sábado, 25 de setembro de 2010

Pará - curiosidades das eleições, a eficiência do TRE. Até tréplica se oferece aos candidatos

DIREITO DE RESPOSTA DETERMINADO PELA JUSTIÇA ELEITORAL POSTADO EM 25.09.10 ÀS 01H54M

ELEIÇÕES GERAIS 2010 – REPRESENTAÇÃO – DIREITO DE RESPOSTA – INTERNET – TÍTULO “CRIME ELEITORAL” – NO DIA 06/09/10 – NO BLOG DO REPRESENTADO – SÍTIO – http://pjpontes.blogspot.com/ - ÔNIBUS ESCOLAR

TEXTO DO DIREITO DE RESPOSTA
A COLIGAÇÃO FRENTE POPULAR ACELERA PARÁ e a CANDIDATA AO GOVERNO DO ESTADO, ANA JULIA CAREPA vem desfazer as inverdades difundidas no blog “pjpontes.blogspot.com” por meio de divulgação de responsabilidade do Sr. Parsival Pontes, candidato a Deputado Estadual.
Em respeito ao cargo que exerce, a candidata e governadora Ana Julia Carepa, ratifica a lisura de seus atos como gestora e chefe do poder executivo no estado do Pará, ressaltando o cumprimento da lei eleitoral em todo os seus termos, razão pela qual rebate veemente atitudes oportunistas como a deste blog que se utilizou de uma simples imagem para desvirtuar a realizade e criar um fato político.
O povo paraense sabe bem reconhecer a mentira que brota no desespero alheio de alguns candidatos.

Veja agora a tréplica do candidato a Deputado Estadual Parsifal  Pontes

Trago ao FrontPage, afixado à esquerda, “Direito de Resposta” determinado pela Justiça Eleitoral, em representação impetrada contra mim, pela “Coligação Acelera Pará” e pela recandidata Ana Júlia.
A lavra judicial determinou que a resposta fosse exercida no mesmo espaço onde foi feita a postagem, por um período de seis dias: assim está cumprido.
Inobstante, obriguei-me a afixar as lesões corporais à ultima flor do Lácio, ferida à faca cega pela assessoria dos impetrantes, para que delas se faça um monumento a empáfia e à pobreza gramatical dos áulicos: em uma minúscula prosa, eu consegui conferir seis erros de português.
Não contei a grafia equivocada do meu nome, que não é erro de português, mas, desinformação gentílica.
O texto nada responde, limitando-se a exercer uma espécie de esculhambação afirmativa: coisa que a turma que enclausurou a governadora se especializou em fazer no tempo em que no governo se amesenda.
A rabulice de ocasião, que para mostrar serviço a sua excelência ocupa a atarefada Justiça Eleitoral, quando poderia enviar as mal traçadas linhas para publicação direta, o que jamais seria negado, deveria, pelo menos, rogar a um aluno de ensino médio que revisasse o texto antes de cometê-lo às barras.
Mesmo com o Pará amargando, neste governo, um vergonhoso índice educacional, as escolas estaduais produzem redações bem melhores do que a que se lê à ilharga.
Pois não, periféricos?

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Empreendedorismo e Inovação tecnológica no Brasil



O XX Seminário de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas está acontecendo em Campo Grande (MS), em
2010. 

Com 755 mil habitantes, a cidade é considerada o portal do Pantanal. Por isso, o prefeito municipal, Nelson Trad Filho, afirma que a cidade está muito satisfeita em abrigar um evento desse porte.


De acordo com Trad, a realização do Seminário na cidade vai estimular discussões que aliem inovação e sustentabilidade, dois temas em destaque na agenda global atualmente. “Os administradores da geração mais jovem têm certamente uma preocupação maior com isso e sabemos que nessas discussões podem estar soluções para problema futuros, que podem ser combatidos por meio da inovação. 

Então, estamos muito satisfeitos em tocar nesse tema e influenciar positivamente a pauta do seminário de 2010”, afirma o prefeito. As reuniões entre a prefeitura de Campo Grande e a Anprotec iniciaram em novembro de 2009, para adequar o evento às características do município.

Maiores informações sobre o evento e artigos que foram apresentados no Seminário procure no endereço Aqui

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota-Brasil) é lançado


Inspirado no Biota-FAPESP, Sistema Nacional de Pesquisa da Biodiversidade começa com R$ 51 milhões cofinanciados por órgãos federais e 18 FAPs (foto: Biota-FAPESP)

8/9/2010 Por Fabio Reynol 

Agência FAPESP – Uma rede nacional de pesquisa com a finalidade de aumentar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira acaba de ser lançada com aporte inicial de R$ 51,7 milhões, que financiarão trabalhos científicos sobre o assunto. O Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota-Brasil) é uma iniciativa conjunta entre os ministérios da Ciência e Tecnologia, da Educação e do Meio Ambiente, do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de 18 fundações de amparo à pesquisa estaduais: Fapeam, Fapema, Fapepi, Fapergs, Fapes, Fapesb, Fapespa, Fapitec, Fundect, Fapemig, Facepe, Fapemat, Fapeg, Fapesc, FAPDF, Fapern, Fundação Araucária e FAPESP.

“Ter um sistema nacional para reunir informação da biodiversidade brasileira era um anseio da comunidade científica que atua nessa grande área”, disse Carlos Alfredo Joly, coordenador do Programa Biota-FAPESP e professor da Universidade Estadual de Campinas, que ressaltou serem fundamentais essas informações para subsidiar políticas públicas de utilização sustentável dessa biodiversidade. A experiência do programa paulista auxiliou na elaboração do Sisbiota-Brasil, que contou com a participação de membros do Biota-FAPESP e da diretoria científica da FAPESP nas reuniões que deram origem ao programa.

O texto do edital de lançamento também foi apresentado a membros da coordenação do Biota-FAPESP para sugestões e contribuições. Dois membros da coordenação do programa paulista participarão da gestão do sistema nacional: Roberto Berlinck, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, em São Carlos, que fará parte do conselho técnico, e Joly, que terá uma cadeira no conselho científico.

Joly espera que o Sisbiota reproduza nacionalmente o salto de qualidade que o Biota-FAPESP representou para o Estado de São Paulo. “Isso só ocorrerá se houver garantias de que o financiamento será mantido em médio e longo prazos, uma condição que a FAPESP sempre manteve”, disse. No Sisbiota-Brasil as FAPs serão cofinanciadoras dos projetos de pesquisa desenvolvidos dentro de seus respectivos estados. O edital 47/2010, lançado em 2 de setembro pelo CNPq, regulamenta o processo de financiamento do Sisbiota-Brasil. As propostas de trabalhos serão recebidas até o dia 18 de outubro, os resultados serão divulgados em novembro e a contratação dos aprovados terá início em dezembro. Do valor total do edital, R$ 22,7 milhões virão das FAPs, sendo que a FAPESP participará com R$ 10 milhões. Os outros 29 milhões serão financiados pelo FNDCT (R$ 12 milhões), pelo CNPq (R$ 6 milhões), pelo MMA (R$ 6 milhões) e pela Capes (R$ 5 milhões). O Sisbiota-Brasil será dividido em três chamadas. A primeira visa a preencher lacunas do conhecimento da biodiversidade brasileira financiando propostas de projetos individuais que elaborem sínteses das informações disponíveis de todos os grupos taxonômicos de vertebrados, invertebrados, plantas e microrganismos.

 Na chamada, o valor máximo destinado a cada trabalho é estabelecido de acordo com o bioma a ser investigado. Amazônia e Zona Costeiro-Marinha são os biomas que envolvem os maiores valores individuais por proposta: R$ 600 mil. Pesquisas sobre o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica poderão ser financiadas com até R$ 300 mil cada uma; para o Pantanal e o Pampa, cada projeto terá o teto de R$ 150 mil.

A pesquisa em redes temáticas será o foco da segunda chamada. As propostas dessa fase deverão ser abrangentes e englobar vários grupos taxonômicos, funcionais ou ecológicos e envolver um ou mais biomas. Estima-se que as propostas da segunda chamada tenham valor máximo de R$ 2 milhões de financiamento para pesquisas novas e de R$ 1 milhão para propostas que integrem programas já existentes e contem com financiamentos.

A terceira chamada visa a financiar projetos que objetivem o entendimento e a previsão de respostas da biodiversidade às mudanças climáticas e aos usos da terra. Essa fase terá o financiamento máximo de R$ 650 mil por proposta. 

