domingo, 21 de março de 2010

Curiosidades - Piadas portuguesas


Um homem sai como um louco para a frente da sua casa e grita para a sua mulher que está conversando com umas amigas do outro lado da rua: -"Milagre!!! Milagre!!! Ganhamos 50 milhões na lotaria!!!!" A mulher salta como louca de alegria , passa entre as amigas e sai voando para atravessar a rua quando aparece um caminhão a uns 120km/h e .. zaz! atropela a mulher. O marido abre os olhos até quase sair das órbitas e diz: - "Caramba!! Quando um cara está com sorte ele REALMENTE está com sorte!!"

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A mulher chega em casa e vê o marido preparando uma mala de viagem - O que está fazendo? - Preparando uma mala. - E para onde vais...? - Vou para a Austrália. - Para que? - Porque dizem que lá pagam 100 dólares por cada relação sexual. A mulher se pôs a preparar uma mala também. No que o marido pergunta: - E você? Tá fazendo o que? - Preparando uma mala. - Para que...? - Para ir para a Austrália. - Sim; e dai...? - Para te ajudar porque não acredito que você vá conseguir viver só com 100 dólares por mês.

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Uma mulher se levanta pela manhã, acorda o seu marido e lhe diz: - "Amor, tive um sonho maravilhoso. Sonhei que você me dava um colar de diamantes no meu aniversário. O que será que isso quer dizer?" No que o marido responde: - "Você vai saber no dia do seu aniversário." Chega o aniversário da esposa e o marido entra em casa com um pacote na mão. A mulher emocionada não consegue parar de tremer as mãos, rasga nervosa o papel, abre rapidamente a caixa e encontra um livro intitulado: "O Significado dos Sonhos".

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Enquanto tomam café, a mulher vira para o marido e diz: - "Pois é... ontem a noite, enquanto dormia, você me xingava o tempo inteiro..." No que ele responde: - "E quem te disse que eu estava dormindo?" -o-o-o-o-o-o- o- A mulher para o marido: - "Alberto, nunca lhe passou pela cabeça me comprar flores?" - "Para que se você ainda está viva?"

sexta-feira, 19 de março de 2010

Pará - UFPA Combate ao desmatamento e eleições internas no Instituto de Tecnologia

UFPA apresenta projetos ao Banco Nacional A Universidade Federal do Pará reuniu-se, nesta quarta-feira, com representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.


O objetivo foi oportunizar que pesquisadores da Instituição apresentem propostas de projetos científicos a serem financiados pelo Fundo Amazônia, programa gerenciado pelo Banco Nacional, cuja finalidade é captar doações para investimentos não-reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico.


O evento foi coordenado pelo pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Emmanuel Tourinho, e contou com a participação de pesquisadores das áreas de Biologia Ambiental, Ciência da Computação, Engenharia Elétrica, Química, Genética e Biologia Molecular, Ecologia Aquática e Pesca, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Neurociências e Biologia Celular, entre outras. As propostas foram apresentadas com caráter preliminar para serem ainda avaliadas pelo Banco. Segundo Tourinho, o resultado definitivo sobre as propostas aceitas devem vir no segundo semestre de 2010.

“A nossa perspectiva é poder trabalhar conjuntamente com a Instituição para garantir investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação no que consiste na contenção do desmatamento e na promoção do desenvolvimento sustentável”, afirmou Daniel Soeiro, um dos representantes do Departamento de Análise de Projetos e Gestão do Fundo Amazônia, do BNDES.

Veja a matéria completa DA JORNALISTA Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA Aqui

Eleições internas na UFPA.

No ITEC -Instituto de Tecnológia, foram realizadas, nesta semana que termina, eleições para diretor.

Foi mais do que importante o processo eleitoral já que é o instituto de origem do atual Reitor da UFPA, Carlos Edilson de Almeida Maneschy  e foi aí onde teve uma forte aoposição por parte do Diretor derrotaqdo nestas eleições. Foi assim que a Chapa encabeçada pela profª Emília derrotou por ampla vantagem à chapa do atual Diretor Barreiros.

Seguem os resultados por categoria acadêmica:

Estudiantes: Emília 82% Barreiros 18%
Professores: Emília 62% Barreiros 36%
Técnicos-Administrativos: Emília 45% Barreiros 53%.
No cômputo geral Emília 63% e Barreiros 37%.

Esses resultados revelam mais um consistente respaldo à gestão do professor Maneschy e, no segmento de Tecnicos-Administrativos, uma recuperação do apoio que em essa categoria, que nas eleições gerais da UFPA tinha perdido por uma boa margem.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pará - Quando não é uma é outra, entendeu?

Pobre Estado do pará. Ontem era um convênio irregular com uma ONG, pressumívelmente um esquema de desvio de recursos públicos, hoje uma ação pública para defesa coletiva das crianças e adolescentes necessitados e em situação de risco.

Da tristeza, porque o Governo do Estado não merecia essas trapalhadas de uns funcionários corruptos. E precisamente as crianças serem os principais golpeadas por essas mazelas.

Com relação ao primeiro caso, é necessário esclarecer que o Governo do Estado reagiu rápido e de maneira muito clara para impedir a execução do convênio, vamos ver como atua no caso da ação pública sobre crianças abandonadas.

"Vendo, lendo e ouvindo sobre as mazelas que incrivelmente continuam a ocorrer por este mundo afora, confesso que tenho grande dificuldade em entender esse fenômeno, que, no estágio atual de nossa civilização, não poderia, de forma alguma, estar ocorrendo." (Trecho de uma carta de leitor).
Veja na íntegra a Ação Civil Pública em defessa das crianças de ruaAqui

Royalties do Petróleo - Quem pega essa batata quente

De bem longe, o Presidente Lula manda uma dica para os políticos dos estados produtores de petróleo e estados que, amparados na constituição, lutam por uma parcela de recursos dos royalties.

Está na mão do Congresso Nacional', diz Lula sobre partilha de royalties do pré-sal. 
 
AMÃ - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira, na Jordânia, que não vai interferir na decisão do Senado sobre a partilha dos royalties da produção de petróleo na camada pré-sal. "O presidente da República já apresentou o projeto. Está na mão do Congresso Nacional.

O Congresso que resolva o problema", afirmou, referindo-se à aprovação, pela Câmara dos Deputados, da emenda do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), que estabelece a divisão igualitária dos royalties entre Estados e municípios. "Eu já cumpri a minha parte. Apresentei (a proposta sobre o tema) como o resultado de um acordo. A bola agora está com o Congresso", afirmou, pouco antes de embarcar de volta ao Brasil.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Minas e Energia - Lobão reitera críticas a royalties pagos pela mineração

BRASÍLIA - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reiterou hoje sua opinião de que os royalties pagos pela mineração brasileira são baixos. "Não mudei minha opinião sobre os baixos níveis dos royalties da mineração, que são em média de 2%. Em outros países chegam a 6% ou 8%.

Cobramos muito pouco", disse o ministro, durante audiência pública da comissão de Minas e Energia da Câmara que discute a proposta do novo marco regulatório da mineração. Apesar de criticar os royalties, o ministro não incluiu nenhuma mudança das alíquotas na proposta de código que apresentou na semana passada.

Lobão voltou a afirmar que esse assunto ainda está sendo tratado por uma equipa formada por técnicos dos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia. "Quando essa tarefa for concluída os dois ministérios encaminharão ao presidente da República um projeto de lei que se juntará a esse marco da mineração", disse. Apesar de criticar o que classificou como baixa cobrança de royalty, Lobão ponderou que as mineradoras brasileiras pagam muitos impostos que não são cobrados em outros países.

Na abertura de sua exposição, Lobão informou que deixará o Ministério de Minas e Energia em dez dias, como já estava previsto. Ele deverá reassumir a vaga no Senado e em outubro disputar a renovação do seu mandato, como senador pelo PMDB do Maranhão.
 
LEONARDO GOY Agencia Estado

Esporte - Técnico racista visita o Mangueirão

Duelo de azuis e verdes promete disputa quente

Quem disse que futebol é apenas bola no pé?

No duelo entre Paysandu e Palmeiras, nesta quarta-feira (17), às 21h50, no Mangueirão, as cores dos uniformes chamam a atenção e prometem confundir sentimentos entre torcedores.


A partida será transmitida em tempo real pelo Portal ORM


Jornal da Amazônia 17/03/2010

Episódio com o então zagueiro Antônio Carlos deu origem ao “arco e flecha”

Para quem não se lembra, Robson o "Robgol" lembra desavença


No ano em que o Paysandu caiu para a Segunda Divisão do futebol nacional, o centroavante Robgol passou por um episódio inusitado. No confronto entre Juventude-RS e Papão, na Serra Gaúcha, o ídolo bicolor e o zagueiro Antônio Carlos, agora técnico palmeirense, discutiram e o teor da conversa veio à tona. O agora deputado estadual afirmou que Antônio Carlos foi preconceituoso e tentou ofender os paraenses. A resposta veio no jogo de Belém, quando o Paysandu venceu com dois gols do centroavante. Ontem, comentando sobre o embate de hoje, ele relembrou do fato.

