sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Pará - Ta vendo o estrago causado?

O PSOL fecha com quem no segundo turno? Ou não fecha com ninguém?

Como é que o partido avalia os projetos de Simão Jatene e Ana Júlia para o Estado?

O PSOL, em breve, terá uma posição oficial para orientar a militância no segundo turno. Eu creio que a posição que vigorará será não fechar com um ou outro.

Jatene e Ana Júlia têm a mesmíssima concepção estratégica; ambos defendem a manutenção do modelo de crescimento baseado em um tipo de modernização conservadora e incompleta que só pode redundar em destruição da biodiversidade e da sociodiversidade amazônicas e da soberania do estado territorial sobre esse nosso subespaço estratégico para o futuro de nosso país.

Eles não veem mais nada além de números indicadores dos lucros das madeireiras, mineradoras como a Vale, dos agronegocistas do gado, da cana ou da soja. Falam de uma riqueza nas mãos das grandes corporações como se isso representasse algo de bom para o Pará e para nosso povo.

Esquecem de dizer que quando maior a concentração de riquezas, maior também a pobreza e a miséria nos lares das famílias do campo e da cidade. E, em consequência, o aumento da violência em suas diversas manifestações: prostituição infantil, doenças da pobreza, narcotráfico etc.

Deve-se fazer referência ao fato de o PT ainda ter entre seus milhares de militantes pessoas comprometidas com o ideal de um mundo novo, de uma sociedade igualitária, democrática e feliz.

Contudo, na medida em que as base perderam a capacidade de influenciar nas decisões, a cúpula vai continuar impondo as políticas antipovo e as alianças espúrias como as que colocam no mesmo palanque o prefeito atual, políticos como o Sefer, entre outros.

Fonte "Espaço Aberto"

Meio ambiente - ONG busca conscientizar brasileiros sobre a importância da biodiversidade para a vida

Uma pergunta feita pela organização não governamental (ONG) WWF

Brasil à população, sem a identificação da autoria, constatou que a maioria dos brasileiros não se lembra da importância do meio ambiente para a preservação da vida quando a indagação é feita aleatoriamente.

A pergunta “O que você precisa para viver?” gerou, majoritariamente, respostas como amor, família, amigos, sol e saúde. A iniciativa faz parte da campanha cujo lema é “Cuidar da Natureza é Cuidar da Vida”, lançada nesta semana pela ONG.

Para o coordenador do Programa para a Água Doce da WWF Brasil, Samuel Barreto, as respostas revelam a importância de conscientizar a população sobre o papel do meio ambiente na preservação da vida.

“A ausência da natureza nesse tipo de preocupação mostra a necessidade de colocar esse debate junto com a opinião pública e criar esse mecanismo de sensibilização”.

Ele destacou que o engajamento do cidadão tem uma relação direta com a questão do consumo. “Porque os nossos hábitos de vida trazem impactos sobre o meio ambiente. É aquilo que a gente chama de nossa pegada ecológica. Isso também chama para uma reflexão sobre o nosso modo de vida, sobre a questão de conscientização, sobre a parte de consumo responsável, alertando para as consequências que o descuido com a natureza pode provocar”.

Entre elas, Barreto citou a redução da biodiversidade e de serviços ecológicos, como clima e água. Na campanha, a WWF Brasil está propondo ao governo a criação de unidades de conservação em todos os biomas, “como uma forma efetiva de você garantir a manutenção dessa diversidade biológica”.

Os principais focos da ONG são a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco, em Jauaperi (Amazonas); o Parque Nacional dos Lavrados (Roraima); o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (Goiás); o Parque Nacional Boqueirão da Onça (Bahia) e outras unidades no Cerrado do Amapá, no Tabuleiro do Embaubal (Pará), no Croa (Acre), no extremo sudoeste do Pantanal e em Bertioga, São Paulo.

Segundo Barreto, a proposta será levada ao futuro governante do país. “É uma campanha de mobilização e também de contribuição para o próprio governo, uma vez que ele se comprometeu na Convenção da Biodiversidade [das Nações Unidas] a garantir a proteção de um percentual de biomas do Brasil”. A sugestão feita pela WWF Brasil é para que as metas assumidas pelo Brasil sejam cumpridas ainda este ano.

“Então, é para o atual governo, mas pode continuar para os demais”. De acordo com o coordenador, o objetivo é apoiar a lista prioritária de unidades de conservação do governo. “Tem sinergia e alinhamento. Tem desde criação de áreas à ampliação como, por exemplo, a do extremo sudoeste do Pantanal e a do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros”.

A entidade propõe ainda que políticas públicas busquem o uso sustentável dos recursos e prevejam atividades turísticas realizadas de forma coordenada, em unidades de conservação, que podem resultar na geração de emprego e movimentar a economia local. A campanha, que terá desdobramentos envolvendo, por exemplo, a questão da segurança alimentar, foi considerada bem-vinda pelo diretor de Florestas da Secretaria da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João de Deus Medeiros.

Ele disse nesta quinta-feira (7) que o movimento “dá uma sinalização clara de setores da sociedade que entendem a importância desses investimento”.

(Fonte: Alana Gandra/ Agência Brasil)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Pará - Eleições 2010 - Ninguém fala, mas estes foram os campeões de votos





Por que não te calas? (quem acredita nele? II)

Deus os cria e o diabo os junta.

Escolha de Ciro desagrada ao PMDB

Partido foi xingado pelo deputado que virou coordenador da campanha de Dilma; peemedebistas cobram mais participação Maria Lima O PMDB do vice na chapa governista, Michel Temer, não quer esperar a eventual vitória de Dilma Rousseff para saber qual o tamanho de sua fatia na divisão do poder.

A petista já começou a administrar o clima de insatisfação geral no PMDB.

Ela mesma conversou ontem com o ex-ministro e candidato derrotado ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima, que ameaçava dissidência e marcou evento em Salvador, na sexta-feira, para lançar a campanha do segundo turno em favor da petista. Outro fator que motivou a cobrança do PMDB foi a indicação do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) para ser um dos quatro coordenadores da campanha de Dilma Rousseff.

Causou mal-estar dentro do PMDB e foi motivo até de chacota nas reuniões reservadas do PMDB ontem. Integrantes da cúpula do partido avaliaram que Ciro tem um discurso muito radical, especialmente contra o PMDB — ele já chamou Temer de chefe de um "ajuntamento de assaltantes" — , e que pode não atrair mais apoios, e sim afastar pessoas.

Lembraram que o PMDB foi alvo de pesados ataques do deputado. Em várias ocasiões, Ciro chamou o PMDB de "quadrilha" e disse que a prática do partido é a da frouxidão moral. Os peemedebistas viram no gesto uma escolha pessoal de Lula, para agradar ao governador reeleito do Ceará, Cid Gomes, e ainda ao governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB.

O Globo

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Grande M.........


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Lewandowski, convocou sessão extraordinária para esta quarta (6), a partir das 19h.

O objetivo é que ao encerrar o primeiro turno das eleições a Corte concentre seus esforços, para que todos os recursos sobre pedido de registro de candidatura estejam julgados pelo TSE, antes da diplomação dos eleitos.

Quem acredita nele?

Depois da falar que o Serra era mais preparado do que Dilma, chamou o PMDB de "ajuntamento de assaltantes".

Tomara que agora não cometa outro desliz, como os muitos que já cometeu, como dizer, por exemplo, que a função da sua mulher era dormir com ele ou aquela petulância de afirmar que sempre tinha estudado em escola pública.

Agora, no comando da campanha da Dilma a gente tem que rezar para ele não soltar o verbo.

Mapa político da riqueza econômica no Brasil





Governadores aliados de José Serra (PSDB) venceram no primeiro turno em Estados que correspondem a 55,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Os aliados de Dilma Rousseff (PT) ficaram com 33,7%, enquanto governos que correspondem a 10,9% serão definidos no segundo turno.