Biota-FAPESP Iniciado em março de 1999, o Programa Biota-FAPESP de pesquisas em caracterização, conservação e uso sustentável da biodiversidade do Estado de São Paulo englobou 94 projetos que descreveram mais de 1,8 mil novas espécies e levantaram informações sobre outras 12 mil. 

Joly atribui o sucesso à capacidade de a FAPESP financiar projetos de longo prazo e ao fato de o programa ser totalmente gerenciado por cientistas, fatores que preservam o Biota de ingerências políticas, Além dos resultados científicos, o Biota-FAPESP serviu de modelo para a elaboração de programas como o Biota-MS, voltado ao estudo da biodiversidade do Estado do Mato Grosso do Sul.

Em junho deste ano, a revista científica Science publicou um balanço da primeira década do Biota-FAPESP, em artigo assinado por cientistas participantes do programa. Após dez anos, o programa paulista foi reavaliado e novas fronteiras de investigação foram abertas. Entre elas estão pesquisas sobre o bioma marinho da costa paulista. A pesquisa oceânica contará com um workshop promovido pelo Biota-FAPESP nos dias 9 e 10 de setembro.

domingo, 19 de setembro de 2010

Eleições 2010 - As três propostas, só uma está chegando lá. Assim é a democracia

Música - Sabina & Serrat 17) 19 y 500 noches

sábado, 18 de setembro de 2010

Cinema em Casa - Trópico de Sangre


Trópico de Sangre. Un drama baseado em fatos reais durante a ditadura de Rafael Trujillo na República Dominicana. Conta a verdadeira historia de Minerva Mirabal e suas irmãs as que representaram a maior ameaça para o ditador Trujillo e seu regime.

Para assistir o fime clique Aqui

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Algo diferente e que as campanhas não registram. As melhores em educação, pesquisa, inovação, o que faz uma nação se desenvolver.


Não é só mito, mas estatística: Harvard é a melhor universidade do mundo, os EUA, sozinhos, abrigam 15 das 20 melhores instituições de ensino do planeta, e é dinheiro, muito dinheiro, que move essa engrenagem.

Essas são algumas das conclusões do Ranking Mundial de Universidades 2010-11 da Times Higher Education, referência em ensino superior que a Folha publica com exclusividade no Brasil.

 Na América Latina, USP é a 1ª colocada em ranking

A crise financeira de 2008 parece não ter provocado estrago nos campi dos EUA. Entre as 200 instituições que figuram no ranking, mais de um terço é de norte-americanas (72).

A receita é simples, segundo Ann Mroz, editora da THE: "Os EUA investem 3,1% de seu Produto Interno Bruto em educação superior, enquanto os demais países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico investem 1,5%".

FORÇA ASIÁTICA

Em sua sétima edição, o ranking também revela a forte presença das asiáticas.

Entre as 50 melhores, o continente possui sete --China (2), Hong Kong (2), Japão, Coreia do Sul e Cingapura-- e, nessa faixa, já bate a Europa continental: Suíça (2), França (2), Alemanha e Suécia.

No entanto, se for incluído o Reino Unido, a balança pende para a Europa. A ilha detém quatro das 50 melhores universidades, três delas entre as dez primeiras (Cambridge, Oxford e Imperial College). Levando-se em conta o ranking completo, o Reino Unido (com 29) e Europa continental (com 51) disparam.

No total, as asiáticas somam 27 --China (6), Japão (5), Taiwan e Coreia do Sul (4 cada uma) são os destaques.

Já as instituições dos países de língua inglesa, somadas, dominam 120 posições --ou 60% do ranking (Canadá --nove-- e Austrália --sete-- vêm em seguida).

Na Europa continental, a surpresa foi a Alemanha. Com 14 instituições, o motor econômico da região também lidera o ensino superior. O país "investiu 18 bilhões de euros em pesquisa nos últimos cinco anos", afirma Mroz.

A França decepcionou: figura apenas em quinto.

NOVOS CRITÉRIOS

A versão 2010-11 do ranking da THE passou por ampla reformulação --a começar da compiladora dos dados, que é a Thomson Reuters. Mas a mudança mais radical, segundo Mroz, foi de metodologia: "Usamos hoje 13 indicadores, em vez dos seis usados anteriormente [...] e ouvimos 13.388 acadêmicos altamente qualificados, de todo o mundo".

O critério de reputação também teve seu peso reduzido. "Privilegiamos mais as evidências objetivas --e não as subjetivas."

Colaborou EMILIO SANT'ANNA, de São Paulo

Veja aqui a relação das melhores universidades do Mundo Aqui

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Aquecimento de 1,3°C é inevitável, diz pesquisa



 O que aconteceria se a Terra parasse seu rimo de expansão e nenhuma nova usina ou veículo capaz de emitir carbono fossem construídos? Ainda assim, a temperatura do planeta aumentaria 1,3°C, até 2060, em relação ao período pré-industrial. 

A conclusão é de pesquisadores dos EUA, que fizeram um dos mais detalhados levantamentos sobre emissões de carbono ligadas à geração de energia e à estrutura de transportes. O material foi publicado na revista “Science” de sexta-feira (10). O planeta vai esquentar, mas para os os cientistas ele ainda não chegou ao patamar de aquecimento e emissões em que as consequências se tornam irreversíveis. 

O aumento de 1,3°C em relação ao período anterior à revolução industrial – cerca de 0,5°C a mais que hoje- foi considerado até modesto pelos pesquisadores, que esperavam crescimento de pelo menos 2°C. A concentração de carbono na atmosfera, no mesmo período, deve ficar em 430 ppm (partes por milhão), valor também abaixo do que era esperado inicialmente pelos pesquisadores. “Esse resultado nos surpreendeu”, afirmou Steven Davis, da Instituição Carnegie para a Ciência, que chefiou o trabalho. Pior no futuro – Segundo ele, porém, não há motivos para comemorar. 

Os resultados indicam que as principais ameaças ao planeta ainda estão por vir, devido ao sistema de geração de energia e transportes que são muito dependentes de combustíveis fósseis. “É importante que nós façamos a coisa certa agora. Ou seja, construir tecnologias que gerem energia com baixa emissão de carbono”, disse Ken Caldeira, também do Carnegie e autor do trabalho. Para chegar ao resultado, os cientistas fizeram um levantamento sobre todas as usinas geradoras de energia em operação no mundo. 

Eles também estimaram as emissões do sistema global de transportes, que tem dois terços das operações com combustíveis fósseis. Modelos computadorizados, que simulavam os cenários de emissão previstos pelo IPCC (painel de mudanças climáticas da ONU), chegaram às conclusões. Por conta da forte presença de termelétricas, a maior parte das emissões se concentra nos EUA, Europa Ocidental e China. A vida útil média das unidades movidas a carvão é de 40 anos. As usinas chinesas, por serem mais novas, têm potencial para poluírem por mais tempo. (Fonte: Folha.com).

sábado, 11 de setembro de 2010

Aqui em Brasília - Até o bezerro vota em Agnelo

Já pensaram outro mandato do pecuarista, dono dessa bezerrada toda, no governo do Distrito Federal?. 

Mas as pesquisas apontam uma vitória do Agnelo. Pode ser no primeiro turno. 

Agnelo 44%, Roriz 33%. 

E Cristovam, disparado na frente com mais de 55%. 

Isso mostra o alto recall do candidato.  

Marina debate propostas e avança nas pesquisas


A candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, Marina Silva, minimizou hoje (11) a tese de que seu avanço nas intenções de voto revelado pela última pesquisa Datafolha seja reflexo das denúncias de quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB). Para Marina, o avanço da candidatura é consequência das propostas que tem apresentado ao eleitorado. 

"Não sou da política do 'quanto pior, melhor'. Estou debatendo propostas, e quem faz a opção pelo nosso projeto quer ver discutir o Brasil que interessa", afirmou a candidata. A pesquisa Datafolha, divulgada ontem, mostra que Marina Silva passou de 10% para 11% nas intenções de voto. A oscilação foi pequena, mas na análise por estratos a candidata do PV avançou entre os eleitores mais escolarizados e os com renda superior a 10 salários mínimos. De acordo com a pesquisa, Marina ganhou quatro pontos porcentuais entre os eleitores com ensino superior alcançando 23%. Entre os que possuem mais de 10 salários mínimos, a candidata cresceu seis pontos porcentuais, indo para 20%. Dilma Rousseff (PT) e Serra perderam votos nessas categorias. Para a candidata, o seu avanço na disputa presidencial é fruto da "credibilidade de um projeto político que respeita o Brasil" e prioriza a eficiência e a transparência na gestão pública. 