'No jogo entre Juventude e Paysandu, em Caxias do Sul (RS), éramos os capitães dos times. No começo ele veio forte e pedi para maneirar, pois poderia me machucar. Ele começou a xingar e disse que eu teria que jogar 60 anos nesta terra de índios para ganhar o que ele ganhou no futebol. Disse a ele que não estava preocupado e que estaria satisfeito em ser mais um índio. Ele continuou esnobando com aquele jeito. No jogo de volta teve resposta dentro de campo. Ele me deu uma cotovelada na costela logo no começo. Depois de eu fazer os dois gols, me acertou uma cotovelada no rosto em que tive que tomar cinco pontos. Minhas respostas foram os dois gols e as flechadas na comemoração', contou Robson.

No ano seguinte, Antônio Carlos foi acusado de racismo. Ele se desentendeu com o volante gremista Jeovânio, em uma partida válida pelo Campeonato Gaúcho, mais uma vez no estádio Alfredo Jaconi. Ao ser expulso depois de dar uma cotovelada no tricolor, ele saiu de campo fazendo sinais que o levou a ser punido pela Justiça Desportiva por causa de uma acusação de atitude racista.


Leia a matéria completa no site da ORM aqui

Pará - PF apreende medicamentos desviados na casa do deputado Domingos Juvenil

Deu no Blog do HIROSHI BOGÉA Aqui

Desde às 14 horas, a Polícia Federal estava preparada para invadir a residência do deputado estadual Domingos Juvenil (PMDB), em Altamira, mas a operação só foi autorizada depois das 17 horas, quando alguns detalhes haviam sido checados com sucesso.

Os agentes da PF tinham certeza de que encontrariam medicamentos desviados dentro da casa do presidente da Assembléia Legislativa, mas não na quantidade flagrada: quase uma tonelada.

Os medicamentos, comprados com recusrso do governo federal, eram destinados à distribuição popular, mas foram retirados do almoxarifado da secretaria municipal de Saúde de Altamira sem que se saiba ainda como o crime foi executado sem que a maioria dos funcionários tivessem conhecimento do fato.

Alguns funcionários de Domingos Juvenil estão presos.

TOP FIVE DA TV BRASILEIRA - CQC

terça-feira, 16 de março de 2010

Eleições - Dormindo com o inimigo

Cobras... Objeto de revolta dos petistas, corre pela internet o vídeo de discurso feito na Assembleia do PR por Stephanes Júnior (PMDB), filho do ministro Reinhold Stephanes (Agricultura). Segundo o deputado, "o PT é coisa do diabo, não serve para nada"

. ...e lagartos. Colega de ministério do pai do deputado, Dilma foi alvo: "Como podem indicar à Presidência alguém que assaltava bancos, sequestrava pequenos empresários para pedir resgate?".

Leia mais no Painel da Folha por RENATA LO PRETE Aqui

Internacional - Desculpem, mas era para o Presidente visitar o túmulo do Herzl em Israel? e na Alemanha, visitou o túmulo do Hitler?

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, disse nesta terça-feira (16/3), antes de seguir para Belém, que a visita ao túmulo de Theodor Herzl, fundador do sionismo, “não esta prevista na agenda” do presidente Lula. Marco Aurélio conversou com jornalistas quando, na oportunidade, avaliou como positiva a primeira etapa da viagem oficial do presidente Lula ao Oriente Médio. Marco Aurélio respondeu indagações sobre a participação do Brasil no momento de construção da paz naquela região, as conversas com as lideranças de Israel, Palestina e Irã, e a decisão da partidos políticos de não comparecer ao Parlamento israelense, ontem (15/3), quando Lula discursou. Segundo o assessor, o ato foi tratado como sendo uma coisa normal. Do Blog do Planalto

Segurança - Cinto de Segurança, deu no Blog do Nilson Pinto

Eleições - Da Redação da Folha

Empresário tenta conciliar lucro e sustentabilidade 
 
DA REDAÇÃO da Folha

Cotado como possível vice na chapa de Marina Silva, Guilherme Leal, 60, foi levado ao PV pela senadora no ano passado. Empresário empenhado na causa ambientalista, ele personifica o compromisso do lucro com a sustentabilidade que tanto prega a pré-candidata verde.

Um dos fundadores da Natura e 601º colocado na lista de bilionários da "Forbes" em 2009, Leal tem fortuna estimada em R$ 1,2 bilhão. Paulista nascido em Santos e formado em administração, trabalhou em instituições financeiras e na estatal Fepasa -companhia de transportes ferroviários.

A história da Natura e a carreira de Leal como empresário começaram com a sociedade entre ele e Luiz Seabra em 1979. Um ano após a Natura ser aberta ao mercado (2004), ele deixou a função executiva e tornou-se copresidente do conselho administrativo.

Leal também é membro do conselho deliberativo do Instituto Ethos e conselheiro da ONG WWF Brasil. Criou o Instituto Arapyaú, de educação e desenvolvimento sustentável. Discreto, pai de cinco filhos, Leal tenta evitar a superexposição, peso que terá de arcar com a campanha. "Estou assustado, mas entusiasmado", disse, em sua filiação.

Chile - As lições do terremoto para o Brasil

As conseqüências do desastre acontecido no Chile foram enormes, avaliadas em perdas humanas e materiais. São calculados, inicialmente, custos de 30 bilhões de dólares para reconstruir. Em Concepción, minha cidade natal, se fala de 5 anos para recuperar a cidade.

Nestes momentos é quando se colocam em xeque todos os atores de uma sociedade em crise. Os grandes responsáveis da destruição de prédios e casas, são novamente as empresas privadas da construção civil.


Aqueles que pedem mais mercado, menos Estado sumiram, mudaram de endereço, declararam falidas as empresas e criaram novas com capitais que foram transferidos das empresas existentes até antes do terremoto.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Meio Ambiente - Oportunidade para aliar preservação com desenvolvimento

As novas metodologias para medição das emissões de CO2 foram debatidas durante palestra na sexta-feira, 12 de março, no Inpa Novas metrologias para medir as emissões de carbono.


Essa foi a tônica da palestra "Balanço Global de Carbono e modelo de emissões por desmatamento na Amazônia", ministrada nesta sexta-feira, dia 12, na biblioteca do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Segundo o palestrante, o pesquisador Jean Ometto, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a metodologia se baseia na relação entre uso do solo a dinâmica do desmatamento. Para ele, o país vive uma oportunidade única de aliar preservação com desenvolvimento.


"No Brasil, a mudança do uso do solo, desmatamento e agricultura representa mais de 70% das emissões. A partir desse modelo, a gente analisa de forma integrada como a mudança do uso do solo influencia na emissão de carbono na atmosfera", disse. Ainda de acordo com o pesquisador, o mercado de carbono representa uma fonte de negociação para o país como forma de proteger o meio ambiente.


"É uma proposta internacional, a redução do desmatamento e redução de carbono gera uma oportunidade muito grande. O Brasil pode, se reduzir desmatamento desenfreado além de diminuir as emissões, criar uma fonte muito interessante de recursos, mas isso está ligado aos nonos gerenciadores", destacou. Ciência e desenvolvimento sustentável Entre as discussões sobre a redução de emissões, houve espaço para o debate sobre o desenvolvimento sustentável.


Para Ometto, as buscas de alternativas econômicas aliadas a investimentos em ciência e tecnologia são fundamentais para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. "Desenvolver e proteger o meio ambiente é um desafio regional e também planetário. O modelo econômico adotado de maneira geral não é sustentável a longo prazo. O desenvolvimento tecnológico, a mudança de base produtiva, o aproveitamento dos recursos ambientais, investimentos em ciência e a busca pela qualidade de vida das pessoas ajudam neste processo", declarou.


O pesquisador do Inpe participou também da Câmara Temática de Adaptação e Mitigação às Mudanças Climáticas, que debateu a formulação de inventário sobe emissões de carbono. A câmara, coordenada pelo gerente-executivo do Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera (LBA) do Inpa, Antonio Manzi, faz parte das atividades do Fórum Amazonense de Mudanças Climáticas, Biodiversidade, Serviços Ambientais e Energia. Na semana passada, a câmara discutiu a elaboração de Mapas de Vulnerabilidade do Estado do Amazonas, para identificação de áreas que podem sofrer danos após fenômenos naturais. Participaram da reunião membros de instituições como a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (SDS), Defesa Civil e Inpe.


