O desfecho da sessão de ontem, no Senado, quando foi criada a CPI da Petrobrás, teve o aval explícito do presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP). Mas se Sarney é o "pai" do fato consumado, a "mãe" é briga política entre PSDB e DEM, destravada com a decisão dos democratas de apoiar o ex-presidente para o comando do Senado, em fevereiro.
A rusga na oposição cresceu com o debate interno sobre a criação da CPI da Petrobrás: o DEM, liderado pelo senador Agripino Maia (RN), é majoritariamente contra a instalação imediata da comissão, enquanto a maioria dos tucanos tem pressa de abrir a investigação. "A maioria da minha bancada tem posição mais cautelosa de ouvir o presidente da Petrobrás primeiro", explica Agripino.
Não foi por acaso que Sarney deu sinal verde a seu primeiro-vice, senador Marconi Perillo (PSDB-GO), para que assumisse a presidência da sessão e fizesse a leitura do requerimento da CPI. Como presidente, Sarney seria o único que poderia tirar o vice da cadeira e impedir a leitura. Consultado por telefone, ele não só garantiu a Perillo que não iria ao Senado, como acrescentou que o tucano tinha legitimidade para proceder a leitura. Mais que isso: contou que avisara ao Planalto, na véspera, que não se desgastaria em um duelo com a oposição para evitar a CPI.
Leia na íntegra no Estadão
Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
sábado, 16 de maio de 2009
Domingo na Folha: Sem-terra também vão receber Bolsa Família
O governo federal fará uma varredura nos acampamentos da reforma agrária para incluir todos os sem-terra no Bolsa Família e trocar a cesta básica pelo cartão do programa, informa reportagem de Eduardo Escolese, publicada na Folha deste domingo (que já está nas bancas).
A ideia é fazer a mudança ainda neste ano. Em 2008, o governo distribuiu 925,5 mil cestas a 225 mil famílias. A média é de uma cesta a cada quatro meses. Com o cartão, o benefício é mensal e em dinheiro.
"A cesta não incentiva o comércio local", afirma Lúcio Modesto, do Ministério do Desenvolvimento Social. "A ideia é que a médio prazo não tenha mais esse atendimento [com cestas]."
A iniciativa encontra resistência do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), cujas lideranças temem que a inclusão no Bolsa Família desmobilize suas bases.
O Bolsa Família, maior programa de transferência de renda do governo federal, pagará R$ 11,4 bilhões neste ano em benefícios entre R$ 20 e R$ 182 a mais de 11 milhões de famílias. Os beneficiários do Bolsa Família só podem ter renda até R$ 137 mensais por pessoa da família.
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A ideia é fazer a mudança ainda neste ano. Em 2008, o governo distribuiu 925,5 mil cestas a 225 mil famílias. A média é de uma cesta a cada quatro meses. Com o cartão, o benefício é mensal e em dinheiro.
"A cesta não incentiva o comércio local", afirma Lúcio Modesto, do Ministério do Desenvolvimento Social. "A ideia é que a médio prazo não tenha mais esse atendimento [com cestas]."
A iniciativa encontra resistência do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), cujas lideranças temem que a inclusão no Bolsa Família desmobilize suas bases.
O Bolsa Família, maior programa de transferência de renda do governo federal, pagará R$ 11,4 bilhões neste ano em benefícios entre R$ 20 e R$ 182 a mais de 11 milhões de famílias. Os beneficiários do Bolsa Família só podem ter renda até R$ 137 mensais por pessoa da família.
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TECNOLOGIA - Hackers lançam ataque a usuários do Facebook
BOSTON, Estados Unidos (Reuters) - Hackers lançaram um ataque aos 200 milhões de usuários do Facebook nesta quinta-feira, conseguindo com sucesso as senhas de alguns deles.
O porta-voz do Facebook, Barry Schnitt, informou na quinta-feira que o site estava em processo de remoção dos danos causados pelo ataque. Ele acrescentou que o site está bloqueando contas comprometidas, mas não revelou quantas foram invadidas.
Os hackers conseguiram as senhas por meio de uma estratégia conhecida como ataque phishing, invadindo contas de alguns membros do Facebook para enviar emails a amigos solicitando o clique em links que levam a sites falsos.
Estes sites foram projetados para se parecerem com a página principal do Facebook. O propósito deste tipo de ataque normalmente é roubo de senhas e difusão de spam.
Os domínios falsos incluem www.151.im, www.121.im e www.123.im. O Facebook deletou todas as referências feitas a estes domínios de seus sistemas.
