O Canadá se retirou do Protocolo de Kyoto, um acordo a redução das
emissões de gases do efeito estufa, declarou nesta segunda-feira (12) o
ministro canadense do Meio Ambiente, Peter Kent.
“Estamos invocando o direito legal do Canadá de abandonar formalmente
(o Protocolo de) Kyoto”, disse Kent após a conferência da ONU sobre o
aquecimento global encerrada no domingo em Durban, África do Sul.
“Kyoto não funciona” e o Canadá corre o risco de pagar multas de
vários bilhões de dólares se permanecer neste acordo, disse Kent.
O Protocolo de Kyoto, fechado em 1997, é o único tratado global que fixa reduções de emissões globais de carbono.
Mas as reduções fixadas afetam os países ricos, com exceção dos
Estados Unidos, que não é signatário do acordo, e não afeta os grandes
emergentes como China ou Índia.
Sob o Protocolo de Kyoto, o Canadá concordou em reduzir até 2012 suas
emissões de carbono a 6% menos que os níveis registrados em 1990, mas,
em vez disso, suas emissões aumentaram consideravelmente.
A saída do Canadá do protocolo fará com que o país evite pagar multas
de até 13,6 bilhões de dólares por não ter cumprido as metas.
Os representantes de cerca de 190 países aprovaram no domingo na
conferência da ONU sobre o clima de Durban um mapa do caminho para um
acordo global em 2015 destinado a reduzir as emissões de gás de efeito
estufa. (Fonte: G1)
Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
quarta-feira, 18 de março de 2009
No 1o discurso como ex-presidente, Bush é alvo de protestos
CALGARY, Canadá (Reuters) - Mais de cem manifestantes dirigiram gritos de "criminoso de guerra" e atiraram sapatos na terça-feira em Calgary, no Canadá, para protestar contra a presença na cidade do ex-presidente norte-americano George W. Bush, que fez ali o seu primeiro discurso desde que deixou a Casa Branca, em 20 de janeiro.
Pelo menos dois manifestantes foram detidos, enquanto 1.500 executivos dessa cidade petroleira esperavam durante uma hora em frente a um centro de convenções para passar pela rígida segurança e entrar no almoço, a um preço de 400 dólares canadenses por pessoa (315 dólares norte-americanos).
A imprensa foi barrada no evento, só para convidados, em que Bush deveria refletir sobre seus oito anos como presidente.
"Ele é um criminoso de guerra que travou uma guerra ilegal, e há quem diga que nunca foi eleito democraticamente, então há quem diga que deveria ser preso assim que chegar aqui", disse uma mulher, vestida como prisioneira de Guantánamo, que se identificou como Ivana Nomobush.
Pelo menos dois manifestantes foram detidos, enquanto 1.500 executivos dessa cidade petroleira esperavam durante uma hora em frente a um centro de convenções para passar pela rígida segurança e entrar no almoço, a um preço de 400 dólares canadenses por pessoa (315 dólares norte-americanos).
A imprensa foi barrada no evento, só para convidados, em que Bush deveria refletir sobre seus oito anos como presidente.
"Ele é um criminoso de guerra que travou uma guerra ilegal, e há quem diga que nunca foi eleito democraticamente, então há quem diga que deveria ser preso assim que chegar aqui", disse uma mulher, vestida como prisioneira de Guantánamo, que se identificou como Ivana Nomobush.
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