Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
quinta-feira, 12 de julho de 2018
terça-feira, 29 de maio de 2018
domingo, 13 de maio de 2018
Feliz dia das mães
Nunca deixa de estar presente na minha vida, até os 13 anos quando nos deixou. Sempre segui seus maravilhosos conselhos e suas profundas ensinamentos de que somente a educação fazia os homens verdadeiramente livres.
segunda-feira, 7 de maio de 2018
UNIVERSITEC recebeu visita da comitiva da embaixada da Bélgica no Brasil,
A Agência de Inovação tecnológica da Universidade Federal do Pará (Universitec/UFPA) recebeu na manhã da última quinta-feira, dia 26, a comitiva da embaixada da Bélgica no Brasil, que tinha interesse em conhecer a atuação da Agência, com foco no processo de incubação, a relação do espaço acadêmico com a indústria e a sociedade, bem como apresentar a possibilidade da abertura de negócios para as empresas brasileiras na Europa.

No encontro, que integra uma série de visitas que a embaixada está fazendo no Estado, representam o país europeu o embaixador, Dirk Loncke, o ministro-conselheiro, Hendrick Roggen e os adidos econômicos de Flandres, Valônia e Bruxelas, Yves Lapere, André Villers e Stefano Missir, respectivamente. Além deles, também está Maria Laura Maron, conselheira econômica da Valônia.
“Isso é fundamental para a Universitec porque abre uma verdadeira janela de oportunidade para observar os avanços tecnológicos e os nichos de mercados existentes não apenas na Bélgica, bem como no conjunto da União Europeia. A importância é recíproca porque também permite mostrar aos interlocutores o que nós estamos produzindo e os avanços tecnológicos que nossas empresas tem alcançado, principalmente o que diz respeito a exploração de produtos oriundos da biodiversidade e do patrimônio genético existente na Amazônia”, afirmou Gonzalo Enríquez, diretor da Agência.

Para os visitantes, o que mais impressionou foi a infraestrutura científica e os ativos tecnológicos que conta a universidade (patentes e marcas) e também todo o processo de apoio às empresas incubadas e os resultados que estas tem gerado para o mercado.
“A coisa mais importante é ver a atração de pesquisas cientificas e a incubação linkando para os negócios. A própria incubação é como um hospital, onde a melhor parte é a maternidade, onde as coisas boas acontecem, assim é o nosso planejamento de negócio. A parte mais importante não é o incentivo, e sim os contatos e os valores que compartilhamos, que foi exatamente ocorrido neste evento” afirmou Dirk Loncke, embaixador da Bélgica.
Para Yves Lampere, um dos objetivos da comitiva é buscar empresas para fazer parcerias com investimentos na Bélgica, assim oferecendo todo o apoio necessário para este desenvolvimento. Além disso, destaca a importância da vivência de pessoas que moram na Amazônia para produzir um leque maior de oportunidades.

“Foi uma honra receber representantes de atração de investimento da Bélgica na NAYAH e perceber que em um país com uma tradição tão forte relacionada à chocolateria há um interesse genuíno pelo chocolate inovador que produzimos na Amazônia. Foi muito interessante ouvir sobre as oportunidades que o país oferece para o desenvolvimento de empreendimentos pautados na inovação em produtos e processos, bem como infraestrutura de acesso a mercados. Minha expectativa é que a partir do contato estabelecido possamos iniciar testes de mercado no país para introdução de nosso Chocolate Origem Amazônia no mercado Belga” afirmou Luciana Centeno, proprietária da NAYAH Sabores da Amazônia.
Quem também chamou atenção dos membros da embaixada foi a Dynamis Techne, empresa de engenharia de estruturas e fundações com elevado enfoque em tecnologia, que já vislumbra iniciar um processo de submissão para a abertura de um escritório em Bruxelas.

