Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
CRISE É POSITIVA PARA O MEIO AMBIENTE, AFIRMA PESQUISADOR DO IPEA
A diminuição do volume de exportação dos recursos não-renováveis brasileiros resultou em ganhos ambientais para o país. A conclusão é do coordenador de Meio Ambiente do Fórum Mudanças Climáticas, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Aroudo Mota. Ele é responsável pela pesquisa Trajetória da Governança Ambiental, divulgada pelo Ipea durante o lançamento do Boletim Regional e Urbano.Em seu estudo, Aroudo apresentou uma série de dados sobre o que o Brasil deixou de exportar com a crise.
"Ela [a crise] resultou em impactos ambientais positivos, apesar de externalidades negativas como a perda de empregos e o impacto que teve nos níveis de crescimento econômico de determinadas regiões", disse o pesquisador.Segundo ele, o trabalho buscou mensurar os principais impactos causados pela crise em indústrias como a de alumínio. "O que deixamos de exportar, entre os 32 produtos pesquisados, representa uma economia de aproximadamente 562 mil kilowatts de energia, a partir do consumo evitado. Isso daria para abastecer uma cidade de 25 mil pessoas", acrescentou, referindo-se à exportação de alumínio.
A indústria do aço, segundo ele, deixou de exportar 740 milhões de quilos de aço bruto. "Isso significa uma redução de mais de 1 bilhão de toneladas em emissões de carbono, o que para o processo climático no Brasil é extremamente positivo", avaliou Aroudo."Na indústria de veículos, o Brasil deixou de exportar em dezembro 62,1 mil carros, e isso também implica em redução do consumo de energia e de aço. Ainda estamos mensurando o quanto, mas é evidente - e isso pode ser afirmado tendo por base dados oficiais de 2008 - que o meio ambiente teve ganho substancial em função da não-exploração de recursos naturais, tanto renováveis quanto não-renováveis".Aroudo disse que estão sendo preparados outros estudos, abordando as madeiras e o cimento brasileiros.
"Quando certificada, a madeira encontra dificuldades para entrar na Europa por decorrência da crise internacional", adiantou.
José Aroudo Mota, é prof. Doutor em Desenvolvimento Sustentável e Mestre em Administração financeira pela UnB. Professor do centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB e pesquisador do IPEA, tem publicado diversos livros e artigos sobre o tema do mio ambiente, biodiversidade e mudanças climáticas. Um dos livros importantes é "O Valor da Natureza: economia e política dos recursos naturais" da editora Garamont.
BRASIL - JOSÉ SARNEY NOVO PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL
Os candidatos a presidente do Senado e da Câmara evitaram se comprometer com temas polêmicos. Embora prolixos, detalham pouco suas propostas para comandar o Congresso e mostram conservadorismo na área de costumes.
Nenhum dos dois candidatos a presidir o Senado nem dois dos três que disputam o mesmo cargo na Câmara, por exemplo, acham necessário uma lei que garanta integralmente o direito de pessoas do mesmo sexo se casarem.
José Sarney (PMDB-AP), 78 anos, favorito na disputa no Senado, diz acreditar que a lei atual já garante "os direitos de companheiros". Cita o fato de ser possível a adoção de crianças por homossexuais. Tião Viana (PT-AC), 47, também na corrida para presidir os senadores, não vê necessidade de uma legislação específica para um "assunto que só diz respeito à individualidade de cada um".
Na Câmara, as respostas são igualmente ambíguas. A discussão "deve ser enfrentada pelos legisladores", diz Ciro Nogueira (PP-PI), 40. Para Aldo Rebelo (PC do B-SP), 52, "a lei deve proteger os direitos dos cidadãos, independentemente de sua orientação sexual".
Foram formuladas perguntas de temas controversos e as respostas foram muito gerais. Veja abaixo.
Apesar de uma certa aversão à objetividade, às vezes alguns candidatos foram meticulosos em trechos de seus comentários. Foi caso da pergunta a respeito de qual seria a opção eleitoral de cada um na eleição presidencial de 2010.
José Sarney enviou sua resposta em duas etapas. Primeiro, veio uma afirmação direta: "Já tornei pública a minha simpatia pela ministra Dilma Rousseff (PT)".
Em seguida, chegou um adendo. O ponto final virou uma vírgula, seguida do complemento: "Ao mesmo tempo que reconheço a competência dos governadores Aécio Neves e José Serra (ambos do PSDB)".
Tião Viana disse apenas que seguirá a orientação de seu partido, o PT. Ciro Nogueira acha que "definitivamente" não é o momento de discutir 2010. Aldo Rebelo afirmou que ainda está indefinido.
Quando o assunto é se são a favor de uma lei para acabar com as restrições ao aborto no Brasil, há uma unanimidade conservadora. Nenhum defende a descriminação da prática.