Para Manzi, as discussões sobre a elaboração dos mapas devem ajudar no planejamento das ações adotadas pelo poder público em fenômenos extremos como enchentes e secas. "As novas metodologias ajudam na formulação da reação aos eventos climáticos. Estamos interessados em conhecer quais regiões do Amazonas estão mais vulneráveis aos eventos do clima", disse. (Daniel Jordano, Assessoria de Comunicação do Inpa)

domingo, 14 de março de 2010

Eleições - E agora José?


Pesquisa anota empate, com Dilma à frente de Serra

O repórter Lauro Jardim levou à coluna Radar uma trinca de notas cujo teor pode trincar o já combalido ânimo da oposição.

Confira abaixo No Blog de Josias de Souza:

- Na frente? 1: De acordo com informações já do conhecimento do partido, o PSDB saiu-se mal em uma pesquisa nacional de intenção de voto a ser divulgada na quarta-feira. Ela mostra um empate técnico de José Serra e Dilma Rousseff, mas com a petista 1 ponto porcentual à frente. A pesquisa foi feita entre 5 e 10 de março com 2 002 pessoas em 142 municípios.

- Na frente? 2: Outra pesquisa, desta vez encomendada pelo PT, foi levada ao Planalto na sexta-feira. Deu pela primeira vez Dilma Rousseff 3 pontos à frente de José Serra.

- O rei dos palanques está aflito: Aos mais próximos, Lula tem reclamado da (falta de) desenvoltura de Dilma Rousseff nos palanques. Avalia que os seus discursos são longos e sem emoção.

Presidente do tucanato, Sérgio Guerra levou ao seu microblog um comentário: “O PSDB desconhece qualquer resultado antecipado de pesquisas”, escreveu.


“Nossos monitoramentos indicam que José Serra continua liderando essa corrida”.


A sondagem que está prestes a vir à luz foi feita pelo Ibope. Resta agora aguardar pela quarta-feira.


O último levantamento, feito pelo Datafolha, acomodara Dilma nos calcanhares de Serra –quatro pontos percentuais a separavam do tucano.

A eventual ultrapassagem, ainda que em quadro de empate técnico, converterá a apreensão dos oposicionistas em pânico.

Blog Josias de Souza

Pará - UFPA Semana do Calouro começa na segunda

A recepção dos calouros sempre vem associada a um compromisso social

Com o tema "Universidade: Vivências e valores", os calouros 2010 da Universidade Federal do Pará (UFPA) serão recepcionados a partir de segunda-feira. Além de aula magna com o reitor da instituição, Carlos Maneschy, os estudantes receberão as boas-vindas com uma programação especial, preparada em conjunto pelas Pró-Reitorias de Ensino, Pesquisa e Extensão, assim como pelo Diretório Central dos Estudantes, centros acadêmicos e pelos dirigentes das faculdades. Cerca de seis mil novos alunos são aguardados.

O Centro de Convenções da UFPA sediará a programação, que incluirá, ainda, um show musical e a premiação dos dez primeiros candidatos aprovados com maior nota na classificação geral do PSS 2010, tradicionalmente feita pelo grupo Y. Yamada. A animação ficará por conta da banda local de pop rock Tio Nelson e do grupo de hip-hop Pará Break, que levará ao palco o resultado do trabalho realizado desde 1983 pela Associação Comunitária Povo na Luta, do movimento social do Guamá.


A recepção dos calouros sempre vem associada a um compromisso social. É o trote solidário, quando cada calouro deverá doar, no dia da aula inaugural, um quilo de alimento não perecível para ser destinado a hospitais universitários. Os alimentos doados deverão beneficiar, ainda, a Igreja São Paulo e o Lar Fabiano de Cristo, ambos no Guamá, com o objetivo de integrar a universidade com as comunidades em seu entorno. Os calouros que fizerem doações receberão kits de brindes, como mochilas, camisas e material informativo.


E, para completar o clima de compromisso social, o momento de recepção dos calouros será oportunidade para incentivar a doação de sangue. Na Semana do Calouro, que vai de 15 a 19 de março, no Campus da UFPA, estará uma unidade móvel da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará - Hemopa, que vai promover a campanha "Doe sangue, doe vida". Mas a doação só poderá ser feita por calouros maiores de 18 anos e com mais de 50 quilos.


Para o dia 16 de março, os calouros poderão assistir a palestras coordenadas pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp) sobre os Programas de Iniciação Científica ofertados a jovens universitários. A ideia é estimular o envolvimento dos alunos com a produção científica o mais cedo possível, além de unir a atividade de ensino, pesquisa e extensão no cotidiano do aluno, desde seu primeiro momento no ambiente acadêmico.

Eleições - Para Giannetti, discurso econômico deve focar capital humano

Economista, cuja entrada na pré-campanha de Marina Silva foi criticada por aliados, rejeita rótulo de neoliberal e diz que se identifica mais com os clássicos COLUNISTA DA FOLHA


 O economista Eduardo Giannetti da Fonseca, 53, foi o pivô de uma pequena crise na pré-candidatura de Marina Silva (PV-AC) à Presidência. Sua aproximação com a senadora, revelada pela Folha, chegou a ser interpretada como uma guinada neoliberal da campanha em preparação e rejeitada por vários simpatizantes. O ex-trotskista, autor de "Vícios Privados, Benefícios Públicos?", entre vários livros, abriu uma exceção para declarar seu voto em Marina Silva, atraído pela promessa de um modo novo de fazer política no Brasil.

Quem o levou até ela foi o empresário Guilherme Leal, provável candidato a vice na chapa, um dos donos da Natura e criador do Instituto Arapyaú, que tem Giannetti em seu conselho.

MARCELO LEITE da Folha.


FOLHA - Qual é seu papel, no momento, na pré-candidatura de Marina Silva e qual deverá ser no futuro? Vai se envolver diretamente em formulação de programa de governo?
EDUARDO GIANNETTI DA FONSECA - Esse processo está começando, tenho tido conversas frequentes com a senadora. Minha presença é complementar. Não tenho perfil executivo e nunca me envolvi em processo eleitoral. Nem sequer declarei meu voto, até hoje. Sou um virgem. Me animei com essa perspectiva porque Marina passa uma postura diferente no modo de fazer política. O Brasil não precisa ser uma cópia imperfeita do padrão americano. Eu me pergunto: se tudo der certo no Brasil, nós viramos um Estado empobrecido do sul dos Estados Unidos? É esse o nosso sonho civilizatório?

FOLHA - Sua contribuição deve ser mais em política macroeconômica?
GIANNETTI - Sim, mas não só. Na construção de um projeto de país que não submete tudo às decisões econômicas. Aumentar o PIB de qualquer maneira não seria a ambição desesperada de todas as nações.

FOLHA - Em setores próximos de Marina, sua presença na pré-campanha foi rotulada como neoliberal e não muito bem vista.
GIANNETTI - Não sei em que essa rotulagem contribui para o debate. Como pessoa que passou boa parte da vida estudando escolas de pensamento, sei da dificuldade de carimbar posições. Exemplo: uma ideia tão cara ao PT quanto renda cidadã é de um economista tachado de neoliberal, Milton Friedman. As pessoas usam esses rótulos achando que estão dizendo alguma coisa, quando nem sabem o que estão dizendo.
FOLHA - Elas querem dizer tucano.
GIANNETTI - Tucano seria social-democrata. Se quiserem discutir bandeiras ideológicas, vamos lá. Tem neoliberalismo austríaco, de Chicago, de Virgínia, tem o liberalismo clássico. Eu me identifico muito mais com os liberais clássicos, Adam Smith, John Stuart Mill, Alfred Marshall -que, aliás, foi quem trouxe o capital humano para a reflexão em economia.


FOLHA - Como o sr. enxerga o PAC e o pré-sal? O que precisaria mudar da perspectiva de uma candidatura com propostas ambientais? GIANNETTI - Gostaria de ver o mesmo empenho que o governo Lula deu ao PAC dado ao capital humano. Embora o Brasil tenha problemas sérios de capital físico e infraestrutura, o grande desafio secular sempre foi a sua incapacidade de formar capital humano. O Brasil nunca vai se tornar um país civilizado ou desenvolvido porque descobriu petróleo ou fez uma nova usina hidrelétrica. Esse fetiche do capital físico é uma herança do processo de desenvolvimento brasileiro.


FOLHA - E o pré-sal?
GIANNETTI - Tenho muitas dúvidas técnicas sobre o pré-sal, sobre custo de produção, o preço do barril quando o pré-sal se materializar. É economia suja. O Brasil está querendo dar um passo maior que a pernas. Quer aumentar o investimento, o gasto das famílias e o gasto corrente do governo -tudo ao mesmo tempo. A conta não fecha. Se insistir, dois tipos de desequilíbrio começam a aparecer: pressão inflacionária e desequilíbrio nas contas externas. Se não quiser permitir que aflorem, vai ter de aumentar o juro, tirar o barril de chope quando a festa começa a ficar animada.


