O investimento privado fica inseguro ante o anúncio de cortes de gasto público e persistência dos problemas de infraestrutura. A componente inquietante é reforçada quando se tem presente o crescimento do crédito em relação ao PIB e à visível curva ascendente da inadimplência de 2009: 5,9% para 8% em 2011. Leia mais no Valor Econômico Aqui

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Economia - O orçamento Federal Brasileiro e o pagamento da dívida. Como gastamos e como financiamos aos mais ricos

Os ricos estão cada vez mais ricos

Número de bilionários em dólares em 2001 : 497 / Seu patrimônio acumulado: 1,5 trilhão de dólares.
Número de bilionários em dólares em 2007 : 1.125 / Seu patrimônio acumulado: 4,4 trilhões de dólares.
Sobre a base destes números, basta recolher um imposto anual de 2% sobre o patrimônio dos bilionários para obter 88 bilhões de dólares, o que irá garantir as necessidades fundamentais.
Não se trata de uma proposta inviável, mas que é perfeitamente realizável.
Número de milionários em 2007 : 10,1 milhões.
Patrimônio acumulado destes milionários : 40,7 trilhões de dólares.

Mas não é disso que quero falar hoje, é do que tinha ficado pendente em postagem anterior. A divisão do bolo dos efeitos do desenvolvimento virtuoso do Brasil. Como nós gastamos e como somos bom para pagar dívidas e ruins para tocar as areas sociais, de ciência e tecnologia e outras áreas estratégicas para o desenvolvimento do Brasil. A educação!, que apesar dos aumentos nos investimentos, ainda são pífios se comparados com as necessidades para dar esse salto que o País precisa.
O P´roximo presidente (a) do Brasil terá um eneorme desafio, continuar fortalecendo as áreas econômicas, transformar nossa virtuosidade das exportações de commodities em produtos com valor agregado e ampliar os investimentos fundamentais que Brasil ainda não fez, adequadamente.
Simplesmente como é feito nos países que consiguiram  sair da pobreza nas últimas décadas.

O Brasil tem recursos, capacidade instalada, capital fixo e cada vez conta com mais capital social. entretanto, isso ainda não é suficiente, falta atingir metas desejáveis.

Crescer de 0 a 10 é fácil, crescer de 10 a 20, não é difícil, 40, sigue sendo uma tarefa possível. Agora passar de 40 para atingir 60 ou mais, isso é desafios dos gigantes.