“A visita do embaixador e de adidos da Bélgica à Universitec/Piebt demonstra a importância da agência e das empresas incubadas para o desenvolvimento tecnológico do estado do Pará. Sem dúvida, a cooperação entre a Bélgica, o estado do Pará e a UFPA trará grandes benefícios para todos os participantes. Diante disso, após este relevante encontro, a Dynamis Techne decidiu que irá submeter solicitação para abertura de um escritório/representação da empresa na Bélgica, cuja capital, Bruxelas, é também a capital da União Europeia” pontuou Remo Magalhães, sócio da Dynamis Techne.
Por fim, Iara Neves, Coordenadora do PIEBT, ressalta também a importância dessa possibilidade de intercâmbio para as empresas incubadas, que é propiciada pelo governo belga por meio de uma experiência inicial de três meses.
“É muito importante que o PIEBT esteja no radar de iniciativas internacionais que buscam relação com empresas brasileiras, isso ratifica a importância do trabalho de incubação realizado pela UFPA, principalmente, quando vemos que todas as nossas empresas apresentadas despertaram o interesse da Comitiva”, concluiu.
segunda-feira, 26 de março de 2018
segunda-feira, 12 de março de 2018
domingo, 25 de fevereiro de 2018

"Um ancião índio norte-americano, certa vez, descreveu seus conflitos internos da seguinte maneira:
- Dentro de mim há dois cachorros. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom, e eles estão sempre brigando.
Quando lhe perguntaram qual cachorro ganhava a briga, o ancião parou, refletiu e respondeu:
- Aquele que eu alimento mais frequentemente.
Paulo Coelho
Estado Islâmico. A história do 'hipster' que se juntou aos jihadistas da Síria 'por engano'

