A Comissão Permanente de Processos Seletivos da Universidade Federal do Pará (COPERPS) decidiu, nesta segunda-feira, 07 de dezembro, anular a primeira fase do Processo Seletivo Seriado 2010 (PSS), realizada no último dia 22 de novembro. O novo calendário de provas ainda não foi definido, mas a segunda fase, que seria neste domingo, dia 13 de dezembro, foi adiada. A COPERPS informa, ainda, que as inscrições para o concurso não serão reabertas.
O reitor da Universidade, Carlos Maneschy, explicou que o posicionamento da UFPA sobre a primeira fase do PSS 2010 seria alterado apenas diante de uma decisão judicial ou do surgimento de um fato novo. Os dois motivos que levaram a esta decisão foram uma liminar da Justiça Federal e o resultado de investigações da Polícia Federal.
A investigação da Polícia Federal sobre os problemas relacionados com a primeira fase do PSS 2010 iniciou a pedido do reitor da Instituição e revelou que um integrante do Centro de Processos Seletivos (CEPS), o qual tinha acesso à prova, possui um sobrinho inscrito no concurso, indo de encontro às regras da Instituição. Como o servidor da Universidade tinha acesso ao conteúdo de toda a prova, a comissão decidiu refazer totalmente a primeira etapa do concurso, em vez de refazer apenas a avaliação de Geografia, conforme determinação da Justiça Federal.
“Para evitar que situações como esta voltem a acontecer, a COPERPS irá elaborar novas regras sobre a realização de concursos na Universidade a serem adotadas, ainda, no PSS 2010 e vamos contar com a colaboração da Polícia Federal neste sentido”, garantiu Carlos Maneschy.
A COPERPS irá discutir os detalhes operacionais da decisão, como as datas e os locais de prova, mas adianta que todos os candidatos inscritos no concurso realizarão as provas do certame 2010 de acordo com as inscrições já efetuadas e tão logo o novo calendário de provas seja definido, haverá ampla divulgação.
Do total de 50.436 candidatos inscritos no Processo, 47.707 estão inscritos para participar da primeira fase do concurso. A Coordenadora da COPERPS e pró-reitora de Ensino de Graduação da Universidade, Marlene Freitas, assegura que o adiamento do concurso não interferirá no início das aulas, marcado para o dia 1º de março.
Texto: Assessoria de Comunicação da UFPA
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Mudança Climática - ONU pede "bolo de Natal em três camadas" para definir sucesso em Copenhague
O secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, Yvo de Boer, disse na segunda-feira (7), na cerimônia de inauguração da cúpula da ONU sobre mudança climática (COP15), que só será possível falar de êxito se forem definidas "ações significativas e imediatas que entrem em vigor no dia seguinte do encerramento".
De Boer lembrou que a contagem regressiva começou e que é hora de dar respostas, por isso pediu aos delegados dos 192 países reunidos na cúpula de Copenhague, que será realizada até o dia 18, um "bolo de Natal" formado por três camadas.
Em primeiro lugar, será preciso pactuar a implementação de ações imediatas de mitigação, adaptação, financiamento e tecnologia; depois, garantir o financiamento a longo prazo e, por último, uma visão compartilhada sobre um futuro de baixas emissões de CO2 para todos.
O acordo deve ser construído "tijolo a tijolo" e "de baixo para cima", afirmou De Boer, já que essa é a única maneira de garantir o êxito em Copenhague.
Hora da ação - "Acabou o tempo de reiterar posições e de declarações, é preciso ação real", disse.
A presidente da cúpula, Connie Hedegaard, disse que é "o momento de atuar".
"Sei que há muitos obstáculos. Mas depende de nós, dos que estão nesta sala. E é factível", afirmou.
"Nem a ciência foi nunca tão clara, nem as soluções tão abundantes, nem a vontade política tão forte", disse Hedegaard, que acrescentou que "passarão anos" até que se volte a dar uma conjunção de fatores como essa, se é que chegará a ocorrer.
"Chegou o momento de dar ao mundo o rumo correto, enquanto ainda estamos a tempo", afirmou.
Críticas a abusos de teimosos - O presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, em inglês), Rajendra Pachauri criticou hoje, em Copenhague, os que "recorrem a ações ilegais" para desacreditar os "trabalhos contrastados" dos cientistas que expõem as consequências da mudança climática.
Pachauri se referiu, assim, à demissão de um cientista da Universidade de East Anglia (Reino Unido), investigado pela suposta manipulação de dados sobre a mudança climática, depois que um "hacker" teve acesso a seu e-mail.
"Alguns têm inconvenientes em aceitar a inevitabilidade da mudança climática", afirmou Pachauri, que insistiu na "conduta impecável" dos organismos "independentes" que reúnem dados para os relatórios do IPCC. (Fonte: Folha Online)
De Boer lembrou que a contagem regressiva começou e que é hora de dar respostas, por isso pediu aos delegados dos 192 países reunidos na cúpula de Copenhague, que será realizada até o dia 18, um "bolo de Natal" formado por três camadas.
Em primeiro lugar, será preciso pactuar a implementação de ações imediatas de mitigação, adaptação, financiamento e tecnologia; depois, garantir o financiamento a longo prazo e, por último, uma visão compartilhada sobre um futuro de baixas emissões de CO2 para todos.
O acordo deve ser construído "tijolo a tijolo" e "de baixo para cima", afirmou De Boer, já que essa é a única maneira de garantir o êxito em Copenhague.
Hora da ação - "Acabou o tempo de reiterar posições e de declarações, é preciso ação real", disse.
A presidente da cúpula, Connie Hedegaard, disse que é "o momento de atuar".
"Sei que há muitos obstáculos. Mas depende de nós, dos que estão nesta sala. E é factível", afirmou.
"Nem a ciência foi nunca tão clara, nem as soluções tão abundantes, nem a vontade política tão forte", disse Hedegaard, que acrescentou que "passarão anos" até que se volte a dar uma conjunção de fatores como essa, se é que chegará a ocorrer.
"Chegou o momento de dar ao mundo o rumo correto, enquanto ainda estamos a tempo", afirmou.
Críticas a abusos de teimosos - O presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, em inglês), Rajendra Pachauri criticou hoje, em Copenhague, os que "recorrem a ações ilegais" para desacreditar os "trabalhos contrastados" dos cientistas que expõem as consequências da mudança climática.
Pachauri se referiu, assim, à demissão de um cientista da Universidade de East Anglia (Reino Unido), investigado pela suposta manipulação de dados sobre a mudança climática, depois que um "hacker" teve acesso a seu e-mail.
"Alguns têm inconvenientes em aceitar a inevitabilidade da mudança climática", afirmou Pachauri, que insistiu na "conduta impecável" dos organismos "independentes" que reúnem dados para os relatórios do IPCC. (Fonte: Folha Online)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Belém, Pará - O fascínio e agonia pelo poder
Desde que o Brasil é Brasil e desde antes, a maioria dos políticos de todos os colores e sabores amam o poder, idolatram o poder, sentem um fascínio quase erótico por esse objeto do desejo. A seqüência é esta: primeiro por ser eleitos pelo povo (sem importar o preço que devam pagar), segundo, querem se manter no poder, se for possível de forma indefinida, isso se chama reeleição, terceiro, em caso de não ser eleitos e ficar em segundo lugar, entram com recursos para ver se podem cassar o mandato do seu adversário a quem chamam de inimigo político, embora depois em outro pleito, sejam colegas da mesmíssima chapa, irmãos. O sistema "democrático" é que permite essas vantagens para os políticos, sem criar nenhuma regra que permita limitar essas práticas de corrupção tão espalhadas pelo Brasil.
No Brasil da democracia, quem abriu essa “janela de oportunidade” espúria Foi o Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso o FHC, assim chamado pelos que nem querem pronunciar esse nome por extenso.
O fascínio do FHC era tão grande, que até perdeu uma eleição por querer “despachar” simbolicamente, na cadeira de Prefeito, antes do pleito. O ruim dessa reeleição é que FHC, no seu segundo mandato, foi terrível, pior ainda que no primeiro, aí é que se acabou com grande parte do patrimônio da economia brasileira, com verdadeiras doações para o setor privado de empresas que eram estratégicas para o crescimento do Brasil. Diferente do Lula que suas melhores ações são deste segundo mandato e por isso ele passará à historia do Brasil contemporâneo.
Voltando ao nosso tema do fascínio pelo poder. Em Belém do Pará, temos um prefeito cassado. Quem pense que foi cassado por corrupto, mentiroso, falsário ou incompetente, estará redondamente enganado. Ele está sendo cassado por uso indevido da máquina administrativa da prefeitura para “reeleger-se” (só seria corrupto, e não incompetente).
Veja bem, apesar de ter sido eleito senador da república, em pleno exercício do mandato deixou o cargo de senador e concorreu ao de prefeito da capital paraense e foi também eleito. Isso é fascínio pelo poder, quis acumular mais poder, ainda. São os predeterminados, isso parece que está escrito. Será que o povo gosta de mentirosos, médicos que não são médicos, advogados que não concluíram o curso de graduação com o exame da ordem?
Pois bem ele está sendo cassado e se aferra com unha e carne ao poder. E o outro o que ficou em segundo lugar (Priante-PMDB). Segundo a legislação eleitoral deveria assumir nesta segunda feira, ele já está sentado na cadeira da prefeitura, despachando, claro virtualmente, e na expectativa de ser prefeito e concorrer à reeleição. O fascínio do poder meus caros amigos, até cargo de síndico é um fascínio.
Confira o significado das palavras fascínio e agonia, a seguir, segundo o nosso Moderno Dicionário da Língua Portuguesa, Michaelis:
E mais embaixo, confira se estou errado ou não, lendo a notícia sobre os próximos passos do Priante, segundo colocado nas eleições do ano passado, que segundo as informações da imprensa, que será empossado na próxima segunda feira.
fascinação
fas.ci.na.ção
sf (lat fascinatione) 1 Ato ou efeito de fascinar. 2 Atração pela beleza. 3 Encanto, enlevo, arroubamento. 4 Embeleco, feitiço.
agonia
a.go.ni.a
sf (gr agonía) 1 Estado em que o moribundo luta contra a morte. 2 Fase de decadência que prenuncia o fim. 3 Aflição, angústia; estertor, inquietação, sofrimentos morais intensos. 4 Dor severa. 5 Náusea. 6 Desejo veemente de conseguir alguma coisa; ânsia. 7 Toque especial de sino para comunicar aos fiéis o transe de morte de uma pessoa. 8 Reg (Nordeste) Pressa. 9 Reg (Centro e Sul) Amolação, incômodo.
Uma grande devassa nas contas da prefeitura será a primeira ação de José Priante à frente do município de Belém, caso venha mesmo a assumir o cargo de prefeito. Ele promete fazer um levantamento dos gastos de cada centavo dos recursos recebidos pelo prefeito cassado Duciomar Costa. “A ideia é fazer uma auditoria completa e para isso quero contar com a ajuda dos ministérios públicos federal e estadual, além de outras entidades”, diz Priante, afirmando que a palavra de ordem da gestão será “transparência”. “Não me conformo, por exemplo, com o que aconteceu com os recursos da saúde”, explica, lembrando que em cinco anos a prefeitura de Belém recebeu em torno de R$ 1,5 bilhão para a área, que se tornou uma das mais problemáticas da administração Duciomar Costa. “A título de comparação, um hospital como o metropolitano (em Ananindeua), com equipamentos, custou cerca de R$ 80 milhões. É possível ver o que poderia ter sido feito com esse dinheiro todo”.
Além de investigar os caminhos seguidos pelos recursos nos cofres da PMB - que visivelmente não foram investidos na melhoria da qualidade de vida dos belenenses -, o provável novo prefeito da capital diz que, em caso de constatadas irregularidades, vai tomar providências legais contra o atual gestor. “Nos últimos meses temos assistido a uma avalanche de denúncias e é preciso apurar” justifica.
PLANOS PARA A PMB
Nem só de auditorias, contudo, viverá a nova gestão. Entusiasmado com a possibilidade de assumir seu primeiro cargo executivo, Priante promete atenção especial para as áreas de saúde, organização do trânsito e assistência social.
leia a matéria no Diário do Para Aqui
No Brasil da democracia, quem abriu essa “janela de oportunidade” espúria Foi o Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso o FHC, assim chamado pelos que nem querem pronunciar esse nome por extenso.
O fascínio do FHC era tão grande, que até perdeu uma eleição por querer “despachar” simbolicamente, na cadeira de Prefeito, antes do pleito. O ruim dessa reeleição é que FHC, no seu segundo mandato, foi terrível, pior ainda que no primeiro, aí é que se acabou com grande parte do patrimônio da economia brasileira, com verdadeiras doações para o setor privado de empresas que eram estratégicas para o crescimento do Brasil. Diferente do Lula que suas melhores ações são deste segundo mandato e por isso ele passará à historia do Brasil contemporâneo.
Voltando ao nosso tema do fascínio pelo poder. Em Belém do Pará, temos um prefeito cassado. Quem pense que foi cassado por corrupto, mentiroso, falsário ou incompetente, estará redondamente enganado. Ele está sendo cassado por uso indevido da máquina administrativa da prefeitura para “reeleger-se” (só seria corrupto, e não incompetente).
Veja bem, apesar de ter sido eleito senador da república, em pleno exercício do mandato deixou o cargo de senador e concorreu ao de prefeito da capital paraense e foi também eleito. Isso é fascínio pelo poder, quis acumular mais poder, ainda. São os predeterminados, isso parece que está escrito. Será que o povo gosta de mentirosos, médicos que não são médicos, advogados que não concluíram o curso de graduação com o exame da ordem?
Pois bem ele está sendo cassado e se aferra com unha e carne ao poder. E o outro o que ficou em segundo lugar (Priante-PMDB). Segundo a legislação eleitoral deveria assumir nesta segunda feira, ele já está sentado na cadeira da prefeitura, despachando, claro virtualmente, e na expectativa de ser prefeito e concorrer à reeleição. O fascínio do poder meus caros amigos, até cargo de síndico é um fascínio.
Confira o significado das palavras fascínio e agonia, a seguir, segundo o nosso Moderno Dicionário da Língua Portuguesa, Michaelis:
E mais embaixo, confira se estou errado ou não, lendo a notícia sobre os próximos passos do Priante, segundo colocado nas eleições do ano passado, que segundo as informações da imprensa, que será empossado na próxima segunda feira.
fascinação
fas.ci.na.ção
sf (lat fascinatione) 1 Ato ou efeito de fascinar. 2 Atração pela beleza. 3 Encanto, enlevo, arroubamento. 4 Embeleco, feitiço.
agonia
a.go.ni.a
sf (gr agonía) 1 Estado em que o moribundo luta contra a morte. 2 Fase de decadência que prenuncia o fim. 3 Aflição, angústia; estertor, inquietação, sofrimentos morais intensos. 4 Dor severa. 5 Náusea. 6 Desejo veemente de conseguir alguma coisa; ânsia. 7 Toque especial de sino para comunicar aos fiéis o transe de morte de uma pessoa. 8 Reg (Nordeste) Pressa. 9 Reg (Centro e Sul) Amolação, incômodo.