"É por isso que os brasileiros estão prestando atenção na Marina. Não fiz o jogo fácil de 'quanto pior, melhor' nem o da oposição por oposição. Não vou me transformar naquilo que eu estou combatendo", afirmou Marina, ressaltando que não vale tudo para ganhar uma eleição. "Não quero embates, e sim debates. 

Quero discutir o que interessa", acrescentou. Na manhã de hoje, Marina participou de encontro com militantes no comitê do candidato ao governo do Estado de São Paulo do PV, Fábio Feldmann, na região do Pacaembu, na capital paulista. Após debater com eleitores sobre o tema "Como você quer viver em São Paulo daqui a 20 anos?", a candidata caminhou pela feira da Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, na companhia de Feldmann e do candidato ao Senado pelo PV, Ricardo Young. Em diversos momentos, tanto na caminhada pela feira quanto na conversa com os militantes, Marina demonstrou confiança para chegar ao segundo turno, apesar da diferença de 16 pontos porcentuais para Serra, que está com 27% das intenções de voto, de acordo com o Datafolha. "Quando estava com 3% nas pesquisas, estava animadíssima. Eu continuo animada", garantiu. Apesar de ressaltar que não gosta de brigar com as pesquisas, Marina ponderou que o que ela encontra pelas ruas do País é "muito maior" do que é divulgado pela imprensa. "Pode ter certeza que o Brasil surpreenderá a si mesmo colocando uma mulher na Presidência da República comprometida com a agenda da educação de qualidade, proteção aos recursos naturais e respeito ao cidadão brasileiro", disse Marina. 

Aos militantes do partido, a candidata criticou o que chamou de "anonimato eleitoral", no qual é apresentado ao eleitor que só há duas opções de votos: o candidato da situação e o da oposição. "Já elegeram quem são os candidatos da situação e o da oposição. Mas um projeto político tem de ser o do sucessor, que respeita os ganhos da sociedade e, ao mesmo tempo, não é complacente com os erros", disse Marina, ressaltando que a sua candidatura busca romper essa dicotomia. (Agência Estado).

História de um empreendedor

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Brasil é 6º em potencial de crescimento

Brasil está entre os dez países emergentes com maior capacidade de acelerar seu ritmo de crescimento e se desenvolver. A conclusão é de um estudo feito por economistas do Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB na sigla em inglês), informa reportagem de Érica Fraga, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra para assinantes do jornal e do UOL).

O estudo considera quatro características principais (e algumas divisões das mesmas) na pauta de exportações: sofisticação; diversificação; características únicas e potencial de vender outros produtos com vantagem comparativa para o exterior. Do cruzamento dessas informações, do período entre 2001 e 2007, surgiu o Índice de Oportunidades.

Segundo Jesus Felipe, economista do ADB e coordenador do estudo, os países que estão bem posicionados no índice são aqueles que conseguiram ampliar e diversificar suas pautas de exportações em produtos mais elaborados (como máquinas e químicos).




terça-feira, 7 de setembro de 2010

Cinema em Casa



The Last Song ver Online Sinopsis: Basada en la última novela del escritor de best-sellers Nicholas Sparks (“El sendero del amor”, “El cuaderno de Noah”) LA ÚLTIMA CANCIÓN (THE LAST SONG) se desarrolla en una pequeña localidad costera del sur de Estados Unidos. Allí, un padre hasta ahora poco presente (GREG KINNEAR) tiene la oportunidad de pasar el verano con su hija (MILEY CYRUS), una adolescente bastante hostil a la que le hubiera gustado quedarse en Nueva York. Intenta conectar con ella a través de lo único que tienen en común: la música. Se trata de una historia sobre la familia, la amistad, los secretos y la salvación, además de los primeros amores y las segundas oportunidades. La película está dirigida por Julie Anne Robinson basado en un guión de Sparks & Jeff Van Wie


Assista Online o Film "The Last Song" clicando aqui Aqui

domingo, 5 de setembro de 2010

Pesquisa Datafolha do Sabado 4 de setembro leva a Dilma a uma vitória contundente no primeiro turno!


Dilma 50%, Serra 28%, Marina 10%. Isso é o importante, o resto é residual.

Educação:Maior desafio do Brasil








Quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a presidência do Brasil no começo de 2003, declarou emocionado que finalmente tinha recebido seu “primeiro diploma” ao se tornar presidente do país.
Um dos presidentes com menos escolaridade do país – Lula cursou apenas até a quarta série – logo se tornou um dos mais queridos, tirando milhões da pobreza extrema, estabilizando a economia do Brasil e quase ganhando status quase lendário dentro e fora do país.
Mas embora Lula tenha superado sua origem humilde, o país ainda está lutando contra a sua própria. Talvez porque mais do que qualquer outro desafio que o Brasil enfrenta hoje, a educação seja o maior empecilho em sua tentativa de acelerar a economia e se estabelecer como uma das nações mais poderosas do mundo, expondo uma grande fraqueza na nova armadura do país.
“Infelizmente, numa época de competição global, o atual estado da educação no Brasil significa que o país pode ficar atrás de outras economias em desenvolvimento na busca de novos investimentos e oportunidades para o crescimento econômico”, concluiu um relatório do Banco Mundial em 2008.
Ao longo da última década, os estudantes brasileiros ficaram entre os últimos países nos exames internacionais de competências básicas como leitura, matemática e ciências, atrás de outros países latino-americanos como o Chile, Uruguai e México.
Os brasileiros de 15 anos de idade ficaram em 49º lugar entre os 56 países no teste de leitura do Programa para Avaliação Internacional de Estudantes, com mais da metade dos alunos qualificados no nível de leitura mais baixo do teste em 2006, o ano mais recente disponível. Em matemática e ciências, eles foram ainda pior.

“Deveríamos ter vergonha disso”, diz Ilona Becskehazy, diretora executiva da Fundação Lemann, uma organização sediada em São Paulo que se dedica a melhorar a educação brasileira. “Isso significa que os jovens de 15 anos têm mais ou menos o mesmo nível de instrução que as crianças de 9 ou 10 anos em países como a Dinamarca ou Finlândia.”
A tarefa que o país precisa enfrentar – e o legado de Lula – é desanimadora. Aqui nesta cidade extremamente pobre do nordeste do país, onde Lula viveu seus primeiros sete anos, cerca de 30% da população ainda é analfabeta, um número três vezes maior do que a média nacional.

Quando Lula era criança aqui, seu pai costumava bater em alguns de seus irmãos mais velhos quando eles iam para a escola em vez de trabalhar, diz Denise Paraná, autora de uma biografia do presidente.

Hoje, os professores dizem que muitos pais mandam os filhos para a escola só porque o comparecimento é exigido pelo programa de subsídio Bolsa Família que Lula expandiu bastante durante seu governo, e que fornece até US$ 115 dólares (R$ 200) por mês por família.

Mas, mesmo com o incentivo, os níveis de leitura variam tanto aqui que numa classe de oitava série, alunos de 13 a 17 anos leem todos em voz alta o mesmo texto. “Muitos pais dizem: 'por que eles devem estudar se não há oportunidades?'”, diz Ana Carla Pereira, professora de outra escola rural daqui.

Como presidente, as políticas educacionais do próprio Lula começaram devagar; ele dispensou dois ministros da educação antes de deixar um no lugar em 2005. O programa educacional do governo só começou em 2007 – quatro anos depois que Lula assumiu o poder.

Agora no último ano no governo e falando sobre seu lugar na história, Lula tem uma “obsessão” com o assunto, disse seu ministro da educação Fernando Haddad, que ficou visível quando ele voltou recentemente à cidade de sua infância.

“Quero que todas as crianças estudem muito mais do que eu pude estudar, muito mais”, disse ao anunciar um programa para dar laptops para estudantes. “E que todos consigam um diploma universitário, que todos tenham um diploma vocacional.”

Leia a matéria completa no The New York Times Aqui

Matérias primas, comoodities para o crescimento da europa



Matérias primas: aço, ferro, alumínio e em geral, commodities, com pouco valor agregado, são os insumos da pesada infraestrutura da Alemanhã uma das maiores economias da Europa.










