Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
SUCESSÃO - PLEBISCITO DE PROVETA
por Ruy Fabiano
A opção plebiscitária que Lula fez para sua sucessão é a causa mortis da candidatura presidencial de Ciro Gomes, que será anunciada oficialmente pelo PSB na próxima terça-feira. Lula não quer uma disputa plural, nem mesmo a quer simplesmente polarizada entre os candidatos mais fortes - Dilma Roussef, do PT, e José Serra, do PSDB.
Quer uma disputa singular entre não-candidatos: ele e Fernando Henrique Cardoso. Ciro foi excluído porque desmancha essa equação. É um neolulista, ex-tucano, que pode tirar votos dos dois lados. As pesquisas mostram que tira mais votos de Serra do que de Dilma, o que deveria ser festejado pelos governistas. Mas não é. E a razão é simples: Ciro pode ultrapassar Dilma e estabelecer uma polarização com Serra, o que deixaria o PT fora do comando da campanha – e do futuro governo, na eventualidade de vitória.
O PT compartilha cargos, mas não o poder. Não admite ser caudatário de ninguém, nem mesmo de um aliado de confiança, como Ciro.
Há, no partido, o receio de que a estreante Dilma Roussef não suporte (e os lances iniciais da campanha agravam esse temor) o confronto direto com alguém experiente como Serra. Ciro, se candidato, poderia ser beneficiário da fragilidade de Dilma, derrotando-a antes que Serra o faça. Do ponto de vista pessoal de Lula, não seria problemático, pois sabe que Ciro lhe é fiel. Mas, na óptica do PT, a hipótese é intolerável.
Daí a obsessão plebiscitária, um artifício para evitar um duelo desfavorável entre uma candidata sem vôo próprio, Dilma, e um candidato experiente, Serra, em quem até aqui não colou o rótulo de anti-Lula. O artifício petista consiste em fabricar uma “Era Lula” em contraste com uma “Era FHC”.
A idéia seria engenhosa não fosse um detalhe: a Era Lula é, ela mesma, uma continuidade da Era FHC. Estabilidade econômica, desenvolvimento, programas sociais, tudo o que o atual governo exibe como credenciais ao eleitor – e a que se opôs quando na oposição - foi plantado e começou a ser colhido na administração anterior. Se os números indicam expansão, é porque os fundamentos foram preservados.
Há dias, perguntaram a Serra se ele, eleito presidente, mexeria no tripé macroeconômico responsável pela estabilidade econômica do governo Lula: metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal. E ele respondeu: “Como, se fomos nós que o fizemos?” A mesma lógica se estende ao programa de bolsas.
O grande mérito de Lula consistiu em enfrentar seu partido para não mexer no software herdado da Era FHC. Para manejá-lo, escolheu não um petista, mas um técnico tucano, o atual presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que, depois de consultar FHC, patrono de sua candidatura, abdicou de um mandato zero quilômetro de deputado federal pelo PSDB, em 2002, para integrar-se ao governo recém-eleito.
Desde então, é uma de suas peças-chaves. Há dias em editorial, o Wall Street Journal, uma das mais influentes publicações econômicas do mundo, destacou como grande feito econômico de Lula “não ter feito nada”, ter dado continuidade ao que encontrou. Há mérito nisso? Há, claro. Primeiro, a determinação de enfrentar o inconformismo ideológico de seu partido, de que resultou a debandada de alguns petistas históricos, muitos deles hoje no Psol e no PV.
Lula mostrou lucidez e coragem, já que, na sucessão dos governos republicanos brasileiros, a regra é a ruptura, quase sempre despropositada. Há dias, o jornal Valor fez pesquisa com 142 empresários, dos mais representativos, com dois questionamentos básicos: como avaliam o governo Lula e quem preferem para sucedê-lo. A maioria (52%) classificou-o como excelente, mas uma maioria ainda mais expressiva (78%) prefere Serra para sucedê-lo. Dilma obteve apenas 9%.
O raciocínio é óbvio: se a economia vai bem e a maioria opta por um nome não governista para assumi-la, é porque o vê não só como mais qualificado, mas fiel a seus fundamentos. E esse é apenas um dos múltiplos sinais antiplebiscitários. Plebiscito supõe opção entre antagonismos.
E o que a presente eleição coloca é uma escolha bem distinta: quem é o mais qualificado para dar continuidade a um projeto de sustentabilidade econômica eficaz, iniciado com o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Lula teme a resposta e insiste em buscar refúgio num duelo artificial com Fernando Henrique. Falta combinar com o eleitor, que parece mais interessado no futuro que no passado – sobretudo um passado de proveta, em busca de um antagonista, que não há. Ruy Fabiano é jornalista
A opção plebiscitária que Lula fez para sua sucessão é a causa mortis da candidatura presidencial de Ciro Gomes, que será anunciada oficialmente pelo PSB na próxima terça-feira. Lula não quer uma disputa plural, nem mesmo a quer simplesmente polarizada entre os candidatos mais fortes - Dilma Roussef, do PT, e José Serra, do PSDB.
Quer uma disputa singular entre não-candidatos: ele e Fernando Henrique Cardoso. Ciro foi excluído porque desmancha essa equação. É um neolulista, ex-tucano, que pode tirar votos dos dois lados. As pesquisas mostram que tira mais votos de Serra do que de Dilma, o que deveria ser festejado pelos governistas. Mas não é. E a razão é simples: Ciro pode ultrapassar Dilma e estabelecer uma polarização com Serra, o que deixaria o PT fora do comando da campanha – e do futuro governo, na eventualidade de vitória.
O PT compartilha cargos, mas não o poder. Não admite ser caudatário de ninguém, nem mesmo de um aliado de confiança, como Ciro.
Há, no partido, o receio de que a estreante Dilma Roussef não suporte (e os lances iniciais da campanha agravam esse temor) o confronto direto com alguém experiente como Serra. Ciro, se candidato, poderia ser beneficiário da fragilidade de Dilma, derrotando-a antes que Serra o faça. Do ponto de vista pessoal de Lula, não seria problemático, pois sabe que Ciro lhe é fiel. Mas, na óptica do PT, a hipótese é intolerável.
Daí a obsessão plebiscitária, um artifício para evitar um duelo desfavorável entre uma candidata sem vôo próprio, Dilma, e um candidato experiente, Serra, em quem até aqui não colou o rótulo de anti-Lula. O artifício petista consiste em fabricar uma “Era Lula” em contraste com uma “Era FHC”.
A idéia seria engenhosa não fosse um detalhe: a Era Lula é, ela mesma, uma continuidade da Era FHC. Estabilidade econômica, desenvolvimento, programas sociais, tudo o que o atual governo exibe como credenciais ao eleitor – e a que se opôs quando na oposição - foi plantado e começou a ser colhido na administração anterior. Se os números indicam expansão, é porque os fundamentos foram preservados.
Há dias, perguntaram a Serra se ele, eleito presidente, mexeria no tripé macroeconômico responsável pela estabilidade econômica do governo Lula: metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal. E ele respondeu: “Como, se fomos nós que o fizemos?” A mesma lógica se estende ao programa de bolsas.
O grande mérito de Lula consistiu em enfrentar seu partido para não mexer no software herdado da Era FHC. Para manejá-lo, escolheu não um petista, mas um técnico tucano, o atual presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que, depois de consultar FHC, patrono de sua candidatura, abdicou de um mandato zero quilômetro de deputado federal pelo PSDB, em 2002, para integrar-se ao governo recém-eleito.
Desde então, é uma de suas peças-chaves. Há dias em editorial, o Wall Street Journal, uma das mais influentes publicações econômicas do mundo, destacou como grande feito econômico de Lula “não ter feito nada”, ter dado continuidade ao que encontrou. Há mérito nisso? Há, claro. Primeiro, a determinação de enfrentar o inconformismo ideológico de seu partido, de que resultou a debandada de alguns petistas históricos, muitos deles hoje no Psol e no PV.
Lula mostrou lucidez e coragem, já que, na sucessão dos governos republicanos brasileiros, a regra é a ruptura, quase sempre despropositada. Há dias, o jornal Valor fez pesquisa com 142 empresários, dos mais representativos, com dois questionamentos básicos: como avaliam o governo Lula e quem preferem para sucedê-lo. A maioria (52%) classificou-o como excelente, mas uma maioria ainda mais expressiva (78%) prefere Serra para sucedê-lo. Dilma obteve apenas 9%.
O raciocínio é óbvio: se a economia vai bem e a maioria opta por um nome não governista para assumi-la, é porque o vê não só como mais qualificado, mas fiel a seus fundamentos. E esse é apenas um dos múltiplos sinais antiplebiscitários. Plebiscito supõe opção entre antagonismos.
E o que a presente eleição coloca é uma escolha bem distinta: quem é o mais qualificado para dar continuidade a um projeto de sustentabilidade econômica eficaz, iniciado com o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Lula teme a resposta e insiste em buscar refúgio num duelo artificial com Fernando Henrique. Falta combinar com o eleitor, que parece mais interessado no futuro que no passado – sobretudo um passado de proveta, em busca de um antagonista, que não há. Ruy Fabiano é jornalista
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Energia - Xingú as dificuldades das exigências do meio ambiente e o desafio do crescimento
The Economist
22 de abril, 2010
Os vencedores liderado pela Chesf, um gerador de energia hidrelétrica estatal, e várias empresas de construção, comemorado em silêncio e rapidamente. Sua discrição era compreensível. Espera fora da sala de leilões no regulador de energia do Brasil foi uma multidão enfurecida, vestidos com macacões e warpaint e três toneladas de esterco fresco, graças a uma fazenda de porcos locais.
"Belo Monte de Merda", dizia a bandeira no monte de amadurecimento. Mas o rápido crescimento econômico do Brasil precisa de mais energia, de preferência renováveis. A dimensão da barragem, que será posto terceira maior hidrelétrica do mundo depois da China Three Gorges e do próprio Brasil Itaipu é épico. Assim é o investimento, de pelo menos 19 bilhões de reais (cerca de US $ 11 bilhões).
Mas desde que os engenheiros em Brasília lançou os planos para o represamento do Xingu, há duas décadas, o projeto tem atraído forte oposição. Grupos ambientalistas e ribeirinhos dizem que Belo Monte vai inundar vastas manchas de floresta, enquanto outros dessecantes. "A floresta é o nosso açougue, o rio é o nosso mercado", os líderes indianos escreveu em um jornal.
Eles foram auxiliados pelos verdes da Europa e dos Estados Unidos, incluindo as tribos de Hollywood. James Cameron, diretor de cinema, voou para daub seu rosto em tinta vermelha, abraço um índio e se juntar ao protesto. Em seu passado como líder sindical, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil desde 2003, poderia ter se juntou a eles. Agora ele tem um legado à mente.