FOLHA - Qual seria a alternativa?
GIANNETTI - Vamos ter de enxugar o gasto do governo. E provavelmente pensar mais em crédito para formação de capital do que em crédito para o consumo das famílias. Vamos ter de aceitar algum sacrifício agora para melhorar o futuro.


FOLHA - É provável que o debate eleitoral volte a opor estatismo e privatização. Haverá espaço para questões socioambientais?
GIANNETTI - Esse debate tem de ser feito de maneira mais inteligente. O Brasil precisa de um Estado forte, mas enxuto. O que nós temos hoje, para usar expressão do Sérgio Abranches, é um Leviatã anêmico. O Estado brasileiro faz muitas coisas que não deveria e deixa de fazer coisas que deveria.


FOLHA - O que está errado?
GIANNETTI - O papel que o BNDES está assumindo é muito preocupante. Lula descobriu em seu segundo mandato uma mágica perigosíssima: transferir recursos de dívida pública para concessão de empréstimos sem que isso entre no cálculo de superavit primário. E escolhendo por critérios nem sempre transparentes os parceiros que vão receber benesses desse crédito subsidiado.

Pará - Hoje a onça vai beber água

Paysandu e os "reminhos" fazem hoje o primeiro clássico.


Fávaro já salvou o Paysandu inúmeras vezes no ano de 2010















Ainda temos Hino, falta jogar, bem!!!
 

sábado, 13 de março de 2010

PARÁ - UFPA PROMOVE WORKSHOP SOBRE AÇAÍ

Sem dúvida, uma das frutas mais tradicionais e importantes da nossa região é o açaí. Mas, nos últimos anos, a sua qualidade vem sendo questionada, principalmente, após a polêmica associação da fruta com a contaminação do protozoário Trypanosoma Cruzi, agente etiológico da doença de Chagas. Colocar em pauta essa temática e os avanços dos estudos sobre o açaí, para a comunidade acadêmica, é o objetivo do workshop “Açaí: aspectos tecnológicos e de contaminações", que acontecerá nesta quinta-feira (dia 18).

Promovido pelo curso de Especialização de Qualidade e Segurança em Alimentos, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da UFPA (FEA), o workshop contará com a participação do pesquisador Marcus Vasconcelos, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA-Amazônia Oriental), que discutirá o aproveitamento industrial do açaí; com a pesquisadora Vera da Costa Valente, do Instituto Evandro Chagas, que discutirá sobre a doença de Chagas em açaí; além de pesquisadores da própria UFPA.

Um deles é o professor Jesus Souza, que pesquisa a caracterização das antocianinas (pigmentos responsáveis pela cor da fruta), cujos compostos encontrados pela dissertação de mestrado do docente desmistificam o fato de muitas pessoas acharem que a coloração do açaí provinha de sua riqueza em ferro. Quando indagado sobre a associação entre a doença de Chagas e o açaí, o professor afirma que “o medo é necessário, pois sabemos as condições de produção da bebida vinda da fruta. Mas muitos estudos ainda devem ser feitos para esclarecer a questão do barbeiro e o consumo de açaí”.


O workshop é destinado aos discentes e pesquisadores da Engenharia de Alimentos, Nutrição, Química Industrial, Engenharia Química, Tecnologia Agroindustrial, Farmácia, Agronomia e de outros cursos que tenham interesse em adquirir conhecimentos acerca do açaí. Os participantes receberão certificado ao final do evento.

Workshop "Açaí: aspectos tecnológicos e de contaminações"

Realização: 18/03/2010, das 15h às 19h, no Campus V da UEPA (Tv. Enéas Pinheiro).

Inscrições: na Secretaria do Laboratório de Engenharia Química.

Mais informações: 3201.7295/7291, 8190.4496 ou 8209.4270

Texto: Igor de Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA

Música - Operado de urgência Joan Manuel Serrat

Joan Manuel Serrat Músico e cantor de Barcelona, que interpreta Miguel Hernandez, um poeta espanhol assassinado durante a ditadura de Francisco Franco em Espanha.

Foi internado, após visita de rotina ao médico, e operado do pulmão, para retirada de um tumor.

Se recupera da cirugia e neste mês de março deverá iniciar uma turné apresentaqndo seu novo cd sobre a vida do poeta espanhol Miguel Hernandez Ouça as músicas onde Joan Manuel Serrat interpreta a poesia de Miguel Hernandez.
 

sexta-feira, 12 de março de 2010

Meio Ambiente - Mecanismo de proteção de florestas terá US$ 3,5 bilhões

Representantes de países com florestas tropicais e representantes de países com dinheiro se reuniram nesta quinta-feira (11) em Paris para tentar criar um mecanismo de redução de emissões por desmatamento que possa começar já neste ano.

O chamado Irpa (Arranjo de Parceria Interino para Redd) visa capacitar países tropicais a monitorar suas florestas e a gerenciar os recursos doados pelos países ricos para redução de desmate e conservação. O mecanismo começará com US$ 3,5 bilhões, doados por EUA, Noruega, Japão, Austrália, França e Reino Unido.


Segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), que representará o Brasil no encontro, a ideia é que o Redd (nome dado a ações de redução de emissões por desmate) possa começar a funcionar mesmo na ausência de um acordo internacional de proteção ao clima. "Fazer as coisas andarem antes de um acordo pode ajudar a derrubar o ceticismo que sobreveio à frustração generalizada com Copenhague", afirmou Minc à Folha.


O Redd era um dos capítulos mais adiantados da negociação internacional antes do fracasso da cúpula na Dinamarca. Já era consenso, por exemplo, que o Redd terá três fases. Na primeira, países que ainda não têm metodologias nacionais de monitoramento adotarão uma --o Brasil possui uma das mais avançadas do mundo.

Na segunda, serão feitos projetos em pequena escala e financiados por verba de doação. Só numa terceira fase, a ser implementada depois de assinado novo acordo do clima, é que países ricos poderiam usar ações de Redd como "créditos" a serem abatidos de suas metas de redução de CO2.


Segundo Suzana Kahn Ribeiro, secretária nacional de Mudança Climática, o Brasil deve ajudar a capacitar outros países, transferindo de graça a tecnologia de monitoramento desenvolvida pelo Inpe. "O monitoramento será relevante de qualquer forma", diz Thelma Krug, do Inpe, principal negociadora do Brasil em Redd. Segundo ela, independentemente de um acordo internacional, devem ser firmados acordos bilaterais e constituídos fundos na área.


Leia matéria completa Aqui

Economia - CDES debate condições para novo ciclo de desenvolvimento

Em 2004, os integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social (CDES) começaram a debater a importância de construção de uma Agenda Nacional de Desenvolvimento para o Brasil. Esse debate consumiu mais de um ano de trabalho, envolvendo todos os membros e foi aprovada pelo pleno do CDES em agosto de 2005. A partir de março de 2008, as reflexões do CDES sobre a questão do desenvolvimento se inseriram no contexto da nova arquitetura mundial e a necessidade de uma revisão da Agenda surgiu. Encontro realizado em São Paulo atualizou esse debate.

Clarissa Pont

Membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), principal órgão consultivo da Presidência da República, discutiram quarta-feira (10), em São Paulo, propostas que sustentem um novo padrão de desenvolvimento brasileiro e as estratégias que devem ser adotadas pelo Estado para tal.


É consenso entre os conselheiros que o Brasil hoje é diferente do país que foi analisado no momento da construção da Agenda Nacional de Desenvolvimento, em 2004, e que uma nova proposta deve ser gestada. Agora, as conclusões estabelecidas no encontro serão apresentadas ao Presidente Lula durante a 33ª Reunião Plenária do CDES, em abril.

Segundo o clima do encontro na sede da Fecomércio, em São Paulo, as proposições sobre o padrão de desenvolvimento em curso apontam para a busca de um maior dinamismo da economia brasileira, associado com uma melhor distribuição de renda e riqueza, redução da pobreza, ampliação do mercado interno e sustentabilidade ambiental. Ou seja, a construção de um novo padrão de produção, consumo e distribuição sobre o qual o Conselhão vem se debruçando a partir do acúmulo de experiências de diálogo ente os diferentes atores sociais que o compõem.

A oficina sobre Desenvolvimento, com a presença dos economistas Ricardo Bielshowski e João Carlos Ferraz serviu como base para as avaliações do Conselho. O economista da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) Ricardo Bielschowsky, destacou que o Brasil apresenta um bom cenário econômico, mas carece de um pacto social que gere um novo ciclo de desenvolvimento. “Entre 1930 e 1980, aconteceu no país a formação de um grande suporte estatal e desenvolvimento da economia via uma industrialização dirigida ao mercado interno. Depois, o país viveu períodos de instabilidade macroeconômica e, até 2003, um baixo crescimento. Agora, é hora de discutir um novo padrão”, disse. Segundo Bielschowsky o Brasil tem fôlego para uma perspectiva de desenvolvimento promissora a longo prazo, se enfrentar “a baixa propensão a investir e a histórica insuficiência de mecanismos de transmissão de produtividade ao rendimento das famílias. Isso é uma dívida de 500 anos que não se resolve da noite para o dia”.