São milhares de estações de trens, espalhadas por toda Europa, que foram modernizadas com recursos naturais dos países emergentes, insumos de baixo custo, transformados na principal infraestrutura de transporte. 

domingo, 29 de agosto de 2010

Alemanhã - O Carro Chefe da economia da Europa

Centro de Colónia (Alemania) Koln (Germany)



Catedral de Colónia



A Catedral de Colônia (português brasileiro) ou Colónia (português europeu) (alemão: Kölner Dom), localizada na cidade alemã de Colônia, é uma igreja de estilo gótico, o marco principal da cidade e seu símbolo não-oficial.
A construção da igreja gótica começou no século XIII (1248) e levou, com as interrupções, mais de 600 anos para ser completada. As duas torres possuem 157 metros de altura, com a catedral possuindo comprimento de 144 metros e largura de 86 metros. Quando foi concluída em 1880, era o prédio mais alto do mundo. A catedral é dedicada a São Pedro e a Maria.
Foi construída no local de um templo romano do século IV, um edíficio quadrado conhecido como a "mais velha catedral" e administrada por Maternus, o primeiro bispo cristão de Colônia. Uma segunda igreja foi construída no local, a chamada "Velha Catedral", cuja construção foi completada em 818, que acabou queimada em 30 de abril de 1248.
Com a Segunda Guerra Mundial, a catedral acabou recebendo 14 ataques por parte de bombas aéreas e não caiu; a reconstrução foi completada em 1956. Na base da torre noroeste, um reparo de emergência realizado com tijolos de má-qualidade retirados de uma ruína próxima da guerra permaneceu visível até fim da década de 1990 como uma lembrança da guerra, mas então foi decidido que a parte deveria ser reformada para seguir a aparência original.

Embaixo o trem rápido não tanto quanto o rápido São Paulo-Rio, mas é seguro. 

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Recordações - Eramos felices e não sabiamos - Del Shannon * RUN AWAY *

Eleições no Pará - Aviltamento

Palavra pouco conhecida, quase inexistente, se não fosse porque existe nos dicionários. É útil para descrever o grau de baixeza do que é capaz um espécimem um sub-humano como é esse que aparece na foto, como candidato a deputado.
Fora do blog do Bacana, em Belém não encontrei referência ao ato cometido pelo pedófilo.

O povo esquece e muitos justificam. Políticos não querem perder votos e, nos seus programas de governos, não mencionam temas que podem ser desagregadores.

Aviltamento= ato ou efeito de aviltar(-se).

1 estado ou condição que revela alto grau de baixeza; abjeção, vileza

2 rebaixamento moral; humilhação, vexame

3 redução de valor; desvalorização

E ainda é candidato. Pode se eleger. Que partido representa?

Segue a matéria do Bacana.

Sefer resolveu contra atacar. Sefer, para quem não se recorda, foi acusado de pedofilia contra uma garota de 9 anos na época e foi condenado em primeira instância.

Ele recorreu do processo. Agora, criou um site.
A frase é de uma carta aberta, na verdade uma frase forte, que coloca em cheque a CPI da Pedofilia da Alepa. Na frase Sefer diz que nunca teve oportunidade de se defender. Como assim ??? Com a palavra, a CPI... Lá ele aparece em fotos com a família.

Com Nazinha também. Tem ainda depoimentos de gente que vota em Sefer. Tem vídeo de Sefer. Tem ainda biografia, tem " A Verdade - veja as provas de inocência de Sefer" e o "Processo - leia o processo". Tem também o " Conheça todas as mentiras e contradições do processo".

Tá tudo lá, claro, na versão dele, Sefer. Versão oficial, diga-se.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Agropalma suspende produção de biodiesel em unidade de Belém

Agropalma, uma das maiores empresas produtoras de óleo de palma do mundo, decidiu interromper as atividades de sua fábrica de biodiesel, em Belém.

Depois de não conseguir fechar contratos de venda no último leilão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizado em maio, a empresa não viu mais sentido em manter as atividades da planta. “Ficamos de fora no último leilão por causa do preço.

Ainda não sabemos se continuaremos ou não a produzir biodiesel. A chance de continuar é exatamente a mesma de parar”, afirma Marcello Brito, diretor comercial da Agropalma. No último leilão da ANP foram adquiridos 600 mil metros cúbicos do combustível, sendo que o preço médio pago pelo governo foi de R$ 2.105,58 por metro cúbico.

Segundo Brito, a produção do biodiesel da Agropalma era feita a partir do ácido graxo residual do processo de refino do óleo de palma. Apesar de ser uma fonte de renda, a comercialização do combustível representava menos de 1% do faturamento da empresa, que tem foco na venda do óleo, produto que está valorizado no mercado internacional.

A empresa alega que a oferta superior à demanda tem pressionado os valores do biodiesel. De fato, o preço médio pago pela ANP no último leilão é 6% inferior ao praticado em março deste ano, de R$ 2.237,05 por metros cúbico. A oferta, porém, já não supera mais a demanda pelo combustível. Dados da ANP mostram que a produção de biodiesel entre janeiro e julho de 2010 foi de 1,13 milhões de metros cúbicos para uma demanda do governo de 1,134 milhão. Essa relação já foi muito pior.

Em 2008, quando o Brasil passou a misturar o biodiesel ao diesel convencional, a produção do combustível de origem vegetal foi de 1,16 milhão de metros cúbicos para uma demanda de apenas 740,7 mil metros cúbicos.

Alexandre Inacio - Valor Econômico Nota BiodieselBR: O último trecho da reportagem acima equivocadamente analisa oferta e demanda com bases nos números da produção. No entanto é sabido que a compra de biodiesel acontece de acordo com a demanda. Portanto o correto seria analisar a oferta de acordo com a capacidade produtiva autorizada pela ANP.

Em relação a demanda em 2008, o texto deveria considerar o consumo de diesel, mas utilizou apenas as entregas nos leilões da ANP e deixou de lado os leilões da Petrobras. Assim, com base nos dados da ANP, é possível afirmar que nos últimos meses a capacidade de produção tem crescido enquanto a demanda se manteve fixa no B5.

Eleições no Pará - Confira a agenda dos candidatos para hoje, segunda feira 16

DOMINGOS JUVENIL (PMDB)
Às 7h30, o candidato participa de caminhada na feira do Guamá e nas principais ruas do entorno. À tarde, reunirá com assessores. À noite, reunirá com lideranças comunitárias do Guamá, às 19 h, na sede do Bole Bole.

FERNANDO CARNEIRO (PSOL)
Pela manhã, faz articulações e reuniões internas com lideranças políticas, em Belém. Às 16h, reúne com a coordenação de campanha, no comitê Fernando Governador, no bairro do Marco.

SIMÃO JATENE Coligação “Juntos com o Povo” (PSDB, PPS, PMN, PRP, PSDC E PRTB). Aproveita a manhã e parte da tarde para gravar programas para o Horário Eleitoral Gratuito. Às 16h, participa de reunião com a diretoria da Associação de Peritos do Pará. Às 17h, reúne com líderes de Monte Alegre.

ANA JÚLIA CAREPA
Coligação “Acelera Pará” (PT, PTB, PR, PP, PSC, PHS, PTN, PT do B e PTC, por PDT, PSB, PCdoB, PRB, PV) Das 9h às 13h, participa de gravação de programa eleitoral. Às 18h55, participa de entrevista em uma TV local. Às 19h30, participa de uma reunião no comitê da Frente Acelera Pará. Às 20h, participa da inauguração do comitê do candidato a deputado estadual Carlos Santos.

CLEBER RABELO (PSTU) Às 6h, faz panfletagem em canteiro de obra e continua a mesma programação durante a tarde. Às 18h30, faz panfletagem na escola Souza Franco.

ECONOMIA INTERNACIONAL - China supera Japão e é a segunda maior economia mundial


A economia japonesa se desacelerou no segundo trimestre e perdeu para a China o posto de segunda maior do mundo -- ao menos no período de abril a junho.

O PIB japonês cresceu 0,1% em relação aos três primeiros meses do ano, quando se expandiu em 1,1%, com a valorização do iene em relação ao dólar prejudicando o setor exportador e o consumo interno perdendo força.

O resultado é que o PIB japonês no segundo trimestre ficou em US$ 1,29 trilhão, ante US$ 1,34 trilhão dos rivais chineses, segundo cálculos do "Wall Street Journal".

 Os dados de abril a junho (que ainda estão sujeitos a revisão) indicam que irá se confirmar a previsão do banco central chinês de que o país passará já neste ano o Japão como a segunda maior economia global. Não que o dado possa ser considerado realmente surpreendente.