Belo Monte é o ponto central do governo de investimentos públicos ambicioso programa, iniciativa da capitânia da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ex-chefe de equipe de funcionários e candidatos a sucessor, que enfrenta uma dura batalha nas eleições presidenciais de outubro, contra José Serra, o principal candidato da oposição. Como presidente, Lula demonstrou pouca paciência para abraçadores de árvores (ver artigo), não importa grandstanding gringos. "Eles não precisam vir para cá e nos dar conselhos", ele arrebentou. No entanto, os verdes não estavam sozinhos em sua falta de entusiasmo para o projeto.
Alguns dos construtores principais do país, como Odebrecht e Camargo Corrêa, tirou do leilão, convencido de que o governo ditou tarifas de energia, limitado a 83 reais (47 dólares) por megawatt-hora, foram muito baixos para garantir um retorno justo sobre seu investimento. (O consórcio vencedor ofereceu uma taxa ligeiramente mais baixa). O governo teve que gastar bilhões de dólares em empréstimos e incentivos fiscais para atrair compradores. Mesmo assim duas empresas do consórcio vencedor logo saiu, aparentemente porque eles pensavam que a tarifa muito baixa. Leia o artigo completo no The Economist Aqui
22 de abril, 2010
Os vencedores liderado pela Chesf, um gerador de energia hidrelétrica estatal, e várias empresas de construção, comemorado em silêncio e rapidamente. Sua discrição era compreensível. Espera fora da sala de leilões no regulador de energia do Brasil foi uma multidão enfurecida, vestidos com macacões e warpaint e três toneladas de esterco fresco, graças a uma fazenda de porcos locais.
"Belo Monte de Merda", dizia a bandeira no monte de amadurecimento. Mas o rápido crescimento econômico do Brasil precisa de mais energia, de preferência renováveis. A dimensão da barragem, que será posto terceira maior hidrelétrica do mundo depois da China Three Gorges e do próprio Brasil Itaipu é épico. Assim é o investimento, de pelo menos 19 bilhões de reais (cerca de US $ 11 bilhões).
Mas desde que os engenheiros em Brasília lançou os planos para o represamento do Xingu, há duas décadas, o projeto tem atraído forte oposição. Grupos ambientalistas e ribeirinhos dizem que Belo Monte vai inundar vastas manchas de floresta, enquanto outros dessecantes. "A floresta é o nosso açougue, o rio é o nosso mercado", os líderes indianos escreveu em um jornal.
Eles foram auxiliados pelos verdes da Europa e dos Estados Unidos, incluindo as tribos de Hollywood. James Cameron, diretor de cinema, voou para daub seu rosto em tinta vermelha, abraço um índio e se juntar ao protesto. Em seu passado como líder sindical, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil desde 2003, poderia ter se juntou a eles. Agora ele tem um legado à mente.
Belo Monte é o ponto central do governo de investimentos públicos ambicioso programa, iniciativa da capitânia da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ex-chefe de equipe de funcionários e candidatos a sucessor, que enfrenta uma dura batalha nas eleições presidenciais de outubro, contra José Serra, o principal candidato da oposição. Como presidente, Lula demonstrou pouca paciência para abraçadores de árvores (ver artigo), não importa grandstanding gringos. "Eles não precisam vir para cá e nos dar conselhos", ele arrebentou. No entanto, os verdes não estavam sozinhos em sua falta de entusiasmo para o projeto.
Alguns dos construtores principais do país, como Odebrecht e Camargo Corrêa, tirou do leilão, convencido de que o governo ditou tarifas de energia, limitado a 83 reais (47 dólares) por megawatt-hora, foram muito baixos para garantir um retorno justo sobre seu investimento. (O consórcio vencedor ofereceu uma taxa ligeiramente mais baixa). O governo teve que gastar bilhões de dólares em empréstimos e incentivos fiscais para atrair compradores. Mesmo assim duas empresas do consórcio vencedor logo saiu, aparentemente porque eles pensavam que a tarifa muito baixa. Leia o artigo completo no The Economist Aqui
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Sucessão - Quem pariu Mateus que o embale
De passagem por Brasília, o governador pernambucano Eduardo campos, presidente do PSB, disse meia dúzia de palavras sobre Ciro Gomes.
"Colocar candidatura ou tirar candidatura é uma tarefa da direção nacional do partido, ouvindo a sua base”, declarou.
“O presidente da República é, ao nosso ver, o coordenador do processo de sua sucessão, mas não cabe ao Lula decidir o que nós vamos fazer ou não com o Ciro”.
Eduardo Campos tem razão. Lula limitou-se a enrolar a corda no pescoço de Ciro. Deixou para o PSB a tarefa de chutar o banquinho.
Ciro Gomes tornou-se a principal preocupação de Lula e do comando petista da campanha de Dilma Rousseff.
O presidente e o petismo ruminam o receio de que, a exclusão de Ciro do tabuleiro presidencial, coisa dada como certa, produza barulho.
Dono de temperamento mercurial, Ciro digere seus rancores, por ora, em privado. Receia-se que, consumada a exclusão, ele se torne franco atirador.
Um detalhe tonificou o receio. Lula pediu a um auxiliar que tocasse o telefone para Ciro, para convidá-lo para uma conversa.- Até a noite passada, o ‘quase-ex-presidenciável’ não se dignara a responder aos telefonemas do Planalto. Também o PSB tenta administrar o desembarque.
O partido busca uma mágica: quer retirar Ciro do páreo sem grudar nele a pecha de derrotado.- Goverbador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos passou 48 horas em Brasília.
- O pretexto da viagem foi a festa de aniversário da Capital. Abaixo da linha d’água,
Campos reuniu-se com outros dirigentes da legenda. Acertou a realização de uma consulta aos diretórios estaduais. O resultado será levado à reunião da Executiva, marcada para a próxima terça (27). É nesse dia que o PSB pretende amarrar o guizo em Ciro.
O passo seguinte seria a adesão ao megaconsórcio partidário que se formou em torno de Dilma Rousseff.- No QG de Dilma, cogita-se convidar Ciro para assumir missões executivas na cruzada da candidata de Lula –a coordenação da campanha no Nordeste, por exemplo.
- Quem conhece Ciro descrê da possibilidade de que ele venha a aceitar uma tarefa que, longe de lhe servir de bâlsamo, acentuaria a humilhação.
Blog da Folha
Josias de Souza josias@uol.com.br
Essa intilegência privilegiada do Ciro não registrou esses "dados" da equação política brasileira. Pecou de in-gênuo, caiu no conto das falsas promessas de candidaturas inexistentes, irreais. Até trocou de domicílio eleitoral para ter na mão mais uma alternativa.
E agora, jósé Ciro Gomes? É tudo ou nada.
Josias de Souza josias@uol.com.br
Essa intilegência privilegiada do Ciro não registrou esses "dados" da equação política brasileira. Pecou de in-gênuo, caiu no conto das falsas promessas de candidaturas inexistentes, irreais. Até trocou de domicílio eleitoral para ter na mão mais uma alternativa.
E agora, jósé Ciro Gomes? É tudo ou nada.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Amazônia - Belo Monte 25 años depois......
Projetada para ser construída no Rio Xingú, na Região Amazônica, a Belo Monte será a maior hidrelétrica do Brasil e a terceira do mundo.
Com capacidade para gerar 11 mil 233 megawatts através de dois reservatórios de 516 quilômetros quadrados, tamanho semelhante ao do Canal do Panamá, e vai impactar toda a bacia do Xingu, além de quatro reservas extrativistas e oito unidades de conservação ambiental.
Será a terceira maior hidrelétrica do mundo – atrás apenas das usinas de Três Gargantas, na China, e da binacional Itaipu.
Estima-se que sua geração será suficiente para atender 26 milhões de brasileiros.
Para os defensores do projeto, uma das principais vantagens da nova usina será o preço. O custo não poderá ultrapassar R$ 83 por megawatt/hora (MWh). As obras deverão gerar ainda 18 mil empregos diretos e 23 mil indiretos.
O governo argumenta que uma das condicionantes impostas na licença prévia do Ibama para o empreendimento determina que seja mantida uma vazão mínima no rio.
Afirma também que há projetos de preservação ambiental e que as comunidades que forem afetadas serão transferidas para locais onde possam manter condições similares de vida.
Clique aqui embaixo para ver as críticas e mais informação
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Sucessão - O que vc acha?
PT e PSB pedem que presidente faça Ciro desistir
Líderes de PT e PSB pediram ao presidente Lula que chame o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) para uma conversa a fim de convencê-lo a desistir da candidatura à Presidência.
Para os partidos, o ideal seria que a conversa acontecesse antes da reunião da Executiva do PSB, marcada inicialmente para o dia 27. Com isso, Ciro poderia anunciar no encontro apoio à pré-candidata do PT, Dilma Rousseff.
Com o abandono, o PSB estuda oferecer a Ciro a coordenação das campanhas da sigla nos Estados.
Só faltou perguntar para o homem bomba
terça-feira, 20 de abril de 2010
Eleições 2010 - No pará Ana Julia ao Governo e Jader ao Senado, o resto é só conversa.
Não tirei uma palavra nem vírgula de uma postagem do dia 7 de abril neste mesmo Blog Aqui
Não adianta um simples mortal produzir uma matéria sobre qualquer assunto.
Esta pode ser lapidar, nítida, clara, precisa e estar submetida a qualquer prova. Entretanto, só será certa e clara, quando publicada por aquele que tem cobertura na imprensa. Um burro, semi-letrado ou até analfabeto, não importa, ele está no poder e sua notícia será a que rodará pelos jornais e meios de imprensa.
Veja o que tenho falado sobre as eleições no Pará.
Sem mais comentários.
Muito se fala sobre as chapas dos candidatos à eleição de 2010. Alianças, acordos em 2010, o pagamento em 2014 o apoio em 2012 no pleito para a prefeitura, etc.etc.etc. Só exercício para dar trabalho a jornalistas sem notícia que publicar. Os paparazzis dos textos saem por aí caçando fofocas políticas, interpretando jantares de candidatos, reuniões secretas, relação de acordos e compromissos de hoje, para cumprir nos próximos anos, nas próximas eleições, até na próxima década. Muitas bobagens e disso muitos vivem e muitos leitores adoram ler essas besteiras. Mas cansa e muito ouvir ou ler tanta estupidez reunida em parágrafos desconexos.
Têm jornalistas que todo dia revelam algum segredo dos possíveis candidatos. Tipo assim: Sabem com quem vai jantar hoje o Jader? Ah, não sabem?, Pois eu vou falar: vai jantar com a mesmíssima governadora. E o cardápio qual vai ser?, O clima do Belém, seguramente.