Uma grande devassa nas contas da prefeitura será a primeira ação de José Priante à frente do município de Belém, caso venha mesmo a assumir o cargo de prefeito. Ele promete fazer um levantamento dos gastos de cada centavo dos recursos recebidos pelo prefeito cassado Duciomar Costa. “A ideia é fazer uma auditoria completa e para isso quero contar com a ajuda dos ministérios públicos federal e estadual, além de outras entidades”, diz Priante, afirmando que a palavra de ordem da gestão será “transparência”. “Não me conformo, por exemplo, com o que aconteceu com os recursos da saúde”, explica, lembrando que em cinco anos a prefeitura de Belém recebeu em torno de R$ 1,5 bilhão para a área, que se tornou uma das mais problemáticas da administração Duciomar Costa. “A título de comparação, um hospital como o metropolitano (em Ananindeua), com equipamentos, custou cerca de R$ 80 milhões. É possível ver o que poderia ter sido feito com esse dinheiro todo”.
Além de investigar os caminhos seguidos pelos recursos nos cofres da PMB - que visivelmente não foram investidos na melhoria da qualidade de vida dos belenenses -, o provável novo prefeito da capital diz que, em caso de constatadas irregularidades, vai tomar providências legais contra o atual gestor. “Nos últimos meses temos assistido a uma avalanche de denúncias e é preciso apurar” justifica.
PLANOS PARA A PMB
Nem só de auditorias, contudo, viverá a nova gestão. Entusiasmado com a possibilidade de assumir seu primeiro cargo executivo, Priante promete atenção especial para as áreas de saúde, organização do trânsito e assistência social.
leia a matéria no Diário do Para Aqui
sábado, 5 de dezembro de 2009
Biodiversidade - Valorização da biodiversidade poderá conter avanço do desenvolvimento insustentável
Foto: Enriquez/2008
É preciso atribuir valor econômico à biodiversidade para que as espécies tenham importância no contexto social e econômico e não sejam destruídas com o avanço do desenvolvimento. Essa foi a defesa de especialistas e pesquisadores que participaram do debate sobre o impacto da biodiversidade na saúde humana, realizado no 1° Simpósio Nacional de Taxonomia e Biodiversidade, na Fundação Oswaldo Cruz, zona norte do Rio de Janeiro (02/12/09).
Na avaliação do professor da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp), Cléber Rodrigues Alho, não são todos que reconhecem elementos “éticos” que atribuem às espécies “o mesmo valor à vida que aos humanos”. “Quando se mostram os argumentos econômicos dos serviços ecossistêmicos para economia mundial, para produção de fármacos e para saúde humana, é mais fácil convencer os tomadores de decisão”, destacou.
O pesquisador chamou atenção para os gastos com a despoluição de fontes de água, que posteriormente serão repassados para o consumidor e lembrou da importância dos mangues – berçários de várias espécies utilizadas na gastronomia – e que são constantemente aterrados para instalação de empreendimentos como portos. “É preferível que se mantenha um certo cuidado com os ecossistemas para não se fazer desaparecer espécies de valor comercial”.
Em outra frente, o presidente da Sociedade Brasileira de Zoologia e pesquisador da Fiocruz, Paulo Sérgio D’Andréa, destacou que a destruição de matas nativas, como ocorre no Pará com a substituição da Floresta Amazônica por monoculturas de açaí, além do crescimento desordenado de cidades e a exploração não sustentável de recursos naturais favorece a proliferação de doenças, em especial, as parasitárias, como a doença de Chagas e a hantavirose.
“Tira-se a floresta e substitui-se por técnicas que visam o lucro imediatista. Consequentemente, chegam os problemas sociais de todas as grandezas. Quem paga o pato são as populações tradicionais e menos favorecidas. Mas os custos sociais [do tratamento em saúde e políticas de infraestrutura urbana] e ambientais são divididos por todos nós”, acrescentou.
Ao cobrar a valoração da biodiversidade, os pesquisadores lembraram que a biopirataria é o terceiro maior comércio ilegal no mundo, atrás do narcotráfico e do tráfico de armas. “Há biopirataria porque existe a procura por produtos lucrativos”, explicou Rodrigues Alho. Ele defendeu também mais investimentos em biotecnologia para se obter vantagens dos recursos naturais.
Reportagem de Isabela Vieira, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 04/12/2009 Aqui
Belém, Pará - Prefeito de Belém, Duciomar Costa perde o mandato e Priante (2º colocado) será prefeito
O juiz da 98ª Zona Eleitoral de Belém, Sérgio Augusto Andrade Lima, cassou o registro da candidatura do prefeito de Belém, Duciomar Costa da Costa (PTB) e de seu vice, Anivaldo Vale (PR). Na próxima segunda-feira, quando a sentença será publicada no Diário Oficial da Justiça, o ex-deputado José Priante (PMDB), que tem como vice o ex-vereador José Wilson Araújo, o Zeca Pirão, agora também no PMDB - na época da eleição integrava o PP -, deve assumir o cargo.
A condenação, segundo o magistrado, possui efeito imediato, uma vez que os recursos eleitorais não têm eficácia suspensiva, conforme o artigo 257 do Código Eleitoral. O juiz determinou, no mesmo ato, que seja oficiada a Câmara Municipal de Belém para que dê posse a Priante e Zeca Pirão nos cargos de prefeito e vice.
A cassação de Duciomar Costa e Anivaldo Vale resultou do julgamento de representação eleitoral proposta por Priante, contra a utilização da máquina administrativa da prefeitura para a realização de maciça propaganda eleitoral irregular, com o objetivo de promoção pessoal. Foram usados como meios de propaganda pessoal de Duciomar Costa e seu vice placas, banners, uniformes e ônibus municipais, além da implantação, em ano eleitoral, de Passe Livre, e programas assistenciais visando o transporte gratuito de pessoas em Belém.
Da decisão, ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além da cassação, Duciomar Costa, Anivaldo Vale e a coligação que eles lideravam, “União por Belém” foram multados em R$ 50 mil, para cada um, “devido à gravidade da falta cometida e o beneficiamento que tiveram em favor da candidatura eleitoral”, conforme assinala o juiz em seu despacho.
No TRE, o recurso do prefeito, quando for impetrado, deverá ter como relator o juiz federal Daniel Santos Rocha Sobral, porque ele já é prevento (juiz que primeiro tomou conhecimento de uma ação) no caso, pois foi designado relator de um mandado de segurança ajuizado contra a promotora Leane Fiúza de Melo, acusada pelo advogado Inocêncio Mártires Coelho de engavetar o processo. Se ela tem desdobramento, o magistrado fica automaticamente incumbido de se manifestar sobre o caso.
A representação de Priante foi ajuizada no início de outubro de 2008 pelo advogado Inocêncio Mártires, constituído defensor do candidato a prefeito de Belém, José Priante. A representação se deu depois que o próprio Ministério Público, por meio de uma força-tarefa de seus membros no âmbito eleitoral, sob a coordenação do promotor Frederico Oliveira, representou contra Duciomar Costa, acusando-o de ter cometido várias infrações, entre elas autopromoção, configurada em placas sobre obras que, em verdade, não existiam. Era um golpe de marketing para iludir eleitores .
Na 96ª Zona Eleitoral, duas representações propostas pelo Ministério Público, foram acatadas e tiveram sentenças condenatórias prolatadas pela juíza Eva do Amaral Coelho, confirmadas posteriormente pelo TRE. Mas as penas impostas, segundo Inocêncio Mártires, foram apenas as de multa. O prefeito ainda recorreu para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um dos recursos foi barrado no próprio TRE, por ser julgado extemporâneo. O outro está no TSE, pendente de julgamento.
Veja Matéria completa no Diário do Pará Aqui
A condenação, segundo o magistrado, possui efeito imediato, uma vez que os recursos eleitorais não têm eficácia suspensiva, conforme o artigo 257 do Código Eleitoral. O juiz determinou, no mesmo ato, que seja oficiada a Câmara Municipal de Belém para que dê posse a Priante e Zeca Pirão nos cargos de prefeito e vice.
A cassação de Duciomar Costa e Anivaldo Vale resultou do julgamento de representação eleitoral proposta por Priante, contra a utilização da máquina administrativa da prefeitura para a realização de maciça propaganda eleitoral irregular, com o objetivo de promoção pessoal. Foram usados como meios de propaganda pessoal de Duciomar Costa e seu vice placas, banners, uniformes e ônibus municipais, além da implantação, em ano eleitoral, de Passe Livre, e programas assistenciais visando o transporte gratuito de pessoas em Belém.
Da decisão, ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além da cassação, Duciomar Costa, Anivaldo Vale e a coligação que eles lideravam, “União por Belém” foram multados em R$ 50 mil, para cada um, “devido à gravidade da falta cometida e o beneficiamento que tiveram em favor da candidatura eleitoral”, conforme assinala o juiz em seu despacho.
No TRE, o recurso do prefeito, quando for impetrado, deverá ter como relator o juiz federal Daniel Santos Rocha Sobral, porque ele já é prevento (juiz que primeiro tomou conhecimento de uma ação) no caso, pois foi designado relator de um mandado de segurança ajuizado contra a promotora Leane Fiúza de Melo, acusada pelo advogado Inocêncio Mártires Coelho de engavetar o processo. Se ela tem desdobramento, o magistrado fica automaticamente incumbido de se manifestar sobre o caso.
A representação de Priante foi ajuizada no início de outubro de 2008 pelo advogado Inocêncio Mártires, constituído defensor do candidato a prefeito de Belém, José Priante. A representação se deu depois que o próprio Ministério Público, por meio de uma força-tarefa de seus membros no âmbito eleitoral, sob a coordenação do promotor Frederico Oliveira, representou contra Duciomar Costa, acusando-o de ter cometido várias infrações, entre elas autopromoção, configurada em placas sobre obras que, em verdade, não existiam. Era um golpe de marketing para iludir eleitores .
Na 96ª Zona Eleitoral, duas representações propostas pelo Ministério Público, foram acatadas e tiveram sentenças condenatórias prolatadas pela juíza Eva do Amaral Coelho, confirmadas posteriormente pelo TRE. Mas as penas impostas, segundo Inocêncio Mártires, foram apenas as de multa. O prefeito ainda recorreu para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um dos recursos foi barrado no próprio TRE, por ser julgado extemporâneo. O outro está no TSE, pendente de julgamento.
Veja Matéria completa no Diário do Pará Aqui
Belém, Pará - Prefeito cassado, assume o Vice, as duas caras da moeda
Veja que interessante a postura dos jornais que comandam a consciência da maioria dos paraenses.
O juiz da 98ª Zona Eleitoral de Belém, Sérgio Augusto Andrade Lima, cassou o registro da candidatura do prefeito de Belém, Duciomar Costa da Costa (PTB) e de seu vice, Anivaldo Vale (PR).
Rapidamente o Jornal O Liberal toma o cuidado de não se manifestar e ouve apenas a voz do prefeito cassado e não informa sobre o processo de cassação.
O advogado do prefeito de Belém, Duciomar Costa, informou nesta sexta-feira (4), que ainda não foi notificado oficialmente sobre a cassação de seu mandato, determinada pelo juiz eleitoral Sérgio Andrade de Lima, da 98ª Zona Eleitoral. A acusação é de abuso de poder econômico durante a campanha eleitoral para a reeleição em 2008.
Em coletiva à imprensa,o advogado especialista em Direito Eleitoral Sábato Rossetti, disse que o prefeito está tranquilo quanto à decisão. 'A Prefeitura ainda não foi informada oficialmente e quando isso acontecer, tomaremos as providências necessárias', afirmou.
Os advogados do prefeito devem entrar com recurso no TRE-PA (Tribunal Regional Eleitoral do Pará), no início da próxima semana, quando a sentença deve ser publicada no Diário Oficial da Justiça.
Rossetti também alegou inocência de Duciomar Costa. Segundo ele, na campanha, não houve compra de votos nem veiculação irregular de propaganda em outdoors.
Em relação às declarações de José Priante, segundo colocado nas eleições, que pretende ser empossado ainda hoje, o advogado disse que o ato é inconstitucional. 'Isso é contra a Lei. De acordo com o Código Eleitoral, se um candidato, eleito com mais de 60% dos votos, for cassado, deverão ser realizadas novas eleições no município', afirmou Rossetti.
Segundo o TRE-PA, a posse de José Priante, se determinada em sentença (já foi determinada), só pode acontecer a partir da publicação da decisão no Diário Oficial da Justiça, que deve ocorrer na próxima segunda-feira (7).
José Priante disse que aguarda a expedição do diploma, que deve ser feita pelo mesmo juiz que proferiu a sentença de cassação, para ser empossado pelos vereadores na Câmara Municipal de Belém.
Até aqui a matéria do “O Liberal” que nada informa sobre a cassação. Todo é ataque político dizem os seus defensores, claro, sabem que esse será só um passeio já que de aqui a uns dias o Dudu estará novamente no comando da Prefeitura.
Vamos torcer porque a justiça seja feita.
O juiz da 98ª Zona Eleitoral de Belém, Sérgio Augusto Andrade Lima, cassou o registro da candidatura do prefeito de Belém, Duciomar Costa da Costa (PTB) e de seu vice, Anivaldo Vale (PR).
Rapidamente o Jornal O Liberal toma o cuidado de não se manifestar e ouve apenas a voz do prefeito cassado e não informa sobre o processo de cassação.
O advogado do prefeito de Belém, Duciomar Costa, informou nesta sexta-feira (4), que ainda não foi notificado oficialmente sobre a cassação de seu mandato, determinada pelo juiz eleitoral Sérgio Andrade de Lima, da 98ª Zona Eleitoral. A acusação é de abuso de poder econômico durante a campanha eleitoral para a reeleição em 2008.
Em coletiva à imprensa,o advogado especialista em Direito Eleitoral Sábato Rossetti, disse que o prefeito está tranquilo quanto à decisão. 'A Prefeitura ainda não foi informada oficialmente e quando isso acontecer, tomaremos as providências necessárias', afirmou.
Os advogados do prefeito devem entrar com recurso no TRE-PA (Tribunal Regional Eleitoral do Pará), no início da próxima semana, quando a sentença deve ser publicada no Diário Oficial da Justiça.
Rossetti também alegou inocência de Duciomar Costa. Segundo ele, na campanha, não houve compra de votos nem veiculação irregular de propaganda em outdoors.
Em relação às declarações de José Priante, segundo colocado nas eleições, que pretende ser empossado ainda hoje, o advogado disse que o ato é inconstitucional. 'Isso é contra a Lei. De acordo com o Código Eleitoral, se um candidato, eleito com mais de 60% dos votos, for cassado, deverão ser realizadas novas eleições no município', afirmou Rossetti.
Segundo o TRE-PA, a posse de José Priante, se determinada em sentença (já foi determinada), só pode acontecer a partir da publicação da decisão no Diário Oficial da Justiça, que deve ocorrer na próxima segunda-feira (7).
José Priante disse que aguarda a expedição do diploma, que deve ser feita pelo mesmo juiz que proferiu a sentença de cassação, para ser empossado pelos vereadores na Câmara Municipal de Belém.