Leia matéria completa em Carta Maior Aqui

Pará - Belém - Comissão do Banco Mundial visita Hospital Barros Barreto da UFPA

O Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB) recebeu, nos dias 10 e 11 de março, a visita de representantes do Banco Mundial, instituição financeira que está negociando com o Ministério da Educação (MEC) a liberação de cerca de 420 milhões de dólares para financiar ações emergenciais do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf). O objetivo foi conhecer de perto as reais necessidades do Barros Barreto, para que a instituição possa ser beneficiada com investimentos, principalmente, nas áreas de estrutura física e tecnológica.

O Banco Mundial estava representado pelo economista André Médici, pelo especialista ambiental Gunars Platais, pela antropóloga Ximena Traa e pela médica Joana Godinho, que avaliaram os aspectos sociais e ambientais envolvidos na reestruturação do HUJBB. Eles estavam acompanhados pelo coordenador geral de Hospitais Universitários do MEC, Celso Araújo, e pela coordenadora de Planejamento e Gestão da Secretaria de Educação Superior do MEC e gerente do Programa Rehuf, Valéria Grilanda.

Os representantes conheceram, também, como é a inserção da instituição no Sistema Único de Saúde (SUS). O diretor do HUJBB, Eduardo Leitão, contou a história do Barros Barreto e falou da sua missão e importância para a população da região amazônica como hospital geral de média e alta complexidade, referência em doenças infecciosas e pulmonares. Segundo Leitão, o HUJBB precisa de uma revitalização geral, uma vez que a instituição, em termos de área física, não acompanhou o crescimento da demanda por serviços.

Para a gestão atual, as principais demandas nas áreas estrutural e tecnológica são: a construção de um Complexo Ambulatorial, pois atualmente o Ambulatório funciona dentro do Hospital; construção de uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI) e de uma Unidade Intermediária; ampliação do Centro de Terapia Intensivo (CTI) e do Centro Cirúrgico; construção de uma nova estação de tratamento de água e de esgoto; aquisição de um novo tomógrafo, de um aparelho de Ressonância Magnética e Raios-X Digital. Outra demanda importante é colocar para funcionar a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), que vai oferecer todos os tipos de tratamento ao paciente com câncer e contribuir para aliviar, em parte, a demanda do Hospital Ofir Loyola (HOL).

Lei a reportagem completa no site da Universidade Federal do Pará

Energia - Governo tentará derrubar no Senado mudança na distribuição de royalties do pré-sal

Cuidado com a "maldição dos recursos naturais", também conhecida na teoria econômica com o nome de "Dutch disease". O Brasil não é exportador de petróleo, e, por isso, essa maldição ou essa doença não tem aqui a gravidade com que se apresenta em países como a Venezuela ou a Arábia Saudita. Mas, como possui recursos naturais abundantes, que possibilitam a produção agrícola e agroindústria a custos muito baixos, o problema da maldição dos recursos naturais não pode ser subestimado.

Por isso, da Forma em como sejam distribuídos os royalties do petróleo dependerá muito o fururo econômico e o desenvolvimento do País.

Os royalties da camada do pré-sal são, na realidade, uma verdadeira "repartição de benefícios" e sob essa ótica é que devem ser entendidos.

A pervercidade da discussão é que no caso da biodiversidade, esses recursos são apenas uma potencialidade e no petróleo, uma realidade.

Da mesma forma em que recentemente se gerou uma polêmica sobre repartição de benefícios da biodiversidade, hoje vemos a discussão sobre a "repartição dos benefícios" dos royalties do petróleo.

a discussão sobre a biodiversidade passou mais de 4 anos sem uma clara conclusão e o debate sobre os benefícios dos recursos do Pré-Sal já serão matados no peito pelo Presidente Lula.

Veja matéria completa sobre os Royalties do Pre-sal.

O governo vai trabalhar para derrubar no Senado a chamada emenda Ibsen Pinheiro, aprovada na quarta-feira (10) pela Câmara dos Deputados. A emenda divide igualmente os royalties obtidos com a exploração do pré-sal entre os municípios e os estados, com base nos fundos de participação. Na prática, a emenda fará com que os estados produtores de petróleo passem a receber menos. O governo alega que o novo texto altera contratos que já estão em vigor e defende o critério anterior, em que os produtores recebem um percentual a mais por conta da exploração. “Não é possível alterar contratos. Contrato é para ser cumprido. O petróleo já está sendo explorado. Mudar a regra com o jogo em andamento não é possível”, disse o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP). “Isso vai cair no Supremo. Ou então, o presidente Lula vai vetar”, reafirmou. Um dos autores da emenda, o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) garantiu que, se o texto for vetado, os parlamentares se mobilizarão para derrubar o veto. Segundo ele, o critério social na distribuição dos royalties é mais justo. “Uma coisa é o minério produzido no estado, outra é o minério produzido no mar. É um bem da União, de todos os brasileiros e não apenas de uma parcela”, disse. Marcelo Castro ainda argumentou que a emenda não fere contratos em andamento. “Não existe contrato entre a União, estados e municípios. Existe contrato entre a União e a empresa. Depois que a União recebe os royalties e participações especiais, divide de uma maneira. E agora vai dividir de outra maneira, que entendemos ser a mais justa: igualmente para todos os municípios”, defendeu. A emenda Ibsen foi o último ponto do pré-sal em tramitação na Câmara. Agora, o grupo de projetos segue para apreciação no Senado antes de retornar para a Câmara. O governo espera que a proximidade das eleições não atrapalhe as discussões no Congresso. “Estamos em ano eleitoral, o que motiva discussões apaixonadas e não com base na lei”, afirmou Vaccarezza. (Fonte: Agência Brasil).

terça-feira, 9 de março de 2010

Pará - Política, política - PMDB não aceita acordo com PT no Pará - do Blog do Val-André Mutran


Alianças dos desconfiados  

Por Denise Rothenburg - Flávia Foreque, para o Correio Braziliense 

 ELEIÇÕES

Lula tenta diminuir as chances de traição nos palanques estaduais de apoio a Dilma, mas aliados aumentam o tom das ameaças

Lula com Jader Barbalho: mais fácil seria um torcedor do Remo passar a torcer pelo Payssandu do que o PMDB apoiar a candidata petista no Pará

A desconfiança que se instala entre PT, PMDB e PSB em alguns estados começa a provocar abalos no castelo de partidos que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende arregimentar para a campanha da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República. No Pará, por exemplo, onde a governadora Ana Júlia Carepa (PT) é candidata à reeleição, o ex-deputado José Priante (PMDB-PA) resume assim a relação entre os dois partidos: “É mais fácil um remista passar a torcer para o Payssandu, ou vice-versa, do que o PMDB apoiar a Ana Júlia”, afirma.

A declaração do peemedebista vem carregada pela pura desconfiança que cresce cada vez mais entre os dois partidos. Ana Júlia foi candidata porque, em 2006, o deputado Jader Barbalho foi ao presidente Lula e disse que o pré-candidato do PT, Mário Cardozo, não venceria o PSDB. Lula e Barbalho combinaram então que Jader teria um candidato a governador, o PT lançaria Ana Júlia e, no segundo turno, eles estariam juntos. Ao longo do governo de Ana Júlia, a relação com o PMDB se deteriorou.

Há dois meses, Ana Júlia ofereceu a Jader uma das vagas ao Senado. Ocorre que Jader, depois de uma série de consultas ao PT, descobriu que os petistas planejam votar apenas no seu candidato — o deputado Paulo Rocha, aquele que terminou fora do Congresso em 2006 por conta do escândalo do mensalão — e, por causa dos antigos escândalos da Sudam, desidratar o candidato do PMDB.

A desconfiança levou o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a chamar Paulo Rocha e Priante para uma conversa em seu gabinete. Até o momento, o acordo não saiu e a perspectiva é a de que não sairá por conta da desconfiança.

No Maranhão, a situação não é diferente. PT e PMDB simplesmente não confiam um no outro. Lá, o PT decide no dia 27 deste mês se ficará com o aliado histórico, o PCdoB — que tem como candidato a governador o deputado Flávio Dino — ou apoiará a reeleição de Roseana Sarney (PMDB). A disputa será dura e, na hipótese de ficar com Dino, isso pode refletir na campanha presidencial, uma vez que Roseana estendeu o tapete vermelho para Dilma e fechou as portas para Marina Silva, do PV de Sarney Filho, irmão da governadora. Feito isso, agora o PMDB aguarda reciprocidade do PT local. Desconfia que não terá.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Meio Ambiente - Biocombustíveis: meta da UE pode levar 100 milhões de pessoas a passar fome

 Mais de 100 milhões de pessoas poderão passar fome se a UE cumprir a meta fixada para os biocombustíveis, alerta a agência ActionAid.