Outra. O Dudu sumiu da Prefeitura, o que andará fazendo no rio de Janeiro, Não deve ser vistoriando as enchentes, com o Prefeito do Rio, claro. Logo mais: O Puty, ex-chefe da Casa Civil viajou para São Paulo, no fim de semana, veja aqui (e mostra o DOE) as diárias que leva para torrar na capital paulista.
Mais uma: Jader falou que sua decisão sairá nesta semana, vai dedicar o feriado de páscoa, vai conversar com sua família e na próxima semana falará ao povo paraense sua decisão. Claro ele é um soldado do partido e ouvirá o seu PMDB.
E o Jatene. Ah ele pegou um avião, o das 4h00 da matina e foi, sabem para onde? Eu sei! Foi para....São Paulo e daí para Bertioga, não precisamente a tomar um banho nas ondas do mar paulista. E por aí vai meu caro leitor. Você pode passar longas horas lendo e rindo, -ou chorando-, de ouvir e ler tanta bobagem. 90% é lixo, nada agrega ao nosso já atrofiado intelecto. Não agregam conhecimento nem conteúdo essas oligofrênicas análises.
Sobre as eleições pouco pode mudar de como já foi definido e claro terão algumas surpresas sobre candidatos a deputado, e até um senador que entre no páreo. Mas, para governador, isso já está definido faz muito, muitíssimo tempo. E me ouçam, caros jornalistas profissionais: a partir dessa definição é que se faz a análise e não ao contrário.
Então o Básico no Pará é assim: Ana Julia candidata a reeleição e, possivelmente será eleita, dependendo de quão grande seja o estomago do Jader para entregar todo seu apoio. Mas, mas, como ele vai para o Senado e também deve contar com o apoio (discreto) do PT, Ela&Ele serão eleitos. O resto é conseqüência.
Não adianta um simples mortal produzir uma matéria sobre qualquer assunto.
Esta pode ser lapidar, nítida, clara, precisa e estar submetida a qualquer prova. Entretanto, só será certa e clara, quando publicada por aquele que tem cobertura na imprensa. Um burro, semi-letrado ou até analfabeto, não importa, ele está no poder e sua notícia será a que rodará pelos jornais e meios de imprensa.
Veja o que tenho falado sobre as eleições no Pará.
Sem mais comentários.
Muito se fala sobre as chapas dos candidatos à eleição de 2010. Alianças, acordos em 2010, o pagamento em 2014 o apoio em 2012 no pleito para a prefeitura, etc.etc.etc. Só exercício para dar trabalho a jornalistas sem notícia que publicar. Os paparazzis dos textos saem por aí caçando fofocas políticas, interpretando jantares de candidatos, reuniões secretas, relação de acordos e compromissos de hoje, para cumprir nos próximos anos, nas próximas eleições, até na próxima década. Muitas bobagens e disso muitos vivem e muitos leitores adoram ler essas besteiras. Mas cansa e muito ouvir ou ler tanta estupidez reunida em parágrafos desconexos.
Têm jornalistas que todo dia revelam algum segredo dos possíveis candidatos. Tipo assim: Sabem com quem vai jantar hoje o Jader? Ah, não sabem?, Pois eu vou falar: vai jantar com a mesmíssima governadora. E o cardápio qual vai ser?, O clima do Belém, seguramente.
Outra. O Dudu sumiu da Prefeitura, o que andará fazendo no rio de Janeiro, Não deve ser vistoriando as enchentes, com o Prefeito do Rio, claro. Logo mais: O Puty, ex-chefe da Casa Civil viajou para São Paulo, no fim de semana, veja aqui (e mostra o DOE) as diárias que leva para torrar na capital paulista.
Mais uma: Jader falou que sua decisão sairá nesta semana, vai dedicar o feriado de páscoa, vai conversar com sua família e na próxima semana falará ao povo paraense sua decisão. Claro ele é um soldado do partido e ouvirá o seu PMDB.
E o Jatene. Ah ele pegou um avião, o das 4h00 da matina e foi, sabem para onde? Eu sei! Foi para....São Paulo e daí para Bertioga, não precisamente a tomar um banho nas ondas do mar paulista. E por aí vai meu caro leitor. Você pode passar longas horas lendo e rindo, -ou chorando-, de ouvir e ler tanta bobagem. 90% é lixo, nada agrega ao nosso já atrofiado intelecto. Não agregam conhecimento nem conteúdo essas oligofrênicas análises.
Sobre as eleições pouco pode mudar de como já foi definido e claro terão algumas surpresas sobre candidatos a deputado, e até um senador que entre no páreo. Mas, para governador, isso já está definido faz muito, muitíssimo tempo. E me ouçam, caros jornalistas profissionais: a partir dessa definição é que se faz a análise e não ao contrário.
Então o Básico no Pará é assim: Ana Julia candidata a reeleição e, possivelmente será eleita, dependendo de quão grande seja o estomago do Jader para entregar todo seu apoio. Mas, mas, como ele vai para o Senado e também deve contar com o apoio (discreto) do PT, Ela&Ele serão eleitos. O resto é conseqüência.
domingo, 18 de abril de 2010
Agenda ecológica - A Natureza como Limite da Economia.
Lançamento de livro sobre teoria econômica e ecologia, no Instituto de Estudos Avançados da USP.
Transmição ao VIVO pela WEB no endereço do IEA/USP Aqui Dia 19/4/2010
Falta 1 dia para o início do evento.
Duração: 1 dia
Agência FAPESP – No dia 19 de abril, às 15h, Andrei Cechin, doutorando da Universidade de Wageningen (Holanda), José Eli da Veiga, professor titular da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP), e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, debaterão o tema “A natureza como limite da economia”, no auditório do Instituto de Estudos Avançados da USP.
O título do debate dá nome ao livro de Cechin, que será lançado na ocasião. A Natureza como Limite da Economia, publicado pelo Senac São Paulo e pela Edusp com apoio da FAPESP, coloca a economia como um subsistema do ambiente e, portanto, sujeita às leis da física, especialmente à Lei da Entropia. Durante o evento também será lançado o livro Economia Socioambiental (Senac São Paulo), organizado por Veiga.
O professor convidou especialistas a apresentarem uma abordagem brasileira das questões socioambientais. O trabalho resultou em 14 capítulos com reflexões sobre a desarmonia entre os conceitos de civilização, progresso e natureza. A sede do IEA fica na rua da Reitoria (antiga Travessa J), 374, Cidade Universitária. O evento será transmitido ao vivo pela internet no endereço www.iea.usp.br/aovivo. Mais informações podem ser obtidas com Inês Iwashita pelo e-mail ineshita@usp.br ou telefone (11) 3091-1685.
Os limites impostos pelo ambiente sobre os processos econômicos serão discutidos em debate no dia 19 de abril, às 15h, no IEA. Andrei Cechin, doutorando da Universidade de Wageningen, Holanda, falará sobre seu livro “A Natureza como Limite da Economia” (Senac São Paulo-Edusp-Fapesp), que será lançado na ocasião. A exposição será seguida de debate com José Eli da Veiga, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp. A coordenação será de Wagner Costa Ribeiro, coordenador do Grupo de Estudos de Ciências Ambientais do Instituto.
Segundo Cechin, a economia é um subsistema do ambiente e, por isso, não pode contrariar as leis da física, em especial a Lei da Entropia (2ª Lei da Termodinâmica). Ressalta que toda a vida econômica se alimenta de energia e matéria de baixas entropias e produz resíduos de alta entropia. Para ele, os economistas, concentrados no fluxo circular monetário, parecem ter se esquecido do fluxo metabólico real e isso pode causar um ‘crescimento antieconômico’, com custos maiores do que benefícios.
No evento também será lançado o livro “Economia Socioambiental” (Senac São Paulo), organizado por José Eli da Veiga. O livro contém 14 capítulos escritos por especialistas convidados. Os autores debatem a abordagem brasileira das questões socioambientais e refletem sobre a desarmonia entre os conceitos de civilização, progresso e natureza. Esse desacordo, pequeno no passado, cresceu assustadoramente com o modelo econômico capitalista, uma vez que, segundo Eli da Veiga, “o individualismo metodológico da teoria econômica ignora sistematicamente a natureza hierárquica dos sistemas sociais e ecológicos”.
Transmição ao VIVO pela WEB no endereço do IEA/USP Aqui Dia 19/4/2010
Falta 1 dia para o início do evento.
Duração: 1 dia
Agência FAPESP – No dia 19 de abril, às 15h, Andrei Cechin, doutorando da Universidade de Wageningen (Holanda), José Eli da Veiga, professor titular da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP), e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, debaterão o tema “A natureza como limite da economia”, no auditório do Instituto de Estudos Avançados da USP.
O título do debate dá nome ao livro de Cechin, que será lançado na ocasião. A Natureza como Limite da Economia, publicado pelo Senac São Paulo e pela Edusp com apoio da FAPESP, coloca a economia como um subsistema do ambiente e, portanto, sujeita às leis da física, especialmente à Lei da Entropia. Durante o evento também será lançado o livro Economia Socioambiental (Senac São Paulo), organizado por Veiga.
O professor convidou especialistas a apresentarem uma abordagem brasileira das questões socioambientais. O trabalho resultou em 14 capítulos com reflexões sobre a desarmonia entre os conceitos de civilização, progresso e natureza. A sede do IEA fica na rua da Reitoria (antiga Travessa J), 374, Cidade Universitária. O evento será transmitido ao vivo pela internet no endereço www.iea.usp.br/aovivo. Mais informações podem ser obtidas com Inês Iwashita pelo e-mail ineshita@usp.br ou telefone (11) 3091-1685.
Os limites impostos pelo ambiente sobre os processos econômicos serão discutidos em debate no dia 19 de abril, às 15h, no IEA. Andrei Cechin, doutorando da Universidade de Wageningen, Holanda, falará sobre seu livro “A Natureza como Limite da Economia” (Senac São Paulo-Edusp-Fapesp), que será lançado na ocasião. A exposição será seguida de debate com José Eli da Veiga, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp. A coordenação será de Wagner Costa Ribeiro, coordenador do Grupo de Estudos de Ciências Ambientais do Instituto.
Segundo Cechin, a economia é um subsistema do ambiente e, por isso, não pode contrariar as leis da física, em especial a Lei da Entropia (2ª Lei da Termodinâmica). Ressalta que toda a vida econômica se alimenta de energia e matéria de baixas entropias e produz resíduos de alta entropia. Para ele, os economistas, concentrados no fluxo circular monetário, parecem ter se esquecido do fluxo metabólico real e isso pode causar um ‘crescimento antieconômico’, com custos maiores do que benefícios.
