sábado, 23 de novembro de 2013

Queda da indústria paraense que não decola, o pior PIB per capita do Norte

Com base na composição do VA, distribuída por setores, as maiores taxas de crescimento real em 2011, por atividade econômica, foram: transportes 11,27%; construção civil 10,69%; indústria extrativa mineral 8,06%; e comércio 7,26%. É importante ressaltar que apenas o segmento indústria de transformação apresentou decréscimo na produção de (-4,90%), principalmente, pelas perdas vindas de madeira (-32,37%), minerais não metálicos (-1,61%) e metalurgia básica (-0,23%).


Crescimento Real (%) das Atividades Econômicas do estado do Pará em 2011

Estado extrativista. 

Em comparação ao ano anterior, 2011 registrou perdas de participação do setor agropecuário (-0,52 p.p) e do comércio (-0,61 p.p), da construção civil (-0,81 p.p) e da indústria de transformação (-1,71 p.p). A indústria extrativa mineral e os serviços de informação realizaram os maiores ganhos de participação 3,6 p.p e 0,34 p.p respectivamente. As participações são influenciadas pelos preços de cada atividade, seus crescimentos reais e o desempenho das demais atividades.


Valor Adicionado Bruto, Participação, Variação Nominal e Crescimento Real
das Atividades Econômicas do estado do Pará – 2011-2010.

Relação PIB e PIB per capita 

O PIB per capita do Estado foi de R$ 11.494, superior em 12,04% ao registrado no período anterior (2010), pelo segundo ano consecutivo o Pará sobe um posição no ranking nacional, alcançando assim a vigésima posição no ranking do indicador. Definido como a divisão do valor corrente do PIB pela população residente no ano, o PIB per capita é influenciado por duas dinâmicas, uma econômica e outra demográfica. Em 2011, o estado do Pará registrou o maior contingente populacional e o maior PIB da Região Norte em participação com 47,77% e 39,53% respectivamente (tabela 3), resultando assim o menor PIB per capita da Região Norte. 


PIB a Preço de Mercado Corrente, população e PIB per capita do Brasil 
e Estados da Região Norte 2011.



Pessimismo sobre Brasil bate recorde, diz pesquisa da Bloomberg

Os investidores nunca foram tão pessimistas em relação às políticas da presidente Dilma Rousseff: apenas 10% dos entrevistados pela Pesquisa Global Bloomberg dizem que o país será capaz de evitar um corte na nota de crédito no próximo a ano. 




Dos consultados, 51% se dizem pessimistas em relação às políticas de Dilma, em comparação com 22% quando ela tomou posse em janeiro de 2011, segundo pesquisa feita com 750 analistas, investidores e operadores que são assinantes da Bloomberg. O segundo maior mercado emergente do mundo oferecerá uma das piores oportunidades ao longo do próximo ano em relação a EUA, Reino Unido, União Europeia, Japão, Índia, Rússia e China, dizem os consultados.

O governo está se esforçando para reativar a economia porque uma inflação acima da meta e a ampliação do déficit orçamentário vão minando a confiança de investidores e consumidores. Dilma finalizará seu primeiro mandato no ano que vem com a menor expansão do PIB em quatro anos desde 1990, segundo o mais recente boletim Focus do Banco Central. Em junho, a Standard & Poor’s colocou a nota de crédito do Brasil em perspectiva negativa, citando o fraco crescimento.

“A confiança nas políticas de Dilma Rousseff diminui por uma série de razões. A principal delas é, talvez, a dramática desaceleração do crescimento do PIB real ao mesmo tempo em que a inflação permanece elevada”, escreveu o pesquisado James Craske, analista global de ações da Victory Capital Management em Nova York, em um e-mail em resposta a questionamentos. “Estamos underweight (abaixo da média do portfólio) sobre o Brasil no momento e provavelmente permaneceremos assim por algum tempo.”

Contas fiscais

Em 8 de novembro, na semana seguinte àquela em que o Brasil registrou seu pior déficit orçamentário desde 2009, a diretora de gestão da S&P, Regina Nunes, disse que um corte de rating do país poderia ocorrer ainda antes se suas contas fiscais piorassem. A S&P e a Moody’s Investors Service dão à dívida soberana do Brasil o segundo menor grau de investimento, BBB e Baa2 respectivamente.

O crescimento econômico desacelerou de 7,5% em 2010 para 2,7% em 2011 e para 0,9% no ano passado. O PIB aumentará 2,5% neste ano e a taxa deve desacelerar para 2,1% em 2014, conforme a estimativa média dos cerca de cem economistas consultados pelo Banco Central no boletim Focus de 14 de novembro.

Deterioração

A maior economia da América Latina está se deteriorando na opinião de 43% dos entrevistados, segundo a pesquisa feita pela Bloomberg em 19 de novembro, frente a apenas 10% que veem a economia melhorando e 27% que enxergam estabilidade.

O país provavelmente ou certamente será rebaixado nos próximos 12 meses, na opinião de 39% dos clientes da Bloomberg que participaram da pesquisa.

Os responsáveis pela política econômica elevaram a taxa Selic em 2,25 pontos porcentuais desde abril até 9,5%, o maior incremento entre as 49 principais economias do mundo acompanhadas pela Bloomberg. Embora a inflação tenha caído durante quatro meses consecutivos, ela continua acima do ponto médio da meta (4,5%) há três anos.

Apenas 22% dos pesquisados disseram que o Banco Central conseguirá levar a inflação para o centro da meta, ou abaixo disso, nos próximos 12 ou 18 meses. A meta será alcançada nos próximos dois ou três anos, de acordo com 37% dos pesquisados.

O levantamento, realizado pela Selzer Co., empresa de pesquisa de opinião pública com sede em Des Moines, Iowa, tem uma margem de erro de mais ou menos 3,6 pontos porcentuais.


Por Raymond Colitt | Bloomberg. No Valor 

Olha que eu achava nele o começo de uma mudança no PT

Nem me lembro direito quem foi o outro candidato que disputou com Haddad, mas achei o Prefeito eleito uma boa alternativa de mudança no PT. 


E agora Lula defende a gestão do Haddad, se ainda nem assumiu realmente, somente aumentou impostos indevidos à classe C e B?.

Lula, não tem o que defender do Haddad, ainda. Só está sendo conhecido pela roubalheira da sua equipe de governo. Incompreendido, segundo Lula.

Leia a fala do Lula sobre Haddad.

SANTO ANDRÉ - O ex-presidente Luiz Inácio Inácio Lula da Silva usou um evento do PT estadual de São Paulo, na noite desta quinta-feira, para defender a gestão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Durante o encontro do partido, lideranças petistas reforçaram que o PT apoia Haddad e que o ajudará na capital. O prefeito enfrenta problemas políticos em seu primeiro ano de gestão, com o aumento do IPTU e com a investigação de um esquema de corrupção que derrubou seu secretário de Governo.

A uma plateia de petistas, Lula elogiou a atuação do prefeito de São Paulo e disse que a imprensa tem distorcido as ações do petista para atacá-lo. Como exemplo, citou a investigação sobre o esquema de corrupção que vigorou entre 2006 e 2012, durante a gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD). “A ideia que estão tentado passar é que a corrupção aconteceu no seu governo, e não no governo que o antecedeu”, disse. “É muita má vontade”, afirmou, ao lado do prefeito de São Paulo.

O presidente do PT estadual, Edinho Silva, também defendeu Haddad e disse que o PT está com ele. O prefeito de Santo André, Carlos Grana, pediu “paciência” ao prefeito de São Paulo e disse que há muita "desinformação" sobre a gestão na capital paulista, sobretudo em relação ao reajuste do IPTU.

O partido acompanha com cautela as ações do prefeito, com receio de que haja reflexos negativos nas eleições de 2014, na reeleição da presidente Dilma Rousseff e na campanha do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao governo de São Paulo.

A gestão do prefeito deve ser usada como vitrine do PT na candidatura de Padilha. O ministro, que estava no evento, ganhou o apoio de Haddad. “Sou soldado da sua campanha”, disse o prefeito paulistano. “Vamos fazer não uma dobradinha, mas uma 'tribadinha', com o PT nos governos municipal, estadual e federal”, afirmou Haddad.

A pré-candidatura do ministro da Saúde foi incentivada por dirigentes petistas no evento. “Precisamos eleger esse caboclo aqui”, disse Lula, pedindo a Padilha para “se entender” com a presidente Dilma Rousseff e deixar em breve o ministério para começar a campanha.

O presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), criticou as denúncias de corrupção no governo paulista, comandado por Geraldo Alckmin, e defendeu Padilha para o Estado. “Os atrasos no metrô não são só por problemas de gestão, mas também por corrupção”, disse. Para Falcão, o apoio do ex-presidente poderá ajudar o partido a tirar o PSDB do governo do Estado. “Agora Lula está livre, leve e solto para fazer campanha”, disse.

O ministro fez propaganda do programa Mais Médicos, sua principal bandeira de campanha, e disse que o “Estado mais rico do país” será o que mais vai receber médicos do programa, 2,5 mil. "Todos os municípios que pedirem médicos vão receber", disse.

(Cristiane Agostine | Valor)

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Visita a Serra pelada






O Liberal 22/11/13

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Esqueceram do cara

A pergunta que não quer calar, Por que Maluf não está preso? ele também roubou e se enriqueceu com dinheiro público e ninguém abre a boca para lembrar aos Senhores juízes que está faltando um mais na cadeia. Já imaginou Dirceu e Maluf, dividindo um quarto no xadrez?

Blog do Cabana. 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

O Partido dos Trabalhadores ganha eleição para Reitoria da UFOPA



Com amplia margem sobre seu oponente, a professora Raimunda Monteiro se elege reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará.


O foco da atuação da nova reitora deverá ser a sustentabilidade da Amazônia.

É a primeira eleição democrática, depois do período de reitoria Pró-Tempore, exercido pelo ex-reitor José Seixas Lourenço.

Concluído o processo eleitoral acreditamos que os palanques serão desmontados, em prol da educação, da ciência e da inovação tecnológica da Amazônia.

Teremos PT/PMDB por mais 30 anos, um México no Brasil, o modelo é o mesmo, muito populismo


Com vantagem crescente, Dilma venceria no primeiro turno, segundo Ibope



Se as eleições fossem hoje, Dilma venceria no primeiro turno, de acordo com a mais recente pesquisa do Ibope, divulgada nesta segunda-feira (18). A presidente petista se saiu melhor que na avaliação anterior.

No cenário em que também disputam o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador Eduardo Campos (PSB-PE), Dilma venceria com 43% dos votos --mais que o dobro dos votos somados dos adversários. O tucano receberia 14% e o peessebista, 7%. No levantamento anterior, divulgado em outubro, a distribuição de votos entre os mesmo candidatos era de 41% contra 14% e 10%.

Com a ex-senadora Marina Silva (PSB) no lugar de Campos, Dilma também seria vitoriosa: conseguiria 42% ante 16% de Marina e 13% de Aécio.

A avaliação da gestão permanece positiva -- passou de 38% para 39% a quantidade de eleitores que considera o governo ótimo ou bom. A taxa dos que acham que a gestão é regular oscilou de 35% para 36%. A quantidade de pessoas que julga o governo ruim ou péssimo permaneceu em 26%.

MUDANÇAS

Apesar da recuperação de Dilma, o estudo revela que a maioria das pessoas deseja ver alterações no próximo governo.

Questionados sobre mudanças, 38% dos eleitores prefeririam que o próximo presidente "mantivesse só alguns programas mas mudasse muita coisa". Outros 24% desejariam que o presidente "mudasse totalmente o governo do país". Outros 23% queriam que o novo presidente "fizesse poucas mudanças e desse continuidade para muita coisa". E 12% prefeririam que ele "desse total continuidade ao governo atual".

A pesquisa Ibope foi feita em parceria com o jornal "O Estado de S. Paulo" e as Organizações Globo. Foram ouvidas pessoas em 142 municípios de todas as regiões do Brasil, entre os dias 7 e 11 de novembro. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, em intervalo de confiança de 95%.

FOLHA DE SÃO PAULO

O PT não debate fundamentos do Mensalão, é apenas casuístico e quer processar Barbosa

Em retaliação ao mensalão, PT quer processar Barbosa por crime de responsabilidade


O PT estuda pedir ao Senado para entrar com representação contra o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, por crime de responsabilidade. Os petistas avaliam que Barbosa feriu a Constituição ao permitir que parte dos réus do mensalão começasse a cumprir as penas em regime fechado, mesmo condenados ao semiaberto --como é o caso de José Dirceu e José Genoino.

O partido também tem outro dois argumentos contra Barbosa: o fato de os réus não estarem cumprindo as penas em seus domicílios e José Genoino não estar recebendo tratamento médico adequado no Complexo Penitenciário da Papuda, onde está detido desde sexta-feira (15).

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Falando em preso político ou político preso

FHC: "Vejo que a Justiça começa a se fazer. Aqueles que foram alcançados por ela tentaram transformá-la num instrumento de sua própria história, de uma revolução que não fizeram e, em nome de ideais que não cumpriram, querem descumprir a Constituição. Aqueles que hoje exercem o papel maior da República não souberam honrar a confiança que o povo depositou, transformaram-se em negocistas e em nome de transformar o Brasil, transformam suas próprias vidas".

Agência de Inovação Tecnológica da UFPA - Universitec - Vídeo Institucional (2013)

sábado, 16 de novembro de 2013

BELÉM 400 AO ENCONTRO DE SEU FUTURO

Visa a elaboração de um Plano Estratégico para dinamizar as atividades produtivas de Belém. 

A partir da formulação de diretrizes, definição de estratégias, ações e metas pactuadas entre governo e sociedade, com vistas a contribuir para o desenvolvimento sustentável local 



O Liberal, 16/11/2013 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Especialista em pesquisa eleitoral independente Sondagem aponta Aldo como novo reitor da UFOPA


Sondagem aponta Aldo como novo reitor da UFOPA

Liderando nas três categorias, candidato mantém dianteira com folga


Bilhetim, Edir Veiga. 







Marina Silva para jovens do Acre, A verdadeira cara do Brasil



“Minha presença na política não é apenas de uma pessoa, é de uma conexão de várias raízes históricas






“Minha presença na política não é apenas de uma pessoa, é de uma conexão de várias raízes históricas, culturais, sociais. Vem de um olhar que não é do fazer-pelo-fazer ou ter-pelo-ter. É mais identificável com a necessidade de coerência entre o que se diz e o que se vive, que é a tradição das comunidades portadoras do legado do socioambientalismo no Brasil. É em nome desse legado, é pela continuação dele que me disponho a estar nesse lugar, em busca desse encontro com tanta gente.”

Marina Silva para o jornal-manifesto Empate, feito por seis jovens do Acre. Leiam os trechos da entrevista no link

Marina acusa governo Dilma de conivência com desmatamento


Marina acusa governo Dilma de conivência com desmatamento


Rede Sustentabilidade, 14 de novembro de 2013

A ex-senadora Marina Silva acusou, nesta quarta-feira, 13, o governo Dilma Rousseff de ser conivente com o aumento do desmatamento no Brasil. Estimativas do próprio Ministério do Meio Ambiente apontam para um crescimento de 20% do problema, em 2013. “Mas Imazon [Instituto do Homem e do Meio Ambiente na Amazônia] está dizendo que é muito mais e dentro de terras públicas, que deveriam ser cuidadas pelo governo”, afirmou Marina, após conceder palestra na Universidade Presbiteriana Mackenzie, no campus de Campinas (SP).

Marina, que foi ministra do Meio Ambiente durante o governo do ex-presidente Lula, afirmou que o atual governo e o Legislativo são responsáveis pelo desmatamento, uma vez que, mesmo com alertas de ambientalistas, patrocinaram as mudanças no Código Florestal.

“Não é omissão. É conivência”, disse ela. “A grilagem voltou a acontecer pelo sinal trocado que foi dado pelo Congresso e o Executivo [na votação do projeto]. Não tinha aquele slogan ‘Planta que o João garante’? Então, agora é faça a invasão de terras que vão garantir a legalização dessas terras desmatadas ilegalmente”, declarou.

O novo Código Florestal, segundo Marina, representa mais “um dos retrocessos” da atual administração federal. Cotada como uma das presidenciáveis na eleição de 2014, a ex-senadora ironizou a declaração do ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, que acusou seu grupo político de praticar um ambientalismo conservador.

O “ambientalismo progressista” do governo federal, disse ela, fez o Brasil andar para trás em algo que já era celebrado como um grande ganho. “Antes da aprovação do projeto [do Código Florestal], tivemos o menor desmatamento da Amazônia”, lembrou.