“É surpreendente esse dado”, afirmou Ernesto Lozardo, professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo. “O PT ganhou em poucos Estados, e em Estados menos relevantes economicamente. Isso mostra que o prestígio é mais da pessoa do presidente que do partido.”

Foram determinantes nessa divisão as vitórias do PSDB em São Paulo e Minas Gerais, que respondem, respectivamente, por 33,9% e 9,1% da economia nacional. Os cálculos têm como base a divisão do PIB por Estados de 2007, a última divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Os aliados de Serra foram vitoriosos em 7 Estados e os de Dilma, em 11. Em oito Estados e no Distrito Federal o resultado será definido somente no dia 31. Entre os maiores Estados que ficaram nas mãos de aliados da candidata Dilma estão o Rio de Janeiro, com 11,2% do PIB; o Rio Grande do Sul, com 6,7%; e a Bahia, com 4,1%.
Segundo Lozardo, o resultado mostra que a política dos Estados difere muito da política federal. “As situações não estão mais se confundindo”, disse o professor. “Os eleitores estão muito mais conscientes.”

A vitória de Geraldo Alckmin em São Paulo e de Antonio Anastasia em Minas Gerais mostraram a força da oposição em Estados do Sudeste, que têm forte peso econômico. Os aliados de Serra também venceram no Paraná, que tem 6,1% do PIB, e Santa Catarina, com 3,9%.

Os aliados de Dilma mostraram força na Região Norte, ganhando no Acre (0,2% do PIB) e no Amazonas (1,6%), e na Região Nordeste, levando no primeiro turno no Maranhão (1,2%), Ceará (1,9%), Pernambuco (2,3%), Sergipe (0,6%) e Bahia. As duas regiões são bastante beneficiadas pelos programas sociais do governo federal, como o Bolsa-Família.
Mas, segundo Lozardo, essa não é a única explicação para o bom desempenho. Essas regiões têm apresentado um crescimento econômico acima da média do País, o que pode levar a uma avaliação melhor dos candidatos governistas.

“O governo investiu muito em infraestrutura nessas regiões, e também ajudou a organizar melhor a gestão”, explicou o professor.

“Nós da FGV prestamos muita assessoria para governos dessas regiões, que estão muito abertos a novas ideias”, disse Lozardo. De acordo com ele, esses governos estavam mais desorganizados, e receberam incentivos até de organismos internacionais, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para melhorarem a gestão pública.

Veja a matéria completa no Estadão clicandoAqui

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas - Apresentações disponíveis



Para acessar a palestra "Incubadoras de biodiversidade e sua contribuição para a sustentabilidade da Amazônia numa perspectiva econômico-ecológica" clique

Aqui


Para acessar todas as apresentações clique Aqui

Elaições Pará - Alguém quebro a cara, aos pedaços

As pesquisa poderiam servir, apenas, para consumo interno, para mostrar tendência e ajudar ao candidato a melhorar estilos da campanha, programa ou alterar algúm tópico em particular.

De maneira geral, elas são compradas (obvio), mas depois de feitas o dono da empresa (as IBOPE, DATAFOLHA, VOX PÓPULI e nossa Veritate da vida, vendem o produto para ser publicado, outorgando um "upgrade" ao cliente. Assim, a pesquisa vai para a rua e o eleitor, menos informado, acha que o pleito já está definido, pronto........: o crime eleitoral está consumado.

Veja essa pequena diferença entre IBOPE e realidade.


Carlos Augusto Montenegro (Presidente da IBOPE), já ouviste alguma vez a expressão: "tu é um C.... de M....."?


Resultados das eleições 2010, por regiao, estado e Brasil

Eleições 2010 - Divisão dos votos entre Dilma, Serra e Marina por região

Norte 

Acre José Serra 52,1% Marina 23,7% Dilma 13,6%

Amapá
Dilma 47,2% Marina 29,8% Serra 21,3%

Amazonas
Dilma 64,7% Marina 25,9% Serra 8,4%

Pará
Dilma 47,7% Serra 37,7% Marina 13,5%

Rondônia
Serra 45,4% Dilma 40,6% Marina 12,7%

Roraima
Serra 51% Dilma 28,6% Marina 18,8%

Tocantins
Dilma 50,9% Serra 27,9% Marina 20,5%


Nordeste 

Alagoas Dilma 50,9% José Serra 36,4% Marina 11,5%

Bahia
Dilma 62,3% Serra 20,9% Marina 15,9%

Ceará
Dilma 66,2% Marina 16,3% Serra 16,3%

Maranhão
Dilma 70,5% Serra 15,1% Marina 13,6%

Paraíba
Dilma 53,2% Serra 28,4% Marina 17,6%

Pernambuco
Dilma 61,7% Marina 20,3% Serra 17,3%

Piauí Dilma 67% Serra 20,9% Marina 11,4%

Rio Grande do Norte
Dilma 51,7% Serra 28,1% Marina 19,1%

Sergipe
Dilma 47,6% Serra 38% Marina 13,2%


Centro-Oeste 

Distrito Federal
Marina 41,9% Dilma 31,7% Serra 24,3%

Goiás
Dilma 42,2% Serra 39,4% Marina 17,1%

Mato Grosso
Serra 44,1% Dilma 42,9% Marina 12%

Mato Grosso do Sul
Serra 42,3% Dilma 39,8% Marina 16,8%


Sudeste 

Espírito Santo
Dilma 37,2% Serra 35,4% Marina 26,2%

Minas Gerais
 Dilma 46,9% Serra 30,7% Marina 21,2%

Rio de Janeiro
Dilma 43,7% Marina 31,5% Serra 22,5%

São Paulo
Serra 40,5% Dilma 37,3% Marina 20,7%

Sul 


Paraná
Serra 43,9% Dilma 38,9% Marina 15,9%

Rio Grande do Sul
Dilma 46,9% Serra 40,5% Marina 11,3%
Santa Catarina
Serra 45,7% Dilma 38,7% Marina 13,9%

sábado, 2 de outubro de 2010

Pará - Mais uma pesquisa da vitória a Jatene no primeiro turno

Ibope: Jatene está 21 pontos à frente de Ana Júlia

Pesquisa do Ibope divulgada pelo jornal O LIBERAL, em sua edição de domingo, mas que já está nas ruas neste sábado, indica a possibilidade de que a eleição para o governo do Pará seja decidida em primeiro turno, já neste domingo.

Se considerados os votos válidos, ou seja, excluídos os brancos e nulos, o candidato do PSDB ao governo do Estado, Simão Jatene, seria eleito com 53% das intenções de votos, contra 32% da petista Ana Júlia Carepa, 8% de Domingos Juvenil (PMDB), 4% de Fernando Carneiro (PSOL) e 3% de Cleber Rabelo (PSTU).

Para o Senado, também considerados os votos válidos, Jader Barbalho (PMDB) aparece com 32%, Flexa Ribeiro (PSDB) com 27%, Paulo Rocha (PT) com 26%, Marinor Brito PSOL) com 9%, João Augusto (PSOL) com 2%, Paulo Braga (PSTU) com 2%, Abel Ribeiro (PSTU) com 1%, Professora Neide (PSB) com 1%, Savanas (PV) com 1% e Fernando Yamada (PTB) com 1%. Quando considerada a totalidade dos votos, ou seja, incluídos os brancos e nulos, Jatene tem 47% das intenções de votos contra 28% de Ana Júlia.

Isso significa que, em relação ao levantamento anterior, o tucano avançou 4 pontos percentuais e a petista caiu 5% pontos percentuais. A pesquisa, que foi feita no período de 29 de setembro até ontem, 1º de outubro, ouviu 812 eleitores em 43 municípios do Pará. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral, sob o protocolo nº 17756/2010, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número 33072/2010. Veja abaixo os números, considerando a totalidade dos votos, portanto incluídos os brancos e nulos. Para governador (estimulada) Jatene – 47% Ana Júlia – 28% Juvenil - 7% Fernando – 3% Cleber - 2% Brancos e nulos – 5% Indecisos – 8% Segundo turno Jatene – 55% Ana Júlia – 34%.