Em definitiva a eleição do presidente do senado foi ganha pelo Senador José Sarney.
A ELEIÇÃO MAIS PARECEU UMA VELHA VINGANÇA DE VELHOS ALIADOS DO QUE UMA DISPUTA DEMOCRÁTICA.
FORAM MUITOS ANOS DE TRAIÇÕES ENTRE O PMDB E O PSDB E OS RESTANTES PARTIDOS SALTELITES. ASSIM, A ELIÇÃO FOI TOTALMENTE POLUÍDA PELA HISTÓRICA DESAVENIÊNCIA DOS GRUPOS DE PODER E DOS OLIGARCAS DE PLANTÃO.
NÃO TEVE DEBATE, NEM COMBATE FORAM DUAS CHAPAS SEM NENHUMA PROPOSTA INOVADORA, OUSADA PARA TRANASFORMAR AQUILO QUE JÁ FOI TANTAS VEZES DENUNCIADO COMO UMA INSTITUIÇÃO APÊNDICE DO PODER.
FICAM AS PERGUNTAS SOBRE OS RESULTADOS DA ELEIÇÃO E O NOVO PRESIDENTE.
QUE SERÁ DAS REFORMAS PROPOSTAS PARA O SENADO? SÓ DEUS SABE QUE NÓS SIMPLES MORTAIS JÁ NÃO ACREDITAMOS NESSES INSTITUIÇÕES.
PORTUGAL - BRASIL UM POUCO DE MÚSICA
O grupo de Pedro Ayres Magalhães, agora denominado Madredeus & Banda Cósmica, se apresentou pela primeira vez sem Teresa Salgueiro, que abandonou o grupo em 2007, e com duas novas vozes femininas, as cantoras Mariana Abrunheiro e Rita Damásio. Foi o início da sua turne internacional.
"Metafonia", o nono álbum mais vendido na última semana em Portugal, é um duplo disco com 19 temas, entre inéditos e canções do repertório mais antigo dos Madredeus.
Da formação anterior do grupo mantêm-se o guitarrista Pedro Ayres Magalhães, o mentor e compositor principal, e o teclista Carlos Maria Trindade.
A eles juntam-se Jorge Varrecoso (violino), Ana Isabel Dias (harpa), Ruca Rebordão e Babi Bergamini (percussão e bateria), Sérgio Zurawski (guitarra eléctrica) e Gustavo Roriz (baixo).
BRASIL, AMAZÔNIA, PARÁ - ANALISE SOBRE A VIOLÊNCIA - LÚCIO FLAVIO PINTO
Do Jornal PessoalLúcio Flavio Pinto
Todos debocharam então da fraseologia oca, os petistas mais do que todos. O PT, por estar na oposição, abusava das bravatas, conforme reconheceria depois o seu grande líder. Mas quando Lula sucedeu a FHC e, na sua onda vitoriosa, Ana Júlia Carepa veio bater no Palácio dos Despachos, a sede do governo estadual, o feitiço se voltou contra o feiticeiro mais uma vez.
A sensação de insegurança ficou mais forte, se tornou epidêmica. Sem oferecer qualquer tipo de medicamento eficaz para a praga da violência, o governo do PT decidiu abolir a estatística da criminalidade, que se tornou assunto sigiloso. Como o desnorteado marido traído, a administração petista resolveu jogar fora o sofá, no qual fora praticado o adultério. Os personagens, porém, permaneceram na sala. Os crimes continuaram a se multiplicar. As mortes são ainda mais freqüentes.
A sensação de insegurança seria paranóia se cada família não contabilizasse seus casos de assalto, seqüestro ou assassinato. É possível até que o medo se tenha tornado maior do que a sua causa real. Ou que a insegurança impeça o cidadão de avaliar com objetividade o problema, induzindo-o a exigir panacéias impossíveis diante da acumulação dos problemas ao longo de tanto tempo de ineficiência do poder público. Não há soluções instantâneas nem amplas e muito menos definitivas ao alcance. Mas pode haver uma retração da criminalidade se algumas medidas forem adotadas para impor respeito e reprimir a ousadia dos criminosos. Para ler mais clic aqui http://www.lucioflaviopinto.com.br/
BRASIL - AMAZÔNIA PARÁ CPI DA PEDOFILIA COM MIL CASOS A APURAR
BELÉM (PA) - No último dia de palestras no Fórum Social Mundial, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) aprovou moção a ser encaminhada à Assembleia Legislativa do Pará para que crimes contra crianças e adolescentes sejam investigados e apurados em toda a sua extensão. “Nada tem que ser abafado. Crime contra criança e adolescente é um dos mais hediondos que existem”, disse o presidente estadual da central sindical, José Francisco Pereira, ao lembrar denúncias de que autoridades e parentes de autoridades do Estado estariam envolvidos em casos como esses. “Se fosse com um trabalhador, com certeza já teria sido punido”, disse.