Mais de 100 milhões de pessoas poderão passar fome se os 27 Estados-membros da UE cumprirem as metas estabelecidas pela legislação europeia para os biocombustíveis, conclui um relatório da agência internacional anti-pobreza ActionAid.

Os 27 comprometeram-se a obter 10% dos combustíveis consumidos no sector dos transportes a partir de fontes renováveis até 2020, o que implica quadruplicar o consumo actual, segundo a ActionAid. E 2/3 deste aumento do consumo será assegurado através de importações, com origem maioritária nos países em desenvolvimento. A substituição de culturas alimentares por culturas destinadas ao fabrico de biocombustíveis vai provocar um aumento nos preços dos alimentos nesses países.

De acordo com a ActionAid, cada vez que os preços aumentarem 1% mais 16 milhões de pobres começarão a passar fome. Biocombustíveis não reduzem emissões de CO2 Por outro lado, a organização fez as contas e concluiu que "a maioria dos biocombustíveis industriais não reduzem as emissões de gases com efeito de estufa quando comparados com os combustíveis que substituem".

E para a União Europeia alcançar a quota de 10% "a área total de terras necessárias para o crescimento de biocombustíveis industriais nos países pobres poderia atingir os 175 mil quilómetros quadrados, isto é, metade da área da Itália". A maioria dos biocombustíveis industriais vendidos no mercado mundial é fabricada a partir do milho, trigo, cana-de-açúcar e óleos vegetais, como os óleos de palma, soja e colza. Impacto negativo nos países pobres A ActionAid salienta que o impacto local da sua introdução nos países em desenvolvimento é grande, porque gera a deslocação de populações, a escassez e subida de preço dos alimentos, falsas expectativas de criação de empregos e a desflorestação.

Leia a reportagem completa no Expresso Aqui

domingo, 7 de março de 2010

Pará, Belém - Dia Internacional da Mulher - Elas discutem seu papel no desenvolvimento da Amazônia

Nesta segunda-feira (8), segue a programação em alusão ao Dia Internacional da Mulher da Estação das Docas. As atrações estão inclusas nas comemorações pelos dez anos do complexo turístico e são realizadas pelo governo do Pará. Neste dia, a partir das 12h30, Juliana Sinimbú encanta o almoço da Estação, no palco deslizante do Boulevard da Gastronomia (Galpão 2).

Ela fará homenagem às mulheres presentes com seu repertório repleto de MPB e pop. "Planejamos uma programação cultural ampla que já está ocorrendo desde sexta-feira, mas nem só de festa é a homenagem às mulheres. Nós queremos discutir como a mulher está inserida no cenário de desenvolvimento da Amazônia", destaca a diretora administrativa da Organização Social Pará 2000, Rose Aranha.

Ela refere-se ao debate "O papel da mulher no desenvolvimento da Amazônia", que será promovido às 16 horas, no Teatro Maria Sylvia Nunes. Na ocasião, mulheres de destaque nas suas áreas específicas de atuação vão discutir que contribuições o gênero feminino pode dar à sociedade na região.

"É um momento importante, em que, mais que valorizar a mulher, queremos estimular uma reflexão sobre como estamos lidando com as nossas diferentes responsabilidades no dia-a-dia. Cada vez mais, queremos ter voz, para que possamos ter ações que enfrentem as desigualdades que ainda hoje sofremos", afirma Rose Aranha.

O debate contará com a participação da presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Regina Célia Vilanova, da empresária Tiana Menezes, da advogada e representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ana Maria Stilianidi, da jornalista Alda Dantas e da médica Sandra Picanço. Elas falarão, a partir de suas experiências pessoais, que avanços e desafios a mulher ainda tem na participação política, no desenvolvimento de uma economia sustentável e na garantia dos direitos humanos.

Após a discussão, às 19 horas, o Arraial do Pavulagem finaliza as homenagens às paraenses com um arrastão na orla da Estação. No mesmo dia, a partir das 18 horas, o restaurante Marujo's homenageia as mulheres com um drink especial. Cada mulher que se sentar a mesa para consumir no local ganhará o "Beijo de Mulher", bebida feita com suco de pêssego, licor de morango e espumante.

Programação

* Juliana Sinimbú no Palco Deslizante Dia: 08/03 Horário: 12h30 Local: Boulevard 2 da Estação das Docas Entrada franca

* Debate "O papel da mulher no desenvolvimento da Amazônia" Dia: 08/03 Horário:16 horas Local: Teatro Maria Sylvia Nunes Entrada franca

* Arrastão do Arraial em homenagem às mulheres Dia: 08/03 Horário:19 horas Local: Orla da Estação - Saindo da frente do Boulevard 3 até o terminal fluvial. Entrada franca.

Belém, Pará - UFPA e a gestão do Reitor Maneschy - deu no Bilhetim

Barreiros e o confronto radical com Maneschy

Os funcionários do Instituto de Tecnologia da UFPA (ITEC) devem ser instrumento do Diretor contra o Reitor da UFPA, Carlos Maneschy.

Será que os funcionários do ITEC aceitarão o papel de ser, sem saber, instrumento da guerrinha particular de Barreiros contra Maneschy?
Barreiros já está há seis anos à frente do ITEC.

Não creio que os servidores do ITEC, que deram 80% de seus votos para a eleição de Maneschy, aceitem este papel de serem massa de manobra.
Por que falo em massa de manobra?

Porque o Diretor se veste de "cordeiro" na disputa e esconde os motivos reais da luta de fundo...que poderá levar o ITEC ao mais profundo isolamento institucional.
Postado por Edir Veiga às 10:59 0 comentários Links para esta postagem sábado, 6 de março de 2010

ITEC: Terrorismo eleitoral

A turma do candidato à reeleição, prof. Barreiros construiu uma central de fofocas que visa afastar os Técnicos da chapa da prof. Emília. Imaginem que estão espalhando que a prof. Emília colocaria relógio de ponto para controlar os servidores, caso venha a ser eleita.

Outro boato dá conta de que Emília traria de volta ao Instituto uma funcionária detestada pelos técnicos. Caramba, Barreiros quer ficar 10 anos à frente no ITEC, já está há seis anos. Por que será que Barreiros quer tanto ficar no ITEC e não abrir espaço para mais ninguém?
Postado por Edir Veiga às 10:25 0 comentários Links para esta postagem

Terremotos politizados - por Luis fernando Veríssimo no Blog do Noblat



Apesar de que no Chile ficou em evidência mais uma vez como é perverso o mercado quando se trata da construção habitacional e da infra-estrutura. No Chile, onde predomina o mercado nesse segmento, o terremoto revelou sua fragilidade e sua face mais horrível. Foram centenas de casas e edifícios, construídos por modernas empresas, os que sofreram as piores conseqüências dos sismos no Chile.

Veja aqui uma crônica do Escritor Luis Fernando Veríssimo sobre o tema.

Pode-se politizar terremotos? Pode-se tentar. O "Wall Street Journal" creditou a solidez dos novos prédios de Santiago que resistiram aos tremores à prosperidade trazida ao Chile pela economia de mercado de acordo com a receita da Universidade de Chicago.

Milton Friedman, do seu túmulo, teria salvo centenas de chilenos da morte nos escombros. Assim como nunca reconheceu a contribuição da brutal repressão do Pinochet para o sucesso do modelo liberal no Chile — um sucesso relativo, pois a principal produção do país, o cobre, continuou sendo monopólio do Estado —, o "Wall Street Journal" preferiu ignorar a outra realidade mostrada pelos terremotos, a de multidões de despossuídos saqueando e vandalizando lojas.

A desigualdade social persiste no Chile como persistiu em outros países da América Latina que adotaram o receituário de Chicago, e os chilenos viram-se desprotegidos como haitianos. Quem quisesse politizar os terremotos em outro sentido poderia dizer que eles serviram não para validar um modelo mas para derrubar uma mentira. Mas como fica difícil atribuir ideologias a placas tectônicas talvez seja melhor pensar em terremos apenas como metáforas.

Quando não se pode confiar nem na firmeza do chão que se pisa está-se perto da máxima metáfora possível para insegurança. O terremoto é a maneira que a Natureza tem de desdenhar das nossas certezas e nos lembrar da nossa insignificância. E da Terra nos dizer que ainda não está pronta, mas num processo de construção e autoajuste que mal entendemos e sobre o qual não temos nenhum controle. Dizem que não corremos riscos de grandes terremotos no Brasil, apesar dos piores presságios do Lula para o caso de uma vitória do PSDB, mas é fácil imaginar o pavor dos outros. Se um dia você se encontrar em meio a um terremoto, console-se com este pensamento: é a Terra falando com você na única linguagem que conhece. É uma metáfora, mas procure um lugar seguro.