Até aqui a matéria do “O Liberal” que nada informa sobre a cassação. Todo é ataque político dizem os seus defensores, claro, sabem que esse será só um passeio já que de aqui a uns dias o Dudu estará novamente no comando da Prefeitura.
Vamos torcer porque a justiça seja feita.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Corrupção - O "grande Chefe"...de gangue
BRASÍLIA - Uma das gravações do escândalo do mensalão do DEM mostra que o governador José Roberto Arruda era tratado como o "big boss" (grande chefe) do suposto esquema de repasse de propina a deputados aliados . No vídeo em poder da PF, o então secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa , e o chefe da Casa Civil, José Geraldo Maciel, negociam como direcionar licitações. Tudo, segundo o próprio Maciel, a mando de Arruda. A gravação desmonta a defesa apresentada pelo governador, que alega ter deixado Durval num cargo sem poder e sem orçamento após ter recebido uma "herança maldita" do governo anterior. ( Os vídeos que revelam indícios de corrupção no governo Arruda )
No vídeo, Maciel diz que foi o próprio governador quem pediu que Durval participasse de uma tentativa de favorecimento ao Grupo Brasif numa licitação, e que decidisse como proceder em outro caso, no qual um deputado distrital planejava interferir numa concorrência pública.
Durval pede a Maciel que converse com Arruda sobre a divisão de R$ 200 mil pagos a título de "reconhecimento" por empresas. Maciel mostra familiaridade com o assunto e chega a questionar quanto sobraria para o governador. Na reunião com Durval, ocorrida no Palácio do Buriti, sede do governo do DF, Maciel relata ter feito uma viagem com o "big boss" ao Rio em que teria prometido ajudar pessoas da Brasif identificadas como Santos e Jonas. O presidente do grupo se chama Jonas Barcellos.
- O Arruda foi procurado lá por um cidadão chamado Santos, que é sócio de outro chamado Jonas, que é da tal de Brasif Duty Free do Brasil, desse grupo. O Arruda o recebeu, eu me afastei. Em seguida, o Arruda me chamou e disse: "Zé, participa aqui". - conta Maciel. - O Arruda disse para ele que iria me incumbir de eu vir conversar com você, para ver se é possível acondicionar a lista e, se for possível, que esse pessoal assuma com você todos os compromissos que tiver que serem assumidos (sic).
Leia matéria na íntegra no Jornal "O Globo" Aqui
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Economia - Crise financeira mundial, origens na ciranda
"A crise financeira global teve suas origens no curto prazo, em insustentáveis estratégias e ações. Antes da crise e que, nós (e outros) pediram um prazo mais longo prazo e de forma responsável do capitalismo - o que chamamos de "capitalismo sustentável". Contudo, apesar dos nossos melhores esforços coletivos, um ano depois, os mercados financeiros parecem estar voltando à normalidade".
Falou ALGORE Aqui
Falou ALGORE Aqui
Educação - UFPA esclarece anulação de questões do PSS
Nesta quarta-feira (2), o reitor da Universidade Federal do Pará, Carlos Maneschy recebeu um grupo de estudantes que concorrem a vagas ofertadas no Processo Seletivo Seriado 2010 (PSS). De acordo com ele, a menos que haja um fato novo revelado, a Universidade não anulará a primeira fase do concurso, realizado no dia 22 de novembro, e o calendário de provas será mantido.
Ontem, cerca de 300 estudantes bloquearam o trecho entre a avenida Alcindo Cacela e avenida Magalhães Barata, hoje (1), por volta de 12h30, como forma xde prostesto contra a primeira fase do Processo Seletivo Seriado (PSS) da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Carlos Maneschy explica que a prova da segunda fase do certame foi refeita pela nova banca elaboradora da disciplina de geografia e que a terceira fase do processo seletivo também será reelaborada. “Não há nenhum indício de que houve vazamento ou fraude na prova, nem denúncias oficializadas neste sentido. Portanto, a lisura do concurso está garantida e os problemas se restringiram a disciplina de geografia.
Para o reitor da UFPA o problema é grave e irreparável. “Diante da situação, qualquer medida que tomássemos prejudicaria alguns ou muitos candidatos. Escolhemos aquela que, pela nossa experiência na realização de processos seletivos e compreensão sobre as conseqüências da decisão, prejudicaria um número menor de pessoas por interferir o menos possível no resultado final do processo”, assegurou.
O dirigente da Universidade esclareceu ainda que já havia recebido procuradores do Ministério Público Federal (MPF) com aos quais compartilhou as informações sobre o caso e que a Universidade já protocolou o processo junto ao MPF. “Os documentos ainda estão sendo analisados, mas, até este momento, o Ministério Público está de acordo com os procedimentos adotados pela UFPA”. O reitor garantiu que a UFPA cumprirá todas as determinações da justiça.
Carlos Maneschy disse ainda que uma sindicância interna para apurar o caso já foi iniciada e que as apurações devem ser concluídas o mais rápido possível para que se inicie o processo administrativo disciplinar. Caso sejam encontrados indícios de que houve irregularidades, as punições serão imediatas.
RESULTADO
A lista de candidatos aprovados para a segunda fase do processo já foi divulgada no site do Centro de Processos Seletivos da UFPA. No total, 41.258 candidatos farão a segunda prova e devem imprimir um novo cartão de inscrição para realizar a avaliação. A segunda fase do PSS acontecerá no próximo dia 13 de dezembro.
(Diário Online/ Ascom UFPA)
Ontem, cerca de 300 estudantes bloquearam o trecho entre a avenida Alcindo Cacela e avenida Magalhães Barata, hoje (1), por volta de 12h30, como forma xde prostesto contra a primeira fase do Processo Seletivo Seriado (PSS) da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Carlos Maneschy explica que a prova da segunda fase do certame foi refeita pela nova banca elaboradora da disciplina de geografia e que a terceira fase do processo seletivo também será reelaborada. “Não há nenhum indício de que houve vazamento ou fraude na prova, nem denúncias oficializadas neste sentido. Portanto, a lisura do concurso está garantida e os problemas se restringiram a disciplina de geografia.
Para o reitor da UFPA o problema é grave e irreparável. “Diante da situação, qualquer medida que tomássemos prejudicaria alguns ou muitos candidatos. Escolhemos aquela que, pela nossa experiência na realização de processos seletivos e compreensão sobre as conseqüências da decisão, prejudicaria um número menor de pessoas por interferir o menos possível no resultado final do processo”, assegurou.
O dirigente da Universidade esclareceu ainda que já havia recebido procuradores do Ministério Público Federal (MPF) com aos quais compartilhou as informações sobre o caso e que a Universidade já protocolou o processo junto ao MPF. “Os documentos ainda estão sendo analisados, mas, até este momento, o Ministério Público está de acordo com os procedimentos adotados pela UFPA”. O reitor garantiu que a UFPA cumprirá todas as determinações da justiça.
Carlos Maneschy disse ainda que uma sindicância interna para apurar o caso já foi iniciada e que as apurações devem ser concluídas o mais rápido possível para que se inicie o processo administrativo disciplinar. Caso sejam encontrados indícios de que houve irregularidades, as punições serão imediatas.
RESULTADO
A lista de candidatos aprovados para a segunda fase do processo já foi divulgada no site do Centro de Processos Seletivos da UFPA. No total, 41.258 candidatos farão a segunda prova e devem imprimir um novo cartão de inscrição para realizar a avaliação. A segunda fase do PSS acontecerá no próximo dia 13 de dezembro.
(Diário Online/ Ascom UFPA)
Sustentabilidade - Criação de nova UC pode gerar conflito com produtores em RR -
A criação do Parque Nacional do Lavrado, no município de Bonfim (RR), pode gerar conflito entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e produtores rurais que habitam a região e deverão ser indenizados para que deixem suas terras.
A informação é do jornal local Folha de Boa Vista. O parque será a nona Unidade de Conservação (UC) criada no Estado de Roraima, com 155 mil hectares e localização na faixa de fronteira do Brasil com a Guiana. A previsão é de que a UC seja implementada até abril de 2010.
A importância da criação do parque é proteger os lavrados, áreas abertas cobertas por savana que existem entre as áreas de floresta no bioma Amazônia. Apesar de Roraima ter a maior área de lavrados da Amazônia, não possui nenhuma unidade de conservação que proteja esse tipo de vegetação.
Se o projeto para definição da área como Parque Nacional for aprovado, cerca de 50 produtores que vivem na região deverão ser desapropriados. Esses produtores rurais, entretanto, já estão se articulando na tentativa de encontrar mecanismos para barrar a criação do parque.
"É uma nova Raposa Serra do Sol que está sendo criada. Existem pessoas que nasceram, cresceram, criaram seus filhos lá e hoje são idosos, mas mesmo assim não poderão ficar. Tem um morador que possui sua fazenda com título desde 1914, é um absurdo", disse à Folha de Boa Vista um produtor, que preferiu não se identificar.
Para o ICMBio, a criação do parque é crucial, pois a região vem sendo ocupada por produção agropecuária e expansão da cana-de-açúcar.
A informação é do jornal local Folha de Boa Vista. O parque será a nona Unidade de Conservação (UC) criada no Estado de Roraima, com 155 mil hectares e localização na faixa de fronteira do Brasil com a Guiana. A previsão é de que a UC seja implementada até abril de 2010.
A importância da criação do parque é proteger os lavrados, áreas abertas cobertas por savana que existem entre as áreas de floresta no bioma Amazônia. Apesar de Roraima ter a maior área de lavrados da Amazônia, não possui nenhuma unidade de conservação que proteja esse tipo de vegetação.
Se o projeto para definição da área como Parque Nacional for aprovado, cerca de 50 produtores que vivem na região deverão ser desapropriados. Esses produtores rurais, entretanto, já estão se articulando na tentativa de encontrar mecanismos para barrar a criação do parque.
"É uma nova Raposa Serra do Sol que está sendo criada. Existem pessoas que nasceram, cresceram, criaram seus filhos lá e hoje são idosos, mas mesmo assim não poderão ficar. Tem um morador que possui sua fazenda com título desde 1914, é um absurdo", disse à Folha de Boa Vista um produtor, que preferiu não se identificar.
Para o ICMBio, a criação do parque é crucial, pois a região vem sendo ocupada por produção agropecuária e expansão da cana-de-açúcar.
Mineração - CPI da Mineração: deputados pedem informações sobre destino de madeira extraída
A Assembléia Legislativa do Amapá aprovou, ontem (1), três requerimentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Mineração, durante sessão ordinária da Casa. Dentre os pedidos aprovados está a solicitação de que seja realizado um levantamento da destinação da madeira retirada para a implantação dos projetos de mineração Amapari e Serra do Navio.
O pedido de esclarecimento será encaminhado ao superintendente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), bem como às prefeituras de Serra do Navio (AP) e Amapari (AP), para que forneçam documentos e levantamentos feitos e destinados às empresas mineradoras. A CPI também pede aos diretores do Instituto do Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (Imap), da Secretária do Meio Ambiente (Sema), que verifiquem a destinação da madeira retirada pelos projetos de Amapari e Serra do Navio.
Outro requerimento solicita o levantamento de todas as denúncias feitas sobre a situação da exploração de madeira, feitas pelas empresas de mineração de 2002 até os dias de hoje. O deputado Ruy Smith (PSB) pediu os autos do processo policial referentes à operação Toque de Midas, da Polícia Federal (PF)- deflagrada em julho do ano passado, após uma denuncia de irregularidades na licitação da estrada de ferro que pertencia à indústria mineradora Icomi-, para apurar o possível envolvimento de autoridades na fraude.
A CPI investiga as atividades mineradoras do Estado e seus impactos sociais, ambientais e econômicos. Durante a seção de ontem, foram apresentados 13 requerimentos para apreciação dos parlamentares, todos de autoria do presidente da CPI, deputado Alexandre Barcellos. Somente três pedidos foram aprovados por unanimidade. O deputado Zezé Nunes solicitou que na próxima sessão seja incluída na investigação a região de Cupixi e Porto Grande. As informações são do jornal Diário do Amapá.
O pedido de esclarecimento será encaminhado ao superintendente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), bem como às prefeituras de Serra do Navio (AP) e Amapari (AP), para que forneçam documentos e levantamentos feitos e destinados às empresas mineradoras. A CPI também pede aos diretores do Instituto do Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (Imap), da Secretária do Meio Ambiente (Sema), que verifiquem a destinação da madeira retirada pelos projetos de Amapari e Serra do Navio.
Outro requerimento solicita o levantamento de todas as denúncias feitas sobre a situação da exploração de madeira, feitas pelas empresas de mineração de 2002 até os dias de hoje. O deputado Ruy Smith (PSB) pediu os autos do processo policial referentes à operação Toque de Midas, da Polícia Federal (PF)- deflagrada em julho do ano passado, após uma denuncia de irregularidades na licitação da estrada de ferro que pertencia à indústria mineradora Icomi-, para apurar o possível envolvimento de autoridades na fraude.
A CPI investiga as atividades mineradoras do Estado e seus impactos sociais, ambientais e econômicos. Durante a seção de ontem, foram apresentados 13 requerimentos para apreciação dos parlamentares, todos de autoria do presidente da CPI, deputado Alexandre Barcellos. Somente três pedidos foram aprovados por unanimidade. O deputado Zezé Nunes solicitou que na próxima sessão seja incluída na investigação a região de Cupixi e Porto Grande. As informações são do jornal Diário do Amapá.
domingo, 29 de novembro de 2009
Aqui em Brasília - Potencial da biodiversidade é tema de seminário no IPEA - Transmissão ao vivo!
Especialistas e pesquisadores se reúnem para discutir a agenda ambiental, que ganha destaque com a proximidade da COP 15
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) promove na terça-feira, 1° de dezembro, o seminário Potencialidades Econômicas da Biodiversidade Amazônica: Desafios e Oportunidades. O evento, promovido pela Coordenação de Meio Ambiente da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur), será transmitido ao vivo, para todo o Brasil, pelos sítios do Ipea (www.ipea.gov.br e www.agencia.ipea.gov.br).
Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP 15), que será realizada em dezembro, na Dinamarca, especialistas e pesquisadores de universidades e de órgãos de governo discutirão temas como os programas e projetos voltados para a biodiversidade; as políticas públicas para a Amazônia; a concessão de florestas e distritos florestais sustentáveis; as alternativas sustentáveis para a geração de energia e a eficiência dos Fundos Constitucionais.
Participarão do seminário o presidente do Ipea, Marcio Pochmann; a diretora da Dirur, Liana Carleial; e o coordenador de Meio Ambiente, José Aroudo Mota, além de representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e dos ministérios do Meio Ambiente; da Ciência e Tecnologia e dos Transportes.
O evento está sendo realizado das 8h45 às 18 horas, no auditório do Ipea em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES, subsolo). Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3315-5432 e (61) 3315-5100. As inscrições são feitas pelo e-mail eventos@ipea.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .
Na abertura d eveto participou o ministro de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães.
O inistr disse que a elaboração de uma nova doutrina para a Amazônia, seguindo determinação do Presidente da República, se fará com grande participação da inteligência da região, em pronunciamento durante a abertura do Seminário sobre Potencialidades Econômicas e Biodiversidade.
O ministro observou durante o seminário organizado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), que o desafio atual é “preservar os biomas, sem transformá-los em santuários”, ao se referir a uma expressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a cerimônia de sua posse como Ministro.