No evento também será lançado o livro “Economia Socioambiental” (Senac São Paulo), organizado por José Eli da Veiga. O livro contém 14 capítulos escritos por especialistas convidados. Os autores debatem a abordagem brasileira das questões socioambientais e refletem sobre a desarmonia entre os conceitos de civilização, progresso e natureza. Esse desacordo, pequeno no passado, cresceu assustadoramente com o modelo econômico capitalista, uma vez que, segundo Eli da Veiga, “o individualismo metodológico da teoria econômica ignora sistematicamente a natureza hierárquica dos sistemas sociais e ecológicos”.
O mundo da Net - A liberdade na Internet por Hillary Rodham Clinton
Alberto muito obrigado, não só para a sua introdução, mas para o tipo de liderança que você e seus colegas têm sobre esta importante instituição. É um prazer estar aqui no Newseum. Esta instituição é um monumento à algumas de nossas liberdades mais preciosas e agradeço a oportunidade de discutir como essas liberdades se aplicam aos desafios do século XXI.
Embora eu não possa ver tudo isso no palco e isso me dá a luz em seus olhos e você está no escuro, mas eu sei que aqui muitos amigos e ex-colegas. Gostaria de agradecer Charles Overby, o diretor-executivo do Fórum da Liberdade aqui no Newseum, o senador Richard Lugar eo senador Joe Lieberman, meus ex-colegas no Senado ambos votaram para aprovar a Lei de La Voz, o que refere-se ao empenho do Congresso e do povo americano com a liberdade na Internet um compromisso que ultrapassa as fronteiras partidárias e ramos do governo.
Devo dizer também que estão aqui senadores Sam Brownback e Ted Kaufman, e Rep. Loretta Sanchez, e muitos representantes do corpo diplomático: embaixadores, encarregados de negócios, e os participantes no nosso Programa de Visitantes Internacionais Liderança pela liberdade na Internet da China Colômbia, Irã, Líbano e da Moldávia. Também gostaria de agradecer o apoio de Walter Isaacson, presidente do Instituto Aspen, recentemente nomeado para o Conselho de Governadores da Radiodifusão (Broadcasting Board of Governors) e, naturalmente, fundamental para apoiar o trabalho sobre a liberdade na Internet que o Instituto Aspen foi desempenho.
Haiti como um preâmbulo
Embora este seja um importante discurso sobre uma questão importante, em primeiro lugar eu gostaria de falar brevemente sobre o Haiti. Nos últimos oito dias, o povo do Haiti e as pessoas ao redor do mundo se uniram para enfrentar uma tragédia de enormes proporções. Nosso continente tem sofrido a sua quota de tantas dificuldades, mas há poucos precedentes em situações como a que estamos vendo em Port au Prince. As redes de comunicação têm desempenhado um papel crítico em nossa resposta. Claro que foram danificadas e destruídas, em muitos lugares. Nas primeiras horas após o terremoto que trabalhar com parceiros no setor privado para definir a campanha de mensagens de texto "Haiti", para utilizadores de telemóvel em os E.U. para doar aos esforços do relevo através de mensagens de texto. Esta iniciativa demonstrou a generosidade do povo americano e até agora arrecadou mais de US $ 25 milhões para os esforços de recuperação.
As redes de informação também têm desempenhado um papel crítico no campo. Quando eu estava com o Presidente Préval, no sábado, em Port au Prince, uma de suas prioridades era para ter comunicações operacionais. Membros do governo não poderiam se comunicar, ou o que restou deles, com as ONG, os nossos líderes civis, nossos líderes militares, foram severamente afetadas. A comunidade de tecnologia criou mapas interativos para ajudar a identificar as necessidades e os recursos são direcionados a estes. Na segunda-feira uma equipe E.U. de busca e salvamento retirados dos escombros de um supermercado para uma criança de sete anos de idade e duas mulheres que tinham enviado uma mensagem de texto pedindo ajuda. Estes exemplos são manifestações de um fenômeno muito mais amplo.
A disseminação das redes de informação está criando um novo sistema nervoso do planeta. Quando alguma coisa acontece no Haiti ou em Hunan, o resto de nós quando soubemos deste está ocorrendo, e através de pessoas reais, e também podemos responder no tempo é realmente o que está acontecendo. Norte-americanos que querem ajudar depois do desastre e da menina presa no supermercado estão ligados de forma que eles não poderiam imaginar há um ano ou uma geração atrás. O mesmo princípio se aplica a quase toda a humanidade hoje. Enquanto estamos aqui sentados, ou você, ou qualquer de seus filhos pode ter ferramentas que usamos todos os dias e encaminhar o diálogo para bilhões de pessoas ao redor do mundo.
Em muitos aspectos, as informações nunca passou tão livremente. Há mais maneiras de divulgar mais idéias para mais pessoas do que em qualquer outro momento na história. Mesmo em países autoritários redes de informação ajudam as pessoas a descobrir novos fatos e pedir mais responsabilidade dos governos.
Viajando na China
Durante sua visita à China em novembro, por exemplo, o presidente Obama teve uma reunião na prefeitura de tipo em que tinha um componente online, de forma a enfatizar a importância da Internet. Em resposta a uma pergunta enviada pela Internet defendeu o direito do povo ter livre acesso à informação e disse que a informação flui mais livremente, mais forte se tornam as sociedades. Ele falou sobre como o acesso às informações ajuda os cidadãos a exigir a responsabilização dos seus governos, para gerar novas idéias, estimular a criatividade eo empreendedorismo. A crença em E.U. esta verdade fundamental é o que me traz aqui hoje.
Devido a este aumento sem precedentes na conectividade também devemos reconhecer que essas tecnologias não são uma bênção para si mesmos.
Essas ferramentas também estão explorando alguns para prejudicar o progresso da humanidade e dos direitos políticos. Nós usamos o aço para construir hospitais, mas também para construir armas, podemos utilizar a energia nuclear para fornecer eletricidade de uma cidade, mas também para destruí-la, e, da mesma forma moderna de redes de informação e tecnologia que podem ser utilizados para apoiar ou ou pior. As mesmas redes que ajudam a organizar os movimentos de liberdade também permitem Al Qaeda espalhar o ódio e incitar a violência contra os inocentes. Tecnologias com potencial para abrir o acesso ao governo e promover a transparência também pode ser desviado pelos governos para esmagar a dissidência ea negação dos direitos humanos. Acesse o artigo completo da Secretária de Estado E.U. América do Norte Hillary Rodham Clinton, onde trata de temas como os limites da liberdade, os excluídos dos benefícios da internet, a segurança e o terrorismo e as propostas para a modernidade, dentre outros temas Acesse Aqui
Aqui em Brasília: A lama continua e a corrupção é empossada - Em Belém a prática da baixaria revela as "boas práticas da política paraense"
Correio.
Minutos após ser eleito o novo governador do Distrito Federal, Rogério Rosso (PMDB) garantiu que não será candidato ao cargo nas eleições de outubro. Rosso, que fica à frente do executivo local até 31 de dezembro, afirmou também que garantirá a continuidade das obras pela cidade e dedicará investimentos à saúde, segurança e educação. "Nas primeiras semanas vamos manter as máquinas funcionando e rever as despesas com os comissionados. Nós vamos mostrar pro STF e para a PGR que a intervenção não é necessária", afirmou.
Para evitar a intervenção federal, Rosso disse que fará um governo suprapartidário. "Para isso, quanto maior esforço dos parlamentares melhor. Até os juristas estão com a dificuldade de saber a dimensão da intervenção", justifica. Rosso falou ainda sobre corrupção, e garantiu esforços para a festa do aniversário de 50 anos da capital, na próxima quarta-feira (21/4).
Corrupção
"Enquanto houver denúncia vamos apurar. Essa votação é única na história do DF. E não é a votação de um deputado isolado, e sim da população. Na eleição indireta, prevista pela Constituição, os deputados são os representantes da população".
Cinquentenário
"Já fui informado que existem dificuldades técnicas no planejamento das comemorações dos 50 anos de Brasília. Tenho algumas medidas, mas não gostaria de antecipar, quero conversar primeiro com os partidos que assinaram a carta de Brasília. É preciso ver os problemas. Eu tenho uma opinião, mas não posso adiantar se está garantido ou não. Se depender da gente vai ter festa".
Roriz
"Não tenho absolutamente nenhum problema de falar que fui secretário no governo Roriz, pelo contrário. Nós vamos deixar Brasília com uma auto-estima elevada, não será o governo do Rogério Rosso, nem uma continuidade."
O Novo Governo. (Coluna Cláudio Humberto).
A Câmara Legislativa do Distrito Federal acaba de eleger o ex-presidente da Codeplan Rogério Rosso para o cargo de governador tampão. Ele ficará no cargo até 31 de dezembro e sua vice-governadora é a deputada Ivelise Longhi, ambos do PMDB. Revelado para a política pelo ex-governaor Joaquim Roriz (PSC), de quem foi protegido, no governo Arruda Rosso ocupava a presidência da Codeplan, cargo confiado por Roriz ao ex-policial Durval Barbosa, que montou na instituição um esquema de suborno a políticos denunciado pela Operação Caixa da Pandora, da Polícia Federal. Rogério Rosso não teve seu nome envolvido em esquema de corrupção, muito embora figura como co-reu em processo que tramita no Supremo Tribunal Federal contra o ex-chefe Arruda. Rosso venceu a disputa já no primeiro turno, há instantes, com 13 dos 24 votos. O petista Antônio Ibañez ficou em segundo com seis votos, seguido pelo atual governador interino, Wilson Lima (PR), com quatro.
Cenários paraenses e a movimentação do Jader Barbalho.Blog do Observatório eleitoral.
Nos últimos dias o cenário político paraense tem fervilhado. Mário Couto, o Senador, "destilou" mais uma vez sua fúria sobre a governadora Ana Júlia e recebeu na mesma "dose" uma resposta de alto teor etílico do PT. Os blogs e observadores políticos criticaram a baixiaria das réplicas e tréplicas, querendo um nível menos baixo para os debates que realmente interessam ao povo paraense.
Também foi muito explorada a nomeação de Élida Braz pelo governo do Estado, sendo espalhada para diversos veículos nacionais que a divulgaram. Nesse mesmo instante, o governo se esforçava em atrair investidores para a cadeia do aço no Pará, o que não ganhou tanta repercussão quanto a nomeação. Uns dizem que a ação contra Élida foi preconceituosa. Outros disseram que o governo deveria ter explicado melhor as funções da nomeada. Para muitos, foi um erro político sua nomeação pela história controversa de Élida e de seu esposo e ex-vereador, André Kaveira.
