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sábado, 21 de junho de 2014

“Se em 2002 a esperança venceu o medo, desta vez a verdade vai vencer a mentira e a desinformação”


Se existe desinformação não é culpa da oposição. Resulta cômico terceirizar a responsabilidade sobre a informação, como se fosse a oposição que governasse. 



BRASÍLIA  -   - A presidente Dilma Rousseff afirmou, logo após ser proclamada candidata à reeleição por aclamação pelo PT, que “o Brasil quer seguir mudando, pelas mãos daqueles que já provaram que tem capacidade de transformar”. Com queda na aprovação popular, Dilma inicia a campanha tentando dividir com a oposição o desejo de mudança já manifestado pelo eleitorado em pesquisas de opinião. O tom do discurso de Dilma foi belicoso. “Se em 2002 a esperança venceu o medo, desta vez a verdade vai vencer a mentira e a desinformação”, afirmou. 

Dilma disse que governou em um cenário de crise econômica internacional, que semeou nos países “uma avassaladora desesperança”, da qual o Brasil teria escapado. “O Brasil soube defender como poucos países o que é mais importante: o emprego e o salário do trabalhador”. A presidente definiu como “completamente desastrosa” as políticas de ajuste fiscal, alta de juros e privatizações que foram adotadas por “eles”, em uma referência ao governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). 

A presidente afirmou que a Petrobras está fortalecida e citou como realizações o modelo de partilha do pré-Sal, as políticas de cotas raciais, os programas de ensino técnico (Pronatec) e o programa Mais Médicos. “Não fui eleita para trair a confiança do meu povo e para arrochar o salário do trabalhador. Não fui eleita para vender o patrimônio público e colocar de novo o país de joelhos. Esta não é minha receita”, disse. 
Por César Felicio e Raymundo Costa | Valor



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