A discussão sobre o assunto foi feita pelo Seminário “Enfrentamento às violências sexuais contra crianças e adolescentes”, promovido pela UGT, dentro da tenda “Mundo do Trabalho”, na Universidade Federal do Pará, um dos territórios do FSM. Em palestra, o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito de Abuso e Exploração Sexual de Criança e Adolescentes, deputado estadual Arnaldo Jordy (PPS) desenhou um quadro da situação de violência contra menores no Estado. Ele informou que, em pouco mais de um mês da abertura da CPI, já foram recebidas mais de mil denúncias de violência contra crianças e adolescentes, muitas da quais envolvendo prefeitos, vereadores, deputado, conselheiros de tribunais, empresários, policiais e parentes de pessoas importantes do Estado. “A maioria desses inquéritos estava dormindo em berço esplêndido. Há uma rede de poder grande”.
A CPI foi aberta na AL a partir de denúncias de violência sexual com crianças e adolescentes da região do Marajó. Para Jordy, se na época o caso do deputado Luiz Seffer, acusado de abusar de uma criança, já tivesse vindo à tona, talvez o debate sobre o assunto nem existisse. Uma audiência pública sobre o tema será realizada no próximo dia 04, às 14 horas, no auditório João Batista, na AL. (Diário do Pará)
BRASIL, BELÉM, PARA, AMAZÔNIA - FÓRUM SOCIAL MUNDIAL TERMINA SEM TEXTO FINAL, LAMENTÁVEL
São Paulo - O Fórum Social Mundial foi encerrado ontem em Belém, no Pará, sem nenhum documento final com as conclusões do encontro ou qualquer sugestão a respeito da crise econômica mundial. Na assembleia geral, realizada ontem ao ar livre, foram lidos documentos sobre um conjunto de 22 questões pontuais, variando da preservação da Amazônia aos problemas enfrentados por migrantes ao redor do mundo, a demarcação de terras indígenas, a questão palestina e outros.
Apesar da ausência de um documento global, os comentários dos organizadores e participantes ao final do evento tinham quase sempre dois pontos comuns. O primeiro é a ideia de que o fórum aponta na direção certa com seu lema “um outro mundo é possível”. Ideia que a crise econômica mundial serviu para fortalecer. O segundo ponto é que o fórum precisa ampliar seu raio de ação, atraindo mais entidades da Ásia, Leste Europeu, África e de outras regiões do mundo. Neste ano, das 5.808 entidades participantes, 4.193 eram da América do Sul.
“Davos acabou. Nós somos o futuro”, comentou Candido Grzybowski, do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial e diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), referindo-se à cidade suíça que abriga anualmente um fórum com a elite do pensamento capitalista. Por toda parte ouviam-se expressões desse tipo. No próximo ano o fórum será descentralizado, com vários encontros ao redor do mundo. Em 2011, porém, ele volta a concentrar todas as entidades e regiões num só local - que poderá ser definido amanhã, durante o encontro do conselho internacional, em Belém. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
COLÔMBIA, BOGOTÁ - Farc libertam reféns em operação apoiada pelo Brasil e obstaculizada pelo ejercito colombiano
Conforme foi anunciado neste blog, na Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009 (NOVAS NEGOCIAÇÕES COM AS FARC DA COLÔMBIA LIBERARÁ MAIS REFENS NESTE FINAL DE SEMANA) neste domingo libertaram quatro integrantes das forças de segurança colombianas mantidos sequestrados por meses.
A maior dificuldade para a libertação nem foram as FARC e sim o próprio governo que utilizando símbolos da Cruz Vermelha realozou enfrentamentos com os membros das FARC o que naturalmente obstaculizou a operação de resgate.
Veja a nota da Agência Reuters
Por Luis Jaime Acosta
BOGOTÁ (Reuters) - As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) libertaram no domingo quatro integrantes das forças de segurança colombianas mantidos sequestrados por meses. Foi a primeira entrega de reféns unilateral feita pela guerrilha em quase um ano, informou a Cruz Vermelha Internacional.
Com a libertação, as Farc buscam ganhar espaço político e melhorar sua imagem internacional após receber uma série de golpes do governo do presidente colombiano, Alvaro Uribe, e do Exército, como a morte de líderes de alto escalão da guerrilha e o resgate de reféns importantes, como a política Ingrid Betancourt.
Os três policiais e o soldado, que formavam parte de um grupo de reféns que as Farc tentavam trocar por 500 rebeldes presos, foram entregues em um local na selva do sul do país a uma missão humanitária liderada pela senadora colombiana Piedad Córdoba e que teve apoio logístico do Brasil.