Crise civilizatória


Durante a palestra, para cerca de 150 pessoas, a maioria estudantes, Marina ressaltou que, a exemplo do que ocorreu com gregos e romanos no passado, o mundo passa novamente por uma “crise civilizatória”, que seria composta por problemas sociais, econômicos, políticos, ambientais e de valores. A saída para essa situação, de acordo com ela, está na união e no envolvimento de toda a população.

“A crise civilizatória sequer tem um acervo de experiências sobre como enfrentá-la. A vantagem que temos em relação aos gregos e romanos é que temos consciência disso”.

Na palestra, a ex-senadora concentrou o discurso em questões ambientais. Afirmou que o mundo clama por mudanças urgentes no modelo de desenvolvimento, já que o Planeta está com 50% da capacidade de regeneração comprometida.

Eduardo Campos


Sobre a união com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e sua filiação ao PSB, repetiu que o correligionário continua como o nome do partido para concorrer à Presidência na eleição de 2014. Frisou, no entanto, que o próprio Campos deixou a escolha do nome em aberto para anúncio no próximo ano. Especula-se a hipótese de Marina assumir a cabeça da chapa caso o governador não decole nas pesquisas de intenção de voto. Ela aparece à frente dele nos últimos levantamentos.

Marina também reafirmou que a filiação ao PSB é transitória na medida em que continua militante e principal porta-voz do Rede Sustentabilidade, que ainda não conseguiu o registro na Justiça Eleitoral.

“Estamos aprofundando essa aliança programática”, concluiu a ex-senadora, acrescentando que os dois partidos ainda farão mais quatro encontros regionais para afinar o discurso.


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Impactos do novo Código da Mineração debatido em Brasília


Comissão da Amazônia

O novo Código Mineral foi debatido e criticado em audiência pública da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional, na terça-feira (5). O deputado Arnaldo Jordy, proponente da reunião, debateu a proposta de legislação com representantes do Instituto Brasileiro de Mineração - Ibram, da Secretária adjunta de Indústria, Comércio e Mineração do Pará – Seicom, da Associação Brasileira de Pesquisa Mineral – ABPM e do Movimento Consciência Mineral - Não ao Apagão Mineral da Universidade de Brasília (UnB).





Brasília/DF - A Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara dos Deputados promoveu debate nesta quarta-feira (6) sobre os impactos do novo Código da Mineração (Projetos de Lei 37/11 e 5807/13) no meio ambiente. Ambientalistas convidados para a discussão reafirmaram que o projeto é um retrocesso do ponto de vista socioambiental. Eles disseram que o novo código se concentrou em questões econômicas da exploração mineral, embora admitam o papel economicamente estratégico da mineração, mas ressaltam que seu impacto socioambiental precisa ser efetivamente mitigado.


O representante do ISA - Instituto Socioambiental, Raul do Valle, defendeu que a proposta crie o zoneamento de áreas de mineração e a criação de um seguro ambiental. Ele afirmou que a proposta será votada sem o devido aprofundamento do debate. "O projeto foi feito durante quatro anos a portas fechadas no Executivo e agora veio para o Congresso com 90 dias para ser aprovado. Ele precisa ter debate aprofundado e, sobretudo, incluir a dimensão socioambiental, que é a grande ausente nesse projeto”, disse.

No novo código, as concessões de pesquisa e lavra terão um prazo de 40 anos, que poderá ser renovado a cada 20 anos. Para cada renovação, o detentor da concessão deverá provar um ritmo mínimo de exploração, o que pode significar ainda mais degradações ambientais.


O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), membro da Frente Parlamentar e um dos propositores da reunião, afirmou que o código é feito sob medida para as grandes mineradoras, em detrimento das comunidades já impactadas pelo setor, que segundo ele “invariavelmente, causam um grande passivo ambiental sem a preocupação com o meio ambiente e com o ser humano”. O parlamentar chamou ainda a atenção para os cerca de 90 mil processos paralisados no DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral, à espera do novo código.

O relator do novo Código de Mineração, deputado Leonardo Quintão (PMDB/MG),que também participou do encontro, disse que projetos que representam investimentos de mais 70 bilhões de reais aguardam pela nova legislação. Quintão relatou que visitou vários estados e órgãos, como o DNPM, que afirmou estar sucateado. “Toda documentação relativa ao setor mineral do país pode ser perdida caso aconteça algo à sede do órgão”, alertou. O deputado mineiro também explanou sobre a nova agência regulamentadora que deverá ser criada com a aprovação do novo código.

Para ambientalistas, novo código de mineração significa retrocesso socioambiental




Terras indígenas


Levantamento da Rede Brasileira de Justiça Ambiental mostra que, em alguns casos, até 90% dos atuais territórios indígenas estariam em risco devido à exploração mineral. Segundo a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase), mais de cinco mil pedidos de lavra em terras indígenas já foram apresentados ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) por mineradoras que, para atuarem, precisam da regulamentação do PL 1.610/96, que dispõe sobre a exploração e o aproveitamento de recursos minerais em terras indígenas e está em análise no Congresso.

Com informações da Agência Câmara
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Conheça aqueles que fazem acontecer






Thomas L. Friedman
Em Tengchong (China)

Eu nunca imaginei que teria que vir à China para tomar um ar fresco.


Mas foi exatamente o que aconteceu na semana passada, ao viajar para a área de fronteira da China e Mianmar para visitar escolas de aldeias chinesas com os líderes da Teach for All (Ensine para Todos), a rede de 32 países que adotou o modelo da Ensine para a América de recrutamento de diplomados universitários altamente motivados para trabalhar nas escolas mais carentes do país. O que foi mais animador em passar quatro dias com os líderes da Ensine para o Líbano, Ensine para a China, Ensine para a Índia e de todas as outras foi o fato de que, desde o 11 de Setembro, eu passei tempo demais escrevendo sobre pessoas que estão destruindo coisas e muito pouco sobre pessoas que estão fazendo coisas. Essa foi uma semana com aqueles que fazem.

De fato, eu não pude deixar de comentar para Wendy Kopp, a fundadora da Ensine para a América e presidente-executiva da Ensine para Todos, que sua rede é "a anti-Al-Qaeda". Trata-se de uma rede global livre de equipes de professores dirigidas localmente, que compartilham as melhores práticas e se concentram nos jovens em apoio a uma única meta. Mas enquanto a Al Qaeda e suas afiliadas tentam inspirar e capacitar os jovens a serem destruidores, a Ensine para Todos tenta inspirá-los e capacitá-los a serem pessoas que fazem. Sim, muitos terroristas também contam com ensino superior, mas a capacidade deles de afetar e alistar seguidores diminui quanto mais as pessoas ao redor deles contam com as ferramentas para atingir seu pleno potencial.

Grupos como o Ensine para a China, que recebeu a rede Ensine para Todos nas escolas das aldeias daqui, são novos demais para saber se conseguirão fazer a diferença na ajuda para que suas escolas com pior desempenho consigam ser bem-sucedidas. Mas se idealismo e disposição para encarar os desafios mais difíceis tiverem algum peso, é possível ser esperançoso. Viajar para cá na semana passada foi como passar quatro dias com 32 Malalas Yousafzais de 32 países.

Lu Li, 23, que se formou pela Universidade da Carolina do Sul em maio, voltou para casa para lecionar matemática como integrante da Ensine para a China aqui. Não foi fácil, ela disse: "Meus pais não conseguiram entender a escolha que fiz" após receber o diploma. "Eles nunca foram expostos a esse tipo de serviço comunitário. Eles são pessoas gentis, mas eles não consideram necessário ir à China rural para lecionar por dois anos e, especialmente por ser uma garota, meu pai espera que eu me case (...) Meu pai ainda tem dificuldade para entender minha escolha. Eu quero trabalhar duro e mostrar a ele que minha escolha foi acertada."

Sandeep Rai, 28, é um indiano-americano que participou da Ensine para a América em Washington, D.C., e então se tornou um líder da Ensine para a Índia. "Na Índia, nós tivemos 750 pessoas se inscrevendo para lecionar neste ano, e quando começamos em 2009, as pessoas diziam que ninguém se candidataria. Isso é prova do poder de construir coisas. Eu acho que as pessoas aguardam para ser inspiradas. Os governos nacionais não descobriram como explorar o idealismo dos jovens. Eu achei que depois de dois anos eu estaria fora, mas oito anos depois ainda estou aqui."