 Blog do Noblat no Jornal O Globo

sexta-feira, 5 de março de 2010

PARÁ - É casamento ou briga

 Pode ser verdade ou mentira, mas é simples: Si vierem os 366 milhões de reais da Assembléia, tem casamento, se não, é briga, claro só no Pará. É o que falam os entendidos.

Pará - Política - Novo titular da Casa Civil tenta obter apoio para aprovar empréstimo



Everaldo Martins Filho fez sua primeira visita à Assembleia Legislativa como chefe da Casa Civil do Estado - cargo que assumiu na última segunda-feira, ao ocupar o lugar deixado por Cláudio Puty. Na manhã de ontem, Everaldo, que estava acompanhado do consultor geral do Estado, Carlos Botelho, se reuniu com o presidente da Casa, Domingos Juvenil (PMDB) e, em seguida, com o líder do governo, deputado estadual Airton Faleiro (PT).

O objetivo da visita foi estabelecer o diálogo com a Casa, suavizando as negociações em torno da aprovação de projetos do Executivo, em especial do empréstimo de R$ 366 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - matéria que, atualmente, está no topo da lista de prioridades do governo.

Mas o encontro deve ajudar, também, a derrubar a má impressão deixada por Puty, acusado pelos deputados de não dar a atenção que o poder Legislativo merece, ao deixar de receber os parlamentares. De acordo com o novo chefe da Casa Civil, neste momento o governo se empenha para convencer os partidos a aprovarem o pedido de financiamento.


"Nós precisamos esclarecer com os parlamentares sobre os municípios que serão beneficiados e os órgão que vão operar estes recursos para que assim os benefícios que nós não tivemos ano passado, por causa da crise, possam ser feitos o quanto antes", argumenta.



Everaldo acredita, no entanto, que o mais importante é falar com as direções partidárias, principalmente o PMDB - que tem dificultado a vida da governadora Ana Júlia Carepa na Assembleia, posicionando-se contra a aprovação de projetos de interesses do Executivo. Paralelamente a isso, o líder do governo, Airton Faleiro, e o titular da Secretaria de Estado de Governo (Segov), Edilson Rodrigues, iniciaram as conversas com as bancadas. "Queremos conversar sobre a aplicação dos recursos, inclusive, pegando sugestões dos parlamentares", explicou Faleiro. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Domingos Juvenil, afirmou que Everaldo causou uma "boa impressão".


Pará - Nova proteção a pedófilo

Contando com a proteção de artimanhas o ex-deputado Luis Afonso Sefer, continua Caso Sefer: Interrogatório é adiado mais uma vez Foi adiado mais uma vez o interrogatório do ex-deputado Luis Afonso Sefer, acusado de estupro contra uma menina de 9 anos, na época do crime, que seria realizado na manhã desta sexta-feira (5).

O motivo foi o pedido da defesa para que o depoimento da vítima fosse realizado por vídeo conferência. Defesa e Promotoria concordaram que o depoimento da jovem por carta precatória não foi suficiente. A jovem não está mais em Belém, pois integra um programa de proteção à vítimas de violência. O pedido foi feito pela defesa antes mesmo da realização da sessão de qualificação e interrogatório de Sefer e hoje a juiza acatou a solicitação, em virtude não ter havido tempo hábil para reunir os recursos necessários para a realização do depoimento dela.

A juiza Graça Alfaia, da Vara de Crimes Contra Criança e Adolescente, determinou então o dia 7 de abril para o depoimento da vítima. Com isso o interrogatório de Sefer foi adiado para o dia 8 de abril. Além dele, devem ser ouvidas duas testemunhas, sendo uma de defesa e uma da promotoria, que tiveram sua inclusão solicitada também na audiência de hoje.

Caso - Luís Sefer é acusado de ter abusado sexualmente uma menina de 9 anos, durante três anos, período em que a vítima morou na casa dele. Pela acusação, ele foi alvo de investigação nas Comissões Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, do Senado e da Assembleia Legislativa do Pará. Desligado do partido que pertencia, o DEM, foi indiciado pelo crime, sendo preso no Rio de Janeiro no dia 26 de maio de 2009. Em 22 de junho do mesmo ano, o ex-deputado conseguiu habeas corpus, foi libertado e hoje responde o processo em liberdade. O Liberal

quinta-feira, 4 de março de 2010

Economia - O problema dos juros no Brasil. A política monetária a MÃE de todas as políticas


04/03/2010

Juro real no país é o mais alto do mundo

 A grande vilá daalta política de juros no Brasil é, sem dúvida a subordinação da política fiscal à política monetária no Brasil. Veja um pequeno mapa sobre indicadores de juros no Brasil e outros países.


Às vésperas do início de mais um ciclo de alta do juro básico pelo Banco Central - o quarto do governo Lula -, a taxa real brasileira voltou a ser a maior do mundo. A taxa projetada para 12 meses está em 6% e, de acordo com ranking da consultoria UP Trend, ela supera a da Indonésia, de 3,6%, e da China, de 3,3%. As indicações são de que o BC pode elevar aos poucos a Selic, dos atuais 8,75% para 11,25% até o fim do ano. Isso dá um juro real de 6,46% - ainda alto, mas bem distante das taxas históricas, como a média de 10% praticada entre 1999 e 2007.

Juro real sobe no 4º aperto de Lula 
Luiz Sérgio Guimarães, de São Paulo
04/03/2010
Já não se fazem mais apertos monetários como antigamente. Às vésperas do início de mais um ciclo de alta do juro básico pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central - o quarto do governo Lula -, a taxa real projetada para 12 meses está em 6%. Mesmo antes da elevação da Selic, congelada em 8,75% desde julho do ano passado, já é o maior juro real do mundo. De acordo com ranking da consultoria UP Trend, está à frente dos pagos pela Indonésia, de 3,6%, e pela China, de 3,3%. Mesmo assim, de acordo com estudos de bancos e consultorias, ainda é insuficiente para debelar as pressões inflacionárias. 

Para estas instituições, o juro real de equilíbrio (o que consegue emparelhar a velocidade de crescimento da economia com o seu potencial não-inflacionário de expansão) deve ser de 7% a 8%. Não chegará lá. As indicações são de que o BC pode elevar gradualmente a Selic dos atuais 8,75% para 11,25% até o fim do ano. Comparativamente à meta de inflação de 4,5%, isso dá um juro real de 6,46%. Trata-se de taxa que faz ter saudade do recorde de baixa do juro real, os 4,62% do dia 17 de julho de 2009. Mas está bem distante das taxas "históricas". No quadriênio de 95 a 98, a Selic real média foi de 22%. E entre 99 e 2007, de 10%.
O mercado não tem certeza se o início da série de altas da Selic ocorrerá agora em março - o próximo Copom está marcado para o dia 17 - ou só em abril. Mas este quarto e último aperto do governo Lula pode até ser menor que os dois anteriores. O primeiro foi o menos intenso, de apenas um ponto, com a Selic subindo de 25,5% para 26,5%. Foi desfechado logo no começo da era Lula para sufocar resquício de desconfiança externa. O segundo, entre 2004 e 2005, já foi de 3,75 pontos, com a taxa avançando de 16% para 19,75%. E o terceiro, em 2008, com a Selic subindo de 11,25% para 13,75%, somou 2,5 pontos. Note-se que nominalmente a Selic sempre está mais baixa no início de cada novo ciclo de aperto. O de 2010 pode ser também de 2,5 pontos se a Selic chegar a 11,25%. Há um consenso no mercado de que poderia ser bem menos. Embora o Brasil exiba hoje notável capacidade de crescimento autossustentável, ainda não conseguiu acabar com todas as heranças inflacionárias. 

Após a consolidação da estabilidade de preços e o abandono da âncora cambial, esperava-se que a Selic pudesse ser reduzida de forma a aproximar-se das taxas praticadas no resto do mundo. "Isso não aconteceu, a despeito da expressiva inflexão da política fiscal, com o cumprimento de metas de superávit primário de cerca de 4% do PIB, verificada a partir de 1999", diz o economista André Modenesi, pesquisador do Ipea. No seu entender, a política monetária brasileira ainda constitui uma "anormalidade". Apesar de o país praticar uma taxa de juros superior àquelas empregadas por seus pares latino-americanos, a inflação no Brasil tem permanecido em patamares relativamente elevados.
O debate sobre as causas da manutenção dos juros em patamares elevados é inesgotável. 