Eleições Pará - Em pesquisa muito contestada pelo PT a empresa Veritate/UFPA indica vitória de Jatene no 1º turno

Segundo professores e colegas da UFPA a pesquisa da Veritate que da ao tucano, Simão Jate, expressiva vitória no primeiro turno. Isto foi o que apurei:


  • O PT teria uma pesquisa interna que da empate técnico;
  • As pesquisas "internas" do PSDB chegam a conclusões parecidas às da empresa Veritate, em quanto às intenções de voto para o Governo do Estado; 
  • Mais ainda, uma pesquisa "interna" do PMDB chega ambém, a resultados parecidos com os que obteve a empresa em questão;
  • Alguns professores da UFPA, colegas e alunos, questionam a metodologia da pesquisa utilizada pela Veritate, além de afirmar que seria uma pesquisa de poca consistência, com uma amostragem selecionada intencionalmente, apenas na Capital do Estado. Com a palavra Edir Veiga e a equipe. 


Conferí também que: 
  • A pesquisa foi financiada pela Fundação de Pesquisa do Estado do Pará (FAPESPA) do próprio Governo do Estado;
  • A Pesquisa foi realizada em 36 municípios; 
  • Esta é a segunda pesquisa que a empresa Veritate realiza, sobre os resultados da primeira, pouco se falou;
  • Como disse uma amigo, em política eu vi até boi voar, também em pesquisa;
  • Pesquisa serve para duas coisas, para nada e para enganar incautos, além claro para aumentar o lucro dos institutos e empresas de opinião;
  • Como sei que com meus comentários nada mudará até amanhã e, que ninguém alterará seu voto para desmentir o que escrevi., vou deixar apenas este registro para conferir, com o resultado das urnas, quem estava mais próximo do sentir popular, afinal, o povo ainda fala.

    Veja a matéria do "O Diário do Pará"

    Pesquisa realizada em 36 municípios mostra o tucano com larga vantagem sobre Ana Júlia Carepa Uma eleição decidida em primeiro turno. Este é o resultado apresentado pela segunda pesquisa de intenções de voto para as Eleições 2010, realizada pelo Laboratório de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA) em parceira com a Veritate, empresa profissional no ramo.


    A pesquisa aponta o candidato Simão Jatene (PSDB) à frente nestas eleições, com 45,5% dos votos, enquanto que a governadora Ana Júlia Carepa, candidata à reeleição pela coligação Acelera Pará, aparece com 24,6% das intenções.


    Em terceiro, está Domingos Juvenil (PMDB), com 8,6%. A pesquisa foi feita por meio de voto estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos. Cerca de 6,7% dos eleitores pesquisados disseram que votariam em branco ou anulariam o voto e 11,6% não quiseram responder à pesquisa. O coordenador da pesquisa, Edir Veiga, conta que o grupo de 20 pessoas que atuou no trabalho ficou surpreso com o crescimento do candidato Simão Jatene.


    “Nós esperávamos que a Ana Júlia apresentasse um crescimento, com a vinda do presidente Lula a Belém, mas pelo contrário”. A candidata aparece na pesquisa com cerca de 44% de rejeição dos eleitores, enquanto que Simão Jatene tem 14,6% e Domingo Juvenil, 3,5%.


    Veiga explica que grande parte dos eleitores indecisos prefere Jatene ou Juvenil. “Jatene e Juvenil tiveram um crescimento positivo, portanto temos uma tendência clara de eleição com decisão em primeiro turno”.


    Na avaliação do coordenador da pesquisa, essa situação só poderá ser alterada se houver mudanças com “boca de urna”, e tendo a candidata Ana Júlia um crescimento por volta de 3%, assim como Juvenil, considerando ainda a margem de erro da pesquisa, definida em 2% para mais ou para menos.


    A primeira pesquisa realizada pelo Laboratório de Pós-Graduação em Ciência Política da UFPA, que foi divulgada na primeira quinzena de setembro, também apresentava Simão Jatene (PSDB) à frente, porém, com um percentual bem menor, de 36,7%, enquanto que Ana Júlia (PT) contava com 21,3%.


    O candidato Juvenil (PMDB) tinha, então, 4,7% das intenções de voto. SENADO Para o Senado, o cenário político com a pesquisa em voto estimulado verificou Jader Barbalho (PMDB) à frente da disputa, com 29,8% das intenções de voto, seguido por Fernando Flexa Ribeiro (PSDB), com 17,7%, Paulo Rocha (PT), com 15,3%, e Marinor Brito, com 2,7%.


    Na sondagem para presidente, a candidata Dilma Rousseff (PT) aparece em primeiro lugar, com 46,1% das intenções de voto, seguida por José Serra (PSDB), com 30,6%, e Marina Silva (PV), com 10,3%.


    Os demais candidatos não chegam a 1% das intenções cada. Votos brancos, nulos e sem resposta somam 11,6%. A PESQUISA A pesquisa Veritate/UFPA entrevistou 1.607 pessoas, em 36 municípios das seis mesorregiões geográficas do Estado.


    A pesquisa tem margem de erro de 2,5%, para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número 33338/2010, em 9 de setembro de 2010, e no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA), sob número 17.821/2010, em 10 de setembro de 2010.


    Veja a matéria completa no Diário do Pará, on line Aqui

    quinta-feira, 30 de setembro de 2010

    Pará - Ele está ferradíssimo, só alguém muito poderoso poderá salvá-lo


    Mas.......

    There's no such thing as a free lunch

    FORA DO PÁREO - TSE rejeita recurso e mantém indeferimento de candidatura

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou ontem a decisão que indeferiu o registro da candidatura do deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA) ao Senado, por considerá 'ficha suja'.

    Agora, resta ao parlamentar recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de um recurso extraordinário, mesmo instrumento utilizado pelo ex-governador Joaquim Roriz, que desistiu de se candidatar ao governo do Distrito Federal pelo PSC.

    Por maioria de votos - 5 a 2 -, a Corte rejeitou um recurso chamado embargos de declaração, impetrado pela defesa de Jader. Esse tipo de recurso se destina a provocar o Tribunal para esclarecer eventuais omissões, contradições ou obscuridades que teriam ocorrido no julgamento anterior, que tornou Barbalho inelegível.

    Os advogados de Jader Barbalho alegavam que o acórdão (decisão) que impugnou o registro do candidato com base na Lei da Ficha Limpa continha omissões. Mas os ministros mantiveram o seu posicionamento e o placar foi o mesmo do primeiro julgamento: cinco votos pela impugnação e dois contrários. Além do ministro-relator, Arnaldo Versiani, votaram a favor da manutenção da decisão anterior os ministros Ricardo Lewandowski (presidente do TSE), Cármen Lúcia (vice-presidente), Hamilton Carvalhido e Aldir Passarinho.

    Os votos favoráveis aos embargos foram dos ministros Marco Aurélio Mello e Marcelo Ribeiro. A nova derrota leva o candidato a concorrer à vaga no Senado sub judice. Pelas regras da Lei da Ficha Limpa, o político que renunciar a seu mandato para escapar a um processo de cassação fica inelegível. Por ter renunciado ao mandato de senador, Jader teve o registro da sua candidatura negado no início do mês de setembro.

    Como tática para ganhar mais tempo e deixar a apreciação definitiva do STF para depois das eleições, a defesa do deputado tentou ontem, sem sucesso, reforma a decisão no TSE. PROCESSO Jader Barbalho renunciou ao mandato de senador em 2001, antes que o Conselho de Ética do Senado iniciasse um processo disciplinar por quebra de decoro parlamentar, que poderia levá-lo à cassação do mandato e à inelegibilidade. Neste caso, a Lei da Ficha Limpa prevê a inelegibilidade por um prazo de oito anos, contados da data em que o mandato se extinguiria.