O blog da Ana Célia - A perereca da vizinha e outra vozes blogueiras fizeram comentários bastante interessantes sobre o fato, comparando a outros casos semelhantes ou muito mais graves ocorridos na história recente da política paraense e que não foram divulgados por serem governantes homens.
O Observatório Eleitoral acredita que o Pará terá muitas dificuldades para alcançar esse palanque único. O PMDB deverá ter candidato próprio ao governo. E Jader é o nome.
E ele tem pavimentado muito bem essa situação. Seus veículos de comunicação não têm dado folga ao governo do Estado, fazendo denúncias sucessivas e levantando sempre assuntos negativos em suas manchetes, enfraquecendo Ana Júlia perante seus milhares de leitores. Usam muito bem a força que sabem que dispõem. Já fizeram isso também com Duciomar, enfraquecendo-o ao ponto do prefeito de Belém decidir não se expor a eleição majoritária.
Amigo do Peito. Quem pode pode e quem não pode...Blog do Helder.
Entre o público presente na inauguração do Restaurante Popular estiveram diversas autoridades federais, estaduais e municipais. Foram tantas e, para não cometer o pecado de esquecer algum nome, registro a presença do ministro chefe das Relações Institucionais do governo Federal Alexandre Padilha, em nome de quem agradeço a todos pela participação e por esse gesto de atenção para com Ananindeua. E, mais uma vez, por falar no ministro Padilha, este, em seu discurso, fez questão de lembrar que há não muito tempo atrás, quando Lula enfrentou uma das maiores crises de seu governo, os amigos do presidente podiam ser contados nos dedos de uma mão. Entre esses amigos, relatou Padilha, estava o deputado federal Jader Barbalho. “Esse gesto o presidente não esquece e não vai esquecer jamais”, disse o ministro ao deputado Jader.
Leia mais sobre esses preparativos para a grande decisão das alianças na política paraense no Blog do Observatório Eleitoral e no Blog do Enriquez Aqui
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Biodiversidade - CNPq libera acesso à fauna e floresta para pesquisar o patrimônio genético
Os pesquisadores já podem solicitar autorização de acesso ao patrimônio genético brasileiro, ou seja amostras de espécies animais e vegetais do país, anunciou o CNPq --Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico --nesta quinta-feira (8).
Após a fase de testes, a instituição colocou no ar o formulário on-line próprio para as solicitações. A ação integra o Sistema de Autorização de Acesso ao Patrimônio Genético, desenvolvido especificamente para esta finalidade. No entanto, essa é uma fase de pesquisa que trata apenas da análise do material, em geral em laboratório. Antes disso, é preciso fazer a coleta do material, sob responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente --há formulário próprio para isso.
O acesso à biodiversidade brasileira e aos seus recursos genéticos é um problema histórico para os cientistas, o que atrapalha muito as pesquisas, segundo eles. Licenças chegam a demorar 2 anos para sua emissão. Projeto A autorização do CNPq será concedida às instituições que realizam pesquisas nas áreas biológicas e afins, mediante a apresentação de projeto de pesquisa que descreva as atividades de acesso e de remessa das amostras de componentes do patrimônio genético brasileiro.
O projeto deverá ser coordenado por pesquisador com experiência no assunto. As orientações para solicitar a autorização e preenchimento do formulário on-line estão em página específica do site do CNPq. Para gerenciar a nova atribuição, o CNPq criou a Coordenação do Sistema de Autorização de Acesso ao Patrimônio Genético, vinculada à Diretoria de Programas Temáticos e Setoriais. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail apg@cnpq.br ou telefone 0/xx/61/2108-4024.
Após a fase de testes, a instituição colocou no ar o formulário on-line próprio para as solicitações. A ação integra o Sistema de Autorização de Acesso ao Patrimônio Genético, desenvolvido especificamente para esta finalidade. No entanto, essa é uma fase de pesquisa que trata apenas da análise do material, em geral em laboratório. Antes disso, é preciso fazer a coleta do material, sob responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente --há formulário próprio para isso.
O acesso à biodiversidade brasileira e aos seus recursos genéticos é um problema histórico para os cientistas, o que atrapalha muito as pesquisas, segundo eles. Licenças chegam a demorar 2 anos para sua emissão. Projeto A autorização do CNPq será concedida às instituições que realizam pesquisas nas áreas biológicas e afins, mediante a apresentação de projeto de pesquisa que descreva as atividades de acesso e de remessa das amostras de componentes do patrimônio genético brasileiro.
O projeto deverá ser coordenado por pesquisador com experiência no assunto. As orientações para solicitar a autorização e preenchimento do formulário on-line estão em página específica do site do CNPq. Para gerenciar a nova atribuição, o CNPq criou a Coordenação do Sistema de Autorização de Acesso ao Patrimônio Genético, vinculada à Diretoria de Programas Temáticos e Setoriais. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail apg@cnpq.br ou telefone 0/xx/61/2108-4024.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Previsível - Justiça suspende leilão e licença de Belo Monte
Do UOL Notícias
Em São Paulo
A Justiça Federal determinou hoje a suspensão da licença prévia da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e o cancelamento do leilão, marcado para a próxima terça (20). A liminar foi concedida pelo juiz Antonio Carlos de Almeida Campelo em ação civil pública do Ministério Público Federal.
Segundo o juiz, há “perigo de dano irreparável” se comprovado que já há irregularidades na licitação, como alega o MPF. “Resta provado, de forma inequívoca, que o AHE Belo Monte explorará potencial de energia hidráulica em áreas ocupadas por indígenas que serão diretamente afetadas pela construção e desenvolvimento do projeto”, diz o juiz na decisão. Além de suspender a licença prévia e cancelar o leilão, o juiz ordenou que o Ibama se abstenha de emitir nova licença, que a Aneel se abstenha de fazer novo edital e que sejam notificados o BNDES e as empresas Norberto Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Vale do Rio Doce, J Malucelli Seguradora, Fator Seguradora e a UBF Seguros.
A notificação, diz o juiz, é “para que tomem ciência de que, enquanto não for julgado o mérito da presente demanda, poderão responder por crime ambiental”. As empresas também ficam sujeitas à mesma multa arbitrada contra a Aneel e o Ibama em caso de descumprimento da decisão: R$ 1 milhão, a ser revertido para os povos indígenas afetados. O MPF aguarda ainda julgamento de outro processo, da semana passada, em que questiona irregularidades ambientais na licença concedida a Belo Monte.
Belo Monte está planejada para ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, com 11,2 mil megawatts de potência instalada, com garantia física de 4.571 megawatts médios. O projeto enfrentou por décadas resistência de populações indígenas e de ambientalistas, que condenam o empreendimento. A expectativa é que a usina entre em operação em 2015 (1ª fase) e 2019 (2ª fase).
Em São Paulo
A Justiça Federal determinou hoje a suspensão da licença prévia da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e o cancelamento do leilão, marcado para a próxima terça (20). A liminar foi concedida pelo juiz Antonio Carlos de Almeida Campelo em ação civil pública do Ministério Público Federal.
Segundo o juiz, há “perigo de dano irreparável” se comprovado que já há irregularidades na licitação, como alega o MPF. “Resta provado, de forma inequívoca, que o AHE Belo Monte explorará potencial de energia hidráulica em áreas ocupadas por indígenas que serão diretamente afetadas pela construção e desenvolvimento do projeto”, diz o juiz na decisão. Além de suspender a licença prévia e cancelar o leilão, o juiz ordenou que o Ibama se abstenha de emitir nova licença, que a Aneel se abstenha de fazer novo edital e que sejam notificados o BNDES e as empresas Norberto Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Vale do Rio Doce, J Malucelli Seguradora, Fator Seguradora e a UBF Seguros.
A notificação, diz o juiz, é “para que tomem ciência de que, enquanto não for julgado o mérito da presente demanda, poderão responder por crime ambiental”. As empresas também ficam sujeitas à mesma multa arbitrada contra a Aneel e o Ibama em caso de descumprimento da decisão: R$ 1 milhão, a ser revertido para os povos indígenas afetados. O MPF aguarda ainda julgamento de outro processo, da semana passada, em que questiona irregularidades ambientais na licença concedida a Belo Monte.
Belo Monte está planejada para ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, com 11,2 mil megawatts de potência instalada, com garantia física de 4.571 megawatts médios. O projeto enfrentou por décadas resistência de populações indígenas e de ambientalistas, que condenam o empreendimento. A expectativa é que a usina entre em operação em 2015 (1ª fase) e 2019 (2ª fase).
terça-feira, 13 de abril de 2010
Meio Ambiente - Tribo na Amazônia quer garantir futuro com projeto de carbono
Uma etnia indígena da Amazônia brasileira quer ser pioneira na elaboração de um projeto de redução de carbono para financiar o seu desenvolvimento de forma sustentável.
Os Surui, que detêm a posse da reserva Sete de Setembro, na divisa entre Rondônia e Mato Grosso, querem receber recursos para manter a floresta de pé, e aplicar o dinheiro em um plano de desenvolvimento capaz de garantir pelo menos meio século de sobrevivência da etnia.
A reserva, homologada em 1983, tem uma área total de cerca de 248 mil hectares, dos quais 243 mil ainda estão preservados. A idéia é que a etnia se comprometa a evitar o desmatamento dentro desta área e, em troca, receba recursos oriundos da não-emissão de CO2 na atmosfera.
Para saber quanto carbono deixará de ser emitido, técnicos do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesan) estão fazendo um estudo do estado de degradação da área e de como ela poderia ser recuperada a partir da adoção de atividades sustentáveis.
O modelo deve ficar pronto até o fim de junho. A partir dele, um plano deve ser desenvolvido até setembro.
A atividade econômica na reserva já deixou uma marca de degradação na terra. O primeiro contato com o homem branco, em 1969, fez a população cair de 5 mil habitantes para em torno de 250 pessoas. As doenças e os conflitos com os madeireiros ilegais levaram à escassez dos recursos.
Sem fonte de renda, muitos indígenas fizeram acordos para explorar a madeira ao redor de suas aldeias. Outros arrendaram terras para a pecuária ou para o plantio do café. Uma situação que perdurou até há poucos anos. "O território está relativamente conservado, mas a tendência para o futuro é de que, sem nenhum projeto, aumente a área desmatada", explica o coordenador do estudo de campo, Gabriel Carrero.
"Nosso trabalho hoje é entrar na terra indígena para procurar essas áreas de degradação e avaliar o grau de degradação.
"A pesquisadora do Idesan Claudia Vitel diz que a definição desta variável permitirá estimar quanto carbono poderia deixar de ser emitido até 2050 a partir de atividades sustentáveis que podem "afetar a cobertura da terra no futuro". British Broadcasting Corporation
http://www.bbc.co.uk/
Pablo Uchoa
Veja a reportagem completa Aqui
Os Surui, que detêm a posse da reserva Sete de Setembro, na divisa entre Rondônia e Mato Grosso, querem receber recursos para manter a floresta de pé, e aplicar o dinheiro em um plano de desenvolvimento capaz de garantir pelo menos meio século de sobrevivência da etnia.