"Em uma área rural do Departamento de Caquetá, as Farc-EP entregaram para membros da Comissão de Colombianos e Colombianas pela Paz e para delegados do Comitê Internacional da Cruz Vermelha Alexis Torres Zapata, Juan Fernando Galicia e José Walter Lozano, membros da Polícia Nacional, e o soldado William Giovanni Rodríguez", disse a Cruz Vermelha em comunicado.
A libertação foi antecedida por um confuso incidente que, segundo integrantes da missão humanitária, aconteceu por conta de sobrevoos realizados por aviões militares antes da entrega. Essa versão foi negada pelo governo por meio do alto-comissário para a paz, Luis Carlos Restrepo.
Ao anoitecer de domingo, os quatro reféns e a comissão humanitária chegaram ao aeroporto de Villavicencio, onde foram recebidos com aplausos.
"Temos que lutar por todos os companheiros que continuam nessa selva", disse o policial Torres, enquanto comemorava a libertação em frente às câmeras de televisão e de fotógrafos junto com os demais libertados.
sábado, 31 de janeiro de 2009
BRASIL - Como funciona a Amazônia (2) a maior floresta tropical do mundo
A Amazônia é a maior floresta tropical em área contínua da Terra. São cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados divididos entre o Brasil, Venezuela, Suriname, Guiana, Guiana Francesa, Equador e Colômbia. Nela também está a maior bacia hidrográfica do mundo com o maior rio do planeta, o Amazonas. Ficam no Brasil cerca de 80% da floresta.A maior parte do ecossistema amazônico fica em terra firme numa grande planície de 100 a 200 metros de altitude que segue até as montanhas onde inicia a Cordilheira dos Andes. Esta grande planície é fruto dos sedimentos deixados pelo lago Belterra, que existiu na região se formou a 1,8 milhão de anos atrás e desapareceu há 25 mil anos.
Na foz da bacia hidrográfica no litoral brasileiro, o solo e a vegetação estão praticamente no nível do mar e, em algumas áreas abaixo, o que faz com que o mar invada o leito do rio, provocando um fenômeno chamado pororoca. Igarapés, estreitos riachos que cortam a mata, e igapós, extensas áreas com água cobrindo a vegetação mais baixa, são comuns na região. Uma das mais interessantes atrações turísticas da região, o encontro das águas em Manaus mostra outra característica da região: de um lado as águas escuras e ácidas do rio Negro, do outro as barrentas do rio Solimões se unem para formar o Amazonas.

Como todas as floretas tropicais, a maior parte do seu solo é pobre em nutrientes, formando uma grande biomassa na base das árvores, essa sim rica em nutrientes. Suas árvores como as samuameiras, castanheiras, mogno ou jatobá podem chegar a alturas entre 30 e 50 metros de altura. As palmeiras também são comuns na região. O açaizeiro, de onde sai o açaí - fruto utilizado na alimentação diária de boa parte da população tradicional da região, é um dos mais comuns.
A dimensão da rica biodiversidade amazônica ainda é uma incógnita, havendo as mais diversas estimativas para o número de espécies vegetais e animais presentes na floresta. Alguns animais aquáticos bem conhecidos como o pirarucu, boto e peixe-boi estão ameaçados de extinção graças a exploração desenfreada. O mogno, árvore cuja madeira pela sua maleabilidade é muito procurada, também está ameaçada.
A pressão econômica e social do homem tem sido a maior razão para a devastação amazônica. O chamado arco do desmatamento, área fronteiriça da floresta que abrange Rondônia, norte do Mato Grosso, sul do Pará e oeste do Maranhão, empurra a destruição cada vez mais para dentro da mata.
Degradação da floresta
Por ano, são desmatados, em média, cerca de 21 mil quilômetros da floresta no Brasil, o que significa dizer que a Amazônia perde o equivalente a um Estado de Sergipe anualmente. De 2004 até metade de 2007, houve uma queda acentuada nos índices de desmatamento, chegando a 14 mil quilômetros quadrados entre agosto de 2005 e julho de 2006. De agosto de 2006 a julho de 2007, foram desmatados 11,2 mil quilômetros quadrados. A situação, no entanto, começou a se inverter novamente. Nos últimos cinco meses de 2007, o desmatamento foi de 3.233 quilômetros quadrados, um número muito alto principalmente porque nos últimos meses do ano, com as chuvas fortes na região, a derrubada de árvores costuma ser pequena. Mas quais as razões para o desmatamento?
São várias as causas do desmatamento amazônico: aumento populacional, exploração de madeira, pecuária e agricultura extensiva, queimadas, extração mineral e ampliação da infra-estrutura da região, são as principais resposáveis do desmatamento da Amazônia.