    O mandato de Jader terminaria em 2003. O peemedebista renunciou ao mandato após ser acusado de mentir ao Senado sobre o suposto envolvimento dele em desvios de verbas do Banco do Estado do Pará (Banpará) e impedir a tramitação de um requerimento solicitando o envio de relatórios elaborados pelo Banco Central sobre o assunto. Na época, o Conselho de Ética já havia dado parecer favorável à abertura do processo contra o então presidente da Casa por quebra de decoro parlamentar.

    Cultura - Atriz de "Glee" tira a blusa para ensaio sensual em revista

    A atriz Lea Michele, estrela da série "Glee", posou sem blusa para a revista "Marie Claire". No ensaio, a atriz posa de botas de cano alto, short curto e cobre os seios com tule preto. Na entrevista, a atriz fala sobre os comentários dos roteiristas da série sobre o tamanho de seus seios.

    "Eles falam o tempo sobre como eles são pequenos. Mas me dizem que eu tenho um bumbum incrível e eu gosto disso", conta. Lea Michele, 24, diz que a série a fez aprender a se sentir mais confiante quanto a sua aparência. "Agora quando as pessoas dizem que eu sou bonita eu não acho que elas estão mentindo", diz.


    quarta-feira, 29 de setembro de 2010

    Eleições 2010 - Esa é a democracia do TSE que vota pela ficha suja, sujissima!

    Eleições 2010 - Onda vermelha no Brasil

    Eleição para presidente por Estados da Federação. 

    A porção pintada de vermelho do mapa representa as áreas onde a intenção de voto em Dilma é no mínimo 5 pontos porcentuais maior do que a de Serra. Nas áreas azuis, ocorre o oposto. As partes cinzas indicam empate técnico entre os dois candidatos.














    Situação das pesquisas no Estado do Pará.

    Alguns dados da pesquisa IBOPE são fortemente contestados, nas eleições para os governos dos Estados. No Estado do Pará o tucano Simão Jatene estaria na frente da Ana Júlia com 13 pontos percentuais, outras fontes, colocam Jatene com mais de 18 pontos percentuais na frente da Ana Júlia. 

    Veja aqui
    LCP/UFPA/Veritate.

    Governador (espontânea)
     Jatene 36.7% 
    Ana Júlia 21.3% 
    Juvenil 4.7% 
    Cleber Rabelo 0.7% 
    Fernando Carneiro 0.6%
    Outro 0.2%
    Nenhum/branco/nulo 10.4%
    Sem resposta 25.4% 
    Total 100% 

    Governador (estimulada) 
     Jatene 41.6% 
    Ana Júlia 24.5%
    Juvenil 5.6% 
    F.Carneiro 1.4% 
    Cleber Rabelo 1.1%
    Nenhum/branco/nulo 11.7% 
    Sem resposta 14.1% 

    terça-feira, 28 de setembro de 2010

    Nilson Pinto, um paraense de provados valores éticos e um exemplo para milhares de jovens parenses


    O texto foi preparado pela assessoria do Deputado Nilson Pinto de Oliveira e publicado no site do Deputado.
    clique aqui
    Quarto filho de uma família de sete irmãos, nascido e criado em uma das áreas mais pobres da periferia de Belém, Nilson Pinto tem uma trajetória vencedora, fruto de seu esforço, de seu estudo e de muito trabalho.

    O pai do deputado Nilson Pinto era servidor público e ganhava salário mínimo. Sua mãe costurava para ajudar a sustentar a família. A família morava no “chém” – o antigo depósito de lixo da cidade, circunstância que Nilson Pinto aproveitava para aumentar a renda da família trabalhando como catador de lixo.

    “Meus pais fizeram um esforço heróico e vitorioso para educar sete filhos”, conta o deputado, emocionado.

    Nilson Pinto estudou na escola pública em Belém. Primeiro, no Grupo Escolar D. Pedro II; depois, no Colégio Estadual Augusto Meira, com uma rápida passagem pelo Ginásio Grão-Pará. Formou-se em Geologia.

    Aprovado em concurso público, tornou-se professor da Universidade Federal do Pará. Com muito empenho, ganhou uma bolsa de estudos e fez mestrado em Geoquímica, em Belém. Mais dedicação valeu-lhe nova bolsa de estudos, desta vez para fazer doutorado em Geociências, na Alemanha, que concluiu em 1980.

    Voltou ao Brasil, retomou suas funções como professor e pesquisador. Por meio de eleição, tornou-se reitor da UFPa. “Venci todas as dificuldades da vida com muito empenho e dedicação. Nada caiu do céu. Sou, fundamentalmente, um produto da escola pública. É o meu próprio exemplo que me faz lutar para que outras pessoas, em condições semelhantes às minhas, possam superar as suas dificuldades”, afirma Nilson Pinto.

    É por tudo isso que o deputado Nilson Pinto tem trabalhado intensamente pela melhoria da qualidade do ensino público em todas as funções que exerceu – como pró-reitor, reitor, secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, secretário especial de Promoção Social e como deputado federal.

    “A educação é o meio mais seguro de ascensão social e um instrumento efetivo para assegurar igualdade de oportunidade para todos. A minha trajetória é um prova disso”, diz o deputado Nilson Pinto.

    sábado, 25 de setembro de 2010

    Essa é baixaria ou pelo menos discurso sem senso histórico

     É um verdadeiro deslize no currículo do Ex-Ministro Ozires Silva, fundador da EMBRAER, seu artigo sobre as razões pelas quais NÃO VOTARÁ EM DILMA.


    Ele também não votará no PSOL, no PCO, PSTU ou em outro partido declarado Marxista (pela sua reflexão da para sentir que não gosta do marxismo), poucos gostam dessa ideologia. Mas esse não é o problema.

    Ficam Serra e Marina. Em Marina ele não vota, já que o Coronel Ozires nunca foi muito preocupado pelas questões ambientais.


    Fica só Serra. E olha que o voto é secreto.


    Agora, essa comparação histórica que faz, pegando dois dirigentes: um nazista (poderia ter sido seu ídolo na época em que exercia como oficial da Aeronáutica) e outro marxista, que fez a Revolução Russa.


    Dois contextos bem diferentes dos atuais e difíceis de imitar.


    Poderia ter feito referência a experiências históricas mais recentes e países mais próximos do Brasil, que não fossem resultados de revoluções ou guerras mundiais (Helmut Kohl, reeleito inúmeras vezes, Felipe Gonzalez, que permaneceu no poder por mais de 10 anos). Optou pelo baixo nível.

    Leia o artigo e opine. Fica a impressão que se votarmos em Dilma o resultado será uma Alemanha nazista ou um Russia, comandada por uma marxista.


    Se ele escreveu isso, assim que acordou do sono, ainda apavorado pelo pesadelo, eu vou dar um desconto, entretanto se foi mesmo proposital esse artigo é uma baixaria intelectual.

    Como engenheiro e empreendedor tiro o chapéu para Ozires, mas como político não tem meu respeito.


    Veja o artigo abaixo.


    "Acordei hoje com um pensamento fixo: "Preciso escolher meu candidato à Presidência da República." Mas, votar em quem??? O primeiro pensamento foi: NÃO VOTAREI NA DILMA!!! Mas por quê? Seria por causa do Lula? 

    Quando lembro-me do Lula, tenho uma certa aversão, mas aí vem o pensamento: "Como posso ter aversão a um presidente que na última pesquisa teve 81,7% de aprovação pelo povo brasileiro? (Fonte: "Jornal A Folha de São Paulo"). Comecei a imaginar que o problema está em mim e não no Presidente Lula". 

    Pensei até que esta aversão poderia ser pela lembrança de minha adolescência quando via as reportagens de um Lula, um pouco "descabelado" sobre um caminhão ou palanque, com uma grande barba negra, gritando... 

    E como comecei a pensar no passado, resolvi analisar parte da história, onde grandes países que também passavam por grandes desigualdades, fomes e crises, elegeram um presidente de partidos populares, vindo normalmente do povo sofrido.  