O Japão passou todos os anos 1990 e a atual década com baixo crescimento (nesse período, só teve uma expansão anual maior que 3%), enquanto a China acumulou taxas de avanço de mais de um dígito -- até se tornar o principal motor da retomada global.

O próprio FMI prevê que a China irá passar neste ano o Japão como a segunda maior economia mundial, atrás apenas da dos EUA. No ano passado, a distância entre os dois países era de US$ 150 bilhões (algo como o PIB anual do Chile).

 E a vantagem chinesa neste ano será de US$ 92 bilhões, prevê o Fundo, que calcula que o país terá um PIB de US$ 5,4 trilhões --o dos EUA chegará a US$ 14,8 trilhões. Ainda que a distância do PIB per capita dos dois países seja enorme (o japonês, de US$ 40 mil, é quase dez vezes maior que o chinês), a vantagem de Pequim é um marco -- ainda mais levando em conta a rivalidade histórica entre as duas nações -- e algo impensável há 20 anos.

 No fim da década de 1980, quando parecia que o Japão iria se tornar a maior economia do mundo, o PIB chinês representava menos de 7% do tamanho do japonês. Desde então, os chineses passaram Reino Unido, França e, em 2007, Alemanha. POLÊMICA No dia 30 de julho, o vice-presidente do banco central chinês e chefe do órgão regulador de câmbio, Yi Gang, chegou a afirmar que a China havia tomado o posto do Japão como a segunda maior economia do mundo.

"A China já é agora, de fato, a segunda maior economia do mundo", informou Yi Gang, na ocasião em uma entrevista à revista "China Reform", publicada também no portal do governo chinês. No entanto, a conclusão de Yi Gang, que mexe profundamente com a ordem econômica mundial, não havia sido explicada e o PIB do Japão não tinha sido informado, portanto, não era possível fazer a comparação.

domingo, 15 de agosto de 2010

Ninguém dispensa votos




"Não se esqueçam deste nome: Dilma Rousseff presidenta, número 13 na cabeça! Obrigado, minha gente!" Foi assim, misturando o velho bordão às novas alianças, que o senador Fernando Collor (PTB) encerrou comício para cerca de 1.000 pessoas em Feira Grande (AL), a primeira de cinco cidades que visitaria na sexta-feira.
Ele quer voltar ao governo alagoano 21 anos após renunciar para concorrer ao Planalto. Para isso, tenta apagar o passado e colar sua imagem na do ex-desafeto Luiz Inácio Lula da Silva e em sua candidata.

sábado, 14 de agosto de 2010

Eleições no Pará - Dilma se divide entre PT e PMDB no Pará

A campanha da candidata petista à presidência da república, Dilma Rouseff será coordenada, no Pará, por representantes de três partidos.

Inaugurado ontem à noite, com a presença do ministro das Relações Institucionais do governo Lula, Alexandre Padillha, o comitê central ficará sob comando dos prefeitos de Ananindeua, Helder Barbalho, de Santarém, Maria do Carmo Martins, e de Belém, Duciomar Costa.

A principal tarefa dos três será buscar apoio de líderes políticos do Estado para a campanha de Dilma. “Vamos buscar aliados entre os que apoiam Ana Júlia, Domingos Juvenil e até Simão Jatene”, explicou Maria do Carmo, referindo-se aos candidatos ao governo pelo PT, PMDB e PSDB, respectivamente.

Helder vai centrar esforços no sul, sudeste e nordeste do Estado. Maria do Carmo ficará com o oeste e Duciomar se encarregará da estratégia na Região Metropolitana.

A missão do trio é garantir a vitória de Dilma no Estado. Além do comitê central, haverá comitês em Marabá, Altamira, Santarém, Tucuruí, Barcarena e Castanhal. Durante a inauguração, os petistas comemoram a pesquisa divulgada minutos antes pelo instituto Datafolha, que indica Dilma com 43% das intenções de voto, oito pontos à frente dos segundo colocado, o tucano José Serra. Padilha disse que o bom desempenho se estende. “Estamos na frente no Pará e Amazonas, Não tenho dúvida de que Dilma vencerá na região Norte.”

Padilha disse que a direção da campanha ainda analisa qual a estratégia para que a candidata petista esteja no palanque dos dois candidatos ao governo que a apoiam no Pará. Além da petista Ana Júlia, a candidata deve ajudar na campanha do peemedebista Domingos Juvenil. “A Dilma vai apoiar todos os que fizerem campanha para ela”, explicou.

O caso curioso é o de Duciomar Costa. Nacionalmente, o partido dele, o PTB, trabalha para eleger José Serra, mas o prefeito de Belém tem a missão de impor ao candidato tucano uma derrota na capital paraense. Ana Júlia diz não haver problemas na coordenação multipartidária do comitê. Para ela, o fato demonstra a “amplitude da campanha. “Mostra o quanto respeitamos toda a sociedade”. Ainda não há previsão de uma vinda da candidata ao Estado, mas a coordenação trabalha para que ela esteja no Estado pelo menos duas vezes até outubro. (Diário do Pará)

Eleições no Pará - Agenda dos candidatos

Confira a agenda dos candidatos ao Governo do Pará


Domingos Juvenil (PMDB)
Pela manhã o candidato se reúne com lideranças políticas e comunitárias em Marituba, às 9hs no Mangueirão do Samba. Durante a tarde o candidato participa em Santa Izabel de uma carreata às 16hs e logo depois se reúne com lideranças políticas e comunitárias.


Simão Jatene - Coligação “Juntos com o Povo” (PSDB, PPS, PMN, PRP, PSDC e PRTB)
O candidato passa o dia em Castanhal participando de mobilizações. A partir das 8 horas faz caminhada pelo centro comercial; às 16 horas participa de carreata e, às 18 horas, faz reunião ampliada no Ginásio do Sesi.


Ana Júlia Carepa - “Coligação Acelera Pará” (PT, PTB, PR, PP, PSC, PHS, PTN, PT do B e PTC, por PDT, PSB, PC do B, PRB e PV)
Neste sábado, às 8 horas, a candidata visita a feira de Santa Izabel e inaugura Comitê no município, partindo logo após em carreata pelas principais ruas da cidade. Às 14h a carreata acontece nas ruas de Terra Alta, e às 15h, a candidata lidera um ato em apoio à reeleição no Trevo de São João da Ponta. Às 16h chega a Marapanim, onde participa de caminhada e inaugura o comitê de apoio à candidatura. Às 19h, Ana Júlia comanda em Igarapé-Açuuma uma carreata e um comício da coligação.


Fernando Carneiro (PSOL)
Às 9hs o candidato faz caminhada na comunidade Riacho Doce, no bairro do Guamá, em Belém. Às 20 horas, o candidato do PSOL participa do lançamento do comitê do candidato à deputado estadual, Edmilson Rodrigues, em Belém.


Cleber Rabelo (PSTU)
O candidato participa às 9hs da abertura do campeonato de futebol da construção civil, em Benfica e logo após, faz caminhada e panfletagem no bairro.

Desmatamento - Sem dinheiro em caixa os dados não fluem

Imazon aponta alta de 8% no desmatamento


Em contrapartida, Inpe aponta uma queda de 49%

O desmatamento na Amazônia em 2010 deve ser, pelo segundo ano consecutivo, um dos menores da história, indicam dados de monitoramento por satélite. A questão é se a cifra será a menor ou a segunda menor.

O governo federal prevê uma queda recorde, com base em dados preliminares do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A ONG Imazon fala em um aumento discreto em relação a 2009. No ano passado, a taxa foi a mais baixa da história: 7.400 km2, o equivalente a "apenas" cinco vezes a área da cidade de São Paulo.

Nesta segunda-feira(9), os ministros Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Sergio Rezende (Ciência e Tecnologia) divulgaram dados que indicam uma queda de 49% entre agosto de 2009 e junho deste ano. Segundo o sistema Deter, que detecta o desmate com maior velocidade, mas menor precisão, foram 1.808 km2 desmatados nesse período, contra 3.537 km2 nos 11 meses anteriores.

Rezende chegou a arriscar que o Prodes, sistema que dá a taxa oficial do ano, mostrará uma devastação "em torno de 5.500 km2". Já o SAD, sistema desenvolvido pelo Imazon e que usa o mesmo tipo de imagem de satélite que o Deter, aponta um aumento de 8% no acumulado agosto-junho. Adalberto Veríssimo, do Imazon, aposta que o número final ficará em torno de 8.000 km2.