A reserva, homologada em 1983, tem uma área total de cerca de 248 mil hectares, dos quais 243 mil ainda estão preservados. A idéia é que a etnia se comprometa a evitar o desmatamento dentro desta área e, em troca, receba recursos oriundos da não-emissão de CO2 na atmosfera.
Para saber quanto carbono deixará de ser emitido, técnicos do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesan) estão fazendo um estudo do estado de degradação da área e de como ela poderia ser recuperada a partir da adoção de atividades sustentáveis.
O modelo deve ficar pronto até o fim de junho. A partir dele, um plano deve ser desenvolvido até setembro.
A atividade econômica na reserva já deixou uma marca de degradação na terra. O primeiro contato com o homem branco, em 1969, fez a população cair de 5 mil habitantes para em torno de 250 pessoas. As doenças e os conflitos com os madeireiros ilegais levaram à escassez dos recursos.
Sem fonte de renda, muitos indígenas fizeram acordos para explorar a madeira ao redor de suas aldeias. Outros arrendaram terras para a pecuária ou para o plantio do café. Uma situação que perdurou até há poucos anos. "O território está relativamente conservado, mas a tendência para o futuro é de que, sem nenhum projeto, aumente a área desmatada", explica o coordenador do estudo de campo, Gabriel Carrero.
"Nosso trabalho hoje é entrar na terra indígena para procurar essas áreas de degradação e avaliar o grau de degradação.
"A pesquisadora do Idesan Claudia Vitel diz que a definição desta variável permitirá estimar quanto carbono poderia deixar de ser emitido até 2050 a partir de atividades sustentáveis que podem "afetar a cobertura da terra no futuro". British Broadcasting Corporation
http://www.bbc.co.uk/
Pablo Uchoa
Veja a reportagem completa Aqui
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Tecnologia - FACEBOOK uma história recente de sucesso
Mark Zuckerberg começou o site de rede social Facebook, em 2004, a partir de seu dormitório na Universidade de Harvard. Inicialmente disponível apenas para estudantes de Harvard como um diretório de informações pessoais e fotos, o site Internet eventualmente expandido para outras faculdades da Ivy League, escolas de ensino médio e, em seguida o público em geral.
Em setembro de 2009, o Facebook teve mais de 300 milhões de usuários ativos em todo o mundo - ter dobrado sua base de usuários em apenas oito meses. Facebook é o site mais traficada a nível mundial quarto, de acordo com dados compilados pela Alexa Internet. É inscrever-se quase um milhão de novos membros por dia. watcher mercado Nielsen Online divulgou em junho de 2009, que o tempo total gasto no site de redes sociais cresceu de 1,7 bilhões de minutos em abril de 2008 para 13,9 bilhões minutos em abril de 2009, tornando-se a rede social top em termos de quantidade de tempo que os usuários gastam no site.
Tornou-se um fenómeno global, como mais de 70 por cento dos seus membros vivem fora dos E.U.A.. Registro Facebook é gratuito, necessitando apenas de um endereço de e-mail.
Os membros usam o site para manter contato com amigos, conhecer pessoas com interesses comuns, jogar, compartilhar fotos, links e vídeos, bate-papo ao vivo e transferência de dinheiro. Mesmo que o Papa está ativo no Facebook, oferecendo um aplicativo chamado "O papa encontra você no Facebook". Facebook teve a sua quota de controvérsias, com maior freqüência sobre suas políticas de privacidade e, em alguns bairros, por seu ativismo. Por exemplo, os membros têm usado para organizar protestos, como a mobilização de milhões de pessoas ao redor do mundo em 2008, a marcha contra as práticas dos rebeldes das FARC na Colômbia. Facebook tem, por vezes, foi banido por países como a Síria eo Irã.
Os desenvolvedores têm construído mais de 52.000 aplicativos para o Facebook como "Name That Tune" ou "Poker Palace", com centenas acrescentados a cada dia. Para explorar o mercado da publicidade online, a empresa lançou em novembro de 2007 Facebook Ads, que permite às empresas para construir seus próprios campanhas publicitárias online. Zuckerberg diz que Facebook já trabalha com mais de 70 por cento dos 100 maiores anunciantes em os E.U. É muito dinheiro que está rolando. Cerca de US$ é o faturamento do site.
Veja a reportagem completa no site do The Economist Aqui
domingo, 11 de abril de 2010
Qialidade de vida - O Brasil real e o Afeganistão
SÃO PAULO - Informa a ONU: "Os indicadores do Brasil em saneamento básico são, na área urbana, inferiores aos de países como Jamaica, República Dominicana e Territórios Palestinos ocupados". Sim, é isso que você leu: pior do que na Palestina ocupada.
Acrescenta a ONU: "O Brasil rural amarga índices africanos. O acesso a saneamento básico adequado é inferior ao registrado entre camponeses de nações imersas em conflitos internos, como Sudão e Afeganistão". Sim, Afeganistão. É esse o Brasil que vai às urnas dentro de seis meses. O Brasil real, que não aparece nem no discurso do governismo nem apareceu no de José Serra, principal candidato oposicionista. Serra fala, aliás, em avanços. Houve, como é óbvio.
Mas não cabe um conformismo medíocre, mesmo em áreas como a redução da pobreza (que também houve). Vejamos a propósito o que diz o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, em entrevista para a revista do Ipea: "A classe A e B são pessoas que ganham mais de R$ 4.000, e R$ 4.000 não é propriamente uma renda extraordinária. Agora imagine que os outros todos ganham menos de R$ 4.000. Então, a maioria está lá na classe C, D e E. São mais de 50% a 60% da população.
É pouco importante saber se é 60% ou 70%, porque é um número tão grande..." Pulemos para educação e desigualdade. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios trabalhados pela Unicamp mostram que, no nível médio de ensino, estão na escola 75% dos jovens que pertencem ao grupo dos 20% mais ricos, contra apenas 25% dos garotos do andar de baixo. É pedir demais que a campanha eleitoral se concentre em como reduzir (de preferência eliminar) a aberração que é o Brasil ser a oitava economia do planeta e o 75º país em desenvolvimento humano?
Clovis Rossi
Folah de São Paulo. 11/04/2010
Três construtoras confirmam interesse em participar de leilão de Belo Monte
OAS e Serveng confirmaram que negociam a formação de um consórcio.
Na quinta-feira (8), a Queiroz Galvão também havia informado interesse.
As construtoras OAS e Serveng confirmaram nesta sexta-feira (9) que negociam a formação de um consórcio para disputar a Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará.
Na quinta-feira (8), a Queiroz Galvão também havia informado que participou da chamada pública feita pela Eletrobrás para formar parcerias com as estatais, mas ainda não fechou a entrada em nenhum consórcio.
Outra empreiteira que também estuda o leilão de Belo Monte é a Mendes Júnior.
Mas a empresa destaca que só baterá o martelo sobre o assunto na segunda-feira (12).
Juntas, essas construtoras podem formar o novo consórcio que o governo tanto quer para garantir competição à disputa pela terceira maior hidrelétrica do mundo, depois que Odebrecht e Camargo Corrêa desistiram do projeto.
Projeto para usina hidrelétrica depende de licença ambiental prévia. Custo é estimado em R$ 16 bi
Leia a mátéria completa no G1 da globo.com Aqui
Da Agência Estado
PSDB e PT mapeiam fraquezas de adversário
Menos de duas semanas depois de deixarem seus cargos - de ministra da Casa Civil e de governador de São Paulo -, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) e os respectivos partidos já começaram a mapear as fragilidades um do outro. O objetivo é transformá-las em ferramentas da campanha.
Os dois principais candidatos ao Planalto estão envolvidos em uma espécie de laboratório de testes para ver qual crítica funciona melhor e deve ser adotada para produzir maior efeito eleitoral.
Em 2006, o PT foi bem sucedido no segundo turno da campanha presidencial. Conseguiu imprimir nos tucanos e no seu candidato, Geraldo Alckmin, a marca de "privatistas". Apesar dos resultados positivos das privatizações - principalmente no setor de telecomunicações -, o carimbo aplicado por Lula e pelo PT passou a ideia de que os adversários queriam "desmontar o Estado". Chegaram a divulgar que o PSDB havia se preparado para vender a Petrobrás, Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.
Na campanha, os tucanos não conseguiram desfazer essa imagem nem apresentaram discurso capaz de neutralizar a crítica. A candidatura de Alckmin desidratou tanto que ele teve no segundo turno menos votos do que no primeiro - 39,9 milhões contra 37,5 milhões de votos.
A reboque de Lula. Do lado do PSDB, o mapa recomenda que se explore a fragilidade da liderança de Dilma, exibindo-a como candidata dependente e sempre a reboque do presidente Lula.
Apesar do mensalão mineiro, envolvendo tucanos, e do mensalão do DEM do Distrito Federal, o PSDB avalia que petistas têm passivo crítico por causa dos escândalos dos sanguessugas e dos aloprados, além do próprio mensalão.
A meta é minar a imagem de ministra organizadora e boa gestora de projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), criticado pela lentidão. Isso provaria que ela não dispõe da experiência administrativa necessária para comandar o País.
Do lado petista, os aliados de Dilma querem carimbar Serra como "anti- Lula". Ou seja, ressaltar que o grupo do ex-governador sempre foi contrário às medidas implantadas por Lula. Com isso, esperam neutralizar o discurso de Serra, apresentando-se como melhor opção para "dar continuidade" ao atual governo.
O PT não desistiu de comparar o governo Lula e o de Fernando Henrique Cardoso, para colar Serra na gestão do ex-presidente. Nessa linha, Dilma deu o tom da estratégia, comparando os rivais a "lobos em pele de cordeiros". "Sempre que discutimos propostas e apresentamos caminhos temos de apresentar também as diferenças. Estamos caracterizando o que é o nosso projeto e o que é o da oposição. Se não tem projetos, isso tem que ficar claro", disse a ministra durante sua passagem por Ouro Preto. Ela tratou como "lobos em pele de cordeiros" quem "criticava até ontem e hoje não critica mais."
Críticas à parte, o PT se preocupa com os erros de Dilma ao se movimentar sem companhia de Lula. Na tentativa de aproximação com o governador Antônio Anastasia, candidato do PSDB ao governo de Minas, irritou o aliado PMDB, que lançou Hélio Costa. E Minas, com mais de 14 milhões de eleitores, é considerado ponto estratégico demais na campanha para ser colocado em risco. Irritado, o senador chegou a dizer que poderia apoiar Serra.