Albert Berisha tem 31 anos e há cinco foi para Síria a lutar na complexa e sangrenta guerra civil do país.
Mais de 300 pessoas do Kosovo se juntaram a grupos extremistas islâmicos lutando a "guerra santa" na Síria e no Iraque --a região tem o maior número per capita de combatentes em toda a Europa.
Mas nem todos eles correspondem à imagem estereotipada de um jihadista. Um homem de barba curta, sobretudo curto e expressão um tanto confusa acena para mim entre as mesas de um café moderno em Pristina, capital do Kosovo.
Ele toma um copo alto de café com bastante creme chantili em cima.
Albert Berisha tem 31 anos e há cinco foi para a Síria lutar na sangrenta e complexa guerra civil do país. "Sei que é difícil acreditar, mas aconteceu", diz Albert sobre os nove dias que passou com diferentes grupos extremistas.
Articulado e focado, ele diz que sua razão principal para ir para a Síria era fazer oposição ao presidente sírio Bashar Al-Assad.
De certo modo, Albert foi lutar "por engano" e acabou entrando e saindo de experiências desconfortáveis e assustadoras.
Durante o período que passou na Síria, ele diz que a Frente Al-Nusra --grupo que já foi afiliado à Al-Qaeda-- tentaram alistá-lo antes de liberá-lo.
Em seguida, ele foi ficar com um grupo de albaneses antes de descobrir que eles estavam tentando entrar no grupo autodenominado Estado Islâmico (EI), o que ele não queria.
Ideias românticas
Albert disse que escapou enquanto eles lutavam contra os curdos, e foi se juntar ao Ahrar Al-Sham, uma coalizão de grupos islâmicos e salafistas que não é classificada como organização terrorista.
Ele aprendeu como desmontar, limpar e montar novamente um fuzil Kalashnikov, mas afirma nunca ter participado realmente de um combate. Depois de cinco dias, ele percebeu que a vida na Síria não correspondia às ideias românticas que tinha de juntar-se a uma revolução para libertar os oprimidos.
"Seria mais fácil para mim mentir como muitos outros fizeram --dizendo que só queriam oferecer ajuda humanitária", diz.
"Eu realmente achei que terminaria o meu treinamento e seria incluído diretamente no campo de batalha. Mas eu nunca quis me tornar membro de um grupo terrorista."
Por ter crescido no Kosovo, que esteve em guerra com a Sérvia por dois anos durante a infância de Albert, pegar em armas por uma causa não lhe parecia uma ideia completamente estranha.
De acordo com a maneira como ele conta sua história, não se tratava tanto de radicalidade, mas de
ingenuidade. Antes de chegar ao país, ele diz que seu conhecimento sobre a Síria vinha quase que
completamente de vídeos a que assistia na internet.
"Eu imaginei que a oposição a Assad não teria pessoas com histórico de crimes em suas frentes de batalha.
Achei que só haveria pessoas de boa vontade que queriam ajudar a população."
25/02/2018 A história do 'hipster' que se juntou aos jihadistas da Síria 'por engano' - BBC - UOL Notícias
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2018/02/25/a-historia-do-hispter-que-se-juntou-aos-jihadistas-da-siria-por-engano.htm 2/2
Ele afirma, no entanto, que encontrou rixas mesquinhas e brutais entre facções islâmicas diferentes, que faziam
mais mal do que bem aos civis sírios.
Depois de explicar ao comandante de sua unidade que havia deixado de cumprir uma regra crucial --não havia pedido permissão a sua mãe para participar das batalhas--, Albert foi liberado do Ahrar Al-Sham e foi para casa.
Ele ficou fora do Kosovo por menos de duas semanas. Sua mãe nem sabia que ele tinha ido para a Síria.
Pelo menos não até ele ser preso na casa de sua família, em uma manhã de 2014.
Desde então, ele foi acusado de terrorismo e condenado a três anos e meio de prisão, ao qual está apelando no tribunal. Se não conseguir, vai direto para a cadeia.
Por causa do número de combatentes que exportou, o Kosovo ficou conhecido como "a capital da jihad na Europa". O assunto é bastante delicado aqui. Quando eu o menciono a um funcionário do governo, ele interrompe a entrevista, dizendo que a pergunta se trata de "propaganda sérvia e russa".
Retorno
Na medida em que o califado do EI no Oriente Médio se desfaz, a pergunta é o que acontecerá com os combatentes que começam a voltar a seus países de origem.
O primeiro-ministro do Kosovo, Ramush Haradinaj, diz que está disposto a recebê-los de volta, ao contrário de
países como o Reino Unido, que estão revogando a nacionalidade dos combatentes.
Albert e seu amigo Arber criaram uma organização chamada Instituto pela Segurança, Integração e Desradicalização, na esperança de conseguir convencer pessoas a desistirem de ir lutar e fazer um contraponto à narrativa jihadista nas mídias sociais.
Eles também oferecem ajuda aos que voltam ao Kosovo e pretendem se afastar do extremismo, mas admitem não saber se os combatentes que retornarem irão, de fato, querer deixar o radicalismo de lado.
Albert, por sua vez, já pensa no caminho que tomará, aos 34 anos, quando sair da prisão.
"Quando eu era mais jovem, todo mundo pensava que eu teria uma carreira política, e minha primeira aparição na mídia foi como um suspeito de terrorismo", lamenta.
Mas nem todos eles correspondem à imagem estereotipada de um jihadista. Um homem de barba curta, sobretudo curto e expressão um tanto confusa acena para mim entre as mesas de um café moderno em Pristina, capital do Kosovo.
Ele toma um copo alto de café com bastante creme chantili em cima.
Albert Berisha tem 31 anos e há cinco foi para a Síria lutar na sangrenta e complexa guerra civil do país. "Sei que é difícil acreditar, mas aconteceu", diz Albert sobre os nove dias que passou com diferentes grupos extremistas.
Articulado e focado, ele diz que sua razão principal para ir para a Síria era fazer oposição ao presidente sírio Bashar Al-Assad.
De certo modo, Albert foi lutar "por engano" e acabou entrando e saindo de experiências desconfortáveis e assustadoras.
Durante o período que passou na Síria, ele diz que a Frente Al-Nusra --grupo que já foi afiliado à Al-Qaeda-- tentaram alistá-lo antes de liberá-lo.
Em seguida, ele foi ficar com um grupo de albaneses antes de descobrir que eles estavam tentando entrar no grupo autodenominado Estado Islâmico (EI), o que ele não queria.
Ideias românticas
Albert disse que escapou enquanto eles lutavam contra os curdos, e foi se juntar ao Ahrar Al-Sham, uma coalizão de grupos islâmicos e salafistas que não é classificada como organização terrorista.
Ele aprendeu como desmontar, limpar e montar novamente um fuzil Kalashnikov, mas afirma nunca ter participado realmente de um combate. Depois de cinco dias, ele percebeu que a vida na Síria não correspondia às ideias românticas que tinha de juntar-se a uma revolução para libertar os oprimidos.
"Seria mais fácil para mim mentir como muitos outros fizeram --dizendo que só queriam oferecer ajuda humanitária", diz.
"Eu realmente achei que terminaria o meu treinamento e seria incluído diretamente no campo de batalha. Mas eu nunca quis me tornar membro de um grupo terrorista."
Por ter crescido no Kosovo, que esteve em guerra com a Sérvia por dois anos durante a infância de Albert, pegar em armas por uma causa não lhe parecia uma ideia completamente estranha.
De acordo com a maneira como ele conta sua história, não se tratava tanto de radicalidade, mas de
ingenuidade. Antes de chegar ao país, ele diz que seu conhecimento sobre a Síria vinha quase que
completamente de vídeos a que assistia na internet.
"Eu imaginei que a oposição a Assad não teria pessoas com histórico de crimes em suas frentes de batalha.
Achei que só haveria pessoas de boa vontade que queriam ajudar a população."
25/02/2018 A história do 'hipster' que se juntou aos jihadistas da Síria 'por engano' - BBC - UOL Notícias
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2018/02/25/a-historia-do-hispter-que-se-juntou-aos-jihadistas-da-siria-por-engano.htm 2/2
Ele afirma, no entanto, que encontrou rixas mesquinhas e brutais entre facções islâmicas diferentes, que faziam
mais mal do que bem aos civis sírios.
Depois de explicar ao comandante de sua unidade que havia deixado de cumprir uma regra crucial --não havia pedido permissão a sua mãe para participar das batalhas--, Albert foi liberado do Ahrar Al-Sham e foi para casa.
Ele ficou fora do Kosovo por menos de duas semanas. Sua mãe nem sabia que ele tinha ido para a Síria.
Pelo menos não até ele ser preso na casa de sua família, em uma manhã de 2014.
Desde então, ele foi acusado de terrorismo e condenado a três anos e meio de prisão, ao qual está apelando no tribunal. Se não conseguir, vai direto para a cadeia.
Por causa do número de combatentes que exportou, o Kosovo ficou conhecido como "a capital da jihad na Europa". O assunto é bastante delicado aqui. Quando eu o menciono a um funcionário do governo, ele interrompe a entrevista, dizendo que a pergunta se trata de "propaganda sérvia e russa".
Retorno
Na medida em que o califado do EI no Oriente Médio se desfaz, a pergunta é o que acontecerá com os combatentes que começam a voltar a seus países de origem.
O primeiro-ministro do Kosovo, Ramush Haradinaj, diz que está disposto a recebê-los de volta, ao contrário de
países como o Reino Unido, que estão revogando a nacionalidade dos combatentes.
Albert e seu amigo Arber criaram uma organização chamada Instituto pela Segurança, Integração e Desradicalização, na esperança de conseguir convencer pessoas a desistirem de ir lutar e fazer um contraponto à narrativa jihadista nas mídias sociais.
Eles também oferecem ajuda aos que voltam ao Kosovo e pretendem se afastar do extremismo, mas admitem não saber se os combatentes que retornarem irão, de fato, querer deixar o radicalismo de lado.
Albert, por sua vez, já pensa no caminho que tomará, aos 34 anos, quando sair da prisão.
"Quando eu era mais jovem, todo mundo pensava que eu teria uma carreira política, e minha primeira aparição na mídia foi como um suspeito de terrorismo", lamenta.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
UFPA manifesta-se contra o decreto 9.262/2018, que extingue cargos públicos
Em reunião realizada nesta sexta-feira, 16 de fevereiro, na sala dos Colegiados Deliberativos Superiores, a Reitoria da Universidade Federal do Pará e o Fórum de Secretárias (os) Executivas (os) da instituição discutiram as consequências para as universidades federais do Decreto 9.262/2018, que extingue mais de sessenta mil cargos públicos, incluindo cargos das Instituições Federais de Ensino Superior, como Auxiliar Administrativo, Secretário Executivo, Tradutor, Intérprete e Revisor de Textos.