    Iniciei analisando a grande potência do início do século XX, a Rússia. Em fevereiro de 1917, na Revolução Russa, houve a queda da autocracia do Czar Nicolau, o último Czar a governar, e procuraram estabelecer em seu lugar uma república de cunho liberal. Já em novembro de 1917, houve a Revolução de Outubro, na qual o Partido Bolchevique, liderado por Bu Abuláh, derrubou o governo provisório e impôs o governo socialista soviético. 

    Os Bolcheviques eram considerados a maioria, que pretendiam a implantação definitiva do socialismo na Rússia através de reformas radicais com o apoio do proletariado. Este grupo era formado por uma facção do Partido Operário Social-Democrata Russo liderada por Vladimir Lenin. 

    As primeiras medidas tomadas pelo novo governo foram a reforma agrária(com a distribuição de terras aos camponeses), a nacionalização dos bancos e fábricas, (sendo que a direção destas últimas foi entregue aos operários) e a saída da guerra. 

    Ao retirar-se do conflito, a Rússia assinou com a Alemanha a Paz de Brest-Litovsk, entregando aos alemães algumas regiões russas. Nesta tomada do poder, Lenin tinha uma popularidade positiva de 89% e assim ele fundou e implantou o Comunismo na Rússia e exportou para outras nações posteriormente, como Cuba, China e Coréia do Norte (fonte: Os Bolcheviques - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre). 

    Continuando na história chegamos a década de 30. 

    Olhando para outro país que passava por crises, principalmente por ter perdido uma guerra (1ª guerra mundial), a Alemanha vê um homem, vindo do povo e com apoio de um partido popular, um grande líder. É pouco provável que algum dirigente político do século 20 tenha igualado o grau de popularidade alcançado por Adolf Hitler (1889-1945) na Alemanha, nos dez anos que se seguiram a sua chegada ao poder, em 30 de janeiro de 1933. 

    O apoio da população ao Partido Nazista era tímido se comparado à veneração dos alemães por seu líder máximo, que tinha 92% de popularidade enquanto governava a Alemanha (fonte: "Livro Hitler, 1889-1936, e Hitler, 1936-1945, Ian Kershaw, W.W. Norton, 1998 e 2000"). O culto ao mito exerceu um papel determinante no funcionamento do Terceiro Reich e na aterradora dinâmica do nazismo. 

    Adorado pelo povo, adulado por seus subordinados e temido no resto da Europa, Hitler entrou para a História como a encarnação da barbárie, o artífice do Holocausto, o símbolo de um dos regimes mais horrendos já conhecidos da humanidade. 

    Na mesma época, outra nação passava por insatisfação com os resultados do final da 1ª guerra mundial, crescente insatisfação popular por alto índice de inflação, empobrecimento do povo, desemprego e fome. Então surge do meio do povo um líder, vindo da guerra e com um partido com objetivo de ter um governo forte e autoritário. Benito Mussolini, junto com seu partido, o Partido Nacional Fascista. No poder, Mussolini alcançou da popularidade de 77% na Itália (fonte: Benito Mussolini - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre). 

    Bem, sou apaixonado por História, pois aprendi que quem não conhece História não é capaz de construir um grande futuro, e nós temos que sempre analisar todos os pontos possíveis quando nos propusermos a tomar uma decisão importante como votar para presidente da república. 

    Cheguei à conclusão de que minha aversão ao Lula tem fundamento, baseado no modo autoritário de governar. Em uma entrevista, quando ele é punido pelo STE por fazer campanha antes do tempo para sua candidata, afirma que não concorda em obedecer a juízes. Mostrando em sua fala que é contra a democracia. 

    E analisando nossos candidatos, não creio que temos muitas escolhas, infelizmente, mas creio que posso contribuir para que o Brasil não seja, no futuro próximo, mais um país governado por alguém eleito pelo povo humilde, que coloca suas esperanças nas mãos de alguém que promete muito, sem condições de cumprir nem 10%. E minha preocupação aumenta, quando vejo que a segurança do povo, a maior instância do poder judiciário, pode ter sua credibilidade contestada. 

    Estou falando o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, que é composto por juízes elevados ao posto de ministros. Esses ministros são indicados pelo Presidente da República e se forem aprovados pelo Congresso, assumem uma cadeira no lugar de quem se aposenta ou morre. Dos 11, temos uma indicação ainda do Sarney, uma do Fernando Collor de Melo e duas do Fernando Henrique Cardoso e SETE do Presidente Lula. O Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil e acumula competências típicas de Suprema Corte e Tribunal Constitucional. 

    Sua função institucional principal é de servir como guardião da Constituição Federal.Mais quatro anos no poder, sendo o guia de uma mulher que parece uma marionete, podemos ter um STF totalmente indicado por eles e os nossos olhos e voz, nos jornais não comprometidos com o governo, poderão ser fechados e calados, como está atualmente o jornal O Estado de São Paulo e Diário do Grande ABC que, por ordem do STF, não podem falar de nenhum aliado do governo.Lula olha para Dilma nos palanques e aponta o dedo dizendo: CONTINUIDADE! 

    CONTINUIDADE! (Fonte: Jornal de Pé de Figueira de11/08/2010 com a matéria: A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff afirmou, em seu primeiro comício em Minas Gerais ao lado do presidente Lula, que vai fazer de seu governo uma continuação da atual gestão). 

    Continuidade da política da fome, onde ele pegou a idéia do governo anterior, a chamada Bolsa Escola, que concedia às famílias uma ajuda por enviar o filho a escola, tirando a criança do analfabetismo e suprindo assim a necessidade do seu trabalho infantil, e a transformou na Bolsa Família, que dá o dinheiro, independente da criança frequentar a escola. Assim, o pai recebe e ainda obriga o filho a trabalhar, não educando as crianças e aceitando as migalhas lançadas pelo governo. 

    Continuidade da ânsia pelo poder, mesmo fazendo alianças com grandes inimigos como Sarney, Renan Calheiros, Fernando Collor de Melo, como relatou o Jornal Nacional 09/08/2010. Um país sem Educação, não pode ter senso crítico e ter condições de analisar o que é melhor para todos. Sem educação, você não conseguiria ler esta matéria, seu mundo seria reduzido. Sem educação, você viveria com uma mísera bolsa família e pediria para todos seus amigos e familiares votarem em quem lhe proporciona essa esmola.Em quem vou votar???Meu voto é secreto e não divulgarei, mas posso afirmar, NÃO VOTAREI NA DILMA!!! 

    Osires Silva* ex-Ministro e Fundador da EMBRAER Colaboração: Luiz Carlos Braga Foto: fecomercio.com.br

    Pará - curiosidades das eleições, a eficiência do TRE. Até tréplica se oferece aos candidatos

    DIREITO DE RESPOSTA DETERMINADO PELA JUSTIÇA ELEITORAL POSTADO EM 25.09.10 ÀS 01H54M

    ELEIÇÕES GERAIS 2010 – REPRESENTAÇÃO – DIREITO DE RESPOSTA – INTERNET – TÍTULO “CRIME ELEITORAL” – NO DIA 06/09/10 – NO BLOG DO REPRESENTADO – SÍTIO – http://pjpontes.blogspot.com/ - ÔNIBUS ESCOLAR

    TEXTO DO DIREITO DE RESPOSTA
    A COLIGAÇÃO FRENTE POPULAR ACELERA PARÁ e a CANDIDATA AO GOVERNO DO ESTADO, ANA JULIA CAREPA vem desfazer as inverdades difundidas no blog “pjpontes.blogspot.com” por meio de divulgação de responsabilidade do Sr. Parsival Pontes, candidato a Deputado Estadual.
    Em respeito ao cargo que exerce, a candidata e governadora Ana Julia Carepa, ratifica a lisura de seus atos como gestora e chefe do poder executivo no estado do Pará, ressaltando o cumprimento da lei eleitoral em todo os seus termos, razão pela qual rebate veemente atitudes oportunistas como a deste blog que se utilizou de uma simples imagem para desvirtuar a realizade e criar um fato político.
    O povo paraense sabe bem reconhecer a mentira que brota no desespero alheio de alguns candidatos.

