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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

CONCURSEIROS

CONCURSO
No total, são 29 vagas de auditor fiscal em seis cidades


O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu concurso para preenchimento de 29 vagas de auditor federal para seis cidades do Brasil. Para concorrer, o candidato deve ter nível superior em qualquer área de formação e se inscrever até o dia 3 de setembro. O salário é de R$ 12.076,90, com a jornada de trabalho de 40 horas semanais. O Pará terá apenas duas vagas disponíveis. Do total das oportunidades, há uma vaga reservada para candidatos com deficiência para Brasília.


As vagas são para Brasília (19), Amapá (2), Amazonas (2), Mato Grosso (2), Pará (2) e Rondônia (2). Os candidatos deverão estar com o diploma de conclusão de curso de nível superior ou habilitação legal, devidamente registrados. As inscrições deverão ser feitas somente pelo site www.cespe.unb.br/concursos/tcu_13_auditor. A taxa de inscrição é de R$120 e o pagamento deve ser efetuado até o dia 13 de setembro.


O certame contará com uma prova objetiva e outra discursiva, nas áreas de conhecimento básico e específico. As provas serão executadas pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cesp/UnB), na data provável de 13 de outubro, nos turnos da manhã e tarde, nas cidades de Brasília, Macapá, Manaus, Cuiabá, Belém e Porto Velho. O programa de formação, que corresponde à segunda fase será realizado somente em Brasília. O concurso terá validade de 90 dias e não poderá ser prorrogado.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Só para a gente saber - Brasil deixa de aplicar e devolve doação destinada à proteção de florestas



Local: Internacional - AC
Fonte:
Agência Câmara

Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a pedido da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle mostrou que, por ter perdido o prazo de aplicação, o governo brasileiro teve de devolver cerca de 8,4 milhões de dólares (R$ 13,3 milhões) de um total de 352 milhões de dólares (R$ 557,9 milhões) doados ao Brasil para proteção de florestas tropicais.


O pedido de investigação consta da Proposta de Fiscalização Financeira (PFC) 64/08, que teve por objetivo analisar a execução dos recursos provenientes de doações de entidades ou países ao Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7), além de contratos e convênios firmados entre 2002 a 2008.


O TCU concluiu que a maioria dos problemas identificados são sistêmicos e comuns a diversas outras ações governamentais.  Assim, o entendimento do TCU foi de que o PPG7 cumpriu seus objetivos, mas o tribunal recomendou ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) a adoção de medidas para potencializar o aproveitamento dos recursos ainda disponíveis.


Falhas de planejamento
O TCU constatou falhas de planejamento e de coordenação que levaram à devolução de recursos aos doadores.  Também foram constatados atrasos na análise de prestações de contas pelo MMA.


“Por outro lado, observou-se que os controles internos dos projetos são, em regra, eficientes na prevenção e detecção de irregularidades, em especial devido ao acompanhamento contínuo realizado pelos doadores”, destacou o relatório.
A comissão concluiu que a proposta cumpriu seu objetivo e a arquivou na quarta-feira, conforme o voto do relator, deputado Dr. Paulo César (PR-RJ).


O PPG7 é financiado por doações dos países integrantes do ex-Grupo dos Sete, da União Europeia e dos Países Baixos, complementadas com contrapartidas do governo brasileiro, dos governos estaduais e de organizações da sociedade civil.  Segundo o relatório, em agosto de 2009 as contribuições já contratadas ou empenhadas pelos doadores atingiam aproximadamente 436 milhões de dólares (R$ 691 milhões).