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domingo, 2 de janeiro de 2011

Na posse da presidenta Dilma, Sebastian Piñera Presidente do Chile comete mais uma gafe



O presidente do Chile, Sebastián Piñera, cujas gafes são recorrentes, meteu os pés pelas mãos de novo ao chamar Brasília de Brasilea no último sábado, quando viajou para a posse de Dilma Rousseff.

"Chegando em Brasilea para mudança de comando Lula-Dilma. 2010 foi um ano duro mas soubemos enfrentar com unidade. Será um grande ano para o Chile", postou o presidente em sua conta no Twitter, que originou uma série de brincadeiras e críticas entre os usuários do microblog.

"Brasilea é a capital de Bresil, fica ao lado de Ecuadeaor", ironizava um. "Piñera fez escala em Montefideo antes de chegar a Brasiléia", "Brasiléia está cheia de brasuizos", dizia outro. 
Em entrevista publicada neste domingo pelo jornal "La Cuarta", Piñera também se enrolou ao explicar um de seus erros mais conhecidos, que foi quando mencionou Robinson Crusoé, o personagem de Daniel Defoe, quando declarou ser uma pessoa de carne e osso.

O episódio aconteceu em abril do ano passado, quando visitou o arquipélago Juan Fernández, devastado pelo terremoto e tsunami do dia 27 de fevereiro.

"Nesta ilha viveu Robinson Crusoé durante quatro longos anos, cuja história não somente fascinou o mundo inteiro, mas pôs esta ilha onde vivem 800 chilenos no mapa do mundo", disse o presidente, que completou ao se referir ao arquipélago como se fosse uma ilha.

"Eu sempre fui um grande admirador de Willem Dafoe (sic), que escreveu o romance 'Robinson Crusoé'. Certa vez os habitantes disseram que foi Crusoé que pôs a ilha do mapa, portanto poderíamos dizer que Crusoé é habitante desta ilha", disse, confundindo o autor com o ator de cinema americano Willem Dafoe (de "Homem-Aranha" e "Anticristo").

Terra Brasilis

Outra gafe do Presidente chileno.
 
Na sua admiração reprimida pelo regime nazista da Alemanha de Hitler e do Chile do Pinochet (como foi revelado pelo wikileaks), Piñera já tinha assinado o livro de ouro de visitantes ilustres na alemanha, ecrevendo uma frase considerada nazista e que já tinha sido retirada do Hino Nacional a alemanha"Deutschland über alles" (Alemanha acima de tudo). A folha teve que ser retirada do livro e o Presidente chileno escrever outra frase.


domingo, 12 de dezembro de 2010

Ferramenta de ataques pró-Wikileaks revela identidade de usuário


Software não realiza falsificação de endereço, apontam especialistas.
Porta-voz de grupo 'Anônimo' revelou sua identidade em arquivo PDF.

Tela do 'canhão de íons de órbita baixa', utilizado para atacar sites pelo grupo 'Anonymous'.

 Especialistas analisaram o programa LOIC, o “Canhão de íons de órbita baixa”, usado pelos integrantes do grupo “Anonymous” para realizar os ataques em defesa do Wikileaks, e concluíram que o software revela informações sobre seu utilizador, permitindo que autoridades competentes facilmente identifiquem aqueles que estão participando dos ataques.


O LOIC não realiza nenhum tipo de falsificação de origem dos dados. Os próprios manuais de instrução dos Anonymous dizem que não é possível usar ferramentas para esconder seu endereço, método conhecido como "proxy". “Seria como atirar com uma bazuca em direção ao seu vizinho, mas atrás do seu muro. Você só vai destruir seu próprio muro”, explica um texto sobre o software.

Os pesquisadores da Universidade de Twente, na Holanda, alertam que, sem o uso de uma rede capaz de tornar o tráfego anônimo, usuários do LOIC podem ser facilmente identificados.