    Veja agora a tréplica do candidato a Deputado Estadual Parsifal  Pontes

    Trago ao FrontPage, afixado à esquerda, “Direito de Resposta” determinado pela Justiça Eleitoral, em representação impetrada contra mim, pela “Coligação Acelera Pará” e pela recandidata Ana Júlia.
    A lavra judicial determinou que a resposta fosse exercida no mesmo espaço onde foi feita a postagem, por um período de seis dias: assim está cumprido.
    Inobstante, obriguei-me a afixar as lesões corporais à ultima flor do Lácio, ferida à faca cega pela assessoria dos impetrantes, para que delas se faça um monumento a empáfia e à pobreza gramatical dos áulicos: em uma minúscula prosa, eu consegui conferir seis erros de português.
    Não contei a grafia equivocada do meu nome, que não é erro de português, mas, desinformação gentílica.
    O texto nada responde, limitando-se a exercer uma espécie de esculhambação afirmativa: coisa que a turma que enclausurou a governadora se especializou em fazer no tempo em que no governo se amesenda.
    A rabulice de ocasião, que para mostrar serviço a sua excelência ocupa a atarefada Justiça Eleitoral, quando poderia enviar as mal traçadas linhas para publicação direta, o que jamais seria negado, deveria, pelo menos, rogar a um aluno de ensino médio que revisasse o texto antes de cometê-lo às barras.
    Mesmo com o Pará amargando, neste governo, um vergonhoso índice educacional, as escolas estaduais produzem redações bem melhores do que a que se lê à ilharga.
    Pois não, periféricos?

    quarta-feira, 22 de setembro de 2010

    Empreendedorismo e Inovação tecnológica no Brasil



    O XX Seminário de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas está acontecendo em Campo Grande (MS), em
    2010. 

    Com 755 mil habitantes, a cidade é considerada o portal do Pantanal. Por isso, o prefeito municipal, Nelson Trad Filho, afirma que a cidade está muito satisfeita em abrigar um evento desse porte.


    De acordo com Trad, a realização do Seminário na cidade vai estimular discussões que aliem inovação e sustentabilidade, dois temas em destaque na agenda global atualmente. “Os administradores da geração mais jovem têm certamente uma preocupação maior com isso e sabemos que nessas discussões podem estar soluções para problema futuros, que podem ser combatidos por meio da inovação. 

    Então, estamos muito satisfeitos em tocar nesse tema e influenciar positivamente a pauta do seminário de 2010”, afirma o prefeito. As reuniões entre a prefeitura de Campo Grande e a Anprotec iniciaram em novembro de 2009, para adequar o evento às características do município.

    Maiores informações sobre o evento e artigos que foram apresentados no Seminário procure no endereço Aqui

    segunda-feira, 20 de setembro de 2010

    Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota-Brasil) é lançado


    Inspirado no Biota-FAPESP, Sistema Nacional de Pesquisa da Biodiversidade começa com R$ 51 milhões cofinanciados por órgãos federais e 18 FAPs (foto: Biota-FAPESP)

    8/9/2010 Por Fabio Reynol 

    Agência FAPESP – Uma rede nacional de pesquisa com a finalidade de aumentar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira acaba de ser lançada com aporte inicial de R$ 51,7 milhões, que financiarão trabalhos científicos sobre o assunto. O Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota-Brasil) é uma iniciativa conjunta entre os ministérios da Ciência e Tecnologia, da Educação e do Meio Ambiente, do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de 18 fundações de amparo à pesquisa estaduais: Fapeam, Fapema, Fapepi, Fapergs, Fapes, Fapesb, Fapespa, Fapitec, Fundect, Fapemig, Facepe, Fapemat, Fapeg, Fapesc, FAPDF, Fapern, Fundação Araucária e FAPESP.

    “Ter um sistema nacional para reunir informação da biodiversidade brasileira era um anseio da comunidade científica que atua nessa grande área”, disse Carlos Alfredo Joly, coordenador do Programa Biota-FAPESP e professor da Universidade Estadual de Campinas, que ressaltou serem fundamentais essas informações para subsidiar políticas públicas de utilização sustentável dessa biodiversidade. A experiência do programa paulista auxiliou na elaboração do Sisbiota-Brasil, que contou com a participação de membros do Biota-FAPESP e da diretoria científica da FAPESP nas reuniões que deram origem ao programa.

    O texto do edital de lançamento também foi apresentado a membros da coordenação do Biota-FAPESP para sugestões e contribuições. Dois membros da coordenação do programa paulista participarão da gestão do sistema nacional: Roberto Berlinck, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, em São Carlos, que fará parte do conselho técnico, e Joly, que terá uma cadeira no conselho científico.

    Joly espera que o Sisbiota reproduza nacionalmente o salto de qualidade que o Biota-FAPESP representou para o Estado de São Paulo. “Isso só ocorrerá se houver garantias de que o financiamento será mantido em médio e longo prazos, uma condição que a FAPESP sempre manteve”, disse. No Sisbiota-Brasil as FAPs serão cofinanciadoras dos projetos de pesquisa desenvolvidos dentro de seus respectivos estados. O edital 47/2010, lançado em 2 de setembro pelo CNPq, regulamenta o processo de financiamento do Sisbiota-Brasil. As propostas de trabalhos serão recebidas até o dia 18 de outubro, os resultados serão divulgados em novembro e a contratação dos aprovados terá início em dezembro. Do valor total do edital, R$ 22,7 milhões virão das FAPs, sendo que a FAPESP participará com R$ 10 milhões. Os outros 29 milhões serão financiados pelo FNDCT (R$ 12 milhões), pelo CNPq (R$ 6 milhões), pelo MMA (R$ 6 milhões) e pela Capes (R$ 5 milhões). O Sisbiota-Brasil será dividido em três chamadas. A primeira visa a preencher lacunas do conhecimento da biodiversidade brasileira financiando propostas de projetos individuais que elaborem sínteses das informações disponíveis de todos os grupos taxonômicos de vertebrados, invertebrados, plantas e microrganismos.

     Na chamada, o valor máximo destinado a cada trabalho é estabelecido de acordo com o bioma a ser investigado. Amazônia e Zona Costeiro-Marinha são os biomas que envolvem os maiores valores individuais por proposta: R$ 600 mil. Pesquisas sobre o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica poderão ser financiadas com até R$ 300 mil cada uma; para o Pantanal e o Pampa, cada projeto terá o teto de R$ 150 mil.

    A pesquisa em redes temáticas será o foco da segunda chamada. As propostas dessa fase deverão ser abrangentes e englobar vários grupos taxonômicos, funcionais ou ecológicos e envolver um ou mais biomas. Estima-se que as propostas da segunda chamada tenham valor máximo de R$ 2 milhões de financiamento para pesquisas novas e de R$ 1 milhão para propostas que integrem programas já existentes e contem com financiamentos.

    A terceira chamada visa a financiar projetos que objetivem o entendimento e a previsão de respostas da biodiversidade às mudanças climáticas e aos usos da terra. Essa fase terá o financiamento máximo de R$ 650 mil por proposta. 

    Biota-FAPESP Iniciado em março de 1999, o Programa Biota-FAPESP de pesquisas em caracterização, conservação e uso sustentável da biodiversidade do Estado de São Paulo englobou 94 projetos que descreveram mais de 1,8 mil novas espécies e levantaram informações sobre outras 12 mil. 

    Joly atribui o sucesso à capacidade de a FAPESP financiar projetos de longo prazo e ao fato de o programa ser totalmente gerenciado por cientistas, fatores que preservam o Biota de ingerências políticas, Além dos resultados científicos, o Biota-FAPESP serviu de modelo para a elaboração de programas como o Biota-MS, voltado ao estudo da biodiversidade do Estado do Mato Grosso do Sul.

