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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Agora Bolívia

Bolívia vai pagar indenização, diz ministro espanhol

SÃO PAULO - A Espanha vai acompanhar o desenrolar do caso da subsidiária boliviana da Red Eléctrica de España (REE), que ontem foi nacionalizada pelo presidente da Bolívia, Evo Morales, por meio de decreto.

O ministro da Economia da Espanha, Luis de Guindos, disse que o governo de Morales deu garantias de que vai indenizar a empresa espanhola pelos investimentos realizados na rede de eletricidade da Bolívia, mas não deixou de criticar a medida.

A Comunidade Europeia mostrou-se preocupada com a nacionalização da filial boliviana da REE e avalia que a decisão envia um sinal negativo aos investidores internacionais. "Confiamos que as autoridades bolivianas respeitem plenamente os acordos de investimento com a Espanha e garantam uma compensação rápida e adequada por esta expropriação", comentou o porta-voz de Comércio, John Clancy.

O presidente da Bolívia disse que seu governo tomou a decisão de estatizar a subsidiária da espanhola Red Eléctrica como justo reconhecimento aos trabalhadores e ao povo boliviano "que têm lutado pela recuperação dos recursos naturais e dos serviços básicos". "Para esclarecer a opinião pública nacional e internacional, esta empresa antes era nossa e estamos nacionalizando o que era nosso", afirmou Morales.

A decisão segue a da Argentina, que decidiu expropriar a YPF da espanhola Repsol no mês passado.
Por Juliana Cardoso | Valor, com agências internacionais

quarta-feira, 4 de março de 2009

Crime globalizado - Brasil, Bolívia, Paraguay e Portugal - globalized crime

As organizações criminosas brasileiras PCC (Primeiro Comando da Capital), de São Paulo, e Comando Vermelho, do Rio de Janeiro, aumentaram sua presença internacional, atuando em países como Bolívia, Paraguai e, "possivelmente", Portugal. A afirmação é do relatório anual do Departamento de Estado dos EUA que traça um painel da situação das drogas no mundo.
Segundo o texto, divulgado na sexta-feira (27), crescem também as ligações do PCC e do CV com traficantes colombianos e mexicanos. A renda da colaboração no exterior os ajudaria a comprar armas e a manter o controle de favelas em cidades como Rio e São Paulo. A conclusão vem a público num momento em que Portugal especula sobre a presença de dois supostos membros do PCC no país e a criação de uma facção local.

O relatório, que refere-se a 2008, é elaborado por ordem do Congresso dos EUA e foi feito ainda sob o governo do republicano George W. Bush. Autoridades brasileiras que investigam a internacionalização do PCC são céticas sobre a presença dos criminosos em Portugal.
O texto cita a imprensa portuguesa sobre o surgimento do que batizaram de "PCP (Primeiro Comando de Portugal)" --seria formado por imigrantes brasileiros e atuaria principalmente na Margem Sul do Tejo, na Grande Lisboa. Os jornais "Diário de Notícias" e "Correio da Manhã" citam fontes policiais para apontar a ligação de dois brasileiros ao "PCP".

Um seria Edivaldo Rodrigues, preso em 2008, acusado de ter matado um ourives em Setúbal, ao sul de Lisboa. O outro seria o foragido Moisés Teixeira da Silva, que segundo a Polícia Federal brasileira participou do furto de R$ 164,7 milhões do Banco Central de Fortaleza, em 2005. Autoridades portuguesas não comentam a existência do "PCP" nem a ligação dos suspeitos.
No relatório da chancelaria norte-americana, Portugal é apontado como o porto de entrada para a Europa da cocaína traficada de países andinos via Brasil e Venezuela, com primeira escala em países do oeste da África.
Leia Reportagem completa: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u528750.shtml