Um desenvolvedor que se identifica como “Praetox Technologies” foi o idealizador do LOIC. O programa foi criado para realizar testes de carga para verificar a resistência de sites web. Ele recebeu adaptações dos Anonymous para ser usado nos ataques. Por isso, não inclui nenhum tipo de falsificação para proteger seus usuários.
Dois membros do “Anonymous”, um de 16 e outro de 19 anos, foram presos na Holanda acusados de participação nos ataques. O primeiro foi preso por ser um dos responsável pela manutenção dos canais de comunicação do "Anonymous"; o outro, por fazer parte do ataque que derrubou o site da promotoria que fez a primeira prisão.


Descuidos
Além de a ferramenta usada para realizar os ataques não ser adequada para o “anonimato” desejado, alguns anônimos também não tomam cuidados com sua identidade. Um documento PDF criado como “nota à imprensa” pelos Anonymous trouxe em seus metadados o nome do autor, Alex Tapanaris. Essa informação é normalmente adicionada por editores de texto, caso o usuário não tome o cuidado de apagá-la.



Metadados de nota à imprensa revela nome do redator 'anônimo'.  
Metadados de nota à imprensa revela nome do redator 'anônimo'. (Foto: Reprodução)
Outros internautas que participam do movimento conectam aos canais de bate-papo usando clientes web que revelam o endereço IP completo e real do usuário para todos os demais membros da sala. Como comparação, um bate-papo no Live Messenger normalmente só revela o IP do participante quando ele realiza certas atividades, como conversa multimídia ou envio de arquivos.
Membros do Anonymous disseram, ainda antes das prisões, ao G1 que estavam cientes dos riscos. “Se alguém for preso não será a primeira vez”, observou um deles. A “defesa” dos participantes seria o seu grande número e a improbabilidade de todos eles serem perseguidos pela polícia.
O documento de perguntas frequentes (FAQ) sobre o LOIC afirma que “as chances de você ser preso são quase zero” e que, no caso de problemas, o anônimo deve “dizer que foi infectado por um vírus ou negar ter conhecimento do software”.

Leia a matéria completa no G1 clicando

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Imprensa - Wikileaks: Fim do assalto!



A escalofriante campanha de intimidação que governos e corporações privadas estão realizando contra Wikileaks é injusta, perigosa e põe em perigo o Estado democrático de direito e a liberdade de imprensa. 

Expertos opinam que é provável que Wikileaks não tenha vulnerado nenhuma lei. Entretanto, políticos estadunidenses têm acusado de grupo terrorista e se tem se chegado a insinuar que haveria que matar aos membros da sua equipe. A organização está sofrendo um ataque massivo por parte de governos e corporações, mas WikiLeaks se está limitando a publicar informação facilitada por confidentes, em colaboração com alguns dos jornais mais proeminentes do mundo (New York Times, The Guardian, Spiegel, El País), que examinam cuidadosamente a informação antes de publicar-la.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Como funciona Wikileaks?




Segundo WikiLeaks, Hugo Chávez está "louco" e EUA tentaram isolá-lo



O presidente venezuelano, Hugo Chávez, está "louco" e transformando o seu país em "outro Zimbábue". Esta foi a opinião manifestada em setembro de 2009 por Jean-David Lévitte, conselheiro diplomático do presidente francês, Nicolas Sarkozy, segundo documento publicado pelo site WikiLeaks.

"Lévitte observou que o presidente venezuelano estava 'louco' e disse que até mesmo o Brasil não podia apoiá-lo", destacou este documento que resumiu uma conversa entre o conselheiro francês e o vice-secretário americano, Philip Gordon. A conversa ocorreu em 16 de setembro de 2009.
"Infelizmente, Chávez está tomando um dos países mais ricos da América Latina e o está transformando em outro Zimbábue", acrescentou o documento publicado pelo site do jornal britânico "Guardian".