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O porta-voz do Facebook, Barry Schnitt, informou na quinta-feira que o site estava em processo de remoção dos danos causados pelo ataque. Ele acrescentou que o site está bloqueando contas comprometidas, mas não revelou quantas foram invadidas.
Os hackers conseguiram as senhas por meio de uma estratégia conhecida como ataque phishing, invadindo contas de alguns membros do Facebook para enviar emails a amigos solicitando o clique em links que levam a sites falsos.
Estes sites foram projetados para se parecerem com a página principal do Facebook. O propósito deste tipo de ataque normalmente é roubo de senhas e difusão de spam.
Os domínios falsos incluem www.151.im, www.121.im e www.123.im. O Facebook deletou todas as referências feitas a estes domínios de seus sistemas.
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MUDANÇA CLIMÁTICA - ONU divulga textos para negociação de tratado climático - UN publishes texts for negotiation of climate treaty
A Organização das Nações Unidas (ONU) avançou em direção a um novo tratado climático na sexta-feira (15) ao divulgar os primeiros textos para discussão a fim de superar as diferenças entre os países ricos com relação à redução nas emissões de gases-estufa.
Dois documentos com 68 páginas no total também dispuseram opções sobre assuntos controversos, como energia nuclear, comercialização de emissões, florestas, navegação ou aviação sob um novo pacto da ONU contra o aquecimento global, previsto para ser aprovado em Copenhague em dezembro.
"Isso tem como objetivo fazer avançar o processo de negociação", disse à Reuters por telefone John Ashe, embaixador de Antígua e Barbuda na ONU. Ashe foi quem reuniu os textos como chefe de um grupo da ONU que analisa os futuros cortes nas emissões dos países ricos.
"Há uma diferença enorme entre os diversos números apresentados pelas partes", afirmou ele. "Não será possível agradar a todos. Todos ficarão insatisfeitos com o resultado de Copenhague, mas minha esperança é de que o resultado disso seja bom para o planeta.
"Os países em desenvolvimento, que culpam os ricos de provocar o aquecimento global por queimar combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial, pedem por cortes muito maiores do que os planejados pelos governos dos países desenvolvidos, agora atingidos pela recessão.
Uma das sugestões mais radicais pede que os países ricos cortem suas emissões em mais da metade do que era registrado em 1990 até 2018-2022 a fim de deter o aquecimento global, que, segundo o Painel Climático da ONU, provocará o aumento no nível dos oceanos, ondas de calor, enchentes e secas.
O presidente Barack Obama, por exemplo, visa reduzir as emissões dos EUA para os níveis de 1990 até 2020, aproximadamente 14 por cento abaixo dos níveis de 2007.
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Dois documentos com 68 páginas no total também dispuseram opções sobre assuntos controversos, como energia nuclear, comercialização de emissões, florestas, navegação ou aviação sob um novo pacto da ONU contra o aquecimento global, previsto para ser aprovado em Copenhague em dezembro.
"Isso tem como objetivo fazer avançar o processo de negociação", disse à Reuters por telefone John Ashe, embaixador de Antígua e Barbuda na ONU. Ashe foi quem reuniu os textos como chefe de um grupo da ONU que analisa os futuros cortes nas emissões dos países ricos.
"Há uma diferença enorme entre os diversos números apresentados pelas partes", afirmou ele. "Não será possível agradar a todos. Todos ficarão insatisfeitos com o resultado de Copenhague, mas minha esperança é de que o resultado disso seja bom para o planeta.
"Os países em desenvolvimento, que culpam os ricos de provocar o aquecimento global por queimar combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial, pedem por cortes muito maiores do que os planejados pelos governos dos países desenvolvidos, agora atingidos pela recessão.
Uma das sugestões mais radicais pede que os países ricos cortem suas emissões em mais da metade do que era registrado em 1990 até 2018-2022 a fim de deter o aquecimento global, que, segundo o Painel Climático da ONU, provocará o aumento no nível dos oceanos, ondas de calor, enchentes e secas.
O presidente Barack Obama, por exemplo, visa reduzir as emissões dos EUA para os níveis de 1990 até 2020, aproximadamente 14 por cento abaixo dos níveis de 2007.
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
NOTICIAS - Lula diz que CPI da Petrobras parece 'briga de adolescentes' e você que pensa?
VOTE AQUI DO LADO, SUA OPINIÃO É IMPORTANTE.