Pinheiro Guimarães informou que o tema Amazônia ocupará também um lugar de destaque no Plano para 2022 que a Secretaria de Assuntos Estratégicos está elaborando para o ano em que se comemora o bicentenário da independência nacional.
O Seminário organizado pelo IPEA, às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, reúne especialistas e pesquisadores de universidades e de órgãos de governo para debater temas ligados ao desenvolvimento sustentável.
Os especialistas estão debatendo programas e projetos voltados para a biodiversidade; políticas públicas para a Amazônia; concessão de florestas e distritos florestais sustentáveis; alternativas sustentáveis para a geração de energia e a eficiência dos Fundos Constitucionais.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) promove na terça-feira, 1° de dezembro, o seminário Potencialidades Econômicas da Biodiversidade Amazônica: Desafios e Oportunidades. O evento, promovido pela Coordenação de Meio Ambiente da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur), será transmitido ao vivo, para todo o Brasil, pelos sítios do Ipea (www.ipea.gov.br e www.agencia.ipea.gov.br).
Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP 15), que será realizada em dezembro, na Dinamarca, especialistas e pesquisadores de universidades e de órgãos de governo discutirão temas como os programas e projetos voltados para a biodiversidade; as políticas públicas para a Amazônia; a concessão de florestas e distritos florestais sustentáveis; as alternativas sustentáveis para a geração de energia e a eficiência dos Fundos Constitucionais.
Participarão do seminário o presidente do Ipea, Marcio Pochmann; a diretora da Dirur, Liana Carleial; e o coordenador de Meio Ambiente, José Aroudo Mota, além de representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e dos ministérios do Meio Ambiente; da Ciência e Tecnologia e dos Transportes.
O evento está sendo realizado das 8h45 às 18 horas, no auditório do Ipea em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES, subsolo). Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3315-5432 e (61) 3315-5100. As inscrições são feitas pelo e-mail eventos@ipea.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .
Na abertura d eveto participou o ministro de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães.
O inistr disse que a elaboração de uma nova doutrina para a Amazônia, seguindo determinação do Presidente da República, se fará com grande participação da inteligência da região, em pronunciamento durante a abertura do Seminário sobre Potencialidades Econômicas e Biodiversidade.
O ministro observou durante o seminário organizado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), que o desafio atual é “preservar os biomas, sem transformá-los em santuários”, ao se referir a uma expressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a cerimônia de sua posse como Ministro.
Pinheiro Guimarães informou que o tema Amazônia ocupará também um lugar de destaque no Plano para 2022 que a Secretaria de Assuntos Estratégicos está elaborando para o ano em que se comemora o bicentenário da independência nacional.
O Seminário organizado pelo IPEA, às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, reúne especialistas e pesquisadores de universidades e de órgãos de governo para debater temas ligados ao desenvolvimento sustentável.
Os especialistas estão debatendo programas e projetos voltados para a biodiversidade; políticas públicas para a Amazônia; concessão de florestas e distritos florestais sustentáveis; alternativas sustentáveis para a geração de energia e a eficiência dos Fundos Constitucionais.
Economia - Encontro celebra 50 anos de Formação Econômica do Brasil
Edição comemorativa foi lançada em mesa-redonda no Ipea, assim como as obras "Cinquenta Anos de Formação Econômica do Brasil" e "Diálogos para o Desenvolvimento"
Uma mesa-redonda marcou, no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o lançamento das obras Formação Econômica do Brasil, de Celso Furtado– Edição Comemorativa de 50 Anos (Companhia das Letras), Cinquenta Anos de Formação Econômica do Brasil – Ensaios sobre a Obra Clássica de Celso Furtado e Diálogos para o Desenvolvimento - Volume 1 (Ipea). O encontro, na sexta-feira, dia 27, teve a presença do ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães e de Rosa Freire d´Aguiar Furtado, viúva de Celso Furtado. João Sicsú, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, foi o mediador.
Também participaram da mesa-redonda Ricardo Bielschowsky (Cepal/Brasil), Marcos Maciel Formiga (CNI/Senai-DN e Ceam/UnB), Tarcício Patrício de Araújo (UFPE), Salvador Werneck Vianna (Ipea) e Júnior Macambira (IDT). Uma das obras mais conhecidas e comentadas de Celso Furtado, Formação Econômica do Brasil já foi traduzido para diversos idiomas. O livro foi escrito no Reino Unido, quando Furtado dava aulas na Universidade de Cambridge, e é baseado em ideias lançadas pelo autor em sua tese de doutorado – defendida na Universidade Sorbonne, em Paris.
O encontro no Ipea teve ainda a exibição do filme O Longo Amanhecer, uma cinebiografia de Furtado. O evento começou às 17h e ocorreu no auditório do Instituto em Brasília (SBS, Quadra 1, Ed. BNDES, subsolo).
Uma mesa-redonda marcou, no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o lançamento das obras Formação Econômica do Brasil, de Celso Furtado– Edição Comemorativa de 50 Anos (Companhia das Letras), Cinquenta Anos de Formação Econômica do Brasil – Ensaios sobre a Obra Clássica de Celso Furtado e Diálogos para o Desenvolvimento - Volume 1 (Ipea). O encontro, na sexta-feira, dia 27, teve a presença do ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães e de Rosa Freire d´Aguiar Furtado, viúva de Celso Furtado. João Sicsú, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, foi o mediador.
Também participaram da mesa-redonda Ricardo Bielschowsky (Cepal/Brasil), Marcos Maciel Formiga (CNI/Senai-DN e Ceam/UnB), Tarcício Patrício de Araújo (UFPE), Salvador Werneck Vianna (Ipea) e Júnior Macambira (IDT). Uma das obras mais conhecidas e comentadas de Celso Furtado, Formação Econômica do Brasil já foi traduzido para diversos idiomas. O livro foi escrito no Reino Unido, quando Furtado dava aulas na Universidade de Cambridge, e é baseado em ideias lançadas pelo autor em sua tese de doutorado – defendida na Universidade Sorbonne, em Paris.
O encontro no Ipea teve ainda a exibição do filme O Longo Amanhecer, uma cinebiografia de Furtado. O evento começou às 17h e ocorreu no auditório do Instituto em Brasília (SBS, Quadra 1, Ed. BNDES, subsolo).
Aqui em Brasília - Falei Feliz fim de semana a tod@s, só que apareceu esta notícia aqui........
A Folha teve acesso neste sábado (28) a cinco DVDs, entre os quais um que mostra o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), recebendo dinheiro. O vídeo foi feito pelo então presidente da Codeplan (empresa do DF), Durval Barbosa, que era, até sexta-feira, secretário de Relações Institucionais de Arruda.
O secretário de Ordem Pública do DF, Roberto Giffoni, nega que o dinheiro seja propina. Seria uma colaboração recebida, em 2005, pelo então deputado José Roberto Arruda para financiar ações sociais, entre as quais a compra de panetones e brinquedos, alega (aplíca-me). só burro acredita.
No vídeo de 30 minutos e 31 segundos, Arruda recebe um maço de notas de Barbosa. "Deixa eu pegar um negócio antes que eu me esqueça", diz Barbosa para Arruda que logo em seguida aparece com o um maço de dinheiro. "Ah, ótimo. Me dá uma cesta, um negócio", diz o governador.
Em seguida, Barbosa aparece com um envelope pardo onde o maço é guardado. Depois entra na sala uma pessoa chamada de Rodrigo e pega a sacola. A Folha obteve informação que trata-se de Rodrigo Arantes, filho adotivo de Arruda. No vídeo, Arruda e Barbosa conversam sobre a campanha.
Os outros vídeos mostram Barbosa manuseando dinheiro. O assessor de imprensa Omézio Pontes também aparece num outro vídeo recendo grande quantia de dinheiro. Arruda é o centro das investigações da operação Caixa de Pandora, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira, quando foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão de equipamentos, dinheiro e documentos em Brasília, Goiânia e Belo Horizonte.
veja aqui um vídeo com a imageme a fala do Arruda, e a grana toda
O secretário de Ordem Pública do DF, Roberto Giffoni, nega que o dinheiro seja propina. Seria uma colaboração recebida, em 2005, pelo então deputado José Roberto Arruda para financiar ações sociais, entre as quais a compra de panetones e brinquedos, alega (aplíca-me). só burro acredita.
No vídeo de 30 minutos e 31 segundos, Arruda recebe um maço de notas de Barbosa. "Deixa eu pegar um negócio antes que eu me esqueça", diz Barbosa para Arruda que logo em seguida aparece com o um maço de dinheiro. "Ah, ótimo. Me dá uma cesta, um negócio", diz o governador.
Em seguida, Barbosa aparece com um envelope pardo onde o maço é guardado. Depois entra na sala uma pessoa chamada de Rodrigo e pega a sacola. A Folha obteve informação que trata-se de Rodrigo Arantes, filho adotivo de Arruda. No vídeo, Arruda e Barbosa conversam sobre a campanha.
Os outros vídeos mostram Barbosa manuseando dinheiro. O assessor de imprensa Omézio Pontes também aparece num outro vídeo recendo grande quantia de dinheiro. Arruda é o centro das investigações da operação Caixa de Pandora, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira, quando foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão de equipamentos, dinheiro e documentos em Brasília, Goiânia e Belo Horizonte.
veja aqui um vídeo com a imageme a fala do Arruda, e a grana toda
sábado, 28 de novembro de 2009
Cinema - "Arrancame la vida" (Arranca-me a vida). Filme de fim de semana, não perca
Não deixe de assistir este filme baseado no livro da escritora mexicana Ángeles Mastreta, que mostra momentos importantes da vida polítca no México de começos do século XX.
La embaixo ouça e veja a apresentação de Eugênia Leon e Toña la Negra da música de Agustin Lara, com o nome do filme.
Bom fim de semana!.
La embaixo ouça e veja a apresentação de Eugênia Leon e Toña la Negra da música de Agustin Lara, com o nome do filme.
Bom fim de semana!.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Assuntos Estratégicos - Progressista, nacionalista e brasileiro.
Samuel Pinheiro Guimarães “representa o paradigma de uma vida plena, substantiva e dedicada aos ideais que ele professa”, disse hoje o deputado Raul Jungmann durante homenagem prestada ao ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados.
Em seu discurso, Jungmann (PPS-PE) afirmou que a história da diplomacia brasileira, nos últimos 30 anos, não pode ser contada sem mencionar as contribuições do embaixador e escritor recentemente nomeado ministro de Estado.
No início da cerimônia, Samuel Pinheiro recebeu, do presidente da Comissão, Damião Feliciano (PDT-PB), a bandeira do Brasil. “Todos nós, deputados desta Comissão, ficamos muito felizes em lhe prestar esta justa homenagem”, disse. O requerimento foi proposto pelo deputado Nilson Mourão (PT-AC), “em razão dos relevantes serviços prestados pelo embaixador à Nação brasileira”.
O deputado federal Nilson Mourão agradeceu aos deputados por terem aprovado, por unanimidade, a iniciativa da homenagem. “É o reconhecimento do seu trabalho, embaixador, que orgulha o Brasil. Pela sua contribuição à diplomacia e como intelectual à construção da nacionalidade brasileira”, disse.
Ele ressaltou também a posição contrária tomada pelo ministro Samuel, enquanto embaixador, em relação à Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Segundo ele, as críticas do ministro na época mostraram que aderir à Alca seria lesivo ao desenvolvimento do país.
A quebra do protocolo na Câmara foi lembrada pelo deputado Severiano Alves (PMDB-BA), que afirmou que, desde 1995, nunca houve uma homenagem dentro da pauta do dia da Comissão de Relações Exteriores. O deputado aproveitou a ocasião para solicitar nova oportunidade de levar o ministro à Comissão, para conversar sobre a Estratégia Nacional de Defesa, documento produzido pela SAE, junto com o Ministério da Defesa, e aprovado pelo presidente Lula no início do ano.
O ministro Samuel Pinheiro agradeceu a iniciativa do deputado Nilson Mourão e a todos os deputados da Comissão por terem aprovado o requerimento e pelas palavras carinhosas dirigidas a ele. E fez um breve retrospecto da sua carreira profissional. “Minha experiência começou na Faculdade Nacional de Direito, quando tive o privilégio de ser secretário-geral do Movimento de Reforma, em 1958; um movimento progressista, de esquerda”, contou.
“Fui diretor da Sudene, vice-presidente da Embrafilme, trabalhei como economista em empresa privada, e tive a oportunidade de trabalhar, no Itamaraty, com pessoas como Azeredo da Silveira, Andrade Melo, Geraldo Holanda Cavalcanti, Paulo Tarso, Francisco Thompson Flores, entre muitos outros”, enumerou.
Samuel Pinheiro ressaltou a satisfação que vivenciou ao participar do processo de aproximação do Brasil com a Argentina, o que permitiu depois a formação do Mercado Comum do Sul (Mercosul). “Foi um dos momentos marcantes da minha carreira”, disse, citando, logo em seguida, sua participação, como lançador de um “movimento de conscientização da sociedade brasileira à não adesão do Brasil à Alca”, durante o governo de FHC.
O ministro da SAE falou ainda sobre a experiência de trabalhar, ao lado do embaixador Celso Amorim, no governo Lula, num momento de mudança da política externa brasileira, pela defesa da soberania nacional e solução pacífica de conflitos.
“Hoje temos uma política externa em que não precisamos pedir licença a ninguém. Nós é quem definimos com quem vamos manter nossas relações. Somos uma Nação maior de idade e eu participei, com orgulho, dessa mudança”, disse.
Para o ministro, a rodada de Doha não terminou ainda porque o Brasil não aceitou a posição dos países altamente desenvolvidos; porque defendeu seus interesses na Organização Mundial de Comércio (OMS).
Samuel Pinheiro aproveitou para pedir aos parlamentares que acompanhem de perto as negociações internacionais. “É muito importante essa participação porque, a partir do momento que as negociações tornam-se acordos internacionais, transformam-se em legislação”, explicou.
A atuação dos parlamentares do Congresso também foi solicitada pelo ministro nos projetos que serão desenvolvidos pela Secretaria de Assuntos Estratégicos, solicitados pelo presidente Lula, para o Brasil de 2022. “Os senhores, como legítimos representantes do povo, função mais importante de nosso Estado, estão convidados a participar”, finalizou.
Leia mais no site da Secretaria de Assuntos Estratégicos Aqui
Em seu discurso, Jungmann (PPS-PE) afirmou que a história da diplomacia brasileira, nos últimos 30 anos, não pode ser contada sem mencionar as contribuições do embaixador e escritor recentemente nomeado ministro de Estado.
No início da cerimônia, Samuel Pinheiro recebeu, do presidente da Comissão, Damião Feliciano (PDT-PB), a bandeira do Brasil. “Todos nós, deputados desta Comissão, ficamos muito felizes em lhe prestar esta justa homenagem”, disse. O requerimento foi proposto pelo deputado Nilson Mourão (PT-AC), “em razão dos relevantes serviços prestados pelo embaixador à Nação brasileira”.