Túmulo de Tancredo. A oposição ganhou munição extra para bombardear Dilma quando ela visitou o túmulo do presidente Tancredo Neves, durante sua visita a Minas. Para aliados de Serra, ela teria demonstrado mero oportunismo político, uma vez que o PT foi contra a eleição de Tancredo, em 1985, e expulsou os deputados que defenderam a candidatura. PSDB, DEM e PPS soltaram nota criticando o ato de Dilma.
Líder do PSDB na Câmara, o deputado João Almeida (BA) não perdeu a chance para tentar passar a imagem que Dilma precisa da carona de políticos carismáticos para crescer eleitoralmente. "A candidata carente de biografia já não se satisfaz mais com o uso do prestígio de Lula", disse. "Agora, avança na popularidade dos outros, até de quem já faleceu, como ao visitar o túmulo de Tancredo." Segundo ele, o povo mineiro "não entende tamanho cinismo de dona Dilma".
Marcelo de Moraes e Vera Rosa - O Estado de S.Paulo
Os dois principais candidatos ao Planalto estão envolvidos em uma espécie de laboratório de testes para ver qual crítica funciona melhor e deve ser adotada para produzir maior efeito eleitoral.
Em 2006, o PT foi bem sucedido no segundo turno da campanha presidencial. Conseguiu imprimir nos tucanos e no seu candidato, Geraldo Alckmin, a marca de "privatistas". Apesar dos resultados positivos das privatizações - principalmente no setor de telecomunicações -, o carimbo aplicado por Lula e pelo PT passou a ideia de que os adversários queriam "desmontar o Estado". Chegaram a divulgar que o PSDB havia se preparado para vender a Petrobrás, Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.
Na campanha, os tucanos não conseguiram desfazer essa imagem nem apresentaram discurso capaz de neutralizar a crítica. A candidatura de Alckmin desidratou tanto que ele teve no segundo turno menos votos do que no primeiro - 39,9 milhões contra 37,5 milhões de votos.
A reboque de Lula. Do lado do PSDB, o mapa recomenda que se explore a fragilidade da liderança de Dilma, exibindo-a como candidata dependente e sempre a reboque do presidente Lula.
Apesar do mensalão mineiro, envolvendo tucanos, e do mensalão do DEM do Distrito Federal, o PSDB avalia que petistas têm passivo crítico por causa dos escândalos dos sanguessugas e dos aloprados, além do próprio mensalão.
A meta é minar a imagem de ministra organizadora e boa gestora de projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), criticado pela lentidão. Isso provaria que ela não dispõe da experiência administrativa necessária para comandar o País.
Do lado petista, os aliados de Dilma querem carimbar Serra como "anti- Lula". Ou seja, ressaltar que o grupo do ex-governador sempre foi contrário às medidas implantadas por Lula. Com isso, esperam neutralizar o discurso de Serra, apresentando-se como melhor opção para "dar continuidade" ao atual governo.
O PT não desistiu de comparar o governo Lula e o de Fernando Henrique Cardoso, para colar Serra na gestão do ex-presidente. Nessa linha, Dilma deu o tom da estratégia, comparando os rivais a "lobos em pele de cordeiros". "Sempre que discutimos propostas e apresentamos caminhos temos de apresentar também as diferenças. Estamos caracterizando o que é o nosso projeto e o que é o da oposição. Se não tem projetos, isso tem que ficar claro", disse a ministra durante sua passagem por Ouro Preto. Ela tratou como "lobos em pele de cordeiros" quem "criticava até ontem e hoje não critica mais."
Críticas à parte, o PT se preocupa com os erros de Dilma ao se movimentar sem companhia de Lula. Na tentativa de aproximação com o governador Antônio Anastasia, candidato do PSDB ao governo de Minas, irritou o aliado PMDB, que lançou Hélio Costa. E Minas, com mais de 14 milhões de eleitores, é considerado ponto estratégico demais na campanha para ser colocado em risco. Irritado, o senador chegou a dizer que poderia apoiar Serra.
Túmulo de Tancredo. A oposição ganhou munição extra para bombardear Dilma quando ela visitou o túmulo do presidente Tancredo Neves, durante sua visita a Minas. Para aliados de Serra, ela teria demonstrado mero oportunismo político, uma vez que o PT foi contra a eleição de Tancredo, em 1985, e expulsou os deputados que defenderam a candidatura. PSDB, DEM e PPS soltaram nota criticando o ato de Dilma.
Líder do PSDB na Câmara, o deputado João Almeida (BA) não perdeu a chance para tentar passar a imagem que Dilma precisa da carona de políticos carismáticos para crescer eleitoralmente. "A candidata carente de biografia já não se satisfaz mais com o uso do prestígio de Lula", disse. "Agora, avança na popularidade dos outros, até de quem já faleceu, como ao visitar o túmulo de Tancredo." Segundo ele, o povo mineiro "não entende tamanho cinismo de dona Dilma".
Marcelo de Moraes e Vera Rosa - O Estado de S.Paulo
sábado, 10 de abril de 2010
Política - O Brasil e a política pós Lula
Em análise de perspectivas para a campanha e as eleições de outubro, o historiador e cientista político Luiz Felipe de Alencastro vê razões para preocupação.
Para o historiador e cientista político Luiz Felipe de Alencastro, os cenários políticos que podem emergir das urnas, em outubro, contêm elementos preocupantes, seja quem for o vencedor. Michel Temer, como eventual vice-presidente de Dilma Rousseff, tenderia a comandar um PMDB fortalecido demais, a ponto de comprometer o poder da presidente.
Quanto a José Serra, Alencastro entende que o ex-governador de São Paulo, embora tenha "muita experiência" e seja "um grande líder", tem "um problema sério", derivado da dificuldade de formular uma proposta que se diferencie de políticas que se mostraram bem-sucedidas no governo Lula. Essa situação pode trazer certo conforto para a candidata do PT, mas está aí outro motivo de inquietação", pois "não é sadio para país nenhum a ausência de alternância política".
Tendo acompanhado de perto a formação dos novos partidos, nos anos 1980, Alencastro conhece a dinâmica interna das principais legendas. No PT, vê o risco de transformação do lulismo no varguismo que o partido combateu em sua origem. Já o PSDB pode ficar circunscrito a São Paulo, enquanto a direita passa por um processo de radicalização semelhante ao dos republicanos nos Estados Unidos.
Sobre Serra: "Tem muita experiência, é um grande líder, mas, com a expectativa em torno de seu nome, vai fazer o quê no governo? Exilado em 1968, Alencastro, então estudante da Universidade de Brasília, foi recebido na França pelo economista Celso Furtado e Raul Ryff, secretário de Imprensa do governo João Goulart. Na Europa, completou a graduação, o mestrado e o doutorado, antes de voltar ao Brasil para lecionar na Unicamp.
Titular da cadeira de História do Brasil na Sorbonne desde 2001, o autor de "O Trato dos Viventes" [Companhia das Letras, 2000] conversou com o Valor num café próximo de sua residência parisiense.
A seguir, trechos da entrevista.
Valor: A revista "The Economist" fez uma matéria de capa sobre o Brasil, dizendo que o futuro chegou para o país do futuro. O sr. compartilha desse otimismo?
Luiz Felipe de Alencastro: Até a oposição compartilha desse otimismo. Dentro e fora do país há um consenso favorável sobre a economia brasileira, sobretudo com a entrada da China no mercado mundial, com uma forte demanda por matérias-primas. O lado negativo é que o comércio externo fica parecido com o que era no século XIX. Há um risco nessa divisão internacional do trabalho que vai se criando, em que o Brasil vira exportador de matérias-primas novamente.
Sobre a candidata do PT: "O real da Dilma são o Bolsa Família, o PAC (...), mas acho problemático ela não ter a experiência de um mandato eletivo" Luiz Felipe de Alencastro: Até a oposição compartilha desse otimismo. Dentro e fora do país há um consenso favorável sobre a economia brasileira, sobretudo com a entrada da China no mercado mundial, com uma forte demanda por matérias-primas. O lado negativo é que o comércio externo fica parecido com o que era no século XIX. Há um risco nessa divisão internacional do trabalho que vai se criando, em que o Brasil vira exportador de matérias-primas novamente.
Valor: E a perspectiva política?
Alencastro: O que me assusta é a ideia de ter Michel Temer como vice-presidente. Ele é deputado há décadas e foi presidente da Câmara duas vezes. Controla a máquina do PMDB e o Congresso à perfeição. Vai compor chapa com uma candidata que nunca teve mandato e é novata no PT. O presidencialismo pressupõe um vice discreto, porque ele é eleito de carona, para trazer alianças e palanques. Aos trancos e barrancos, instaurou-se um sistema presidencialista que tem dado certo no Brasil. O fato de haver dois turnos, associado à integração do vice na chapa do presidente, deu estabilidade ao sistema. Foi assim com Fernando Henrique e Marco Maciel. Foi assim com Lula e José de Alencar. Dilma e Temer formam uma combinação inédita: uma candidata até então sem mandato associada a um político cheio de mandatos e dono do PMDB, que é o maior partido do Brasil, mas nunca elegeu um presidente e vai com sede ao pote. O PMDB pode estabelecer um vice-presidencialismo, com um papel de protagonista que seria descabido.
Leia a entrevista completa no Valor Econômico Aqui
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Pedofilia - Cancer que corroe a alma paraense
Aqui é onde a mensagem bíblica é mais expressiva: "A quem todo tem, todo lhe será dado e em dobro. Y quem nada tem todo lhe será tirado, inclusive aquilo pouco que tem".
A dignidade era o único que a criança paraense possuía, e até isso lhe foi tirado.
O criminoso continua solto, livre e feliz.
A dignidade era o único que a criança paraense possuía, e até isso lhe foi tirado.
O criminoso continua solto, livre e feliz.
O ex-deputado estadual Luiz Afonso Seffer, acusado de ter abusado sexualmente de uma adolescente, hoje com 18 anos de idade, depôs na tarde desta quinta-feira, no Fórum Criminal de Belém. Foram quatro horas de depoimento à portas fechadas.
Ao sair, Seffer demonstrou uma aparência confiante e serena, e preferiu não se pronunciar. Já o advogado de Seffer, Osvaldo Serrão, disse que a expectativa é de absolvição. Após a fase de depoimentos que terminou hoje, está aberto o período de diligências, onde defesa e acusação terão cinco dias para acrescentar algum documentos nos autos e, posteriormente, o período de apreciação ou alegações finais, com cinco dias intervalares, onde as partes irão se manifestar pela última vez antes do processo voltar para as mãos da juíza e esta anunciar a sentença.
