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sábado, 3 de maio de 2014

Pesquisa Sensus mostra eleição presidencial indo para o 2° turno



SÃO PAULO - Pesquisa feita pelo Instituto Sensus em parceria com a revista “Isto É” mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) com 35% das intenções de voto na disputa pela reeleição. O senador mineiro Aécio Neves (PSDB) possui 23,7% das preferências, enquanto o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), aparece com 11%. A margem de erro é de 2,2%.

O levantamento foi realizado com dois mil eleitores de 136 municípios em 24 Estados, entre os dias 22 e 25 de abril.

Juntos, Aécio e Campos possuem 34,7% dos votos, praticamente a mesma votação de Dilma, o que levaria a disputa para segundo turno. Se o segundo turno fosse hoje, Dilma teria 38,6% do votos, contra 31,9% de Aécio. Se a disputa fosse contra Campos, Dilma levaria 39,1% dos votos, frente a 24,8% do ex-governador pernambucano.

A pesquisa Isto É/Sensus mostrou ainda o nível de rejeição dos candidatos: 42% dos eleitores não votariam em Dilma, enquanto Campos é rejeitado por 35,1% e Aécio Neves, por 31,1%. Dilma é a candidata mais conhecida dos eleitores (95,4%), seguida por Marina Silva (80,5%), Aécio (76,2%) e Campos (63,2%).

Em relação à avaliação do governo Dilma, 66,1% dos eleitores o avaliam como regular ou negativo e 49,1% desaprovam o desempenho pessoal da presidente. E metade dos eleitores (50,2%) acredita que o Brasil não está no rumo certo.

Valor Econômico

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Para Dilma, cortar juro "não é assim tão fácil". Quando era possível não fez, agora é que está mais difícil.



Agora meu estimado leitor você entenderá porque a Presidente Dilma, não concluiú a dissertação de mestrado em economia da UNICAMP. Quando sai do básico ela é ruim. Agora acha difícil baixar os juros. E quando era mais fácil, quando não tinhamos nem marilhinha, Por que não fez?.
Agora é jogar a água quente com o bebé dentro. 


Será uma política monetarista que teremos pela frente, aumento de juros, um freio na economia. Receita tradicional. Essa festa de gastança que Lula promoveu só uns meses atras, a chefe da Casa Civil, hoje presidente do Brasil, assinou embaixo. Agora começaremos a pagar a conta.

Veja a Matéria do Valor Econômico aqui abaixo. 


Apesar de diversos economistas recomendarem que a resposta do governo a eventual agravamento das condições internacionais deve ser a redução da taxa de juros, a presidente Dilma Rousseff tem visão comedida sobre o assunto.

Para ela, não se trata de escolher como reação mais esforço fiscal ou menos juros. "Não é uma coisa ou outra. São ambas", disse a presidente a um assessor, semana passada. "Ninguém mais do que eu quer baixar a taxa de juros, mas não é assim tão fácil. Não é uma questão de vontade", completou, segundo relato desse interlocutor.

Dilma convocou a reunião do Conselho Político na quarta-feira para deixar uma mensagem cristalina: o governo está muito atento à evolução da crise externa para saber seu tamanho e duração, e o diferencial que o Brasil tem hoje é a solidez fiscal.

"O governo está conduzindo os gastos públicos com mão-de-ferro a ponto de criar uma greve branca no Congresso. Não se vota mais nada lá até que o governo anuncie um cronograma de liberação dos restos a pagar de 2010", contou um funcionário do Planalto. O clima no Congresso é beligerante e os parlamentares ameaçam não aprovar sequer a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU), que vence no fim do ano, acrescentou a fonte.
O líder do PTB na Câmara, deputado Jovair Arantes (GO), deu o tom da insatisfação, após reunião com Dilma: "Não é uma rebelião, é uma contrariedade. O governo agora só quer falar de crise mundial, não quer administrar o país. Nossos prefeitos não vivem em Nova York ".
As recomendações da presidente, porém, arrancaram um compromisso do ministro da Fazenda, Guido Mantega: "Prometo a cada mês uma surpresa no fiscal. Cada vez um resultado melhor, como já tivemos no mês passado, melhor do que todos esperavam", disse em entrevista terça-feira, após reunião de coordenação com a presidente.

"Temos que confirmar nosso diferencial. O diferencial do Brasil, hoje, é ter uma condição fiscal bem arrumada", reforçou o presidente do BC, Alexandre Tombini, na quarta-feira. Tombini sabe que o Copom só poderá reduzir a Selic se Mantega cumprir sua missão.
Armínio Fraga, ex-presidente do BC e sócio da Gávea Investimentos, aplaudiu essas declarações. Ele avalia que o maior problema na reação do governo em 2008 não foi ter adiado por um mês o corte dos juros, mas sim ter operado um desequilíbrio no mix da política econômica. "Expandiram demais o crédito e os estímulos fiscais, limitando o espaço para a queda mais permanente da taxa de juros", disse.

"O ideal, agora, seria fazer o que o governo sinalizou: não expandir o fiscal. Além disso cabe sempre prudência no crédito, especialmente dos bancos públicos, que atuam com objetivos não meramente econômicos", afirmou Armínio. Cumprir a meta de superávit primário para este ano, de 2,9% do PIB, para ele, é suficiente. E, simultaneamente, cuidar dos temas de longo prazo (aumento dos investimentos, educação) "para realmente diferenciar o Brasil da maioria!"

Um ministro, perguntado sobre a razão pela qual hoje a presidente Dilma é mais "fiscalista" do que quando era chefe da Casa Civil, respondeu: "Antes era não era presidente da República. Era gerente do PAC e, como tal, queria gastar".

sábado, 13 de agosto de 2011

Eike Batista para líder do governo


"Quis sinalizar para o mercado que o mundo real está pegando fogo". O empresário Eike Batista explicava à repórter Marina Falcão, do Valor, as razões por que, face a perdas bilionárias dos papéis de suas empresas na bolsa, resolvera dar um aumento salarial de 8,5% a seus funcionários.

O empresário enxerga uma janela de oportunidades para o Brasil em mais essa leva de inquietações nas finanças mundiais. Acha ridículo o risco da dívida de um país que imprime a moeda mundial - "Não vai faltar tinta nem papel" - e diz que vai sobrar no mundo a mão-de-obra qualificada de que falta ao Brasil.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Leia as manchetes de hoje dos principais jornais do país

VALOR ECONÔMICO
- Arrecadação amplia superávit fiscal.
- Mercado vira e prevê alta de apenas 0,25 ponto na Selic.
- Em busca do novo modelo econômico.
- IOF maior faz ressurgir o leasing.
- Megacampanha marca a oferta do Magazine Luiza.

FOLHA DE S.PAULO
- Como FHC, Lula quer atrair nova classe média.
- 'Renovação' em Cuba fica nas mãos de Raúl, 79, e Ramón, 80.
- Gasolina sobe 4,7% e pressiona meta de inflação.
- Síria acaba com lei de emergência depois de 48 anos.
- Sé é a região da cidade com mais acidentes fatais.

O ESTADO DE S.PAULO
- MP permite mais capital estrangeiro em aéreas.
- Migração para SP cai e reduz crescimento da população.
- Cresce número de mortes de motociclistas.
- Lei Maria da Penha é usada para punir gay.
- Minha Casa derruba mata nativa no AM.

O GLOBO
- País tem mais 100 empresas notificadas por biopirataria.
- Empresas lavam dinheiro na Rocinha.
- Médicos: plano contra drogas é lento demais.
- Corinthians perde Adriano por 5 meses.
- Velha guarda fará reformas em Cuba.

(Valor)