E irreconciliável, dependendo da corrente de pensamento que discuta o tema. Modenesi, economista da ala desenvolvimentista, levanta cinco explicações para a ocorrência desse fenômeno: 1) a reduzida eficácia da política monetária (há graves problemas no mecanismo de transmissão da política monetária); 2) a convenção a favor do conservadorismo na política monetária; 3) a chamada hipótese Bresser-Nakano; 4) a fragilidade das contas públicas inibe o pagamento de juros baixos pois os títulos federais não teriam demanda; e 5) a incerteza jurisdicional decorrente da existência de um viés anticredor.

Pará - Quanto ganha um deputado? e um professor e um médico?



QUANTO GANHA UM DEPUTADO. Eo que ele faz?. Para ocupar um cargo na Assembléia Legislativa não precisa saber ler corretamente, sem deve assinar e ter alguma habilidade para se expressar, também, não precisa ser um grande orador, se assim for, não será por acaso, sua capacidade estará sustentada em estudos e muita leitura. Quantos projetos de leis elaboram os deputados na Assembléia legislativa? Nem sei, mas não devem ser muitos e a maioria não representam contribuições expressivas ao desenvolvimento do Estado ou do seu distrito.

Confira: é nome de praça pública, homenagem a políticos, a alguma personalidade, supostamente, conhecida, nome de rua. Projetos salariais para suas bases eleitorais, que nunca, são aprovados, alguma outra vantagem, que em nada muda a qualidade de vida da população.

Na realidade, a maioria dos projetos de lei são originados no poder executivo, o legislativo é inexpressivo e está ao serviço do governo de turno. O executivo é quem tem a caneta e a força para transformar projetos de lei em realidades.

Veja o salário dos nossos deputadosparaenses: 

Salário – R$ 12 mil.
Verba de Gabinete para gastos com transporte, alimentação, consultoria, entre outros - R$ 15 mil.
Auxílio moradia - R$ 1,8 mil
Auxílio Transporte - R$ 4,7 mil.
Contratação de assessores - R$ 45 mil.


Fonte: Diário do Pará

Para concluir a conversa. Quanto ganha um professor que conta com graduação, mestrado e doutorado? Com realização de trabalhos em pesquisas aulas, publicações em livros, revistas e, sobre todo aulas. R$ 8,0 mil, se for da mais alta titulação dentro da universidade (salário aproximado).

Pará - Aniversários dos candidatos

Recentemente o Professor Cardoso, assim chamado pelos amigos e colaboradores, celebrou mais um aniversário, parabens, por um ano mais de vida e muita saúde ao Professor. Todo mundo gosta de celebrar, e com festa, eu também. Entretanto, um detalhe que percebi nesse aniverssário a exagerada referência ao vinho, cerveja, comida, churrascos, e a quantidade de eventos em torno do aniversários do referido professor. Preste atenção só " A partir daí foi uma longa jornada de comemorações que envolveu minha família no Mosqueiro, com a militância guerreira da última campanha para a prefeitura de Belém que aconteceu no BOLERO, em seguida, a chamada festança na Estação das Docas (na qual estamos divulgando algumas imagens) encerrando com o almoço/churrasco dos companheiros do Setorial de Tecnologia". Quem quera maiores informações sobre festas, comidas, churrascos é só acessar o Blog dos amigos do Professor Cardoso (feito por uma equipe de produção e também por amigos) Aqui

quarta-feira, 3 de março de 2010

Chile - Terremoto. Agora com o apoio da população


Chile - A quatro dias do terremoto ainda existem réplicas e ameaças de Tsunamis


Veja informações no Jornal "El Mercurio" Aqui

Pará - UFPA Recebe elogios da SESU - MEC



A SESU e o elogio à UFPA O Pró-Reitor Eric foi o encarregado de trazer o elogio por escrito da Secretária de Educação Superior do MEC ao Reitor da UFPA pelo excelente desempenho na execução orçamentária durante o ano de 2009.

Bilhetim

Chile - Terremoto no Chile causa atrito entre políticos e militares chilenos


Rodrigo Bertolotto 
Enviado especial do UOL 
Notícias Em Santiago (Chile)


A Marinha chilena é apontada como a responsável por não alertar sobre o perigo do tsumani que varreu a costa chilena após os tremores que abalaram o Chile na madrugada do último sábado (27). A Aeronáutica se queixou que recebeu muito tarde a ordem de mobilização para o socorro dos atingidos. O presidente eleito do Chile, Sebastián Piñera, quer mais soldados do Exército nas ruas e em mais lugares. E a presidente em fim de mandato, Michelle Bachelet, recebe apoio do colega brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, para não ver a popularidade despencar.


O terremoto também mexeu muito com a política chilena, a nove dias da posse do novo governo, o primeiro de direita desde a saída do poder do ditador Augusto Pinochet, em 1990.

Sebastián Piñera acabou com 20 anos de governo da coalizão entre socialistas e democratas-cristãos e vem falando que foi ideia dele o toque de recolher nas áreas afetadas para evitar os saques e a violência. Ele ainda afirma que vai estender a medida para regiões como Santiago, que registra distúrbios em várias áreas da periferia norte.

Acompanhe a matéria completa com o Epicentro, REgiões mais afetadas, Réplicas e Histórico de terremotos Aqui

terça-feira, 2 de março de 2010

Chile - Informações de fonte direta sobre o terremoto

Para obter informações diretas do terremoto acesse link on line PLANETFOOLS Aqui









Chile - Terrremoto alterou o eixo da terra


Dentre as inumeráveis conseqüências que se podem contar a partir do terremoto grau 8.8 que afeito a Chile há uma que poucas pessoas podem haver considerado: Os dias agora são mais curtos e o planeta completo mudou a direção na qual se inclina. O experto geofísico da NASA, Richard Gross, contou á empresa de informação Bloomberg que "O cumprimento do dia deveria haver se encurtado em torno aos 1.26 microssegundos".
Ademais, "o eixo sob o que a Terra se balança deve ter-se deslocado em torno de 8 centímetros", afirmou. Si bem estes valores podem parecer mínimos, a somatória de distintos fenômenos terrestres ao longo das décadas vão modificando mais significativamente a maneira em que o planeta atua. David Kerridge, chefe de Perigos Terrestres e sistemas no Estudo Geológico Britânico, explicou à mesma publicação que o fenômeno sucede pela modificação da massa em um ponto da terra, as placas tectônicas mobilizam uma massa extraordinária ainda movimentando-se poucos centímetros.

"É o que se chama o efeito do patinador em gelo", indicou Kerridge, "ao igual que a velocidade em que um patinador gira aumenta quando acerca seus braços ao corpo, a terra acelera mais rápido ao modificar-se sua massa".

Leia a matéria completa na edição de hoje 02/03/2010 do Business Week Aqui

segunda-feira, 1 de março de 2010

Oficial - Chile sim precisa ajuda internacional. Os danhos são maiores dos declarados oficialmente. Os mortos alcançam a mais de 1.500.

Chile solicita, oficialmente, ajuda internacional: ONU Prepara Ajuda

Foram absurdas, ridículas e muito arrogantes as declarações do Emabaixador Chileno em Brasília, no sentido que Chile não necessitaria ajuda humanitária internacional, porque "Chile sabe lidar com esses desastres".

Chile sim precisará ajuda internacional. Remédios é o mais importante, alimentos não perecíveis, Hospitais e tendas de campanha, equipamento para comunicação e recuperação de energia eléctrica, Banheiros químicos, cozinhas portáteis.

Veja informações do Jornal matinal "La Segunda".

GINEBRA.— Naciones Unidas informó el lunes que apresurará la entrega de ayuda a Chile luego que el gobierno chileno solicitó asistencia internacional para recuperarse del fuerte terremoto del sábado.

La portavoz de la ONU para asistencia humanitaria, Elisabeth Byrs, dijo que Chile presentó oficialmente su solicitud el lunes, dos días después de un sismo de magnitud 8,8 cuyo epicentro se ubicó a unos 325 kilómetros (200 millas) al sur de la capital, Santiago, y que mató a más de 700 personas.

Byrs dijo a la AP que el organismo mundial estaba ahora “listo para tomar acción”. Antes de la solicitud, los grupos de ayuda internacionales habían enviado a Chile algunos fondos y expertos, pero su acción estaba limitada, pues las autoridades chilenas estaban muy ocupadas evaluando la destrucción causada por el terremoto y las necesidades de más de dos millones de damnificados.

Previamente, grupos internacionales de asistencia humanitaria dijeron que están enviando fondos y equipos de expertos para ayudar a las tareas de recuperación en Chile tras el terremoto, pero aseguraron el lunes que las operaciones son muy diferentes de las encaradas en Haití, pues es el gobierno chileno el que conduce las operaciones. La Cruz Roja dijo que hay voluntarios brindando primeros auxilios en las zonas devastadas por el sismo de magnitud 8,8 y que está solicitando donaciones de dinero dentro de Chile para ayudar a los más de dos millones de afectados.

Veja matéria completa no jornal matinal, "La Segunda" em espanhol Aqui