(Diário Online com informações Diário do Pará)
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Eleições paraenses - A verdade só é verdadeira se falada por quem exerce o poder
Não adianta um simples mortal produzir uma matéria sobre qualquer assunto.
Esta pode ser lapidar, nítida, clara, precisa e estar submetida a qualquer prova. Entretanto, só será certa e clara, quando publicada por aquele que tem cobertura na imprensa. Um burro, semi-letrado ou até analfabeto, não importa, ele está no poder e sua notícia será a que rodará pelos jornais e meios de imprensa.
Muito se fala sobre as chapas dos candidatos à eleição de 2010. Alianças, acordos em 2010, o pagamento em 2014 o apoio em 2012 no pleito para a prefeitura, etc.etc.etc. Só exercício para dar trabalho a jornalistas sem notícia que publicar. Os paparazzis dos textos saem por aí caçando fofocas políticas, interpretando jantares de candidatos, reuniões secretas, relação de acordos e compromissos de hoje, para cumprir nos próximos anos, nas próximas eleições, até na próxima década. Muitas bobagens e disso muitos vivem e muitos leitores adoram ler essas besteiras. Mas cansa e muito ouvir ou ler tanta estupidez reunida em parágrafos desconexos.
Têm jornalistas que todo dia revelam algum segredo dos possíveis candidatos. Tipo assim: Sabem com quem vai jantar hoje o Jader? Ah, não sabem?, Pois eu vou falar: vai jantar com a mesmíssima governadora. E o cardápio qual vai ser?, O clima do Belém, seguramente.
Outra. O Dudu sumiu da Prefeitura, o que andará fazendo no rio de Janeiro, Não deve ser vistoriando as enchentes, com o Prefeito do Rio, claro. Logo mais: O Puty, ex-chefe da Casa Civil viajou para São Paulo, no fim de semana, veja aqui (e mostra o DOE) as diárias que leva para torrar na capital paulista.
Mais uma: Jader falou que sua decisão sairá nesta semana, vai dedicar o feriado de páscoa, vai conversar com sua família e na próxima semana falará ao povo paraense sua decisão. Claro ele é um soldado do partido e ouvirá o seu PMDB.
E o Jatene. Ah ele pegou um avião, o das 4h00 da matina e foi, sabem para onde? Eu sei! Foi para....São Paulo e daí para Bertioga, não precisamente a tomar um banho nas ondas do mar paulista. E por aí vai meu caro leitor. Você pode passar longas horas lendo e rindo, -ou chorando-, de ouvir e ler tanta bobagem. 90% é lixo, nada agrega ao nosso já atrofiado intelecto. Não agregam conhecimento nem conteúdo essas oligofrênicas análises.
Sobre as eleições pouco pode mudar de como já foi definido e claro terão algumas surpresas sobre candidatos a deputado, e até um senador que entre no páreo. Mas, para governador, isso já está definido faz muito, muitíssimo tempo. E me ouçam, caros jornalistas profissionais: a partir dessa definição é que se faz a análise e não ao contrário.
Então o Básico no Pará é assim: Ana Julia candidata a reeleição e, possivelmente será eleita, dependendo de quão grande seja o estomago do Jader para entregar todo seu apoio. Mas, mas, como ele vai para o Senado e também deve contar com o apoio (discreto) do PT, Ela&Ele serão eleitos. O resto é conseqüência.
Esta pode ser lapidar, nítida, clara, precisa e estar submetida a qualquer prova. Entretanto, só será certa e clara, quando publicada por aquele que tem cobertura na imprensa. Um burro, semi-letrado ou até analfabeto, não importa, ele está no poder e sua notícia será a que rodará pelos jornais e meios de imprensa.
Veja o que tenho falado sobre as eleições no Pará.
Sem mais comentários.
Muito se fala sobre as chapas dos candidatos à eleição de 2010. Alianças, acordos em 2010, o pagamento em 2014 o apoio em 2012 no pleito para a prefeitura, etc.etc.etc. Só exercício para dar trabalho a jornalistas sem notícia que publicar. Os paparazzis dos textos saem por aí caçando fofocas políticas, interpretando jantares de candidatos, reuniões secretas, relação de acordos e compromissos de hoje, para cumprir nos próximos anos, nas próximas eleições, até na próxima década. Muitas bobagens e disso muitos vivem e muitos leitores adoram ler essas besteiras. Mas cansa e muito ouvir ou ler tanta estupidez reunida em parágrafos desconexos.
Têm jornalistas que todo dia revelam algum segredo dos possíveis candidatos. Tipo assim: Sabem com quem vai jantar hoje o Jader? Ah, não sabem?, Pois eu vou falar: vai jantar com a mesmíssima governadora. E o cardápio qual vai ser?, O clima do Belém, seguramente.
Outra. O Dudu sumiu da Prefeitura, o que andará fazendo no rio de Janeiro, Não deve ser vistoriando as enchentes, com o Prefeito do Rio, claro. Logo mais: O Puty, ex-chefe da Casa Civil viajou para São Paulo, no fim de semana, veja aqui (e mostra o DOE) as diárias que leva para torrar na capital paulista.
Mais uma: Jader falou que sua decisão sairá nesta semana, vai dedicar o feriado de páscoa, vai conversar com sua família e na próxima semana falará ao povo paraense sua decisão. Claro ele é um soldado do partido e ouvirá o seu PMDB.
E o Jatene. Ah ele pegou um avião, o das 4h00 da matina e foi, sabem para onde? Eu sei! Foi para....São Paulo e daí para Bertioga, não precisamente a tomar um banho nas ondas do mar paulista. E por aí vai meu caro leitor. Você pode passar longas horas lendo e rindo, -ou chorando-, de ouvir e ler tanta bobagem. 90% é lixo, nada agrega ao nosso já atrofiado intelecto. Não agregam conhecimento nem conteúdo essas oligofrênicas análises.
Sobre as eleições pouco pode mudar de como já foi definido e claro terão algumas surpresas sobre candidatos a deputado, e até um senador que entre no páreo. Mas, para governador, isso já está definido faz muito, muitíssimo tempo. E me ouçam, caros jornalistas profissionais: a partir dessa definição é que se faz a análise e não ao contrário.
Pedofilia - Igreja dos Estados Unidos campeã do crime
Nos Estados Unidos é a prórpia igreja a responsável pelo aumento de um dos maiores crimes da história moderna: a pedofilia.
No coração do império romano dos nossos dias, os Estados Unidos da américa, apenas na igreja católica, foram registrados más de 4.392 curas e diáconos católicos que abusaram sexualmente de ao menos 10.677 crianças estadounidenses entre 1950 e 2002.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Olhar sobre o Mundo - O verdadeiro Cristo
Bruno Boghossian - O Estadao de S.Paulo
quarta-feira, 31 de março de 2010
Economia - CAPITALISMO MODELO EIKE
1. CAPITALISMO IDEAL - Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro.Eles se multiplicam, e a economia cresce.Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!
2. CAPITALISMO AMERICANO - Você tem duas vacas.Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.
3. CAPITALISMO JAPONÊS - Você tem duas vacas.Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca Normal e Produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para O mundo inteiro.
4. CAPITALISMO BRITÂNICO - Você tem duas vacas. As duas são loucas.
5. CAPITALISMO HOLANDÊS Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
6. CAPITALISMO ALEMÃO - Você tem duas vacas.Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de qualidade,Quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
7. CAPITALISMO RUSSO - Você tem duas vacas.Conta-as e vê que tem 5 vacas.Conta de novo e vê que tem 42 vacas.Conta de novo e vê que tem 12 vacas.Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
8. CAPITALISMO SUÍÇO - Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.Você cobra para guardar a vaca dos outros.
9. CAPITALISMO ESPANHOL - Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
10. CAPITALISMO PORTUGUÊS - Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce...
11. CAPITALISMO HINDU - Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas.
12. CAPITALISMO ARGENTINO - Você tem duas vacas.Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês... As vacas morrem.Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.
13. CAPITALISMO BRASILEIRO - Você tem duas vacas.Uma delas é roubadaO governo cria a CCPV - Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e lhe autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo: Leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas. E para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo...
14. CAPITALISMO EIKE BATISTA - Você não tem nenhuma vaca. Vende para um fundo de pensão americano 30% da Centennial Cow LLC por US$1 bilhão de dólares, e compra 1 milhão de vacas por R$ 1.000 reais cada. Você contrata a melhor equipe de engenharia genética do país por US$ 5 milhões de dólares por ano, e estima que os netos das vacas valerão R$ 8.000 cada. Faz um business plan no melhor Power Point e vende 20% da COWX no maior IPO da história, por US$ 10 bilhões. No final você tem 56% da COWX, empresa que vale R$ 80 bilhões na Bovespa, já com a promessa de liderar a consolidação do mercado global de carne. Aparece entre os top 50 da Fortune e avisa Bill Gates que está chegando!
2. CAPITALISMO AMERICANO - Você tem duas vacas.Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.
3. CAPITALISMO JAPONÊS - Você tem duas vacas.Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca Normal e Produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para O mundo inteiro.
4. CAPITALISMO BRITÂNICO - Você tem duas vacas. As duas são loucas.
5. CAPITALISMO HOLANDÊS Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
6. CAPITALISMO ALEMÃO - Você tem duas vacas.Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de qualidade,Quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
7. CAPITALISMO RUSSO - Você tem duas vacas.Conta-as e vê que tem 5 vacas.Conta de novo e vê que tem 42 vacas.Conta de novo e vê que tem 12 vacas.Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
8. CAPITALISMO SUÍÇO - Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.Você cobra para guardar a vaca dos outros.
9. CAPITALISMO ESPANHOL - Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
10. CAPITALISMO PORTUGUÊS - Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce...
11. CAPITALISMO HINDU - Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas.
12. CAPITALISMO ARGENTINO - Você tem duas vacas.Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês... As vacas morrem.Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.
13. CAPITALISMO BRASILEIRO - Você tem duas vacas.Uma delas é roubadaO governo cria a CCPV - Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e lhe autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo: Leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas. E para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo...
14. CAPITALISMO EIKE BATISTA - Você não tem nenhuma vaca. Vende para um fundo de pensão americano 30% da Centennial Cow LLC por US$1 bilhão de dólares, e compra 1 milhão de vacas por R$ 1.000 reais cada. Você contrata a melhor equipe de engenharia genética do país por US$ 5 milhões de dólares por ano, e estima que os netos das vacas valerão R$ 8.000 cada. Faz um business plan no melhor Power Point e vende 20% da COWX no maior IPO da história, por US$ 10 bilhões. No final você tem 56% da COWX, empresa que vale R$ 80 bilhões na Bovespa, já com a promessa de liderar a consolidação do mercado global de carne. Aparece entre os top 50 da Fortune e avisa Bill Gates que está chegando!
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