O deputado federal Nilson Mourão agradeceu aos deputados por terem aprovado, por unanimidade, a iniciativa da homenagem. “É o reconhecimento do seu trabalho, embaixador, que orgulha o Brasil. Pela sua contribuição à diplomacia e como intelectual à construção da nacionalidade brasileira”, disse.
Ele ressaltou também a posição contrária tomada pelo ministro Samuel, enquanto embaixador, em relação à Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Segundo ele, as críticas do ministro na época mostraram que aderir à Alca seria lesivo ao desenvolvimento do país.
A quebra do protocolo na Câmara foi lembrada pelo deputado Severiano Alves (PMDB-BA), que afirmou que, desde 1995, nunca houve uma homenagem dentro da pauta do dia da Comissão de Relações Exteriores. O deputado aproveitou a ocasião para solicitar nova oportunidade de levar o ministro à Comissão, para conversar sobre a Estratégia Nacional de Defesa, documento produzido pela SAE, junto com o Ministério da Defesa, e aprovado pelo presidente Lula no início do ano.
O ministro Samuel Pinheiro agradeceu a iniciativa do deputado Nilson Mourão e a todos os deputados da Comissão por terem aprovado o requerimento e pelas palavras carinhosas dirigidas a ele. E fez um breve retrospecto da sua carreira profissional. “Minha experiência começou na Faculdade Nacional de Direito, quando tive o privilégio de ser secretário-geral do Movimento de Reforma, em 1958; um movimento progressista, de esquerda”, contou.
“Fui diretor da Sudene, vice-presidente da Embrafilme, trabalhei como economista em empresa privada, e tive a oportunidade de trabalhar, no Itamaraty, com pessoas como Azeredo da Silveira, Andrade Melo, Geraldo Holanda Cavalcanti, Paulo Tarso, Francisco Thompson Flores, entre muitos outros”, enumerou.
Samuel Pinheiro ressaltou a satisfação que vivenciou ao participar do processo de aproximação do Brasil com a Argentina, o que permitiu depois a formação do Mercado Comum do Sul (Mercosul). “Foi um dos momentos marcantes da minha carreira”, disse, citando, logo em seguida, sua participação, como lançador de um “movimento de conscientização da sociedade brasileira à não adesão do Brasil à Alca”, durante o governo de FHC.
O ministro da SAE falou ainda sobre a experiência de trabalhar, ao lado do embaixador Celso Amorim, no governo Lula, num momento de mudança da política externa brasileira, pela defesa da soberania nacional e solução pacífica de conflitos.
“Hoje temos uma política externa em que não precisamos pedir licença a ninguém. Nós é quem definimos com quem vamos manter nossas relações. Somos uma Nação maior de idade e eu participei, com orgulho, dessa mudança”, disse.
Para o ministro, a rodada de Doha não terminou ainda porque o Brasil não aceitou a posição dos países altamente desenvolvidos; porque defendeu seus interesses na Organização Mundial de Comércio (OMS).
Samuel Pinheiro aproveitou para pedir aos parlamentares que acompanhem de perto as negociações internacionais. “É muito importante essa participação porque, a partir do momento que as negociações tornam-se acordos internacionais, transformam-se em legislação”, explicou.
A atuação dos parlamentares do Congresso também foi solicitada pelo ministro nos projetos que serão desenvolvidos pela Secretaria de Assuntos Estratégicos, solicitados pelo presidente Lula, para o Brasil de 2022. “Os senhores, como legítimos representantes do povo, função mais importante de nosso Estado, estão convidados a participar”, finalizou.
Leia mais no site da Secretaria de Assuntos Estratégicos Aqui
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Pará - Marabá é a 2ª cidade mais violenta do Brasil "Marabala"
O Ministério da Justiça e a Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgaram nesta terça-feira, 24, um estudo que mostra como é a exposição dos jovens brasileiros à violência. De acordo com o levantamento, dez cidades apresentam o Índice de Vulnerabilidade Juvenil (IVJ) alto para pessoas com idade entre 12 e 29 anos, num levantamento feito em 266 municípios com mais de 100 mil habitantes.
Embora nenhuma cidade que faça parte do ranking das 10 mais violentas, grande parte encontra-se na região metropolitana dos Estados. Segundo os dados, Itabuna (BA), Marabá (PA), Foz do Iguaçu (PR), Camaçari (BA), Governador Valadares (MG), Cabo de Santo Agostinho (PE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Teixeira de Freitas (BA), Serra (ES) e Linhares (ES) são as cidades onde os jovens brasileiros estão mais expostos à criminalidade.
Depois de Marabá, entre as cidades do Pará vem Ananindeua que está em 18º lugar, seguida de Belém (34º), Castanhal (49º) e Itaituba (104º).
Já as cidades de São Carlos (SP), São Caetano do Sul (SP), Franca (SP), Juiz de Fora (MG), Poços de Caldas (MG), Bento Gonçalves (RS), Divinópolis (MG), Bauru (SP) e Jaraguá do Sul (SC) registram os menores IVJs.
(Com informações da AE)
Embora nenhuma cidade que faça parte do ranking das 10 mais violentas, grande parte encontra-se na região metropolitana dos Estados. Segundo os dados, Itabuna (BA), Marabá (PA), Foz do Iguaçu (PR), Camaçari (BA), Governador Valadares (MG), Cabo de Santo Agostinho (PE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Teixeira de Freitas (BA), Serra (ES) e Linhares (ES) são as cidades onde os jovens brasileiros estão mais expostos à criminalidade.
Depois de Marabá, entre as cidades do Pará vem Ananindeua que está em 18º lugar, seguida de Belém (34º), Castanhal (49º) e Itaituba (104º).
Já as cidades de São Carlos (SP), São Caetano do Sul (SP), Franca (SP), Juiz de Fora (MG), Poços de Caldas (MG), Bento Gonçalves (RS), Divinópolis (MG), Bauru (SP) e Jaraguá do Sul (SC) registram os menores IVJs.
(Com informações da AE)
Pará - Mais pedóilos são protegidos da Universal do Reino de Deus
Michel dizia quer levava as "irmãs" para a igreja e abusava dela
Com a desculpa de levar as crianças a uma igreja da Assembleia de Deus, o evangélico Michel Barbosa dos Santos, 29, é suspeito de ter abusado sexualmente de duas irmãs, uma de 10 e outra de 12 anos, no bairro do Barreiro, em Belém. O acusado chegou a fazer ameaças às crianças para que elas não falassem para a mãe. Ontem, quando a menina de 10 anos foi levada ao médico, foi constatado que já teria sido abusada sexualmente.
Tudo começou em julho, com a aproximação de Michel com a mãe das crianças, que não quis se identificar. O evangélico se comprometeu em levar as meninas para as atividades da igreja. Uma vez por semana ele passava na casa das crianças para buscá-las. O tempo foi passando e a confiança da mãe foi aumentando com o evangélico.
Além de buscar as meninas ele também passou a frequentar a casa que elas moram. Em meio a esse tempo, em vez dele levá-las à igreja, ele passou a desviar o caminho e levar a menina de 10 anos para a própria casa. A vítima disse que o ato sexual ocorreu duas vezes na residência do homem. “Ele ficava pegando em mim e me levou duas vezes para a casa dele”, relatou a menina.
A criança contou para a mãe como tudo aconteceu e assim ela foi levada para uma médica ginecologista que confirmou o abuso. Michel não assediava somente a menina de 10 anos, ele também fazia o mesmo com a irmã da menina, que tem 12 anos, com ela ele fazia carícias. Na tarde de ontem, a mãe das meninas registrou ocorrência contra o tarado na Seccional da Sacramenta, onde em depoimento, perante a mãe ele disse que assediava apenas a menina de 12 anos e negou qualquer ato contra a menina de 10 anos. (Diário do Pará).
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Meio Ambiente - Terá protocolo de Copenhague? se depender de USA e China: Não!
EUA e China adiam para 2010 a possibilidade de acordo climático
CoP-15: Posição assumida por Obama e Hu Jintao deve levar a prolongamento de negociações.
Analistas dizem que isso reflete um entendimento entre americanos e chineses de que não há a possibilidade ainda de os dois maiores poluidores do planeta de entrar num acordo mais amplo sobre mudanças climáticas.
Adiar o acordo do clima não garante êxito, diz analista
Mesmo com a decisão de limitar o resultado da conferência de Copenhague a um acordo político para dar tempo aos EUA, não há garantia de que um tratado legal contra as mudanças climáticas seja fechado no ano que vem e que o maior poluidor histórico da Terra se junte a ele. A opinião é de especialistas em negociação do clima ouvidos pela Folha.
Nesta semana, os presidentes de EUA e China, Barack Obama e Hu Jintao, juntamente com o premiê dinamarquês, Lars Rasmussen, anunciaram que Copenhague produziria apenas um acordo "politicamente vinculante". Isso porque não há tempo hábil para concluir um tratado completo e a meta americana de redução de emissões de gases-estufa depende da aprovação da lei de mudança climática do país pelo Senado, que ficou para 2010.
A expectativa era que Copenhague fosse produzir um tratado com valor de lei, que pudesse ser já no ano que vem encaminhado para ratificação pelos parlamentos de cada país e entrasse em vigor após 2012, quando o primeiro período do Protocolo de Kyoto expira.
Obama e Hu frustraram essa possibilidade, ameaçando criar um "buraco" legal na proteção ao clima entre 2012 e a entrada em vigor do novo acordo.
A reação internacional ao anúncio, feito no domingo (15), foi tão ruim que, na terça (17), Obama e Hu recuaram e disseram que Copenhague deve ser mais do que mera declaração de intenções e que o acordo político a ser firmado na capital dinamarquesa tem de ter "efeito operacional imediato" e incluir metas de corte de emissões pelos países desenvolvidos e propostas de financiamento ao combate ao aquecimento global nos países pobres.
Nada disso, no entanto, afasta o potencial de fracasso. "Há um risco de a autoridade de Obama se deteriorar no ano que vem e todo o efeito de despolarização causado pela eleição dele se dissolver", afirma Eduardo Viola, professor de relações internacionais da Universidade de Brasília. Ou seja, o multilateralismo representado pelo democrata, que trouxe os EUA de volta às negociações de clima após oito anos de governo Bush, pode ceder.
O americano David Victor, da Universidade da Califórnia em San Diego e autor de "The Collapse of the Kyoto Protocol" ("O Colapso do Protocolo de Kyoto"), diz que, independente da autoridade de Obama, a política americana continua formatada para dificultar tratados internacionais desse tipo.
"O resto do mundo esperava que a chegada da administração Obama automaticamente faria os EUA mais multilaterais, mas a realidade é que os interesses e as capacidades dos EUA não mudaram muito", disse Victor.
Segundo ele, mesmo que o Senado aprove no ano que vem a lei Waxman-Markey, que cria um mecanismo de comércio de emissões e estabelece metas de redução para o país, os EUA não necessariamente ratificarão o futuro acordo global. "Logo o mundo se dará conta de que o número mínimo de votos [no Senado] necessário para os EUA aceitarem um tratado é maior do que o número para aprovar novas leis. São 67 votos, e não a maioria simples de 60."
Legalidade desvinculada - Um dos principais articuladores do Protocolo de Kyoto, o brasileiro Luiz Gylvan Meira Filho, da USP, diz que talvez um acordo legalmente vinculante nem seja a melhor solução jurídica para o futuro tratado do clima. "Se você estiver interessado na salvação do planeta, talvez seja melhor não perseguir um tratado legalmente vinculante", afirma. "Muita gente do bem acha que "legalmente vinculante" é um preciosismo europeu e não necessariamente a melhor solução."
Ele cita como exemplo o tratado contra a proliferação nuclear assinado pelo presidente Ronald Reagan, nos anos 1980, que foi cumprido pelos EUA mesmo sem virar lei nacional.
Elliot Diringer, analista do Centro Pew para Mudança Climática Global, discorda. Para ele, existe, sim, a chance de os EUA assinarem um tratado global depois que a lei de mudança climática for aprovada.
"Depois que o Congresso tiver sancionado uma legislação doméstica mandatária, haverá um interesse cada vez maior de ver outras grandes economias agindo também, o que seria melhor obtido por meio de um acordo internacional", afirma. (Fonte: Folha Online)
CoP-15: Posição assumida por Obama e Hu Jintao deve levar a prolongamento de negociações.
Analistas dizem que isso reflete um entendimento entre americanos e chineses de que não há a possibilidade ainda de os dois maiores poluidores do planeta de entrar num acordo mais amplo sobre mudanças climáticas.
Adiar o acordo do clima não garante êxito, diz analista
Mesmo com a decisão de limitar o resultado da conferência de Copenhague a um acordo político para dar tempo aos EUA, não há garantia de que um tratado legal contra as mudanças climáticas seja fechado no ano que vem e que o maior poluidor histórico da Terra se junte a ele. A opinião é de especialistas em negociação do clima ouvidos pela Folha.
Nesta semana, os presidentes de EUA e China, Barack Obama e Hu Jintao, juntamente com o premiê dinamarquês, Lars Rasmussen, anunciaram que Copenhague produziria apenas um acordo "politicamente vinculante". Isso porque não há tempo hábil para concluir um tratado completo e a meta americana de redução de emissões de gases-estufa depende da aprovação da lei de mudança climática do país pelo Senado, que ficou para 2010.
A expectativa era que Copenhague fosse produzir um tratado com valor de lei, que pudesse ser já no ano que vem encaminhado para ratificação pelos parlamentos de cada país e entrasse em vigor após 2012, quando o primeiro período do Protocolo de Kyoto expira.
Obama e Hu frustraram essa possibilidade, ameaçando criar um "buraco" legal na proteção ao clima entre 2012 e a entrada em vigor do novo acordo.
A reação internacional ao anúncio, feito no domingo (15), foi tão ruim que, na terça (17), Obama e Hu recuaram e disseram que Copenhague deve ser mais do que mera declaração de intenções e que o acordo político a ser firmado na capital dinamarquesa tem de ter "efeito operacional imediato" e incluir metas de corte de emissões pelos países desenvolvidos e propostas de financiamento ao combate ao aquecimento global nos países pobres.
Nada disso, no entanto, afasta o potencial de fracasso. "Há um risco de a autoridade de Obama se deteriorar no ano que vem e todo o efeito de despolarização causado pela eleição dele se dissolver", afirma Eduardo Viola, professor de relações internacionais da Universidade de Brasília. Ou seja, o multilateralismo representado pelo democrata, que trouxe os EUA de volta às negociações de clima após oito anos de governo Bush, pode ceder.
O americano David Victor, da Universidade da Califórnia em San Diego e autor de "The Collapse of the Kyoto Protocol" ("O Colapso do Protocolo de Kyoto"), diz que, independente da autoridade de Obama, a política americana continua formatada para dificultar tratados internacionais desse tipo.
"O resto do mundo esperava que a chegada da administração Obama automaticamente faria os EUA mais multilaterais, mas a realidade é que os interesses e as capacidades dos EUA não mudaram muito", disse Victor.
Segundo ele, mesmo que o Senado aprove no ano que vem a lei Waxman-Markey, que cria um mecanismo de comércio de emissões e estabelece metas de redução para o país, os EUA não necessariamente ratificarão o futuro acordo global. "Logo o mundo se dará conta de que o número mínimo de votos [no Senado] necessário para os EUA aceitarem um tratado é maior do que o número para aprovar novas leis. São 67 votos, e não a maioria simples de 60."