Segundo o Fórum de Secretárias/os da UFPA, o governo alega mudanças recentes no mundo do trabalho para justificar a extinção dos cargos, o que se aplica apenas a alguns dos cargos extintos, como o de datilógrafo. No entanto, muitos outros cargos continuam necessários para as instituições. Esse é o caso das/os Secretárias/os Executivas/os, que desenvolvem atividades integralmente alinhadas com os processos contemporâneos de gestão. As funções cumpridas por essas/es profissionais continuam sendo necessárias às instituições universitárias e, com a extinção, não haverá servidores de carreira para executá-las.
O Reitor da UFPA e Presidente da ANDIFES, Emmanuel Tourinho, informou que a ANDIFES reuniu com o MEC, no dia 16 de janeiro, e apresentou a posição dos/as reitores/as contra a medida, salientando diversos impactos negativos para a gestão das instituições. Na ocasião, o MEC comprometeu-se a buscar uma solução junto ao Ministério do Planejamento. A ANDIFES, por meio de seu Fórum de Gestores de Pessoal, FORGEPE, esteve também em audiência com o Ministério do Planejamento, no dia 22 de janeiro, levando a mesma posição e pleiteando a retirada das universidades federais da abrangência do Decreto.
Para o Reitor da UFPA, a contratação, nas universidades federais, de servidores de carreira para algumas funções é indispensável, a exemplo do cargo de Secretária (o) Executiva (o), daí ser inaceitável o decreto governamental. "Não podemos recorrer à terceirização para funções que são estratégicas para a governança da instituição, que concentram grandes responsabilidades, inclusive, no acesso e gestão de informações, e que requerem familiaridade com a cultura organizacional. Além disso, não há recursos de custeio para contratar servidores terceirizados", completou o Reitor. A medida foi ainda apontada como parte de um conjunto mais amplo de iniciativas governamentais que têm comprometido o funcionamento adequado de instituições públicas.
As/os Secretárias (os) presentes informaram, ainda, sobre a atuação da Federação Nacional das Secretárias e Secretários, que busca mudanças no Decreto, de modo a garantir a continuidade do cargo no serviço público federal.
A reunião foi encerrada com a definição de continuidade do diálogo entre a Administração Superior da UFPA e as/os servidoras (es) que ocupam cargos de Secretárias (os), a fim de compartilhar informações e acompanhar os desdobramentos da aplicação do Decreto.
Texto e foto: Divulgação: ASCOM