O jornal espanhol "El País", que também publicou os documentos divulgados pelo WikiLeaks neste domingo, informou que a diplomacia americana trabalhou para que países da América Latina isolassem o presidente Chávez.
O periódico relatou os "esforços" da diplomacia americana "em cortejar países da América Latina para isolar o venezuelano Hugo Chávez".

Documentos confidenciais revelam que, para EUA, Itamaraty é adversário



Telegramas confidenciais de diplomatas dos EUA indicam que o governo daquele país considera o Ministério das Relações Exteriores do Brasil como um adversário que adota uma "inclinação antinorte-americana".


Esses mesmos documentos mostram que os EUA enxergam o ministro da Defesa, Nelson Jobim, como um aliado em contraposição ao quase inimigo Itamaraty.
Mantido no cargo no governo de Dilma Rousseff, o ministro é elogiado e descrito como "talvez um dos mais confiáveis líderes no Brasil". 


A Folha leu com exclusividade seis telegramas de um lote de 1.947 documentos elaborados pela Embaixada dos EUA em Brasília, sobretudo na última década. 

Os despachos foram obtidos pela organização não governamental WikiLeaks. As íntegras desses papéis estarão hoje no site da ONG, que também produzirá reportagens em português. O site da Folha divulgará os telegramas completos. 

Num dos telegramas, de 25 de janeiro de 2008, o então embaixador dos EUA em Brasília, Clifford Sobel, relata aos seus superiores como havia sido um almoço mantido dias antes com Nelson Jobim. Nesse encontro, o ministro brasileiro contribuiu para reforçar a imagem negativa do Itamaraty perante os norte-americanos. 

Indagado sobre acordos bilaterais entre os dois países, Jobim citou o então secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães. 

Segundo o relato produzido por Clifford Sobel, "Jobim disse que Guimarães 'odeia os EUA' e trabalha para criar problemas na relação [entre os dois países]". 

Não há nos seis telegramas confidenciais lidos pela Folha nenhuma menção a atos ilícitos nas relações bilaterais Brasil-EUA. São apenas descrições de encontros, almoços e reuniões.
Ao mencionar um acordo bilateral, Clifford Sobel diz que caberá ao presidente Lula decidir entre as posições de um "inusualmente ativo ministro da Defesa interessado em desenvolver laços mais próximos com os EUA e um Ministério das Relações Exteriores firmemente comprometido em manter controle sobre todos os aspectos da política internacional". 

Num telegrama de 13 de março de 2008, Sobel afirma que o Itamaraty trabalhou ativamente para limitar a agenda de uma viagem de Jobim aos EUA. 

Ao relatar a visita (de 18 a 21 de março de 2008), os EUA pareciam frustrados: "Embora existam boas perspectivas para melhorar nossa relação na área de defesa com o Brasil, a obstrução do Itamaraty continuará um problema". 


CAÇAS DA FAB
 
Apesar de elogiado, Jobim nunca apresentou em reuniões nenhuma proposta especial aos EUA a respeito da licitação dos 36 aviões caça que serão comprados pela Força Aérea Brasileira.
Em todos os relatos confidenciais os diplomatas dos EUA em Brasília mencionam frases de Jobim que coincidem com o que o ministro declarou em público. 

Em uma ocasião, por exemplo, os norte-americanos escrevem: "Compras de fornecedores dos EUA serão mais competitivas quando [o país] autorizar uma produção brasileira de futuros sistemas militares". 

Procurado pela Folha, o Departamento de Estado dos EUA se recusou a comentar as comunicações sigilosas. 

Uma porta-voz do departamento enfatizou que os países mantêm boas relações. A Casa Branca não respondeu à reportagem até a conclusão desta edição. 


sábado, 4 de dezembro de 2010

"Transparência involuntária", o novo conceito trás Wikileaks

"Transparência involuntária", o novo conceito trás Wikileaks é o argumento pelo qual tem-se legitimado a difusão de documentos obtidos pelo sítio Web sem importar seu origem.


Assista detalhes do conceito de transparência involuntária preconizado pelo site wikileaks

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