Legalidade desvinculada - Um dos principais articuladores do Protocolo de Kyoto, o brasileiro Luiz Gylvan Meira Filho, da USP, diz que talvez um acordo legalmente vinculante nem seja a melhor solução jurídica para o futuro tratado do clima. "Se você estiver interessado na salvação do planeta, talvez seja melhor não perseguir um tratado legalmente vinculante", afirma. "Muita gente do bem acha que "legalmente vinculante" é um preciosismo europeu e não necessariamente a melhor solução."
Ele cita como exemplo o tratado contra a proliferação nuclear assinado pelo presidente Ronald Reagan, nos anos 1980, que foi cumprido pelos EUA mesmo sem virar lei nacional.
Elliot Diringer, analista do Centro Pew para Mudança Climática Global, discorda. Para ele, existe, sim, a chance de os EUA assinarem um tratado global depois que a lei de mudança climática for aprovada.
"Depois que o Congresso tiver sancionado uma legislação doméstica mandatária, haverá um interesse cada vez maior de ver outras grandes economias agindo também, o que seria melhor obtido por meio de um acordo internacional", afirma. (Fonte: Folha Online)
Pará - PSBD vai anunciar candidato tucano em dezembro. Alguém entende?
Em meio a um processo desgastante de disputa interna, em que a cúpula nacional do partido teve que interferir várias vezes para acalmar os ânimos dos tucanos locais, no máximo até o final da primeira semana de dezembro o PSDB vai bater o martelo e anunciar o nome que disputará a candidatura para o governo do Estado em 2010. Desta vez quem garante é o ex-governador Simão Jatene, que está na disputa pela preferência do seu partido com o ex-governador Almir Gabriel, além do senador Mário Couto, que corre pelas laterais nesta briga.
Apesar das rinhas no ninho tucano, Jatene bate o martelo e garante que permanece candidato e vai além: assegura que tem a preferência da maioria absoluta do partido no interior, parlamento e na capital. Inicialmente, a cúpula do PSDB no Pará pretendia anunciar a candidatura em setembro, depois até o final de outubro, mas a animosidade permaneceu entre os principais caciques tucanos e a disputa interna ainda não se arrefeceu o suficiente.
Jatene assegura que quer ser candidato, mas que 'não é uma decisão do nada'. Garante que 80% da bancada parlamentar do partido na Assembleia Legislativa apoiam sua candidatura, além de dois terços dos deputados federais e onze dos doze prefeitos tucanos, e que os políticos históricos do partido o apoiam na totalidade. É neste cenário que Jatene aposta para ser o indicado para a disputa eleitoral.
Amazônia Jornal
domingo, 22 de novembro de 2009
Pará - A fala das ruas: "Governador volte, nós necessitamos do Sr." Acredite se quiser.
Jatene confirma candidatura ao governo do Estado
Em entrevista exclusiva ao DIÁRIO, o ex-governador Simão Jatene declarou que está “trabalhando como nunca” para ser o candidato tucano ao governo. E garantiu não ter interesse em uma candidatura ao Senado, como vinha sendo ventilado por setores do próprio PSDB. “Claro que sou (pré-candidato ao governo) e o sou com muita satisfação, em decorrência do fato de que essa candidatura vem se forjando num esforço coletivo. Não sou candidato simplesmente porque quero ser. Sou candidato porque sinto nas ruas as pessoas me pedindo para ser. Por onde eu ando, ouço: ‘Governador, volte; nós precisamos do senhor’. Outra razão é que na classe política, prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, deputados estaduais, federais do nosso partido e mesmo de outros partidos me procuraram para conversar. É isso que me alimenta. Se não fosse assim, eu estaria dando aulas na universidade, tocando violão, pescando”, declarou Jatene.
O ex-governador diz sentir também apoio da direção nacional do partido para o projeto de ser candidato. “A executiva tem informação desse sentimento mais geral. Eu confesso que jamais iria ficar insistindo, se não fosse isso. Teria até vergonha de ficar forjando alguma coisa ou tentando criar algum tipo de constrangimento às pessoas ou nas lideranças”.
Entre as vantagens como candidato, Jatene cita “forte adesão popular e espaço para aliança”. “Esta é uma candidatura que vai ganhar a eleição porque é o desejo do Estado, hoje”, disse o ex-governador. Jatene garantiu também acreditar que o PSDB não deixará para escolher o candidato em uma disputa durante a convenção partidária que ocorrerá em junho do ano que vem.
Mesmo evitando fazer críticas diretas ao ex-governador Almir Gabriel, Simão Jatene disse que o apoio que recebe hoje dentro do partido é fruto da decisão que tomou de ficar em Belém e cuidar dos tucanos durante o pesado luto pela derrota para Ana Júlia Carepa. Ao mesmo tempo, as dificuldades de Almir dentro da legenda viriam justamente do fato de ter “deixado o Estado e por duas vezes se despedido dizendo não querer mais saber de política”.
Segundo Jatene, Almir saiu “num momento em que o partido ficou vivendo um drama muito grande”.
Almir: candidato “para fechar as cicatrizes”
A depender de Almir Gabriel, Simão Jatene terá muito trabalho pela frente se desejar mesmo ser o candidato tucano. O ex-governador Almir Gabriel mantém a informação de que ofereceu o nome dele como candidato como uma forma de “fechar as cicatrizes” do PSDB.
Almir negou qualquer chance de se lançar ao Senado, uma das alternativas que a Executiva Nacional chegou a propor. “Não há a mínima hipótese. Já passei oito anos no Senado. Isso é mais que um curso de medicina, que dura seis anos”, disse o ex-governador, que é médico.
O ex-governador contou que a desistência de Mário Couto da disputa foi feita em favor do seu nome, “numa atitude que considero muito correta, muito bonita. Ele me disse: ‘Só abro mão para o senhor’”.
Almir negou que tenha pensado em deixar o partido, caso não seja escolhido o candidato. “Isso é coisa de criança, uma bobageira. Imagina, eu sair de um partido que ajudei a fundar em nível nacional e local? Não estou aqui para brincar”, disse. Almir Gabriel avalia que a demora não impede o PSDB de buscar aliados porque a negociação deve ser feita em nome do programa, e não de pessoas. Ele negou sentir resistência a sua candidatura, dentro do partido. “Que eu saiba não [tem resistência]. Estou quieto no meu canto, estudando e lendo, como eu gosto. Não tenho essa informação”.
Procurado pelo DIÁRIO, o senador Mário Couto não retornou os contatos até o fechamento desta edição.
Leia a matéria completa no Diário do Pará acesse no Blog
sábado, 21 de novembro de 2009
Tecnologia - Inquérito contra empresas de celulares, OBA!!!. Bula no celular que informe que o uso do aparelho pode dar origem a doenças graves, como o cancer.
Uso de celulares pode dar origem a doenças graves.
Conceituado jornal brasileiro divulga comentário sobre os riscos do telefone celular principalmente considerando a falta de informações e pesquisas científicas sobre o seu efeito para a saúde humana considerando o uso imoderado a longo e médio prazos:
“O primeiro estudo científico que associou a exposição a campos eletromagnéticos de baixa freqüência, como o provocado por antenas de celulares, e a ocorrência de câncer foi publicado em 1979. Milhares de pesquisas e muita polêmica depois, ainda não há consenso sobre a relação entre as antenas, o uso desses aparelhos e a saúde.
Entretanto, com base no princípio da precaução, pesquisadores de diversas universidades, como a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e a Unicamp, defendem que a população seja alertada sobre os possíveis riscos e que sejam definidas restrições maiores às ERBs (Estações Rádio-Base) - as antenas de celular. Eles querem, além de antenas mais espaçadas umas das outras e com menor potência, que as pessoas usem o celular o mínimo possível.
"Não está sendo respeitado o direito à informação da população. A meu ver, deveriam ser divulgadas recomendações de falar somente o essencial em telefones móveis - celulares ou telefones sem fio", diz Álvaro Almeida de Salles, da Escola de Engenharia da UFRGS.
Ele cita estudos do grupo de Lennart Hardell, do Departamento de Oncologia do Hospital Universitário de Orebo (Suécia). "Há um aumento substancial na incidência de tumores cerebrais entre os usuários mais constantes dos celulares e telefones sem fio, coincidindo com o lado da cabeça em que normalmente eles são usados. Os resultados somente aparecem para períodos iguais ou maiores que dez anos."
Um dos estudos foi publicado neste ano no periódico "International Journal of Oncology". Anos atrás, porém, o Conselho Nacional de Proteção Radiológica do Reino Unido criticou pesquisas de Hardell com conclusão parecida, dizendo que lhes faltava precisão estatística.
Numa ação na Justiça para a retirada de uma antena, a posição de Vitor Baranauskas, da Faculdade de Engenharia Elétrica da Unicamp, é apresentada. Para ele, enquanto os usuários podem desligar o celular se o desejarem, os vizinhos das ERBs, que nem sempre têm aparelhos, "recebem uma dose adicional de radiação no ambiente durante 24 horas do dia, por vários anos, sem benefício".
Veja reportagem completa Aqui
Conceituado jornal brasileiro divulga comentário sobre os riscos do telefone celular principalmente considerando a falta de informações e pesquisas científicas sobre o seu efeito para a saúde humana considerando o uso imoderado a longo e médio prazos:
“O primeiro estudo científico que associou a exposição a campos eletromagnéticos de baixa freqüência, como o provocado por antenas de celulares, e a ocorrência de câncer foi publicado em 1979. Milhares de pesquisas e muita polêmica depois, ainda não há consenso sobre a relação entre as antenas, o uso desses aparelhos e a saúde.
Entretanto, com base no princípio da precaução, pesquisadores de diversas universidades, como a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e a Unicamp, defendem que a população seja alertada sobre os possíveis riscos e que sejam definidas restrições maiores às ERBs (Estações Rádio-Base) - as antenas de celular. Eles querem, além de antenas mais espaçadas umas das outras e com menor potência, que as pessoas usem o celular o mínimo possível.
"Não está sendo respeitado o direito à informação da população. A meu ver, deveriam ser divulgadas recomendações de falar somente o essencial em telefones móveis - celulares ou telefones sem fio", diz Álvaro Almeida de Salles, da Escola de Engenharia da UFRGS.
Ele cita estudos do grupo de Lennart Hardell, do Departamento de Oncologia do Hospital Universitário de Orebo (Suécia). "Há um aumento substancial na incidência de tumores cerebrais entre os usuários mais constantes dos celulares e telefones sem fio, coincidindo com o lado da cabeça em que normalmente eles são usados. Os resultados somente aparecem para períodos iguais ou maiores que dez anos."
Um dos estudos foi publicado neste ano no periódico "International Journal of Oncology". Anos atrás, porém, o Conselho Nacional de Proteção Radiológica do Reino Unido criticou pesquisas de Hardell com conclusão parecida, dizendo que lhes faltava precisão estatística.
Numa ação na Justiça para a retirada de uma antena, a posição de Vitor Baranauskas, da Faculdade de Engenharia Elétrica da Unicamp, é apresentada. Para ele, enquanto os usuários podem desligar o celular se o desejarem, os vizinhos das ERBs, que nem sempre têm aparelhos, "recebem uma dose adicional de radiação no ambiente durante 24 horas do dia, por vários anos, sem benefício".
Veja reportagem completa Aqui
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Assuntos Estratégicos - Uma visão estratégica que Brasil precisava
O novo ministro chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Samuel Guimarães, visitou, na manhã desta quarta-feira (18), o presidente do Senado, José Sarney, com quem conversou sobre as tarefas que o aguardam no novo cargo. Ele foi empossado há um mês na secretaria deixada, no meio do ano, por Mangabeira Unger.
À saída da audiência, Samuel Guimarães foi questionado pelos jornalistas sobre a decisão a ser tomada pelo Plenário do Senado sobre o ingresso da Venezuela no Mercosul. Ele defendeu a aprovação do protocolo de adesão desse país ao bloco.
- O ingresso da Venezuela ao Mercosul é extremamente importante para o Brasil. A Venezuela tem extraordinários recursos naturais e não somente petróleo. O governo da Venezuela tem tratado o Brasil de forma extraordinária. Temos um saldo comercial com aquele país que talvez ainda seja o maior saldo comercial do Brasil. A Venezuela sempre foi democrática e ali há plena liberdade de opinião - afirmou Guimarães.
Suellen Rodrigues Meneses
Assessoria para Assuntos Parlamentares
SAE/PR
Leia mais no site da SAE/PR Aqi
À saída da audiência, Samuel Guimarães foi questionado pelos jornalistas sobre a decisão a ser tomada pelo Plenário do Senado sobre o ingresso da Venezuela no Mercosul. Ele defendeu a aprovação do protocolo de adesão desse país ao bloco.
- O ingresso da Venezuela ao Mercosul é extremamente importante para o Brasil. A Venezuela tem extraordinários recursos naturais e não somente petróleo. O governo da Venezuela tem tratado o Brasil de forma extraordinária. Temos um saldo comercial com aquele país que talvez ainda seja o maior saldo comercial do Brasil. A Venezuela sempre foi democrática e ali há plena liberdade de opinião - afirmou Guimarães.
Suellen Rodrigues Meneses
Assessoria para Assuntos Parlamentares
SAE/PR
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Energia - Preço do petróleo US$1 milhão o Barril?
Quanto custaria o barril de petróleo se fosse considerado o tempo da formação das jazidas. Já houve quem calculasse isso. Há 15 anos, escutei numa palestra de Martínez-Alier que o custo seria de cerca de 1.000.000 de dólares o barril. Se pagamos 75 dólares, o resto é subsídio.
Clovis Cavalcanti - ECOECO
Sociedade Brasileira de Economia Ecológica-ECOECO
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Meio Ambiente - Acredite se quiser, mas se está avançando
Nota do ministro do Meio Ambiente aos servidores
Na semana de 9 a 13 de novembro de 2009, houve dois fatos muito importantes, muito marcantes,que foram vitórias do Ministério do Meio Ambiente, do Ibama, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA. Mas também vitórias de vários parceiros, da sociedade. Uma delas,foi o menor desmatamento da Amazônia da história brasileira, desde que esse bioma é monitorado pelo Inpe, há 21 anos. Uma queda muito expressiva. O outro número menor tinha sido 11 mil Km2, há muitos anos, e esse foi 7 mil Km2. Mesmo recentemente, em 2004, por exemplo, o esmatamento foi de 27 mil Km2. Então, alcançamos uma marca de um quarto disso. É um número muito expressivo,uma contribuição para o Brasil, para os povos da Amazônia, para o mundo, para o clima do planeta.
A outra vitória foi o Brasil ter adotado metas de redução de CO2. Durante muitos anos, a posição brasileira não era essa, por questões diplomáticas, econômicas, por questão de se achar que a responsabilidade pela redução dos gases-estufa era só dos mais ricos. Em suma, por várias questões, o Brasil não tinha meta. No Ministério do Meio Ambiente, a Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental tomou uma posição forte em relação à questão, e nós bancamos,fomos com a sociedade, com a academia, e felizmente, também nessa semana, o governo brasileiro adotou essa posição de corte entre 36 e 39 por cento das emissões de 2020.