Mohammed Fakhroo, 28, da Ensine para o Qatar, disse que iniciou sua organização porque, em média, os alunos do Qatar estão três anos atrasados em comparação aos seus pares nos países industrializados. Com tanto dinheiro do gás e petróleo em seu país, muitos qatarianos acreditam que não precisam de educação para serem prósperos. "Os professores no mundo árabe vêm do terço inferior de suas turmas", ele explicou. "Se você não for inteligente, você se torna professor (...) Nossa teoria de mudança é que, ao atrairmos os mais inteligentes de nossa sociedade --que normalmente iriam para o setor de petróleo e gás-- para serem professores, eles serão os novos modelos e os defensores da mudança das normas": o Qatar futuramente precisará de uma "sociedade baseada no conhecimento".

Franco Mosso, 27, fundador da Ensine para o Peru (EnseñaPerú), me disse: "O que vejo no meu país é uma descrença" no potencial das pessoas em desvantagem. Seu grupo, ele explicou, se baseia no princípio de "sempre elevar o padrão na crença nas pessoas, de que todas têm potencial".

Alden Dilanni-Morton, 24, formada em Dartmouth, está trabalhando como administradora do programa da Ensine para a China. Ela cresceu em Chinatown, em Boston. "Eu poderia ter permanecido nos Estados Unidos", ela disse, "mas eu acho que há um enorme interesse em tornar a igualdade na educação uma questão global". Questões como meio ambiente, pobreza e igualdade na educação precisam ser pensadas como problemas globais, "porque todo mundo em toda parte" será impactado por eles "se não forem resolvidos".

Ninguém precisa dizer isso para Khalil Youssef, um dos fundadores da Ensine para o Líbano: "Não é coincidência que as regiões mais carentes e marginalizadas no Líbano --e no mundo-- se mostrem propensas a adotar políticas rejeicionistas, politicamente dogmáticas, violentas", ele disse. "A boa educação e a formação de um capital humano de alta qualidade são fundamentais para boa integração na sociedade e acesso a uma vida respeitável."

Esse é o motivo, conclui Kopp, pelo qual investir em escolas inteligentes e em crianças rende muito mais dividendos do que bombas inteligentes. A educação, ela nota, é a única força construtiva que é universal e poderosa o suficiente para fazer a diferença na reversão das maiores ameaças globais.

Tradutor: George El Khouri Andolfato

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Deu no Blog do ENRIQUEZ e agora também no Financial Times (FT)

Financial Times


Queda de Batista do Brasil envergonha a presidente Dilma Rousseff

A foto abaixo mostra o Eike Batista gesticula para o público, durante a cerimônia de que deu a partida da produção de petróleo (petróleo que não veio) da empresa OGX, em conjunto com a Presidenta Dilma (veja a foto do blog do Enriquez no link abaixo.

http://www.blogdoenriquez.blogspot.com.br/2013/11/que-pensara-presidenta.html">Blog do Enriquez




Batista, CEO of EBX Group, gestures to the audience during
a ceremony in celebration of the start of oil production of OGX
in Rio de Janeiro



domingo, 3 de novembro de 2013

Para presidente do BNDES, calote da OGX é "acidente histórico" e bota acidente nisso


A esta altura da vida não da para ser ingênuo 

Me desculpe, Luciano Coutinho, mas ele não devia ter se emprestado para estar no meio dessa operação espúria e menos ainda, para dar uma resposta descabida como essa do "acidente histórico".

Ele tem um currículo impecável, é um excelente professor e gestor público, uma pessoa descente e de trato extremamente direto e elegante,  mas essa prática recente no BNDES não agrega valor a seu currículo.
 
A esta altura da vida o presidente do BNDES, não tem idade para ser Ingênuo nem caráter para ser hipócrita, mas não da para rir na cara de quem sabe de economia e conhece as regras de operação dos agentes de desenvolvimento, como o BNDES. Você pague por ver o resultado dessa mega operação privada com dinheiro público, porque esse dinheiro não volta para o BNDES, já era, não existe mais!!!


O presidente do BNDES, Luciano Coutinho

SÃO PAULO - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, classificou de "acidente histórico" o calote promovido pela OGX, empresa de petróleo do empresário Eike Batista, e disse que o episódio não afeta a imagem do Brasil no exterior.
“O mercado internacional sabe diferenciar perfeitamente. Acidentes acontecem, não só no Brasil, mas no mundo inteiro”, disse após participar do 5º Seminário de Renda Fixa e Derivativos de Balcão, promovido pela Associação Br asileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) nesta sexta-feira em São Paulo.

Segundo ele, os investidores do mercado de ações têm consciência dos riscos que esses papéis embutem. Exemplo de que a decadência do império de Eike Batista não afetou a percepção dos investidores em relação ao Brasil, disse Coutinho, foram as emissões de debêntures realizadas durante a crise das companhias do grupo X, que em sua avaliação foram bem sucedidas.

De acordo com Coutinho, a recuperação judicial da OGX representa risco zero para o BNDES. “O BNDES não tem nenhuma exposição de crédito que não esteja garantida. Temos fianças bancárias, de instituições financeiras muito sólidas, que não serão afetadas [pelo calote]”, disse ele, acrescentando que a exposição do banco à companhia de Eike Batista é pequena.


Por Francine De Lorenzo | Valor

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sábado, 2 de novembro de 2013

A Missão do queridinho do Brasil, em 10 frases.


1. “Minha missão é ajudar o Rio e o Brasil”, 

2. “Criei uma sigla que resume um dos um mandamentos para gerir bem uma empresa. É o PPI, ou Projeto à Prova de Idiota. Toda empresa, em algum momento, será comandada por um idiota, nem que seja por pouco tempo. Sabendo disso, nós montamos empresas que possam sobreviver aos idiotas. Meus ativos são à prova de idiotas”.




3. “Meu destino é lapidar diamantes brutos”.

4. “Por que só jogador de futebol e dupla sertaneja podem aparecer? Sou empresário transparente, tenho que me mostrar mesmo”.

5. “Deus deixou o item ‘saber fazer dinheiro’ para o meu pote”.

6. “Tenho que concorrer com o senhor Slim (Carlos Slim, bilionário mexicano). Não sei se vou passá-lo pela esquerda ou pela direita, mas vou ultrapassá-lo”.

7. “Tenho um pacto com a Mãe Natureza. Eu perfuro e acho coisas”.

8. “Uma companhia precisa de movimento. Calmaria é bom para quem não quer sair do lugar” .

9. “Um sonho é um sonho até que se acorde”.

10. “Eu, como brasileiro desta geração, digo com orgulho que o sucesso das minhas empresas não seria possível sem esse Brasil novo criado pelo presidente Lula”.

Saúde no interior do Estado



O estado de abandono de hospitais do interior do Pará. Mas o Governo do Estado corre para melhorar a saúde do interior paraense. A conferir.




Pediatria. 


Pediatria. 


Emergência 





Que pensará a Presidenta?

O dia das fotos!

Ela não deve estar feliz, é honesta, seria e competente. 


Início da Produção de óleo da OSX, depois virou  papel. 


Dilma: Eike Batista, a cara do Brasil, 
Será que A Presidenta sabia o modo de operar do queridinho do Governo Federal, o empresário Eike Batista?
Igual que o pai dele, Eliezer Batista, só vendia ilusões, quer dizer papéis. As reservas dos poços de petróleo, eram mais areia do que óleo, as minas do Eliezer Batista, eram mais papel do que ferro ou ouro, vendia somente informações privilegiadas.

É o dinheiro que levou do BNDES? Já era!.
Para a Presidenta, o empresário era a cara do Brasil. Exemplo para gerações futuras.
E o brasileiro comprou o produto, mas com as ilusões dentro do pacote.
Entretanto, quem vive de ilusão não acredita na necessidade de que negócios somente podem ter sucesso consistente se  baseados em sólidos em fundamentos econômicos.



segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A privatização "politicamente correta"


O harakiri de Dilma

Suely Caldas, O Estado de S.Paulo

No dia em que o campo gigante de Libra foi vendido para a Petrobrás e quatro empresas estrangeiras, a presidente Dilma Rousseff foi à TV comemorar o sucesso do leilão e garantir que seu governo não privatizou o petróleo do pré-sal.

Shell, Total, CNPC, CNOOC e Petrobras formaram consórcio vencedor. 
Foto: Fernando Frazão / ABr
Ora, então por que leiloou? Por que despachou equipes para a Europa, EUA e China com a missão de "vender" o petróleo do pré-sal como um bom negócio? Por que a tristeza e a decepção de seu governo quando as gigantes Chevron, British Petroleum e Exxon Mobil desistiram da licitação?