Segundo o Fórum de Secretárias/os da UFPA, o governo alega mudanças recentes no mundo do trabalho para justificar a extinção dos cargos, o que se aplica apenas a alguns dos cargos extintos, como o de datilógrafo. No entanto, muitos outros cargos continuam necessários para as instituições. Esse é o caso das/os Secretárias/os Executivas/os, que desenvolvem atividades integralmente alinhadas com os processos contemporâneos de gestão. As funções cumpridas por essas/es profissionais continuam sendo necessárias às instituições universitárias e, com a extinção, não haverá servidores de carreira para executá-las.

Para o Reitor da UFPA, a contratação, nas universidades federais, de servidores de carreira para algumas funções é indispensável, a exemplo do cargo de Secretária (o) Executiva (o), daí ser inaceitável o decreto governamental. "Não podemos recorrer à terceirização para funções que são estratégicas para a governança da instituição, que concentram grandes responsabilidades, inclusive, no acesso e gestão de informações, e que requerem familiaridade com a cultura organizacional. Além disso, não há recursos de custeio para contratar servidores terceirizados", completou o Reitor. A medida foi ainda apontada como parte de um conjunto mais amplo de iniciativas governamentais que têm comprometido o funcionamento adequado de instituições públicas.
As/os Secretárias (os) presentes informaram, ainda, sobre a atuação da Federação Nacional das Secretárias e Secretários, que busca mudanças no Decreto, de modo a garantir a continuidade do cargo no serviço público federal.
A reunião foi encerrada com a definição de continuidade do diálogo entre a Administração Superior da UFPA e as/os servidoras (es) que ocupam cargos de Secretárias (os), a fim de compartilhar informações e acompanhar os desdobramentos da aplicação do Decreto.
Texto e foto: Divulgação: ASCOM
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