Então, em apenas uma semana, houve dois fatos importantes: o menor desmatamento da história e as metas de clima. Então eu queria compartilhar com todos os técnicos, analistas ambientais, profissionais do Ministério, do Ibama, do Chico Mendes, da Secretaria de Mudanças Climáticas, do Serviço Florestal. Em suma, de todas as áreas que atuaram nisso.
Eu queria fazer especialmente uma homenagem aos nossos companheiros do Ibama. Nossos companheiros do Ibama estão na linha de frente. Eu participei de mais de vinte operações junto com os companheiros, lá, em lugares muito isolados, no interior do Pará, de Mato Grosso, em Buriticupu, no Maranhão perto do Pará, em Paragominas, onde os carros do Ibama foram queimados, a sede foi queimada, e eu sei em que condições esses companheiros trabalham, com outras forças também, como a Força Nacional, a Polícia Federal. Portanto, eu me dirijo em especial aos companheiros do Ibama, nossos dirigentes, nossa área da fiscalização, do Departamento de Proteção, para os nossos superintendentes em todos os estados, da Amazônia em especial.
Participamos também de boas operações no Paraná, no Rio de Janeiro, no Nordeste. Operações, por exemplo, contra a pesca predatória da lagosta.
Então, eu queria deixar aqui o nosso reconhecimento para os nossos companheiros do Ibama. Vocês foram excelentes, deram tudo de si, eu estou
orgulhoso de vocês, o Brasil também está reconhecido, o presidente Lula está reconhecido. O Governo adotou uma meta forte de clima. Portanto, a gente mostrou que, no caso da meta de queda do desmatamento, o que parecia impossível, foi possível.
Eu estou querendo compartilhar isso com todo o ministério, também com os ambientalistas, com o Governo, com os aliados. Um abraço muito forte para a Suzana Kahn e toda a turma do clima, para a Branca Americano, para os nossos companheiros, para o Tasso Azevedo, que se esmeraram, que ficaram lá virando noites para a gente chegar a uma boa fundamentação desses números das reduções. E para nossos companheiros do Ibama, o Luciano Evaristo, nosso diretor da Dipro, e toda a sua equipe, de primeira linha, que estão lá, ralando, suando a camisa pelo Brasil para que não tirem o verde da nossa bandeira, para que a Amazônia não vire um deserto, para que outros biomas também não sejam destruídos.
Agora, a guerra contra o desmatamento está sendo direcionada também para o Cerrado, para a Caatinga. Uma das metas é Cerrado, graças inclusive ao monitoramento que o Ibama fez junto com outros setores do desmatamento do Cerrado. Então, um grande abraço para vocês, meu orgulho, meu reconhecimento. Continuem assim, porque vocês estão dando um exemplo para esse país, um exemplo de que é possível resistir com dignidade e mudar nossa história.
Saudações ecológicas e libertárias do Carlos Minc
MMA
Na semana de 9 a 13 de novembro de 2009, houve dois fatos muito importantes, muito marcantes,que foram vitórias do Ministério do Meio Ambiente, do Ibama, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA. Mas também vitórias de vários parceiros, da sociedade. Uma delas,foi o menor desmatamento da Amazônia da história brasileira, desde que esse bioma é monitorado pelo Inpe, há 21 anos. Uma queda muito expressiva. O outro número menor tinha sido 11 mil Km2, há muitos anos, e esse foi 7 mil Km2. Mesmo recentemente, em 2004, por exemplo, o esmatamento foi de 27 mil Km2. Então, alcançamos uma marca de um quarto disso. É um número muito expressivo,uma contribuição para o Brasil, para os povos da Amazônia, para o mundo, para o clima do planeta.
A outra vitória foi o Brasil ter adotado metas de redução de CO2. Durante muitos anos, a posição brasileira não era essa, por questões diplomáticas, econômicas, por questão de se achar que a responsabilidade pela redução dos gases-estufa era só dos mais ricos. Em suma, por várias questões, o Brasil não tinha meta. No Ministério do Meio Ambiente, a Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental tomou uma posição forte em relação à questão, e nós bancamos,fomos com a sociedade, com a academia, e felizmente, também nessa semana, o governo brasileiro adotou essa posição de corte entre 36 e 39 por cento das emissões de 2020.
Então, em apenas uma semana, houve dois fatos importantes: o menor desmatamento da história e as metas de clima. Então eu queria compartilhar com todos os técnicos, analistas ambientais, profissionais do Ministério, do Ibama, do Chico Mendes, da Secretaria de Mudanças Climáticas, do Serviço Florestal. Em suma, de todas as áreas que atuaram nisso.
Eu queria fazer especialmente uma homenagem aos nossos companheiros do Ibama. Nossos companheiros do Ibama estão na linha de frente. Eu participei de mais de vinte operações junto com os companheiros, lá, em lugares muito isolados, no interior do Pará, de Mato Grosso, em Buriticupu, no Maranhão perto do Pará, em Paragominas, onde os carros do Ibama foram queimados, a sede foi queimada, e eu sei em que condições esses companheiros trabalham, com outras forças também, como a Força Nacional, a Polícia Federal. Portanto, eu me dirijo em especial aos companheiros do Ibama, nossos dirigentes, nossa área da fiscalização, do Departamento de Proteção, para os nossos superintendentes em todos os estados, da Amazônia em especial.
Participamos também de boas operações no Paraná, no Rio de Janeiro, no Nordeste. Operações, por exemplo, contra a pesca predatória da lagosta.
Então, eu queria deixar aqui o nosso reconhecimento para os nossos companheiros do Ibama. Vocês foram excelentes, deram tudo de si, eu estou
orgulhoso de vocês, o Brasil também está reconhecido, o presidente Lula está reconhecido. O Governo adotou uma meta forte de clima. Portanto, a gente mostrou que, no caso da meta de queda do desmatamento, o que parecia impossível, foi possível.
Eu estou querendo compartilhar isso com todo o ministério, também com os ambientalistas, com o Governo, com os aliados. Um abraço muito forte para a Suzana Kahn e toda a turma do clima, para a Branca Americano, para os nossos companheiros, para o Tasso Azevedo, que se esmeraram, que ficaram lá virando noites para a gente chegar a uma boa fundamentação desses números das reduções. E para nossos companheiros do Ibama, o Luciano Evaristo, nosso diretor da Dipro, e toda a sua equipe, de primeira linha, que estão lá, ralando, suando a camisa pelo Brasil para que não tirem o verde da nossa bandeira, para que a Amazônia não vire um deserto, para que outros biomas também não sejam destruídos.
Agora, a guerra contra o desmatamento está sendo direcionada também para o Cerrado, para a Caatinga. Uma das metas é Cerrado, graças inclusive ao monitoramento que o Ibama fez junto com outros setores do desmatamento do Cerrado. Então, um grande abraço para vocês, meu orgulho, meu reconhecimento. Continuem assim, porque vocês estão dando um exemplo para esse país, um exemplo de que é possível resistir com dignidade e mudar nossa história.
Saudações ecológicas e libertárias do Carlos Minc
MMA
sábado, 14 de novembro de 2009
Meio Ambiente - O Governo Federal parte para a ofensiva com ações verdadeiramente estratégicas
(Comentário do Blog)
O Governo está cada vez mais consciente da urgente necessidade de passar à ofensiva e exercer uma maior liderança nas ações de sustentabilidade da Amazônia, entretanto, muitos órgãos e instituições, até pouco tempo, faziam muito pouco por esse tão sonhado novo modelo de sustentabilidade para a Região.
As ações que o Governo Federal disparou, sob a condução do Presidente, não são poucas e também não são as suficientes para pensar que todo estará feito de aqui para frente.
As ações do Arco Verde Terra Legal anunciadas pelo Presidente Lula, contaram com a presença de governadores da Amazônia, do Ministro Carlos Minc e da Ministra, Secretária da Casa Civil Dilma Rousseff, que está entrando com corpo e alma para liderar essa área que estava sendo reivindicada pelas comunidades ambientalistas, que fora de construir uma discurso crítico sobre as políticas de meio ambiente no Brasil, estão pouco engajados com ações concretas para gerar alternativas realmente sustentáveis para as comunidades da floresta Amazônica.
Eu chamo eles de ambientalistas de plantão, hoje estão debatendo e dando cátedras sobre mudança climática, meio ambiente, aquecimento global, destruição dos biomas, previsões catastróficas, no entanto, depois sugerem novas políticas públicas, mais debate, etc., sem conseguir ir ao fundo do problema e menos das soluções.
Adicionalmente, um dos pontos fracos dos ambientalistas é sua maior vantagem serem especialistas em grandes generalidades com que tratam os temas do meio ambiente. Nesse sentido também, a maioria das vezes os debates ficam no "estado da arte", na situação atual, no futuro, nas previsões nos perigos e por aí vai.
Não se vá a fundo no tema, falta aterrissar na realidade concreta da Amazônia, como por exemplo propor alternativas concretas que ampliem a questão ambiental "geral" para uma proposta, socialmente includente, ambientalmente sustentável e economicamente viável (como bem falam os pensadores do desenvolvimento sustentável ou da sustentabilidade, como eu penso, sem chegar a ser pensador, ainda).
Na maioria dos debates nos quais tenho participado ultimamente, se faz um recorte ambiental, voltado para a economia de baixo carbono, de proteção às florestas, e, recentemente a criação de fundos para o desenvolvimento da Região (Fundos soberanos), sem dizer como seria, passo a passo o desenrolar dessas ações.
Falta maior envolvimento dos diversos segmentos ligados à questão ambiental.
A inovação tecnológica e as alternativas produtivas caminham em linhas paralelas com a questão ambiental. Se requere propostas concretas e metodologias que levem à construção de cadeias produtivas para oferecer alternativas para as comunidades que moram na floresta e para os que já habitam nas periferias das cidades da Amazônia.
Existem alguns que afirmam que as populações que habitam nas periferias das periferias das cidades da Amazônia já seriam urbanas. Eu não concordo, já que ser urbano representa pelo menos poder contar com no mínimo algum dos serviços que as cidades oferecem e essas comunidades que moram na periferia nada possuem para serem caracterizados como populações urbanas.
Para eles também se requere uma resposta e o Governo está assumindo essa importante tarefa com grande possibilidade de êxito.
Veja a seguir a matéria, na íntegra das Ações do Arco Verde Terra Legal anunciadas pelo Presidente Lula.
As ações estratégicas iniciadas no Mutirão Arco Verde Terra Legal vão chegar a todos os municípios da Amazônia. Este foi o compromisso firmado entre os governos federal, estaduais e municipais para garantir um novo modelo sustentável e controlar o desmatamento ilegal na região.
O programa Terra Legal começou em junho de 2009, juntamente com a chegada das caravanas do mutirão à Amazônia. Dos 43 municípios, 24 possuem terras federais. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, comparou a situação desses municípios no início do Programa e agora.
"Ninguém têm vocação para desmatar. O que existe é o desmatamento como forma econômica. E é isso que estamos mudando". O ministro disse que além de oferecer alternativas à derrubada da floresta, o projeto do Arco Verde cria uma dinâmica que incorpora a legalização da terra como porta de entrada para um novo modelo sustentável. "Começamos com a regularização fundiária e ambiental e passamos por toda a cadeia produtiva, com acesso a créditos e programas de comercialização". destacou. Segundo ele, atualmente as pessoas têm escolha e podem optar pela floresta em pé.
Pacto a favor da Amazônia
Na apresentação do balanço dos quatro meses de mutirão, a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, destacou a integração dos governos para criar alternativas e transformar os municípios prioritários no combate ao desmatamento em exemplos para toda a Amazônia. "Esse conjunto de ações é a resposta para transformar definitivamente o Arco de Fogo em Arco Verde", frisou.
Os prefeitos de Paragominas (PA), Vila Rica (MT) e Machadinho D´Oeste (RO) apontaram como grande vitória para a população da Amazônia o pacto federativo firmado durante os mutirões. Mais de 2.400 ações foram pactuadas nos quatro meses de caravanas. Postos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), agências do Banco do Brasil, acesso a créditos e políticas de comercialização, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), são algumas das ações previstas para a região.
Regularização Fundiária: início do desenvolvimento
No estado do Pará, por exemplo, 16 municípios receberam as ações de cidadania do Arco Verde Terra Legal. A governadora do estado, Ana Julia Carepa, citou a regularização fundiária como principal instrumento de desenvolvimento para a região. "Só os grileiros não querem o desenvolvimento e a regularização fundiária. Este é o começo de um novo modelo de economia, a economia verde", frisou.
Durante o evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Cassel e Dilma Rousseff entregaram títulos de terra a seis casais do Pará, Mato Grosso e Rôndonia.
Continuidade e expansão
Foi o presidente que anunciou a expansão das ações do Arco Verde na Amazônia. "Começamos por 43, mas devemos ampliar para todos os munícipios da região". A síntese da parceria concretizada nos mutirões, disse ele, "é a prova de que o sucesso do Arco Verde não seria possível sem sair de Brasilia e ir a essas regiões tão diferenciadas".
Estavam presentes no evento os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, os governadores do Amazonas, Eduardo Braga, do Mato Grosso, Blairo Maggi, Rondônia, Ivo Cassol, e o governador de Tocantins, Carlos Henrique Gaguim. Ainda participaram da solenidade os prefeitos dos 43 municípios do Arco Verde e representantes dos governos federal, estaduais e municipais.
MDA
Veja mais informações sobre a posse de as ações do Arco Verde Terra Legal Aqui
O Governo está cada vez mais consciente da urgente necessidade de passar à ofensiva e exercer uma maior liderança nas ações de sustentabilidade da Amazônia, entretanto, muitos órgãos e instituições, até pouco tempo, faziam muito pouco por esse tão sonhado novo modelo de sustentabilidade para a Região.
As ações que o Governo Federal disparou, sob a condução do Presidente, não são poucas e também não são as suficientes para pensar que todo estará feito de aqui para frente.
As ações do Arco Verde Terra Legal anunciadas pelo Presidente Lula, contaram com a presença de governadores da Amazônia, do Ministro Carlos Minc e da Ministra, Secretária da Casa Civil Dilma Rousseff, que está entrando com corpo e alma para liderar essa área que estava sendo reivindicada pelas comunidades ambientalistas, que fora de construir uma discurso crítico sobre as políticas de meio ambiente no Brasil, estão pouco engajados com ações concretas para gerar alternativas realmente sustentáveis para as comunidades da floresta Amazônica.
Eu chamo eles de ambientalistas de plantão, hoje estão debatendo e dando cátedras sobre mudança climática, meio ambiente, aquecimento global, destruição dos biomas, previsões catastróficas, no entanto, depois sugerem novas políticas públicas, mais debate, etc., sem conseguir ir ao fundo do problema e menos das soluções.
Adicionalmente, um dos pontos fracos dos ambientalistas é sua maior vantagem serem especialistas em grandes generalidades com que tratam os temas do meio ambiente. Nesse sentido também, a maioria das vezes os debates ficam no "estado da arte", na situação atual, no futuro, nas previsões nos perigos e por aí vai.