JB Online
BRASÍLIA - Antes de embarcar para uma viagem à Ásia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a CPI da Petrobras não é do Congresso, mas sim do PSDB. - Acho estranho que um partido que ficou oito anos no governo e que tem dezenas de governadores tome uma decisão irresponsável como esta - afirmou o presidente.
Lula enfatizou que a criação da CPI parece uma 'briga de adolescentes'. - Neste momento em que estamos viajando o mundo em busca de dinheiro para o pré-sal, alguém levar ideias da CPI da Petrobras é, no mínimo, pouco patriótico - criticou.
O requerimento para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito foi lido em plenário na sessão de hoje do Senado.
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JB Online
BRASÍLIA - Antes de embarcar para uma viagem à Ásia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a CPI da Petrobras não é do Congresso, mas sim do PSDB. - Acho estranho que um partido que ficou oito anos no governo e que tem dezenas de governadores tome uma decisão irresponsável como esta - afirmou o presidente.
Lula enfatizou que a criação da CPI parece uma 'briga de adolescentes'. - Neste momento em que estamos viajando o mundo em busca de dinheiro para o pré-sal, alguém levar ideias da CPI da Petrobras é, no mínimo, pouco patriótico - criticou.
O requerimento para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito foi lido em plenário na sessão de hoje do Senado.
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Leia as manchetes de hoje dos principais jornais do país
VALOR ECONÔMICO
- Cade avaliará previamente a fusão de Sadia e Perdigão
- Lula vê disputa ´técnica´ com a Petrobras
- Inadimplência começa a cair
- Balanços acendem a luz amarela
- Sócios do Pactual ainda sem acordo
FOLHA DE S.PAULO
- Crescimento pode ser zero neste ano, admite governo
- Fusão da Sadia com a Perdigão dará origem à Brasil Foods
- Enem deve ser obrigatório para obtenção de diploma
- Corrupção policial faz crime crescer, afirma secretário
O ESTADO DE S.PAULO
- Governo vê risco político e adia mudança no IR de fundos
- Processados juízes que apoiaram De Sanctis
- Enem será obrigatório para aluno do ensino público
- Prefeitura cumpre 1/3 da meta do Clube-Escola
- Plano prevê livro didático com temática homossexual
O GLOBO
- Lista de chefe de milícia mostra propina para PMs
- PAC tem 84 obras que ainda nem começaram
- MEC quer Enem obrigatório para a rede estadual
- Congresso resiste à nova poupança
- Mais 1.445 cargos para a Justiça
JORNAL DO BRASIL
- Informais e ilegais lucram com a crise
- Sai o plano nacional de cidadania gay
- Imperador não aceita jogar agora
- Com Batman, uma liga de extermínio
- Combate à gripe até na internet
- Cade avaliará previamente a fusão de Sadia e Perdigão
- Lula vê disputa ´técnica´ com a Petrobras
- Inadimplência começa a cair
- Balanços acendem a luz amarela
- Sócios do Pactual ainda sem acordo
FOLHA DE S.PAULO
- Crescimento pode ser zero neste ano, admite governo
- Fusão da Sadia com a Perdigão dará origem à Brasil Foods
- Enem deve ser obrigatório para obtenção de diploma
- Corrupção policial faz crime crescer, afirma secretário
O ESTADO DE S.PAULO
- Governo vê risco político e adia mudança no IR de fundos
- Processados juízes que apoiaram De Sanctis
- Enem será obrigatório para aluno do ensino público
- Prefeitura cumpre 1/3 da meta do Clube-Escola
- Plano prevê livro didático com temática homossexual
O GLOBO
- Lista de chefe de milícia mostra propina para PMs
- PAC tem 84 obras que ainda nem começaram
- MEC quer Enem obrigatório para a rede estadual
- Congresso resiste à nova poupança
- Mais 1.445 cargos para a Justiça
JORNAL DO BRASIL
- Informais e ilegais lucram com a crise
- Sai o plano nacional de cidadania gay
- Imperador não aceita jogar agora
- Com Batman, uma liga de extermínio
- Combate à gripe até na internet
ECONOMIA - Mantega admite crescimento zero em 2009
DA AGÊNCIA FOLHA, EM FLORIANÓPOLIS
Governo trabalha com previsão de alta de 2%, parâmetro utilizado para projetar arrecadação e liberar gastos públicos
Consultorias veem recessão técnica com dados do 1º tri; para Lula, economia vive recuperação "extraordinária" e sairá rapidamente da crise.