Por que a alegria e o alívio quando a francesa Total e a anglo-holandesa Shell aderiram ao consórcio vencedor? Por que negar algo tão simples e óbvio?

A resposta veio de um ex-tucano (hoje aliado querido de Dilma), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes: "O discurso antiprivatista ainda resiste no Brasil de 2013, quando a gente vê pessoas fazendo questão de dizer que não estão privatizando ou negociando com o setor privado", afirmou ele na manhã seguinte ao discurso da aliada, misturando espanto, lamento e decepção.

Afinal, em mais de 20 anos a privatização já deu provas e provas de que mais enriquece a população do que empobrece o patrimônio público. Privatização e autonomia do Banco Central nasceram liberais e tornaram-se políticas universais.

Mas com espantosa insistência ela ainda é atacada, por oportunismo político de quem usa o argumento do falso nacionalismo para impressionar e comover os brios do sincero patriotismo dos brasileiros. Pura enganação.

O que os políticos defendem são seus interesses e privilégios, temem o desmanche de uma parcela do Estado que sempre usaram para trocar favores, comprar aliados, fazer caixa para suas campanhas eleitorais. Só alguns exemplos: os bancos estaduais, as elétricas estaduais, as siderúrgicas federais, a Rede Ferroviária Federal (a Valec pode seguir caminho igual) e muitas outras. Felizmente privatizadas.

A Vale privada ganhou em qualidade de gestão e passou a arrecadar para o Estado mais dinheiro em impostos do que em dividendos quando era estatal.

Não parece o caso da presidente Dilma. O combustível que a move é ideológico, mas de uma forma tão confusa e atrapalhada - porque contraditória (afinal, ela precisa do capital privado) - que mais tem prejudicado sua gestão do que satisfeito seu preconceito.

No leilão de Libra a presença de petroleiros nas ruas denunciando-a por ter "traído" o compromisso de não privatizar o pré-sal levou Dilma a recuar aos anos 70 e ignorar que aqueles ideais desmoronaram junto com o Muro de Berlim, e foi à telinha da TV responder, negar a "traição" e a privatização que seu governo acabara de fazer.

Seu argumento: não seria privatização porque 85% da renda de Libra irá para a Petrobrás e a União. Principal idealizadora do modelo de exploração do pré-sal, logo após o leilão Dilma repetiu duas vezes que não vai alterar nada, mesmo com Libra - o filé do filé do pré-sal - tendo atraído um único consórcio e vendido a maior reserva de petróleo do mundo pelo preço mínimo, sem nenhuma disputa.

Para garantir 85% da renda para o Estado não precisaria criar mais gasto público com uma nova estatal (a PPSA, que vai administrar o pré-sal) nem sacrificar a Petrobrás com a obrigatoriedade de bancar 30% de todos os poços, tampouco afastar o investidor desconfiado com frequentes interferências políticas do governo em estatais.

Para isso bastaria elevar taxas e impostos para valores equivalentes, manter o regime de partilha, mas tirar da Petrobrás o peso maior pelos investimentos. O efeito de gerar riqueza para aplicar na área social seria o mesmo.

Dilma precisa do capital privado para seu programa de investimentos em portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, energia e petróleo. Se hoje a crise de confiança entre seu governo e empresários tem causado graves prejuízos e inibido investimentos, o que esperar de um discurso escancaradamente antiprivatista da própria presidente, levado a público em rede nacional de TV?

São Paulo. O veneno vai no começo do mandato

89% são contra alta do IPTU em São Paulo, diz Datafolha. 

64% desaprovam o reajuste do imposto ainda que seja usado como forma de manter a tarifa de ônibus congelada


Aumento foi aprovado na última semana na Câmara Municipal; pesquisa ouviu 690 pessoas na sexta-feira

FOLHA DE SÃO PAULO

Nove em cada dez moradores da cidade de São Paulo são contrários ao aumento do IPTU aprovado na quinta-feira na Câmara Municipal a partir de proposta do prefeito Fernando Haddad (PT).

É o que mostra pesquisa Datafolha feita na sexta-feira com 690 pessoas.

A pergunta aplicada no questionário foi: "Você é a favor ou contra o aumento do IPTU entre 18% e 24% na cidade de São Paulo?".

A votação na Câmara Municipal fixou o aumento do imposto para residências em até 20% e em até 35% para os demais tipos de imóveis.

A margem de erro máxima da pesquisa é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra.

Metade dos entrevistados (52%) declararam pagar IPTU, contra 40% que disseram viver em imóveis isentos da cobrança. Não souberam responder se pagam ou não 8%.

Apenas 5% dos entrevistados mostraram-se favoráveis ao aumento, considerado maior do que o necessário por 83% dos entrevistados.

ÔNIBUS CONGELADOS

Os 5% que aprovaram o aumento do imposto, entretanto, cresceram até a marca dos 32% quando a pergunta foi se o entrevistado seria favorável ao aumento do IPTU como forma de congelar em R$ 3 a tarifa de ônibus em 2014.

A maioria (64%), no entanto, se manteve contrária ao aumento mesmo diante de tal argumento.

No que é possível interpretar como um reflexo das mobilizações de junho, que tiveram o congelamento da tarifa entre suas reivindicações, os jovens com idades entre 16 e 24 anos foram, proporcionalmente, os mais favoráveis ao uso do aumento do IPTU para financiar o transporte público em São Paulo.

Nada menos do que 44% dos jovens entrevistados defenderam esse uso (12 pontos percentuais acima da média da pergunta).

Entre os paulistanos com 60 anos ou mais, o índice despencou para a marca dos 25%.

NOVOS AUMENTOS

O Datafolha quis saber também a opinião dos paulistanos sobre os novos aumentos do IPTU, previstos para acontecer em 2015 e 2016, incidindo especificamente sobre imóveis mais valorizados.

A maioria (57%) foi contrária aos reajustes propostos.

E se os bairros mais ricos de São Paulo tivessem reajuste do IPTU maior do que os bairros mais pobres, como prevê o texto aprovado na Câmara Municipal?

A maioria (62%) manifestou-se em conformidade com a medida, contra 35% de paulistanos que se opõem à ideia.

Burocracia da SEMA/PA


Esqueceram detalhe, mais carros na Batista Campos. o "Mundo Cheio"


Diário do Pará - RD. 

O que não conseguiu com o Pai, vai conseguir com o filho


Maravilhosa a proposta da ex-governadora Ana Julia de construir uma aliança "Aliança Estratégica" com Helder Barbalho. Só que agora vai ter pegar avião para visitar o Helder, com Jader, apenas cruzava a rua para conversar com Líder do PMDB. 

Será que o PT vai querer Ana Júlia como Vice do Helder?


Diário do Pará 28/10/2013. 

Ana Júlia, a quem muto respeito pessoalmente, deve ter muito cuidado antes de falar mal da Marina. Antes dela pisar as ruas a Marina já era uma grande liderança e uma das primeira fundadoras do PT, partido que a Ex-Governadora praticamente destruiu, aqui no Pará.  Hoje amarga seu exílio no Rio de Janeiro. 





sábado, 26 de outubro de 2013

Sem projeto político se entregam ao "pemedebismo"

O PT que nem meu time do coração, na zona de rebaixamento. 



O antes chamado Partidos dos Trabalhadores (PT) totalmente desfigurado, nestes dias e convertido em um verdadeiro  frankenstein, sem projeto político sério, apenas consignas e em  um Deus nos acuda,  frente a sua militância, que se encontra no mato sem cachorro, o partido da Ana Julia e Puty, se entrega de corpo e alma ao "pedemebismo", como dizem alguns poucos teóricos que escrevem sobre o desenrolar histórico deste fenômeno mexicanizado, que é o PT. Não é por acaso que Ana Júlia Beijos a Mão do Jader....

Uma verdadeira aliança "estratégica" com o Senador Jader Barbalho do PMDB, onde terão um excelente espaço para continuar no poder, única aspiração petista do Século XXI. A opção de aliar-se ao PMDB não é muito disparatada, o Jader,  queiram ou não, tem história, lutou contra a ditadura, tem carisma, tanto  quanto Lula, é uma liderança indiscutida no Estado. E, acima de tudo,  tem muitas promessas para oferecer aos paraenses, muitas ilusões, tanto quanto o PT da Dilma, só que sabe vender o produto. Temos um Pré-sal em Salinas, uma nova mina a S11D, a mais grande do mundo, uma nova ferrovia, Açailândia/Barcarena  (já implodida pela Dilma), temos Belo Montes (riqueza para o Sul Sudeste e mais pobreza, violência, prostituição  e miséria para o Pará). Mas são promessas que o PT nem conseguiu construir quando foram governo. 