    Em junho deste ano, a revista científica Science publicou um balanço da primeira década do Biota-FAPESP, em artigo assinado por cientistas participantes do programa. Após dez anos, o programa paulista foi reavaliado e novas fronteiras de investigação foram abertas. Entre elas estão pesquisas sobre o bioma marinho da costa paulista. A pesquisa oceânica contará com um workshop promovido pelo Biota-FAPESP nos dias 9 e 10 de setembro.

    sábado, 18 de setembro de 2010

    Cinema em Casa - Trópico de Sangre


    Trópico de Sangre. Un drama baseado em fatos reais durante a ditadura de Rafael Trujillo na República Dominicana. Conta a verdadeira historia de Minerva Mirabal e suas irmãs as que representaram a maior ameaça para o ditador Trujillo e seu regime.

    Para assistir o fime clique Aqui

    quinta-feira, 16 de setembro de 2010

    Algo diferente e que as campanhas não registram. As melhores em educação, pesquisa, inovação, o que faz uma nação se desenvolver.


    Não é só mito, mas estatística: Harvard é a melhor universidade do mundo, os EUA, sozinhos, abrigam 15 das 20 melhores instituições de ensino do planeta, e é dinheiro, muito dinheiro, que move essa engrenagem.

    Essas são algumas das conclusões do Ranking Mundial de Universidades 2010-11 da Times Higher Education, referência em ensino superior que a Folha publica com exclusividade no Brasil.

     Na América Latina, USP é a 1ª colocada em ranking

    A crise financeira de 2008 parece não ter provocado estrago nos campi dos EUA. Entre as 200 instituições que figuram no ranking, mais de um terço é de norte-americanas (72).

    A receita é simples, segundo Ann Mroz, editora da THE: "Os EUA investem 3,1% de seu Produto Interno Bruto em educação superior, enquanto os demais países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico investem 1,5%".

    FORÇA ASIÁTICA

    Em sua sétima edição, o ranking também revela a forte presença das asiáticas.

    Entre as 50 melhores, o continente possui sete --China (2), Hong Kong (2), Japão, Coreia do Sul e Cingapura-- e, nessa faixa, já bate a Europa continental: Suíça (2), França (2), Alemanha e Suécia.

    No entanto, se for incluído o Reino Unido, a balança pende para a Europa. A ilha detém quatro das 50 melhores universidades, três delas entre as dez primeiras (Cambridge, Oxford e Imperial College). Levando-se em conta o ranking completo, o Reino Unido (com 29) e Europa continental (com 51) disparam.

    No total, as asiáticas somam 27 --China (6), Japão (5), Taiwan e Coreia do Sul (4 cada uma) são os destaques.

    Já as instituições dos países de língua inglesa, somadas, dominam 120 posições --ou 60% do ranking (Canadá --nove-- e Austrália --sete-- vêm em seguida).

    Na Europa continental, a surpresa foi a Alemanha. Com 14 instituições, o motor econômico da região também lidera o ensino superior. O país "investiu 18 bilhões de euros em pesquisa nos últimos cinco anos", afirma Mroz.

    A França decepcionou: figura apenas em quinto.

    NOVOS CRITÉRIOS

    A versão 2010-11 do ranking da THE passou por ampla reformulação --a começar da compiladora dos dados, que é a Thomson Reuters. Mas a mudança mais radical, segundo Mroz, foi de metodologia: "Usamos hoje 13 indicadores, em vez dos seis usados anteriormente [...] e ouvimos 13.388 acadêmicos altamente qualificados, de todo o mundo".

    O critério de reputação também teve seu peso reduzido. "Privilegiamos mais as evidências objetivas --e não as subjetivas."

    Colaborou EMILIO SANT'ANNA, de São Paulo

    Veja aqui a relação das melhores universidades do Mundo Aqui

    segunda-feira, 13 de setembro de 2010

    Aquecimento de 1,3°C é inevitável, diz pesquisa



     O que aconteceria se a Terra parasse seu rimo de expansão e nenhuma nova usina ou veículo capaz de emitir carbono fossem construídos? Ainda assim, a temperatura do planeta aumentaria 1,3°C, até 2060, em relação ao período pré-industrial. 

    A conclusão é de pesquisadores dos EUA, que fizeram um dos mais detalhados levantamentos sobre emissões de carbono ligadas à geração de energia e à estrutura de transportes. O material foi publicado na revista “Science” de sexta-feira (10). O planeta vai esquentar, mas para os os cientistas ele ainda não chegou ao patamar de aquecimento e emissões em que as consequências se tornam irreversíveis. 

    O aumento de 1,3°C em relação ao período anterior à revolução industrial – cerca de 0,5°C a mais que hoje- foi considerado até modesto pelos pesquisadores, que esperavam crescimento de pelo menos 2°C. A concentração de carbono na atmosfera, no mesmo período, deve ficar em 430 ppm (partes por milhão), valor também abaixo do que era esperado inicialmente pelos pesquisadores. “Esse resultado nos surpreendeu”, afirmou Steven Davis, da Instituição Carnegie para a Ciência, que chefiou o trabalho. Pior no futuro – Segundo ele, porém, não há motivos para comemorar. 

    Os resultados indicam que as principais ameaças ao planeta ainda estão por vir, devido ao sistema de geração de energia e transportes que são muito dependentes de combustíveis fósseis. “É importante que nós façamos a coisa certa agora. Ou seja, construir tecnologias que gerem energia com baixa emissão de carbono”, disse Ken Caldeira, também do Carnegie e autor do trabalho. Para chegar ao resultado, os cientistas fizeram um levantamento sobre todas as usinas geradoras de energia em operação no mundo. 

    Eles também estimaram as emissões do sistema global de transportes, que tem dois terços das operações com combustíveis fósseis. Modelos computadorizados, que simulavam os cenários de emissão previstos pelo IPCC (painel de mudanças climáticas da ONU), chegaram às conclusões. Por conta da forte presença de termelétricas, a maior parte das emissões se concentra nos EUA, Europa Ocidental e China. A vida útil média das unidades movidas a carvão é de 40 anos. As usinas chinesas, por serem mais novas, têm potencial para poluírem por mais tempo. (Fonte: Folha.com).

    sábado, 11 de setembro de 2010

    Aqui em Brasília - Até o bezerro vota em Agnelo

    Já pensaram outro mandato do pecuarista, dono dessa bezerrada toda, no governo do Distrito Federal?. 

    Mas as pesquisas apontam uma vitória do Agnelo. Pode ser no primeiro turno. 

    Agnelo 44%, Roriz 33%. 

    E Cristovam, disparado na frente com mais de 55%. 

    Isso mostra o alto recall do candidato.  

    Marina debate propostas e avança nas pesquisas


    A candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, Marina Silva, minimizou hoje (11) a tese de que seu avanço nas intenções de voto revelado pela última pesquisa Datafolha seja reflexo das denúncias de quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB). Para Marina, o avanço da candidatura é consequência das propostas que tem apresentado ao eleitorado. 

    "Não sou da política do 'quanto pior, melhor'. Estou debatendo propostas, e quem faz a opção pelo nosso projeto quer ver discutir o Brasil que interessa", afirmou a candidata. A pesquisa Datafolha, divulgada ontem, mostra que Marina Silva passou de 10% para 11% nas intenções de voto. A oscilação foi pequena, mas na análise por estratos a candidata do PV avançou entre os eleitores mais escolarizados e os com renda superior a 10 salários mínimos. De acordo com a pesquisa, Marina ganhou quatro pontos porcentuais entre os eleitores com ensino superior alcançando 23%. Entre os que possuem mais de 10 salários mínimos, a candidata cresceu seis pontos porcentuais, indo para 20%. Dilma Rousseff (PT) e Serra perderam votos nessas categorias. Para a candidata, o seu avanço na disputa presidencial é fruto da "credibilidade de um projeto político que respeita o Brasil" e prioriza a eficiência e a transparência na gestão pública. 