"É um ano muito quente e muito seco na Amazônia, além de ser ano de eleição", diz. "Vamos torcer para 5.000 km2, mas não bate com nada do que estamos vendo aqui", continua. Se a previsão do governo se confirmar, será a primeira vez na história que o desmatamento amazônico cai em um ano de eleição. Um dos fatores que podem explicar a divergência grande entre o SAD e o Deter é a mudança no perfil do desmate amazônico. Em vez de grandes derrubadas, concentradas no sul, sudeste e leste (o chamado "arco do desmatamento"), o que se vê hoje são derrubadas pequenas.

Elas estão concentradas sobretudo no eixo da BR-163 e na Terra do Meio, no Pará e no sul do Amazonas (único Estado que teve aumento no desmate no período). Segundo Gilberto Câmara, diretor do Inpe, o número de desmatamentos menores de 50 hectares (limite de detecção do Deter) subiu de 30% do total na Amazônia em 2002 para 75% em 2009. "O Inpe reafirma que não dá para afirmar que o desmatamento caiu 50% por causa do problema dos pequenos desmatamentos", declarou. Celulose Online

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Eleições 2010 - Debates e pesquisas na maioria dos Estados, menos no Pará

Sem pesquisas válidas nem debates, pará segue sendo a dúvida.

No DF, principal tema é o mensalão
Com participação do ex-senador Joaquim Roriz (PSC), impugnado pelo TRE com base na Lei da Ficha Limpa, o debate no Distrito Federal foi marcado por menções ao mensalão do DEM e do PT. Antes do debate, claques de Roriz e Agnelo Queiroz (PT), vestidas de azul e vermelho respectivamente, trocaram vaias e palavras de ordem.

Na BA, ataque duplo a Wagner
Os candidatos Paulo Souto (DEM) e Geddel Vieira Lima (PMDB) se uniram nas críticas ao governador Jaques Wagner (PT), que lidera as intenções de voto, com 46%, segundo o Ibope. Apenas nos três primeiros blocos, os candidatos trocaram três perguntas entre si. Geddel e Souto atacaram gastos de Wagner com propaganda.

Copa e saúde em pauta no RN
Críticas à atual administração, projetos para a Copa de 2014 e saúde dominaram o debate potiguar. Sandro Pimentel (PSOL) e Roberto Ronconi (PTC) lembraram que o governador e candidato do PSB, Iberê Ferreira, se tratou de câncer em São Paulo. Ferreira se defendeu e assumiu o bônus da Copa no Estado.

Colombo e Ideli brigam em SC
Saúde, segurança e educação polarizaram os discursos dos seis candidatos em Santa Catarina. O melhor momento foi a briga entre Raimundo Colombo (DEM) e Ideli Salvatti (PT), sobre a ação do DEM na justiça contra o ProUni e a banda larga. “Muitas pessoas acham que o Brasil foi descoberto pelo PT”, ironizou C0lombo.

Goiás debate reforma pública
Uma polêmica sobre a reforma do Estado , entre Íris Rezende (PMDB) e Marconi Perillo (PSDB) marcou o debate em Goiás. Rezende disse que elas tiraram muitos empregos e Perillo sustentou tudo o que havia feito, dizendo que, se eleito, fará um choque de gestão visando transformar a economia do Estado.

Tom ameno na disputa no AM
O debate no Amazonas foi ameno. Os dois principais candidatos, o governador Omar Aziz (PMN) e o ex-ministro Alfredo Nascimento (PR), trocaram farpas apenas uma vez. Aziz focou em segurança e educação. Ambos falaram em investimentos no interior e reforço na segurança, em especial nas cidades fronteiriças.

Banestado gera polêmica no PR
Os candidatos Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT), não perderam a oportunidade de se atacar. A privatização do Banestado, que gerou dívida já paga de R$ 8 bilhões e tem o mesmo valor a ser pago, foi levantada por Dias para atingir o Richa que, como deputado estadual, votou a favor da privatização do banco.

Debate não empolga no ES
Em debate morno, Renato Casagrande (PSB) e Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) tentaram convencer o eleitor de que vão manter projetos do governador Paulo Hartung (PMDB). Casagrande elogiou a estrutura para atrair investimentos. Luiz Paulo frisou suas qualidades de administrador (foi prefeito de Vitória duas vezes).

Lula é a arma de Campos em PE
Candidato à reeleição, o governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) foi o principal alvo do debate e usou seu maior aliado, o presidente Lula, para reverter as críticas dos adversários. Durante o embate, seu principal oponente, Jarbas Vasconcelos (PMDB), aliado de Serra, acusou Campos de “dramatizar as coisas”.

Em Tocantins, PSDB no ataque
O candidato tucano Siqueira Campos(PSDB) passou o debate trocando acusações com o rival Carlos Gaguim(PMDB). Cada um usou seu tempo para destacar suas propostas e enfatizar ações do rival. Gaguim prometeu criar clínicas de saúde para mulheres e Siqueira Campos criticou a atual política de incentivos fiscais.

Rivais miram passado em MT
O debate em Mato Grosso foi marcado em trocas de farpas entre os postulantes ao governo do Estado. Silval Barbosa (PMDB) lembrou que Mauro Mendes (PSB), quando candidato do ex-governador Blairo Maggi (PR), considerava a saúde a melhor e agora a critica. “Isso é muito estranho”, concordou Wilson Santos (PSDB).

Yeda é alvo de estocadas no RS
Em sua primeira participação em debates na campanha eleitoral, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), candidata ao segundo mandato, foi alvo de estocadas de seus adversários no debate de ontem. Eles criticaram a busca do déficit zero e citaram as denúncias de corrupção enfrentadas pelo governo.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Eleições 2010 - No Acre Candidato e jornalista vão às tapas

Alto papo no horário eleitoral No Acre, o candidato ao Senado do Acre, João Correia Lima Sobrinho (PMDB), e o apresentador da TV5, afiliada da Band no Acre, Demóstenes Nascimento brigaram ontem (10) durante a gravação de uma entrevista. A gravação do programa, que iria ao ar ainda ontem, foi cancelada. Os dois prestaram queixa na delegacia por agressão.

Segundo Jota Guimarães, repórter do programa, que acompanhava a entrevista, o candidato tinha dois minutos para responder a uma pergunta sobre como ajudaria o estado, caso fosse eleito para o cargo. Quando faltava um minuto para que o tempo se esgotasse, o apresentador teria feito uma intervenção, pedindo que João Correia não perdesse o foco e respondesse ao questionamento até o fim do tempo a que tinha direito. De acordo com o repórter, João Correia não gostou da atitude do apresentador e começou a xingá-lo.
Veja aqui a gravação da TV5, cancelada.
 

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Eleições 2010 - Pará - Agenda dos candiatos 11 de agosto

Confira a agenda dos candidatos ao Governo do Pará

Simão Jatene - Coligação “Juntos com o Povo” (PSDB, PPS, PMN, PRP, PSDC e PRTB)
O candidato ao governo Simão Jatene reúne-se, às 10 horas, no Hotel Crowne Plaza, com a coordenação nacional do programa de governo de José Serra. Às 15 horas dá entrevista para o programa "Pensando Bem", na TV Nazaré e, às 19 horas, faz reunião ampliada em Santo Antônio do Tauá.

Ana Júlia Carepa - “Coligação Acelera Pará” (PT, PTB, PR, PP, PSC, PHS, PTN, PT do B e PTC, por PDT, PSB, PC do B, PRB e PV)
A candidata Ana Júlia Carepa terá pela manhã um compromisso de governo. À tarde , fará reuniões com os prefeitos de Nova Timboteua e Curuçá, no comitê. À noite, foi confirmado o encontro de Ana Júlia com lideranças da Assembleia de Deus, às 20 horas, no PAAR, Rua Tapajós, número 2, próximo à Seccional.

Fernando Carneiro (PSOL)
O candidato acompanhado pelo ex-prefeito Edmilson Rodrigues,realizará caminhada no Conjunto Eduardo Angelim, em Belém, às 8h30. À tarde, o candidato do PSOL participará de reunião com lideranças da educação pública na sede de seu comitê de campanha, na Travessa Vileta, 1957. No final da tarde, às 18h, participará de reunião com representantes do movimento dos grafiteiros, para recolher contribuições para seu programa de juventude, esporte e lazer.