Encaixe direito para o povo paraense, que vive de ilusão!.

Ah, mas quem pensa que o PT está perdido, se equivoca, volta para a serie A. Como o México do PRI (Partido Revolucionário Institucional) teremos PT para mais de 5 décadas, afundando o país em populismo e pobreza, reinventando promessas, como Pré-sal (necessário para não queimar superavit primário), mais médicos (depois de 10 anos se deram conta que a saúde do Brasil estava um colapso).
Em fim, a chamada política do gato pardo, "tudo muda para que tudo fique igual". 

Veja o monolítico centralismo democrático do PT. Tem tendência para todos os gostos, menos para recuperar os ideários do PT.


Bom fim de semana, nossa grande esperança: o Lyoto Machida que hoje dará uma aula de como se luta para vencer!

* Valor Econômico. 

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

FMI critica política fiscal do governo brasileiro


Para Fundo, 'microgerenciamento' afeta credibilidade e causa incerteza


Missão do organismo cita baixo investimento como risco e critica empréstimos via bancos públicos

Relatório do Fundo Monetário Internacional sobre o Brasil divulgado ontem afirma que o "excessivo microgerenciamento na política fiscal enfraqueceu a credibilidade do modelo fiscal de longo prazo" e reduz a expectativa de crescimento potencial.

O FMI, na crítica, cita especificamente estímulos tributários do governo e manobras com receitas extraordinárias e outros ajustes para mitigar os custos desses estímulos e fechar a conta do superavit fiscal (economia feita pelo país para pagar juros da dívida), de 2,1% do PIB em 2012.

A avaliação, produzida a partir de entrevistas com representantes do governo e do setor privado feitas por uma missão do Fundo que visitou o país em maio, aponta ainda que essas incertezas na política fiscal pesaram nos investimentos no país.

Apesar de reconhecer uma recuperação gradual da desaceleração em 2011 e 2012 por causa do consumo "resiliente" e do aumento "recente" dos investimentos, o texto lista vários riscos para a economia brasileira, além da baixa taxa de investimento.

Pressão inflacionária, correção do mercado imobiliário e gargalos no mercado de trabalho, com produtividade "estagnada", são lembrados.

O Fundo ainda aponta uma "erosão gradual do modelo fiscal". Após elogiar a Lei de Responsabilidade Fiscal, o texto acusa nos últimos anos uma dependência progressiva de recursos extraordinários para se atingir a meta fiscal, além de grandes transferências de bancos públicos.

ATRASO

O relatório, feito anualmente, ficou pronto em julho, mas o governo brasileiro não permitiu sua divulgação até que ocorressem correções pedidas pelo Banco Central e pelo Ministério da Fazenda no cálculo do endividamento do país.

Para o Fundo, a dívida bruta do Brasil equivale a 68,3% do PIB; já no cálculo brasileiro, é de 59,3%.

"Demorou demais", disse, em coletiva, o representante do país no Fundo, Paulo Nogueira Batista Jr.

Por ser um retrato feito em maio, ele ignora as mudanças ocorridas na política da Federal Reserve, o banco central americano, que indicou reduzir o expansionismo monetário até o fim do ano.

O documento do Fundo diz que o crescimento do país foi guiado principalmente pelo consumo. Apesar do expansionismo monetário e fiscal desde 2011, o crescimento tem sido mais fraco e irregular que o previsto após despencar no terceiro trimestre de 2011.

A fase inicial de recuperação teve consumo forte, mas investimento fraco ante a incerteza global e a "confiança empresarial reduzida".

"A economia está operando perto de seu potencial e continua sujeita a limitações no lado da oferta, que seguram o crescimento abaixo de seu potencial de médio prazo e exacerbam as pressões inflacionárias", diz o texto.

RAUL JUSTE LORESDE WASHINGTON

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Todo o poder do Estado da 5ª economia do Planeta, para defender um leilão

A concessão do megacampo no pré-sal recebeu apenas uma proposta, do grupo que inclui as chinesas CNPC e CNOOC


Consórcio de chinesas, Shell, Total e Petrobras arremata Libra


RIO - O consórcio formado pelas empresas chinesas CNPC e CNOOC, a anglo-holandesa Shell e a francesa Total, junto com a brasileira Petrobras, arrematou a concessão para exploração de petróleo e gás no campo de Libra, no pré-sal da bacia de Campos. O grupo se dispôs a ofertar para a União a parcela mínima de 41,65% do óleo a ser produzido no local.

Essa foi a única proposta entregue no certame. Havia 11 empresas inscritas para participar da competição, mas algumas - como a Repsol e a Petronas - já tinham informado que ficariam de fora.

CNPC, CNOOC e Petrobras têm 10% do grupo cada uma, enquanto Shell e Total têm 20% cada. Os 30% restantes também cabem à Petrobras, que entra como operadora do consórcio.

Libra foi a primeira área no Brasil licitada sob regime de partilha de produção. Nesse modelo, a propriedade do óleo extraído é exclusiva da União. O consórcio vencedor vai trabalhar para produzir no bloco e, como pagamento, recebe uma parcela do petróleo extraído. Se tivesse havido competição, o percentual de óleo oferecido para a União teria sido a única variável para decidir o vencedor. O valor do bônus de assinatura é fixo, em R$ 15 bilhões, e não interfere no resultado.

O pico da produção estimado para o Campo de Libra será de 1,4 milhão de barris de petróleo por dia, em dez ou 15 anos, de acordo com a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard. Quanto mais cedo o consórcio vencedor da área conseguir colocar a área em produção, mas cedo ele terá retorno dos seus investimentos. Entretanto, o desenvolvimento da área depende da capacidade da indústria de serviços do setor, ainda pequena para a demanda que virá.

A ANP estima que Libra tenha entre 8 e 12 bilhões de barris recuperáveis de petróleo, o que corresponde a um reserva "in situ" no campo - nem toda ela capaz de ser extraída com a tecnologia atual - variando entre 26 bilhões a 42 bilhões de barris segundo estimativa da consultoria Gaffney, Cline, contratada pela agência reguladora. Já a IHS estim a que o campo gigante tenha reservas "in situ" de 18 bilhões de barris.

Mesmo projetando um volume menor, o campo é disparado o de maior tamanho descoberto no mundo desde 2008.

O consórcio terá que perfurar mais poços, testar o reservatório e delimitar a área do campo, que tem mais de 1,5 mil quilômetros quadrados de extensão em lâmina d'água de aproximadamente 1.500 metros até o subsolo marinho. Ainda não se conhecem os planos para escoamento dos enormes volumes de gás que serão produzidos. As estimativas são de que a produção de gás chegue a 20 milhões de metros cúbicos dia, o equivalente a dois terços das atuais importações da Bolívia. Contudo, como não existe gasoduto na área, a Petrobras já sinalizou que grande parte da produção de gás no pré-sal será reinjetada nos poços, frustrando setores da indústria.

Por Rodrigo Pedroso, Cláudia Schüffner, Rodrigo Polito e Francisco Góess | Valor

domingo, 20 de outubro de 2013

Prêmio Benchimol da Amazônia elege Reitor (Pró-Tempore) da UFOPA Personalidade da Amazônia

José Seixas Lourenço ganhou o Prêmio "Personalidade da Amazônia". 



O Reitor (Pró-Tempore) da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), José Seixas Lourenço concorreu com mais de 25 indicados, em uma disputadíssima eleição e no final disputou, voto a voto, com o poeta Amadeu Thiago de Mello (*), Natural do Estado do Amazonas e um dos poetas mais influentes e respeitados no País, que também merecia o Premio, mas só podia ser premiado uma só personalidade da Amazônia. 

A versão 2013 do Referido Prêmio já celebra uma d´cada. 

Depois da brilhante apresentação do Poeta Thiago de Mello, pelo representante do Estado do Amazonas, a pateia ficou muda e pelos fatos contundentes, aí apresentados o grande poeta jé estava eleito. 
Entretanto, pedi a palavra e depois de reconhecer todos os méritos, irrefutáveis apresentados em favor do Thiago, expus a razões, também de peso, pelas quais o Seixas devia ser eleito a personalidade da Amazônia.