Não se vá a fundo no tema, falta aterrissar na realidade concreta da Amazônia, como por exemplo propor alternativas concretas que ampliem a questão ambiental "geral" para uma proposta, socialmente includente, ambientalmente sustentável e economicamente viável (como bem falam os pensadores do desenvolvimento sustentável ou da sustentabilidade, como eu penso, sem chegar a ser pensador, ainda).
Na maioria dos debates nos quais tenho participado ultimamente, se faz um recorte ambiental, voltado para a economia de baixo carbono, de proteção às florestas, e, recentemente a criação de fundos para o desenvolvimento da Região (Fundos soberanos), sem dizer como seria, passo a passo o desenrolar dessas ações.
Falta maior envolvimento dos diversos segmentos ligados à questão ambiental.
A inovação tecnológica e as alternativas produtivas caminham em linhas paralelas com a questão ambiental. Se requere propostas concretas e metodologias que levem à construção de cadeias produtivas para oferecer alternativas para as comunidades que moram na floresta e para os que já habitam nas periferias das cidades da Amazônia.
Existem alguns que afirmam que as populações que habitam nas periferias das periferias das cidades da Amazônia já seriam urbanas. Eu não concordo, já que ser urbano representa pelo menos poder contar com no mínimo algum dos serviços que as cidades oferecem e essas comunidades que moram na periferia nada possuem para serem caracterizados como populações urbanas.
Para eles também se requere uma resposta e o Governo está assumindo essa importante tarefa com grande possibilidade de êxito.
Veja a seguir a matéria, na íntegra das Ações do Arco Verde Terra Legal anunciadas pelo Presidente Lula.
As ações estratégicas iniciadas no Mutirão Arco Verde Terra Legal vão chegar a todos os municípios da Amazônia. Este foi o compromisso firmado entre os governos federal, estaduais e municipais para garantir um novo modelo sustentável e controlar o desmatamento ilegal na região.
O programa Terra Legal começou em junho de 2009, juntamente com a chegada das caravanas do mutirão à Amazônia. Dos 43 municípios, 24 possuem terras federais. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, comparou a situação desses municípios no início do Programa e agora.
"Ninguém têm vocação para desmatar. O que existe é o desmatamento como forma econômica. E é isso que estamos mudando". O ministro disse que além de oferecer alternativas à derrubada da floresta, o projeto do Arco Verde cria uma dinâmica que incorpora a legalização da terra como porta de entrada para um novo modelo sustentável. "Começamos com a regularização fundiária e ambiental e passamos por toda a cadeia produtiva, com acesso a créditos e programas de comercialização". destacou. Segundo ele, atualmente as pessoas têm escolha e podem optar pela floresta em pé.
Pacto a favor da Amazônia
Na apresentação do balanço dos quatro meses de mutirão, a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, destacou a integração dos governos para criar alternativas e transformar os municípios prioritários no combate ao desmatamento em exemplos para toda a Amazônia. "Esse conjunto de ações é a resposta para transformar definitivamente o Arco de Fogo em Arco Verde", frisou.
Os prefeitos de Paragominas (PA), Vila Rica (MT) e Machadinho D´Oeste (RO) apontaram como grande vitória para a população da Amazônia o pacto federativo firmado durante os mutirões. Mais de 2.400 ações foram pactuadas nos quatro meses de caravanas. Postos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), agências do Banco do Brasil, acesso a créditos e políticas de comercialização, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), são algumas das ações previstas para a região.
Regularização Fundiária: início do desenvolvimento
No estado do Pará, por exemplo, 16 municípios receberam as ações de cidadania do Arco Verde Terra Legal. A governadora do estado, Ana Julia Carepa, citou a regularização fundiária como principal instrumento de desenvolvimento para a região. "Só os grileiros não querem o desenvolvimento e a regularização fundiária. Este é o começo de um novo modelo de economia, a economia verde", frisou.
Durante o evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Cassel e Dilma Rousseff entregaram títulos de terra a seis casais do Pará, Mato Grosso e Rôndonia.
Continuidade e expansão
Foi o presidente que anunciou a expansão das ações do Arco Verde na Amazônia. "Começamos por 43, mas devemos ampliar para todos os munícipios da região". A síntese da parceria concretizada nos mutirões, disse ele, "é a prova de que o sucesso do Arco Verde não seria possível sem sair de Brasilia e ir a essas regiões tão diferenciadas".
Estavam presentes no evento os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, os governadores do Amazonas, Eduardo Braga, do Mato Grosso, Blairo Maggi, Rondônia, Ivo Cassol, e o governador de Tocantins, Carlos Henrique Gaguim. Ainda participaram da solenidade os prefeitos dos 43 municípios do Arco Verde e representantes dos governos federal, estaduais e municipais.
MDA
Veja mais informações sobre a posse de as ações do Arco Verde Terra Legal Aqui
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Economia - "Brazil Takes off"
O BRASIL DECOLA.
Segundo a Revista, China pode estar contribuindo para que a economia mundial supere a recessão, mas o Brasil também está fazendo sua parte. O Brasil não evitou a recessão, mas foi entre os últimos eo primeiro a sair. A economia voltou a crescer a uma taxa de 5% e essa taxa crescerá nos próximos anos, quando os novos campos petrolíferos de águas profundas entrem em funcionamento.
JUnto com o petróleo a revista destaca, também, a riqueza do Brasil na produção de alimentos e minerais.
Depois de 2014 as previsões mostram a possibilidade da economia brasileira se tornar a quinta maior economia do mundo, superando a Grã-Bretanha e França.
Em 14 páginas esta é a segunda reportagem da Revista sobre as potencialidades da economia brasileira.
Destaca a "B" dos Bric´s (Brasil, Rusia, India e China) ressaltando seus pontos fortes em contraste com os outros BRIC´s.
Ao contrário da China, é uma democracia. Ao contrário da Índia, ela não tem os insurgentes, não houve conflitos étnicos e religiosos, nem os vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, que exporta mais petróleo e armas, trata de investidores estrangeiros "com respeito". "Sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva o governo tomou medidas para reduzir as desigualdades marcantes que há muito tempo tinham desfigurado o País.
O mundo tem muito mais que aprender com Brasil do que com a China, destaca a Revista.
"Em suma, o Brasil de repente, parece ter feito uma entrada no palco do mundo. Sua chegada foi simbolicamente marcada, no mês passado, pela eleição para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016 a serem realizados no Rio de Janeiro, dois anos antes, o Brasil sediará a Copa do Mundo de futebol".
Como não poderia deixar de ser a Revista ressalta também alguns pontos fracos do Governo Lula, a educação e segurança e principalmente o baixo investimento do setor privado e público, que ainda é insuficiente para a economia decolar realmente.
Mudança Climática - ... para o bem e para o mal, Enviado por Nurit Bensusan
Nesse dia de ativismo blogueiro (veja a campanha: Blog Action Day), além de chamar atenção para as mudanças climáticas, aquelas ligadas realmente à temperatura do planeta e suas consequências, vale a pena enfatizar outras mudanças de clima, algumas bastante positivas.
Uma delas é a concessão do prêmio Nobel de economia a uma mulher, pela primeira vez, mas não a uma economista, simplesmente. Elinor Ostrom, da Universidade de Indiana, é formada em ciência política e estuda como os recursos naturais podem ser protegidos sem regulamentação governamental, nem privatização. Seu trabalho desafia a chamada "tragédia dos comuns", segundo a qual os bens comuns, como o meio ambiente, tendem a ser detonados porque as pessoas só levam em conta seu próprio interesse. Assim sendo, talvez em um futuro próximo, não tenhamos que proteger o meio ambiente de nós mesmos...
A pesquisa de Elinor Ostrom tem, também, impactos sobre as mudanças climáticas e pode conduzir a estratégias distintas - e mais eficientes - das que adotamos atualmente. Afinal, nada mais comum a todos nesse planeta do que o clima, e nada pode ter consequências mais abrangente e trágicas do que as mudanças climáticas. Se os resultados de sua pesquisa mostram que a tragédia dos comuns pode não acontecer, talvez seja justamente na questão climática que, finalmente, os cidadãos desse planeta exercerão seus direitos a uma vida mais equilibrada.
Outra mudança no clima vem da cobertura da mídia. Nos tempos do Protocolo de Quioto, esse assunto pouco frequentava os noticiários. Hoje, parece que as coisas mudaram, e posições como as da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que apresentou um documento com propostas para a reunião de Copenhague no qual metas de cortes na emissão de gases de efeito estufa sequer são mencionadas, deixam muitos perplexos. Com o argumento de que o país não pode assumir compromissos que prejudiquem sua economia, os industriais passam ao largo de sua responsabilidade pelo aumento das emissões e recomendam compromissos para a erradicação do desmatamento ilegal. Ora, ninguém nesse país (com exceção, às vezes,do ministro da agricultura) defende o desmatamento ilegal e é claro que ele deve ser erradicado imediatamente, mas isso não será suficiente, precisamos de outros compromissos.
Ainda bem que o clima está mudando e tais posições já não são tão facilmente engolidas...
Uma delas é a concessão do prêmio Nobel de economia a uma mulher, pela primeira vez, mas não a uma economista, simplesmente. Elinor Ostrom, da Universidade de Indiana, é formada em ciência política e estuda como os recursos naturais podem ser protegidos sem regulamentação governamental, nem privatização. Seu trabalho desafia a chamada "tragédia dos comuns", segundo a qual os bens comuns, como o meio ambiente, tendem a ser detonados porque as pessoas só levam em conta seu próprio interesse. Assim sendo, talvez em um futuro próximo, não tenhamos que proteger o meio ambiente de nós mesmos...
A pesquisa de Elinor Ostrom tem, também, impactos sobre as mudanças climáticas e pode conduzir a estratégias distintas - e mais eficientes - das que adotamos atualmente. Afinal, nada mais comum a todos nesse planeta do que o clima, e nada pode ter consequências mais abrangente e trágicas do que as mudanças climáticas. Se os resultados de sua pesquisa mostram que a tragédia dos comuns pode não acontecer, talvez seja justamente na questão climática que, finalmente, os cidadãos desse planeta exercerão seus direitos a uma vida mais equilibrada.
Outra mudança no clima vem da cobertura da mídia. Nos tempos do Protocolo de Quioto, esse assunto pouco frequentava os noticiários. Hoje, parece que as coisas mudaram, e posições como as da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que apresentou um documento com propostas para a reunião de Copenhague no qual metas de cortes na emissão de gases de efeito estufa sequer são mencionadas, deixam muitos perplexos. Com o argumento de que o país não pode assumir compromissos que prejudiquem sua economia, os industriais passam ao largo de sua responsabilidade pelo aumento das emissões e recomendam compromissos para a erradicação do desmatamento ilegal. Ora, ninguém nesse país (com exceção, às vezes,do ministro da agricultura) defende o desmatamento ilegal e é claro que ele deve ser erradicado imediatamente, mas isso não será suficiente, precisamos de outros compromissos.
Ainda bem que o clima está mudando e tais posições já não são tão facilmente engolidas...
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Desmatamento na Amazônia Legal cai 45% e é o menor já registrado
Segundo dados do Inpe, 7 mil quilômetros quadrados foram desmatados.
Em 2008, foram registrados 12.911 quilômetros de destruição da floresta.
Dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), revelam uma redução de 45% no desmatamento registrado nos estados que integram a Amazônia Legal.
Em 2008, foram 12.911 quilômetros desmatados, enquanto neste ano a estimativa é de que a destruição da floresta seja de 7 mil quilômetros quadrados, o menor índice já registrado pelo governo em 21 anos de monitoramento.
O número faz parte da base de dados do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal) do Inpe referente a 2009. A margem de erro é de 10%, e os números finais devem ser consolidados em março do próximo ano.
O levantamento foi divulgado durante cerimônia acompanhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e por demais ministros do governo, além de governadores e prefeitos de 43 municípios que fazem parte da região atendida pelo governo.
Responsável por apresentar os números, considerados “altamente positivos” pelo governo, o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, destacou a redução obtida a partir do programa "Arco Verde Terra Legal" do governo: “Esse número representa a menor taxa de desmatamento já mapeada. Pelo menos desde 1988, quando o Inpe começou a fazer o levantamento", disse.
Desde 1988, o Inpe utiliza o Prodes para estimar a taxa anual do desmatamento por corte raso, quando ocorre a retirada total da cobertura florestal. Não registra as derrubadas parciais da floresta resultantes de queimadas e de extração seletiva de madeira.
Leia mais no site da GloboAmazônia Aqui
Em 2008, foram registrados 12.911 quilômetros de destruição da floresta.
Dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), revelam uma redução de 45% no desmatamento registrado nos estados que integram a Amazônia Legal.
Em 2008, foram 12.911 quilômetros desmatados, enquanto neste ano a estimativa é de que a destruição da floresta seja de 7 mil quilômetros quadrados, o menor índice já registrado pelo governo em 21 anos de monitoramento.
O número faz parte da base de dados do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal) do Inpe referente a 2009. A margem de erro é de 10%, e os números finais devem ser consolidados em março do próximo ano.
O levantamento foi divulgado durante cerimônia acompanhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e por demais ministros do governo, além de governadores e prefeitos de 43 municípios que fazem parte da região atendida pelo governo.
Responsável por apresentar os números, considerados “altamente positivos” pelo governo, o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, destacou a redução obtida a partir do programa "Arco Verde Terra Legal" do governo: “Esse número representa a menor taxa de desmatamento já mapeada. Pelo menos desde 1988, quando o Inpe começou a fazer o levantamento", disse.
Desde 1988, o Inpe utiliza o Prodes para estimar a taxa anual do desmatamento por corte raso, quando ocorre a retirada total da cobertura florestal. Não registra as derrubadas parciais da floresta resultantes de queimadas e de extração seletiva de madeira.
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BLOGs - Um novo Blog está na Praça
Um novo Blog está entre nós. O Blog da Márcia Macêdo de Belém do Pará. Com Informações da área de Ciência e Tecnologia, com foco nos processos de incubação de empresas e de parques tecnológicos. Dicas sobre editais, seleção de empreendimentos, informações sobre seminários de empreendedorismo.
Uma voz autorizada para falar do tema, com competência, conhecimento e grande motivação para chamar as pessoas a envolvers-se no mundo das incubadoras, do empreendedorismo e da inovação tecnológica.
Antes de ser funcionária do Estado, da Secretaria de Ciêrncia, Tecnologia e Inovação, Márcia esteve por muitos anos cuidando do Programa de Incubação de empresas da UFPA (PIEBT), junto com uma grande equipe de técnicos, professores, alunos e pesquisadores da UFPA.
Parabens pelo Blog e muito sucesso.
Acesse o BLOG DA MARCIA MACEDO Aqui
Uma voz autorizada para falar do tema, com competência, conhecimento e grande motivação para chamar as pessoas a envolvers-se no mundo das incubadoras, do empreendedorismo e da inovação tecnológica.
Antes de ser funcionária do Estado, da Secretaria de Ciêrncia, Tecnologia e Inovação, Márcia esteve por muitos anos cuidando do Programa de Incubação de empresas da UFPA (PIEBT), junto com uma grande equipe de técnicos, professores, alunos e pesquisadores da UFPA.
Parabens pelo Blog e muito sucesso.
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