    "É por isso que os brasileiros estão prestando atenção na Marina. Não fiz o jogo fácil de 'quanto pior, melhor' nem o da oposição por oposição. Não vou me transformar naquilo que eu estou combatendo", afirmou Marina, ressaltando que não vale tudo para ganhar uma eleição. "Não quero embates, e sim debates. 

    Quero discutir o que interessa", acrescentou. Na manhã de hoje, Marina participou de encontro com militantes no comitê do candidato ao governo do Estado de São Paulo do PV, Fábio Feldmann, na região do Pacaembu, na capital paulista. Após debater com eleitores sobre o tema "Como você quer viver em São Paulo daqui a 20 anos?", a candidata caminhou pela feira da Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, na companhia de Feldmann e do candidato ao Senado pelo PV, Ricardo Young. Em diversos momentos, tanto na caminhada pela feira quanto na conversa com os militantes, Marina demonstrou confiança para chegar ao segundo turno, apesar da diferença de 16 pontos porcentuais para Serra, que está com 27% das intenções de voto, de acordo com o Datafolha. "Quando estava com 3% nas pesquisas, estava animadíssima. Eu continuo animada", garantiu. Apesar de ressaltar que não gosta de brigar com as pesquisas, Marina ponderou que o que ela encontra pelas ruas do País é "muito maior" do que é divulgado pela imprensa. "Pode ter certeza que o Brasil surpreenderá a si mesmo colocando uma mulher na Presidência da República comprometida com a agenda da educação de qualidade, proteção aos recursos naturais e respeito ao cidadão brasileiro", disse Marina. 

    Aos militantes do partido, a candidata criticou o que chamou de "anonimato eleitoral", no qual é apresentado ao eleitor que só há duas opções de votos: o candidato da situação e o da oposição. "Já elegeram quem são os candidatos da situação e o da oposição. Mas um projeto político tem de ser o do sucessor, que respeita os ganhos da sociedade e, ao mesmo tempo, não é complacente com os erros", disse Marina, ressaltando que a sua candidatura busca romper essa dicotomia. (Agência Estado).

    História de um empreendedor

    quarta-feira, 8 de setembro de 2010

    Brasil é 6º em potencial de crescimento

    Brasil está entre os dez países emergentes com maior capacidade de acelerar seu ritmo de crescimento e se desenvolver. A conclusão é de um estudo feito por economistas do Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB na sigla em inglês), informa reportagem de Érica Fraga, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra para assinantes do jornal e do UOL).

    O estudo considera quatro características principais (e algumas divisões das mesmas) na pauta de exportações: sofisticação; diversificação; características únicas e potencial de vender outros produtos com vantagem comparativa para o exterior. Do cruzamento dessas informações, do período entre 2001 e 2007, surgiu o Índice de Oportunidades.

    Segundo Jesus Felipe, economista do ADB e coordenador do estudo, os países que estão bem posicionados no índice são aqueles que conseguiram ampliar e diversificar suas pautas de exportações em produtos mais elaborados (como máquinas e químicos).




    terça-feira, 7 de setembro de 2010

    Cinema em Casa



    The Last Song ver Online Sinopsis: Basada en la última novela del escritor de best-sellers Nicholas Sparks (“El sendero del amor”, “El cuaderno de Noah”) LA ÚLTIMA CANCIÓN (THE LAST SONG) se desarrolla en una pequeña localidad costera del sur de Estados Unidos. Allí, un padre hasta ahora poco presente (GREG KINNEAR) tiene la oportunidad de pasar el verano con su hija (MILEY CYRUS), una adolescente bastante hostil a la que le hubiera gustado quedarse en Nueva York. Intenta conectar con ella a través de lo único que tienen en común: la música. Se trata de una historia sobre la familia, la amistad, los secretos y la salvación, además de los primeros amores y las segundas oportunidades. La película está dirigida por Julie Anne Robinson basado en un guión de Sparks & Jeff Van Wie


    Assista Online o Film "The Last Song" clicando aqui Aqui

    domingo, 5 de setembro de 2010

    Pesquisa Datafolha do Sabado 4 de setembro leva a Dilma a uma vitória contundente no primeiro turno!


    Dilma 50%, Serra 28%, Marina 10%. Isso é o importante, o resto é residual.

    Educação:Maior desafio do Brasil








    Quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a presidência do Brasil no começo de 2003, declarou emocionado que finalmente tinha recebido seu “primeiro diploma” ao se tornar presidente do país.
    Um dos presidentes com menos escolaridade do país – Lula cursou apenas até a quarta série – logo se tornou um dos mais queridos, tirando milhões da pobreza extrema, estabilizando a economia do Brasil e quase ganhando status quase lendário dentro e fora do país.
    Mas embora Lula tenha superado sua origem humilde, o país ainda está lutando contra a sua própria. Talvez porque mais do que qualquer outro desafio que o Brasil enfrenta hoje, a educação seja o maior empecilho em sua tentativa de acelerar a economia e se estabelecer como uma das nações mais poderosas do mundo, expondo uma grande fraqueza na nova armadura do país.
    “Infelizmente, numa época de competição global, o atual estado da educação no Brasil significa que o país pode ficar atrás de outras economias em desenvolvimento na busca de novos investimentos e oportunidades para o crescimento econômico”, concluiu um relatório do Banco Mundial em 2008.
    Ao longo da última década, os estudantes brasileiros ficaram entre os últimos países nos exames internacionais de competências básicas como leitura, matemática e ciências, atrás de outros países latino-americanos como o Chile, Uruguai e México.
    Os brasileiros de 15 anos de idade ficaram em 49º lugar entre os 56 países no teste de leitura do Programa para Avaliação Internacional de Estudantes, com mais da metade dos alunos qualificados no nível de leitura mais baixo do teste em 2006, o ano mais recente disponível. Em matemática e ciências, eles foram ainda pior.

    “Deveríamos ter vergonha disso”, diz Ilona Becskehazy, diretora executiva da Fundação Lemann, uma organização sediada em São Paulo que se dedica a melhorar a educação brasileira. “Isso significa que os jovens de 15 anos têm mais ou menos o mesmo nível de instrução que as crianças de 9 ou 10 anos em países como a Dinamarca ou Finlândia.”
    A tarefa que o país precisa enfrentar – e o legado de Lula – é desanimadora. Aqui nesta cidade extremamente pobre do nordeste do país, onde Lula viveu seus primeiros sete anos, cerca de 30% da população ainda é analfabeta, um número três vezes maior do que a média nacional.

    Quando Lula era criança aqui, seu pai costumava bater em alguns de seus irmãos mais velhos quando eles iam para a escola em vez de trabalhar, diz Denise Paraná, autora de uma biografia do presidente.

    Hoje, os professores dizem que muitos pais mandam os filhos para a escola só porque o comparecimento é exigido pelo programa de subsídio Bolsa Família que Lula expandiu bastante durante seu governo, e que fornece até US$ 115 dólares (R$ 200) por mês por família.

    Mas, mesmo com o incentivo, os níveis de leitura variam tanto aqui que numa classe de oitava série, alunos de 13 a 17 anos leem todos em voz alta o mesmo texto. “Muitos pais dizem: 'por que eles devem estudar se não há oportunidades?'”, diz Ana Carla Pereira, professora de outra escola rural daqui.

    Como presidente, as políticas educacionais do próprio Lula começaram devagar; ele dispensou dois ministros da educação antes de deixar um no lugar em 2005. O programa educacional do governo só começou em 2007 – quatro anos depois que Lula assumiu o poder.

    Agora no último ano no governo e falando sobre seu lugar na história, Lula tem uma “obsessão” com o assunto, disse seu ministro da educação Fernando Haddad, que ficou visível quando ele voltou recentemente à cidade de sua infância.

    “Quero que todas as crianças estudem muito mais do que eu pude estudar, muito mais”, disse ao anunciar um programa para dar laptops para estudantes. “E que todos consigam um diploma universitário, que todos tenham um diploma vocacional.”

    Leia a matéria completa no The New York Times Aqui