Cleber Rabelo (PSTU)
Às 12h, o candidato fará panfletagem em canteiro de obra na Curuzú entre Almirante e 25. Às 18h, participa de reunião com o diretório estadual na sede do PSTU (Duque de Caxias, 931 - Altos - próx. à Humaitá).

Domingos Juvenil (PMDB)
Durante a manhã o candidato fará caminhada no Complexo do Jurunas (Feira) - (Fernando Guilhon com Estrada Nova), às 08h. De tarde, participa de reunião com lideres comunitários e de noite faz reunião com lideranças políticas no Jurunas. O local será o Rancho Não Posso Me Amofiná às 19h. (Diário Online com assessorias)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Meio ambiente - Pará tem metade das 10 cidades com maior desmatamento

Pará tem metade das 10 cidades com maior desmatamento

O estado do Pará tem metade das 10 cidades com maior desmatamento detectado para o mês de junho na Amazônia Legal, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (9) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), responsável pelo monitoramento da mata, por meio do Sistema de Deteção de Desmatamento em Tempo Real (Deter).

O município com maior desmatamento registrado na Amazônia para o período, Altamira (PA) também foi o que mais desmatou em maio, de acordo com números do Inpe. A cidade, que devastou 62,3 km² em junho, é a que tem o maior território no Brasil, com cerca de 160 mil km², área maior que a Grécia.

Itaituba, com 42 km² de desmatamento detectado, e Paragominas, com 18,95 km², aparecem como segunda e terceira que mais devastaram a Amazônia em junho. Ambas ficam no Pará.

O estado de Mato Grosso, que no mês de maio tinha 50% das 10 cidades mais desmatadas da Amazônia Legal, tem dois representantes entre os que mais devastaram em junho de 2010. Um deles é Sinop, que desmatou 9,72 km² de floresta, e o outro é Juina, com 6,21 km³ devastados.

Veja abaixo os dez municípios que tiveram maior desmatamento em junho, segundo o Inpe:


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Eleições 2010 - Pará - Candidatos reforçam campanhas no interior

Apesar das comemorações de ontem pelo Dia dos Pais, que significaram uma breve pausa na campanha política, o final de semana foi marcado por grande movimentação nas agendas dos cinco candidatos ao governo do Estado.

De olho nas eleições de outubro, mais uma vez a campanha correu ao interior do Pará em busca de votos e fortalecimento de bases de apoio.

COMÍCIO

O primeiro comício da “Frente Popular Acelera Pará” (PT), no último sábado, aconteceu na esquina da avenida José Bonifácio, com a Barão de Igarapé-Miri, no Guamá, um dos bairros mais populosos de Belém, com cerca de 100 mil eleitores. O evento estava marcado para iniciar às 19h, mas a governadora Ana Júlia Carepa, candidata à reeleição, chegou com mais de uma hora de atraso. Antes, candidatos dos 14 partidos da coligação se revezaram no microfone para pedir votos aos presentes.

Ana Júlia chegou ao comício pelo meio do povo e subiu ao trio elétrico já abarrotado de candidatos da coligação, além do candidato ao Senado, Paulo Rocha (PT).

 O primeiro comício da Acelera Pará foi marcado pelas ausências de aliados importantes, como o vice-governador, Anivaldo Vale (PR) - que teve que ir a Belo Horizonte assistir à sua mãe, que estaria doente - e o prefeito Duciomar Costa (PTB), que teria viajado às pressas à Brasília. A estreia em comícios de rua de Ana Júlia se deu justamente num reduto eleitoral do prefeito. Apesar do atraso da governadora, simpatizantes lotavam a avenida com bandeiras de candidatos de todas as cores e formatos. Antes da governadora, o candidato a senador Paulo Rocha ressaltou a reunião dos 14 partidos da coligação: “A nossa tática é da comparação, da disputa de projetos políticos”, disse. Ana Júlia falou perto das 22h10, quase uma hora depois de ter chegado. Ao lado dos filhos e dos candidatos da coligação, fez um balanço de seu governo e relacionou sua gestão à do presidente Lula.

NO INTERIOR

No mesmo sábado, o candidato a governo do Estado pelo PMDB, Domingos Juvenil, deu continuidade no sábado à campanha pelos municípios da região Sul do Pará. Pela parte da manhã, acompanhado do seu candidato a vice, Hildegardo Nunes, e do candidato ao Senado, Jader Barbalho, Juvenil esteve com a comunidade em Canaã dos Carajás. À tardinha fechou a programação do final de semana em Parauapebas, comício, com a presença de grande público.

COCAR

Já o candidato da coligação “Juntos com o Povo” (PSDB), Simão Jatene, aproveitou também o sábado antes da pausa do Dia dos Pais para visitar a cidade de Tucuruí. Jatene foi recebido por militantes e simpatizantes no aeroporto do município, por volta de 10h30, acompanhado pelo candidato a vice Helenilson Pontes e pelo candidato ao Senado Flexa Ribeiro, além dos candidatos a deputado federal Nilson Pinto Ex-Reitor da Universidade Federal do Pará) e Arnaldo Jordy, da candidata à deputada estadual Tetê Santos e do senador Mário Couto.

O cacique Purakê Assurini, líder da aldeia Trokará - que soma mais de 520 índios -, presenteou Jatene com um cocar. Em companhia do prefeito de Tucuruí, Sancler Ferreira, Jatene e os demais candidatos saíram em uma carreata percorrendo as ruas do município. A carreata seguiu até o centro da cidade, onde encontrou um grupo de cavaleiros. Junto com Jatene, o grupo saiu em cavalgada até a exposição agropecuária de Tucuruí. No Parque de Exposições, Jatene reuniu com pecuaristas e produtores rurais do município, para discutir propostas para o setor. Em seguida, o candidato também conversou com líderes políticos de Breu Branco.

(Diário do Pará)

domingo, 8 de agosto de 2010

Economia - As mais queridas do Governo: Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Odebrecht e a Vale

Doze grupos ficam com 57% de repasses do BNDES

Maior financiador a longo prazo do país favorece Petrobras, Eletrobras e dez grupos privados, que concentram crédito de R$ 95 bilhões desde 2008

Juro do BNDES é inferior ao do mercado; banco argumenta que grandes empresas concentram maiores investimentos


As chaves do cofre bilionário do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estão nas mãos de dois gigantes estatais e um punhado de grupos privados que nos últimos anos se associaram a projetos de interesse do governo. Levantamento feito pela Folha com base nas operações divulgadas pelo banco revela que a Petrobras, a Eletrobras e dez grupos privados ficaram com 57% dos R$ 168 bilhões destinados a transações contratadas de 2008 até junho deste ano.


Entre os mais favorecidos pela instituição estão as três maiores construtoras do país, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht, que controlam investimentos em diversos outros setores da economia, a mineradora Vale, o grupo Votorantim e o frigorífico JBS.

Além dos repasses que receberam diretamente do banco, alguns grupos foram beneficiados também como sócios de empreendimentos na área de infraestrutura e de companhias de outros grupos que conseguiram empréstimos da instituição. Na avaliação do BNDES, a elevada concentração de sua carteira reflete o que se vê fora do banco: a taxa de investimentos do país é relativamente baixa e grandes empresas como a Petrobras são responsáveis pelos principais projetos em andamento.

Mas os críticos que se incomodam com o favorecimento de grandes grupos acusam o BNDES de usar seu poderio para fortalecer empresas com amigos em Brasília em detrimento de concorrentes e dos consumidores. Principal fonte de financiamento de longo prazo disponível no país, o BNDES virou objeto de controvérsia por causa da expansão acelerada que sua carteira sofreu com a crise financeira internacional, quando o governo decidiu reforçar os cofres dos bancos públicos para combater a recessão. O BNDES recebeu R$ 180 bilhões.

Como o Tesouro pagou juros elevados para levantar esses recursos e o banco cobra de seus clientes taxas inferiores às praticadas no mercado, a operação tem custo alto para a sociedade, hoje difícil de calcular. LIMITE Ao turbinar o BNDES, o governo também permitiu que ele ampliasse sua exposição a grandes grupos. De acordo com as normas do sistema financeiro, o banco pode emprestar até R$ 13 bilhões para empresas de um mesmo conglomerado. Há um ano, o limite era de R$ 10 bilhões.