O governo admitiu ontem pela primeira vez que a economia brasileira pode ter um crescimento nulo em 2009. "Acredito que fechamos o ano em torno de 0 a 2% positivos", disse o ministro Guido Mantega (Fazenda). Para o ministro, o país saiu do fundo do poço. A declaração contrasta tanto com o discurso de crescimento de integrantes do governo como com a expectativa oficial de avanço de 2% do PIB.
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Governo trabalha com previsão de alta de 2%, parâmetro utilizado para projetar arrecadação e liberar gastos públicos
Consultorias veem recessão técnica com dados do 1º tri; para Lula, economia vive recuperação "extraordinária" e sairá rapidamente da crise.
O governo admitiu ontem pela primeira vez que a economia brasileira pode ter um crescimento nulo em 2009. "Acredito que fechamos o ano em torno de 0 a 2% positivos", disse o ministro Guido Mantega (Fazenda). Para o ministro, o país saiu do fundo do poço. A declaração contrasta tanto com o discurso de crescimento de integrantes do governo como com a expectativa oficial de avanço de 2% do PIB.
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POLÍTICA - Senado quebra acordo e instala CPI para investigar a Petrobras
Após o bate-boca de ontem entre tucanos e o democrata Heráclito Fortes (PI), o Senado criou hoje uma CPI para investigar a Petrobras. O vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO) atendeu o pedido da oposição e autorizou a leitura do requerimento que pede uma investigação para apurar possíveis irregularidades constatadas pela Polícia Federal na empresa. (Saiba o que a CPI quer investigar sobre a Petrobras). A Petrobras não se manifestou.
A CPI também vai apurar denúncias de sonegação fiscal e supostas irregularidades no repasse de royalties a prefeituras.
Os 32 senadores que integram o requerimento de instalação da CPI têm até a meia noite de hoje para retirar as assinaturas. Na prática, a leitura do requerimento já representa a criação a CPI. Mas se as assinaturas forem retiradas e não houver um mínimo de 27 nomes a favor da investigação, a CPI é desinstalada.
Perillo foi autorizado pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a quebrar o acordo de líderes que suspendeu a instalação da CPI até que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, prestasse esclarecimentos no plenário da Casa.
"O presidente Sarney me telefonou dizendo que era regimental a leitura do requerimento", disse Perillo.
Durante a sessão, também foram criadas outras duas CPI para apurar denúncias na área de Educação e a Amazônia (demarcação da reserva Raposa/Serra do Sol).
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A CPI também vai apurar denúncias de sonegação fiscal e supostas irregularidades no repasse de royalties a prefeituras.
Os 32 senadores que integram o requerimento de instalação da CPI têm até a meia noite de hoje para retirar as assinaturas. Na prática, a leitura do requerimento já representa a criação a CPI. Mas se as assinaturas forem retiradas e não houver um mínimo de 27 nomes a favor da investigação, a CPI é desinstalada.
Perillo foi autorizado pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a quebrar o acordo de líderes que suspendeu a instalação da CPI até que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, prestasse esclarecimentos no plenário da Casa.
"O presidente Sarney me telefonou dizendo que era regimental a leitura do requerimento", disse Perillo.
Durante a sessão, também foram criadas outras duas CPI para apurar denúncias na área de Educação e a Amazônia (demarcação da reserva Raposa/Serra do Sol).
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quinta-feira, 14 de maio de 2009
EDUCAÇÃO - Participantes de audiência na Comissão de C&T do Senado sugerem novo marco regulatório para universidades
Como forma de garantir transparência ao setor, o presidente da SBPC, Marco Antonio Raupp, pediu maior participação da sociedade civil nos conselhos administrativos das fundações
As universidades e suas fundações de apoio deveriam contar no futuro com um novo marco regulatório, que permita aliar a necessária transparência dos gastos com a agilidade indispensável à produção do conhecimento. Esta foi uma das principais sugestões apresentadas nesta quarta-feira (13) por participantes de audiência pública promovida pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).
O tema foi levantado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), um dos autores do requerimento de realização da audiência, que contou com a participação do presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Gomes.
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As universidades e suas fundações de apoio deveriam contar no futuro com um novo marco regulatório, que permita aliar a necessária transparência dos gastos com a agilidade indispensável à produção do conhecimento. Esta foi uma das principais sugestões apresentadas nesta quarta-feira (13) por participantes de audiência pública promovida pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).
O tema foi levantado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), um dos autores do requerimento de realização da audiência, que contou com a participação do presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Gomes.
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