Seixas Lourenço 
Com pouquíssimo tempo para usar do microfone, relatei a biografia acadêmica do Seixas, desde a UFPA, até as diferentes instituições acadêmicas pelas quais pasou, dentre elas a Universidade de Berkeley, Califórnia (USA), onde realizou PhD em Geofísica (Engineering Geoscience). 

Muito do que se tem hoje nas instituições produtoras de Ciência, Tecnologia e Inovação atuando na Amazônia tem a contribuição do indicado. Foi ele que estruturou o grupo de Geociências da UFPA, Presidiu Para Minérios, fortaleceu o Museu Paraense Emilio Goeld; Criou o programa de Interiorização, quando Reitor da UFPA com conseqüências sociais extraordinária em todo o Estado do Pará. Deu nova vida ao INPA- Instituto de Pesquisa da Amazônia. Criou e dirigiu a UNAMAZ por dez anos, congregando e mobilizando a comunidade cientifica da Panamazônia para cooperação. Atualmente é Reitor da UFOPA, onde implanta um projeto inovador que busca a integração do homem a natureza o desenvolvimento regional. A atuação do Seixas sempre tem sido com grande talento e compromisso com a sociedade, criando projetos inovadores, defendendo os interesses regionais e ampliando oportunidades educacionais e de acessos de jovens para a carreira científica.

Sua passagem pelos Ministérios do Meio Ambiente, da Ciência e Tecnologia, (hoje MCTI), da Saúde, sempre deixou um legado e abriu novos campos de atuação para os que ficaram. 


Assim foi que o prêmio merecidamente este ano será entregue ao paraense Seixas Lourenço, ou simplesmente Seixas, como muitos lhe conhecem. 



Em reunião no MEC, com David Leal Secretário da SEICOM e G. Enríquez Diretor da Agência de Inovação Tecnológica da UFPA, 2013 - foto de arquivo

Veja a relação dos Premiados em 2013

· Categoria Personalidade Amazônica:

José Seixas Lourenço
Instituição – Universidade Federal do Oeste do Pará.
Estado – PA

· Categoria Ambiental:

1º Colocado
Candidato -Vania Neu
Instituição –Universidade Federal Rural da Amazônia.
Estado - PA
Título do Projeto – Promovendo a Sociobiodiversidade: restauração ambiental com geração de renda em comunidades ribeirinhas na Amazônia Oriental

2º Colocado
Candidato –Mário Augusto Batista Rocha
Instituição –Inventor Independente
Estado –AM
Título do Projeto –Zero Pet Nos Rios.

3º Colocado
Candidatos – Marcio Arthur Oliveira de Menezes
Instituição – Instituto de Pesquisas Ecológicas - IPÊ
Estado – AM
Título do Projeto – Sistemas Agroflorestais: Geração De Renda E Conservação Ambiental No Baixo Rio Negro.

· Categoria Econômica/Tecnológica:

1º Colocado
Candidato – Ceci Sales-Campos e Meire Cristina Nogueira de Andrade
Instituição –INPA e UFAM
Estado - AM
Título do Projeto – Cogumelos Comestíveis da Amazônia como alternativa alimentar e melhoria da qualidade de vida.

2º Colocado
Candidato – Lucas Bezerra Felix
Instituição –SISA - Sistemas Solares Alternativos
Estado - AC
Título do Projeto – Torre de recarga solar.

3º Colocado
Candidato s – Luiz Antonio de Oliveira.
Instituição – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - IMPA.
Estado - AM
Título do Projeto – Uso do Mesocarpo do Babaçu (Orbignya Phalerata Mart.) para A Produção de Etanol e Alfa-Amilases na Amazônia Brasileira.

· Categoria Social:

1º Colocado
Candidatos – João Carlos de Souza Meirelles Filho.
Instituição – Instituto Peabiru
Estado – PA
Título do Projeto – Festival Flutuante de Leitura e Literatura Ribeirinha da Amazônia.

2º Colocado
Candidatos – Franklen dos Antos Cordovil
Instituição – Universidade Federal Rural da Amazônia.
Estado - PA
Título do Projeto – Confecção de Brinquedos Sustentáveis.

3º Colocado
Candidatos – Michinori Konagano
Instituição – Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu
Estado - PA
Título do Projeto – Sistema Agroflorestal de Tomé-Açu Safta – Tecnologia Social da Amazônia.

· Categoria Empreendedorismo Consciente:

1º Colocado
Candidato – Leandro Frederico Ferraz Meyer.
Instituição – Universidade Federal Rural da Amazônia.
Estado – PA
Título do Projeto – Educação Integral para o Empreendedorismo Consciente em Assentamentos da Reforma Agrária no Estado do Pará .

2º Colocado
Candidato – Ariel de Andrade
Instituição – ANPM - Associação Nacional dos Produtores de Pisos de Madeira.
Estado - SP
Título do Projeto – PROJETO PIMADS - Piso de Madeira Sustentável.

3º Colocado
Candidato – Não Houve premiado.

· Categoria Suporte ao Desenvolvimento Regional:

1º Colocado
Candidato – Ceci Sales-Campos.
Instituição – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
Estado – AM
Título do Projeto – Cultivo de Cogumelos Comestíveis e Medicinais: Uma Estratégia Bioeconômica E Socioambiental para a Amazônia nos Próximos Anos.

2º Colocado
Candidato – Emerson Clayton Arantes
Instituição – Universidade Federal de Roraima.
Estado -RR
Título do Projeto – Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares e Empreendimentos Econômicos Solidários- ITCPES/UFRR: formação em economia cooperativa e solidária para superação da pobreza em Roraima.

3º Colocado
Candidato – Não Houve premiado .

· Categoria Empresas na Amazônia:

Premiada – Natura
Estado – SP



* Amadeu Thiago de Mello. Natural do Estado do Amazonas, é um dos poetas mais influentes e respeitados no país, reconhecido como um ícone da literatura regional. Tem obras traduzidas para mais de trinta idiomas. Preso durante a ditadura (1964-1985), exilou-se no Chile, encontrando em Pablo Neruda um amigo e colaborador. Um traduziu a obra do outro e Neruda escreveu ensaios sobre o amigo. No exílio, morou na Argentina, Chile, Portugal, França, Alemanha. Com o fim do regime militar, voltou à sua cidade natal, Barreirinha, onde vive até hoje.





quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Representantes da Universitec participam da do Seminário Internacional da IASP e do Seminário Nacional ANPROTEC,


Representantes da Universitec participam da ANPROTEC e apresentam trabalho científico.




Representantes da Agência de Inovação Tecnológica da UFPA- (Universitec) participam de 14, até o dia 17, do XXIII Seminário Nacional da Anprotec e da 30ª Conferência Mundial de Parques Científicos e Tecnológico IASP. O evento que é considerado um dos maiores nessa temática reunirá gestores de incubadoras, pesquisadores e empresários. O evento acontece em Recife e está sendo realizado pela IASP, pela Anprotec e pelo Sebrae e organizado pelo Porto Digital, com financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Secretaria de Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Sectec), apoiado pelo CNPq e conta com o patrocínio da Prefeitura da Cidade do Recife, do BNDES, Chesf, CNI, Finep, ABDI .

Temas como a cultura do Empreendedorismo inovador, desafios para consolidação de habitats de inovação e a dinâmica de inovação nas universidades serão discutidos no evento. Ainda como parte da programação aconteceu o Fórum de Empresas Graduadas em Incubadoras. O Fórum tem o objetivo de contribuir a partir da troca de experiências e da ampliação das redes de Relacionamento para a proposição de estratégias voltadas para à superação de barreiras ao empreendedorismo e à Inovação. Estará participando do Fórum Fátima Chamma, da Empresa graduada na Incubadora PIEBT, Chamma da Amazônia. A empresa é um dos casos de sucesso da Incubadora, da UFPA uma das poucas da região Amazônica presentes no evento.

Na ocasião o diretor da Universitec, professor Gonzalo Enríquez, estará apresentando o artigo “Networks of technological innovation and its interaction with communities in the new Habitat for Innovation in Amazon” o único artigo, do norte do Brasil, dentre os 30 selecionados para serem apresentados nas sessões do seminário e publicados pela revista da Anprotec.

O trabalho toca, precisamente, no centro dos temas mais debatidos nas diversas conferência realizadas, a relação da inovação tecnológica, empreendedorismo e habitat de inovação, para promover o desenvolvimento de regiões e cidades, só que o trabalho do Enríquez apresenta um diferencial importante respeito dos demais trabalhos e debates sobre o tema. Considera fundamental pensar em novos habitat de inovação tecnológica, principalmente para regiões como a Amazônia, onde os atores são diversos , comunidades da floresta, pesquisadores, pequenas empresas que atuam no meio das regiões mais afastadas, atravessadores de produtos da biodiversidade, gestores municipais e, instituições de pesquisa, laboratórios, etc.