Em 2008, o governo autorizou o banco a ignorar esse limite no caso da Petrobras, que desde então recebeu R$ 29 bilhões do BNDES. A operadora de telefonia Oi, controlada pela Andrade Gutierrez e pelo grupo La Fonte, conseguiu R$ 7,6 bilhões. Empresas como a Petrobras e a Vale têm ações negociadas em Bolsa e acesso a outras fontes de financiamento. Os críticos do BNDES dizem que elas teriam condições de obter capital em condições razoáveis mesmo se o banco fechasse as portas.


"O BNDES trava o desenvolvimento do mercado de capitais no país", diz a economista Ana Novaes, da consultoria Galanto e conselheira de duas empresas com acesso ao cofre da instituição. "Ninguém pode competir com as taxas oferecidas pelo banco e por isso ele fica com os melhores clientes."

Leia a matéria completa do jornalista RICARDO BALTHAZAR, na Folha Aqui

Eleições 2010 - Briga com Jader ameaça reeleição de Ana Júlia no Pará


Matéria reproduzida pela jornalista Ana Paula Grabois do Jornal Valor Econômico, a partir de fontes diversas, - dentre elas "O Jornal Pessoal" do Editor e Jornalista Lúcio Flavio Pinto.


No Pará, tudo começa e termina no deputado Jader Barbalho (PMDB), ex-governador do Estado por dois mandatos e ex-senador.

A frase, repetida pela população paraense, parece não ter sido ouvida pela governadora Ana Júlia Carepa, que tenta a reeleição pelo PT no Estado. Ana Júlia começou a afastar-se de Jader há um ano e a briga acirrou-se há cerca de seis meses.

O PMDB, antes um aliado, não tem mais secretarias e está fora do governo Ana Júlia, cuja desaprovação bateu os 53% em pesquisa do Ibope realizada no fim de maio. Para reeleger-se, a governadora estimou um dos maiores gastos de campanha destas eleições, de R$ 47 milhões, montante superior ao estimado pelo candidato ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, de R$ 46 milhões. Em 2006, Ana Júlia tinha estimado gasto de R$ 10 milhões. "Ocorreu um erro em nossa estimativa", diz Maurílio Monteiro, secretário de Desenvolvimento do Pará e um dos comandantes da campanha do PT no Estado. Candidato ao Senado, Jader deve definir o resultado da eleição ao governo estadual.

Um dos mentores da candidatura da petista em 2006, Jader lançou de última hora Domingos Juvenil como concorrente pelo PMDB e faz mistério sobre quem vai apoiar no segundo turno. Ana Júlia deve ir ao segundo turno com Simão Jatene, ex-governador do PSDB e ex-secretário do governo Jader. Tanto o tucano quanto a petista esperam um acordo em um eventual segundo turno. "Ele falou a algumas pessoas que sim, mas precisamos dialogar, não sabemos", afirma a governadora. "Pelo grau de tensão que se criou entre PT e PMDB, acredito que ele vai nos apoiar", diz o candidato do PSDB.

Leia a matéria completa no Valor Econômico do fim de semana Aqui

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A grande estrela brilha com luz própria



No evento mais concorrido desta quinta-feira na Festa Literária de Paraty, a escritora Isabel Allende levou o público às gargalhadas falando de sua vida pessoal.

A entrevista, mediada pelo jornalista Humberto Werneck, lembrou mais uma conversa do talk show da norte-americana Oprah Winfrey do que um debate literário. Isabel Allende está lançando "A Ilha Sob o Mar", seu primeiro livro em três anos, mas o assunto passou praticamente em branco no encontro.

Desde "Casa dos Espíritos", em 1982, ela já vendeu mais de 58 milhões de livros em 30 idiomas. Uma medida de sua popularidade pôde ser vista ao final da palestra: uma fila de 100 metros foi formada por pessoas ávidas por um autógrafo da autora.

Com certeza uma das maiores filas formadas na Flip. Abaixo, alguns dos melhores e mais divertidos momentos da participação de Isabel Allende no evento: “Como jornalista, já me arrependi de coisas que escrevi. Como romancista também. Um personagem, num livro, teve a perna amputada e no seguinte ele reapareceu com as duas pernas. Um crítico na Espanha disse que era o realismo mágico” “Desgraçadamente, vivo em inglês com um marido que acha que fala espanhol.

É uma tragédia. Falamos spanglish. Quando brigamos, ele fala em castelhano, para que eu entenda, e eu falo em inglês, para que ele entenda.” “Sou uma mulher mandona. Mais que a mãe judia, que a mãe italiana. Uma mãe chilena.”

“Meu atual marido, quando o encontrei, acho que era o último heterossexual solteiro na Califórnia. Estava recém-separada, há três semanas sem sexo.

Estamos casados há 23 anos.” “Eu precisava de um visto americano. Precisava casar. Ele disse que já tinha casado duas vezes e que precisava pensar. Eu disse. ‘Entendo. Tem até amanha ao meio-dia.’ Foi muito romântico.”

“Por que meus livros são populares? Venho do jornalismo. Não quero perder o leitor, preciso da atenção do leitor. Esta é a sua primeira obrigação”. “Fui uma péssima jornalista. Não era objetiva. Se não tinha o que contar, inventava” Mantenho uma correspondência com a mãe há muitos anos. Tenho um acordo com a minha mãe que nunca será publicado.

Ela me escreve todos os dias. Ela não me escreveria o que escreve se soubesse que alguém iria ler. Falamos mal de muitas pessoas." “Depois de ‘Casa dos Espíritos’, a família ficou 20 anos sem falar comigo.

Só voltaram quando saiu o filme, com Jeremy Irons e Meryl Streep”.

“Um homem com quem sonho? Antonio Banderas. Não está mais jovem, mas também não estou...

Uma mulher para fazer o meu papel no cinema? Penelope Cruz” “Nunca entendi o feminismo como uma guerra contra os homens.” “O que acho do amadurecimento? Hoje me falaram do Pitanguy. O amadurecimento tem coisas boas, poucas, e ruins, muitas.

Não gosto da dependência; o bom do amadurecimento é o desapego, dos bens materiais, se tornar mais humilde.” “Como me vejo velha? Espero ter cabelos. E dentes. Me imagino uma velha um pouco louca, mas escrevendo, cada vez mais desprendida do mundo”.

“Um dentista me disse que quando se aposentar vai escrever. E eu disse: quando me aposentar vou arrancar dentes. Hahaha... Escrever não é arrancar dentes. Escrever é uma paixão.”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

E depois criticam o Iran

Sefer tem candidatura mantida

Sefer passou no TRE por 4 a 2.

No caso de Sefer o TRE analisou que a representação contra ele não tinha aptidão porque foi formulada pelo Psol e o partido não é legitimado para oferecer representação pois não tem nenhum representante na Alepa.

A pergunta que não quer calar. Por que dois membros votaram pelo impedimento da candidatura?.

Se fosse 6x0, até que poderia ter uma interpretação juridica, mas aqui 2 membros argumentaram contra o pedófilo.....

Não existe país no mundo civilizado, -deve haver alguma excepção, comunidades indígenas onde é prática social comer seres humanos-, que libere e permita a candidatura a deputado de um pedófilo. Pará é o exemplo dessa atrocidade.

Social - OIT alerta: continua 'déficit de trabalho decente' no Brasil

AE Agencia Estado

GENEBRA, SUÍÇA - O Brasil atravessou a crise sem passar por um impacto social profundo.

Mas, agora, terá de concentrar esforços para melhorar as condições de trabalho dos brasileiros. O alerta foi feito pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), durante reunião de ministros do Trabalho do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), realizada na semana passada em Washington. Segundo a entidade, 25% da população brasileira ainda ganha menos de US$ 75 por mês.


Para a entidade, o "déficit de trabalhos decentes ainda persiste". Segundo a OIT, o desafio do governo no pós-crise mundial será o de criar condições para uma melhora da renda. A OIT admite que a crise do desemprego foi atenuada pelo aquecimento do mercado interno e pelos incentivos fiscais do governo. Mas alerta para o fato de que a geração de emprego é insuficiente para lidar com a situação social do País, apontando os trabalhos degradantes que persistem.


O documento mostra ainda que o Brasil é o País que tem a menor cobertura de seguro-desemprego entre as economias do G-20, atendendo 7% da população. Na Argentina, é 8%, na África do Sul, 11%, no Japão, 35% e na Espanha, mais de 60%. A OIT recomenda que os governos mundiais mantenham os pacotes de resgate à economia, para evitar uma explosão na taxa de desemprego.

Em 2009, esses pacotes salvaram 8 milhões de empregos e devem evitar mais de 6,7 milhões demissões em 2010. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.