O foco não é somente a empresa, segundo Enríquez e sim também comunidades e pesquisadores que muitos deles moram junto com as comunidades.

Em seu pronunciamento o Ministro de Ciência Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, afirmou estar disposto a apoiar e investir em ciência e Tecnologia, pois são instrumentos de discussão de politicas públicas, tecnologias limpas, inovação e questões sustentáveis. Esses ambientes agregarem valor as atividades econômicas do país.

“Os Parques e Incubadoras são ambientes de cooperação entre entidades de conhecimento (universidades) e entidades com a capacidade de transformar esse conhecimento em bens e serviços para a sociedade, por isso receberá cada vez mais investimentos”.

A história trás de novo para Belém, por segunda vez um evento de incubadoras de empresas e parques tecnológicos. Depois de ser um dos maiores encontros de incubadoras em 2000, 14 anos depois será realizado outro evento em Belém, agora no Parque Científico e Tecnológico do Guamá, que tem como gestor a Fundação Guamá, onde a Universidade, por meio da UNIVERSITEC, é parceira. Junto com outras parcerias será realizado o evento em 2014.

Dessa forma, a Universitec, que é a instituição que reponde pela transferência de tecnologia, propriedade intelectual, incubadoras de empresas e empreendedorismo da UFPA, será a parceira natural na realização do XXIV Seminário Nacional da ANPROTEC, que será realizado em Belém (PA), no período de 22 a 26 de setembro de 2014.
Texto e foto: hellen Lobato

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Secretário do MCTI é o primeiro brasileiro a integrar o painel das Nações Unidas



Assessorar o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e outros dirigentes de agências, fundos e programas do organismo internacional no que diz respeito ao desenvolvimento sustentável. Essa é a missão dos integrantes do painel das Nações Unidas. E o primeiro brasileiro a integrar esse painel de 26 cientistas de alto nível é o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Carlos Nobre.

De acordo com Nobre, esse painel tem a missão filtrar conhecimento científico e produzir documentos e reflexões na interface entre ciência e políticas públicas globais de sustentabilidade. “Mas ainda tem um enorme desafio, que é conseguir mais visibilidade mundial para essa agenda”, explicou.

Nobre recebeu o convite em 25 de setembro, data da sessão inaugural do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, em meio à 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

Alto nível

Estabelecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o conselho inclui pesquisadores de diversas disciplinas naturais, sociais e humanas.

“Apesar de o nome ser Scientific Advisory Board, não se trata apenas de um grupo de cientistas que conhecem muito de um determinado assunto, mas um painel com especialistas em ética, economistas, sociólogos e outros profissionais que trabalham na fronteira dainteração entre sociedade, ciência e política pública de sustentabilidade, seja em mudanças climáticas, seja em oceanos, seja em biodiversidade”, observou Nobre.

A lista inclui 26 pesquisadores de 25 países de todos os continentes. “São pessoas influentes no meio científico, com muito conhecimento, que, portanto, ao aconselhar o secretário-geral e o sistema ONU, podem realmente fazer diferença, principalmente elaborando documentos reflexivos”, destacou o secretário.

(om iformações do MCTI)

domingo, 13 de outubro de 2013

'Faxina' virou pó

PAINEL

Campos Marina. Só no começo...

Apesar da recuperação na pesquisa Datafolha, Dilma Rousseff não retomou todo seu espaço no eleitorado de renda mais alta, que era refratário a Lula, mas que a presidente tinha conquistado nos primeiros anos de mandato. Em março, Dilma chegou a ter 51% das intenções de voto entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos. Despencou para 21% em junho e pontuou 31% agora. A erosão dá respaldo ao conselho de Lula para que a sucessora foque no eleitorado mais pobre.

Inflação Aécio Neves (PSDB) passou de 15% nas duas faixas mais altas de renda, em março, para 26%. Eduardo Campos (PSB) subiu de 5% para 17%. Marina Silva, que aparecia com 19% nesses grupos, hoje tem 35%.

Foco Após analisar a pesquisa, o governo vai intensificar as viagens de Dilma ao Nordeste para evitar o avanço de Campos e consolidar a vantagem da presidente na região, tradicional reduto do PT.

Menina dos olhos Uma das pontas de lança dessa operação será o Mais Médicos, concentrado em cidades do interior nordestino.

Hormônio O QG de Campos projetava na semana passada que o pernambucano só chegaria aos dois dígitos nas pesquisas em dezembro.

Que oposição? Eleitores críticos ao governo preferem Aécio a Campos, mas Marina é quem vai melhor nesse grupo. Entre quem julga Dilma ruim ou péssima, o tucano tem 33%, e o pessebista, 23%. Já Marina tem 43% desses votos, contra 27% de Aécio.

Fase de beijos Dilma tem melhor desempenho entre eleitores que não tomaram conhecimento sobre a aliança entre Marina e Campos. Ela tem 47% nesse grupo no cenário mais provável, contra 34% entre aqueles que se dizem "bem informados".

Marinou Já Campos tem seu melhor resultado no grupo de entrevistados bem informados sobre a coligação. Nesse extrato, ele empata tecnicamente com Aécio: vai a 24%, frente a 25% do mineiro.

Sem Lula Dilma voltou a crescer entre os eleitores que têm o PT como partido preferido. Depois de cair para 58% após os protestos, a presidente aparece com 71% no grupo.

Tela livre 1 Além de flexibilizar o entendimento sobre campanha antecipada na propaganda partidária, o vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, também acha que não cabe punição a políticos entrevistados em programas de TV, caso não peçam voto abertamente.

Tela livre 2 Pré-candidatos à Presidência fizeram périplo por programas populares nos últimos meses. Aécio foi alvo de representação de Sandra Cureau, antecessora de Aragão, por ter ido ao "Programa do Ratinho".

Alfarrábios Eduardo Campos anota todas as expressões de Marina que fogem ao seu "repertório", dizem aliados. Na última semana, tomou nota quando a ex-senadora falou que será necessário "metabolizar" a aliança e quando ela citou o psicanalista Jacques Lacan.


VERA MAGALHÃES painel@uol.com.br


domingo, 6 de outubro de 2013

O Plano "C". Quem quer o poder a todo custo e quem tem a humildade para apoiar outro candidato

Segundo ela, como todos falavam em plano A (a criação da Rede) e em plano B (sair candidata a presidente por outro partido), ela começou a bolar o "plano C" --"plano Eduardo Campos".

"Ninguém teria coragem de propor a uma candidata com 26% das intenções de voto que ela desistisse de sua candidatura à Presidência para apoiar um outro candidato. Essa é uma iniciativa que só ela teria a capacidade de colocar na mesa", afirmou o deputado Alfredo Sirkis (RJ), que também ingressou no PSB.



Nova Aliança produz Indigestão no campo do "PENSAMENTO ÚNICO" (PT)

Análise: Aliança de ex-ministros de Lula impede estratégia do PT


A surpreendente aliança entre Eduardo Campos e Marina Silva ainda precisará ser "metabolizada", para usar um termo do marinês, mas o fato é que deve ter provocado uma tremenda indigestão em Dilma Rousseff e Lula.

Aliás, este pareceu ser o objetivo inconfesso de uma Marina "bolada", embora segura, que lançou mão de um sarcasmo até então ausente de suas falas e culpou o PT, seu antigo partido, por "aviltar" a democracia ao supostamente agir contra a Rede.

Campos fez jus à fama de bom articulador político e, enxergando a oportunidade, soube dizer exatamente o que Marina queria ouvir: que a Rede existe e é "legítima".

Aos aliados que se espantaram com o fato aceitar até ser vice, mesmo tendo o triplo das intenções de votos do aliado, Marina mostrou pragmatismo: quem tem partido e máquina é ele. Se as condições mais adiante vão levar a uma mudança de planos, é algo que partidários de Campos não discutem agora.

A possível chapa é forte pelo simbolismo: são dois ex-ministros de Lula, ambos com trajetória de esquerda. Será mais difícil para o PT fazer o discurso do bem contra o mal das últimas eleições.

O fim da polarização afeta também Aécio Neves. Para se contrapor à nova força que surge e pode ocupar o espaço de oposição, o tucano terá de ir atrás de aliados que sobraram no tabuleiro, como o PPS de Roberto Freire.