Agora, às 16:00h, no Palácio do Planalto, com a presença do Vice-Presidente da República José Alencar, foi entregue o Prêmio de Inovação Tecnológica 2008, Etapa Nacional.
Segue a relação de empresas, instituições e projetos ganhadores do Prêmio:
CATEGORIA INSTITUIÇÕES DE C&T
Centro Internacional de Tecnologia de Software — CITS, representando à Região Sul.
CAREGORIA TECNOLOGIA SOCIAL
Instituto Palmas de Desenvolvimento e Socioeconomia solidária, Nordeste
CATEGORIA MEDIA EMPRESA
Scitech Produtos Médicos Ltda. (produtos médicos, do Centro Oeste.
CATEGORIA PEQUENAS EMPRESAS
Engineering Simulation Scientific Software Ltda.Também da Região Sul.
Diferentemente de anos anteriores, que as empresas, apenas, recebiam um diploma, neste ano receberão linhas de crédidos com recursos específicos para realizar investimentos em inovação nas suas projetos.
O Vice-Presidente, que foi longamente aplaudido de pé pela comunidade acadêmica e empresas que participavam da homejagem, destacou a importância do Prêmio e ressaltou que só as empresas que inovam estão na dianteira do processo competitivo do País.
O Vice-Presidente, justificou a ausência do Presidente da República no evento, Apesar de estar agendada, sua participação, disse, foi impossível comparecer. Para ressaltar a importância que o evento tinha para o Palácio do Planalto, o Vice-Presidente José Alencar deu leitura a o próprio discurso que Lula tinha preparado para a ocasião.
Foram, ainda, vencedores nas categorias especiais Grande Empresa e Inventor Inovador, respectivamente, a Brasilata Embalagens Metálicas e o químico Jairton Dupont.
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
GANHADORES DO PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO 2008 – SERÃO CONHECIDOS HOJE NO PALÁCIO DO PLANALTO
Em evento que se realizará hoje, 10.12.2008, no Palácio do Planalto, às 15:00h, com a presença do Presidente da República, será anunciado o PRÊMIO FINEP de Inovação Tecnológica — Etapa Nacional
Ontem foram julgadas, em Brasília, pelo Júri Nacional, as 19 propostas que resultaram vencedoras das etapas regionais e concorrem ao PRÊMIO NACIONAL nas seguintes categorias:
INSTITUIÇÕES DE C&T
SENAI Departamento Nacional (CO)
Centro Internacional de Tecnologia de Software — CITS (S)
Agência de Inovação INOVA — UNICAMP (SE)
Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica — FUCAPI (NO)
TECNOLOGIA SOCIAL
Institutos Kairos (SE)
Sociedade Eticamente Responsável — SER (S)
Instituto Palmas de Desenvolvimento e Socioeconomia solidária (NE)
Pólo de proteção da biodiversidade e uso sustentável dos recursos naturais (N)
Escola de educação básica e profissional Fundação Bradesco (CO)
MEDIA EMPRESA
Altus sistemas de Informática SA
Scitech Produtos Médicos Ltda. (produtos médicos)
Módulo Security Solutions S/A (SE)
Fotosensores Tecnologia Eletrônica LTDA (NE)
PEQUENAS EMPRESAS
Orbital Engenharia LTDA (SE)
S.A. Pharmacos e cosméticos LTDA
ARMTEC Tecnologia em Robótica LTDA.
Gebert & Cia Ltda (CO)
Engineering Simulation Scientific Software Ltda.
O Prêmio FINEP é o "OSCAR" de inovação das empresas e projetos que se destacam por utilizar a inovação tecnológica para aumentar sua competitividade. E apenas uma de cada categopria será a vencedora que às 15 horas será anunciada no Palácio do Planalto.
Aguarde o resultado.
Ontem foram julgadas, em Brasília, pelo Júri Nacional, as 19 propostas que resultaram vencedoras das etapas regionais e concorrem ao PRÊMIO NACIONAL nas seguintes categorias:
INSTITUIÇÕES DE C&T
SENAI Departamento Nacional (CO)
Centro Internacional de Tecnologia de Software — CITS (S)
Agência de Inovação INOVA — UNICAMP (SE)
Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica — FUCAPI (NO)
TECNOLOGIA SOCIAL
Institutos Kairos (SE)
Sociedade Eticamente Responsável — SER (S)
Instituto Palmas de Desenvolvimento e Socioeconomia solidária (NE)
Pólo de proteção da biodiversidade e uso sustentável dos recursos naturais (N)
Escola de educação básica e profissional Fundação Bradesco (CO)
MEDIA EMPRESA
Altus sistemas de Informática SA
Scitech Produtos Médicos Ltda. (produtos médicos)
Módulo Security Solutions S/A (SE)
Fotosensores Tecnologia Eletrônica LTDA (NE)
PEQUENAS EMPRESAS
Orbital Engenharia LTDA (SE)
S.A. Pharmacos e cosméticos LTDA
ARMTEC Tecnologia em Robótica LTDA.
Gebert & Cia Ltda (CO)
Engineering Simulation Scientific Software Ltda.
O Prêmio FINEP é o "OSCAR" de inovação das empresas e projetos que se destacam por utilizar a inovação tecnológica para aumentar sua competitividade. E apenas uma de cada categopria será a vencedora que às 15 horas será anunciada no Palácio do Planalto.
Aguarde o resultado.
CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL— CMN DEFINE PREÇO MÍNIMO PARA PRODUÇÃO EXTRATIVA DA PIAÇAVA
Produto é o quarto que passa a ter valor assegurado pela política do
governo
Decisão do Conselho Monetário Nacional, publicada essa semana, definiu o preço mínimo da piaçava, incluída desde maio na política nacional de preços mínimos do Ministério da Fazenda. É o quarto produto extrativista que passa a ter preço assegurado pelo governo, beneficiando comunidades da Amazônia e da Bahia, que vivem da coleta e processamento da fibra. O CMN resolveu, ainda, que a carnaúba e a borracha natural (seriga) terão seus preços definidos por portaria do Ministério da Agricultura. As aquisições do governo federal vão assegurar que, não havendo mercado pelo preço mínimo, o governo, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento, adquirirá a produção.
O mecanismo, que assegura também a estocagem do produto, era destinado até o início do ano apenas a produtos agrícolas não perecíveis. A inclusão do extrativismo nas EGFS e AGFS representa um reconhecimento do potencial econômico dos produtos da Amazônia. Ela é parte do conjunto de medidas que atinge, direta e indiretamente, 5,2 milhões de pessoas, número estimado da populção que vive do extrativismo no País.
Os produtos extrativistas que terão até o final do ano garantia de preços mínimos estão previstos na Medida Provisória 432, assinada pelo presidente Lula dia 27 de maio. Desde então, a castanha do Brasil, babaçu, andiroba, copaíba, buriti, seringa, piaçava, carnaúba, pequi e açaí vêm tendo seus preços definidos pelo CMN, com estudos a Conab para identificar os custos de produção de cada um deles. A fixação do preço mínimo é a primeira ação deflagrada pelo MMA este ano para ampliar a capacidade produtiva e de auto-sustentação dos povos e comunidades tradicionais, principais beneficiados pelo mercado extrativista.
O Plano Nacional Estratégico da Biodiversidade, em estudo pelo Ministério do Meio Ambiente, já definiu uma agenda social das comunidades tradicionais, que inclui a política de preços mínimos. Ele vem sendo desenvolvido em vários encontros entre técnicos do MMA, representantes de povos e comunidades tradicionais, produtores familiares, pesquisadores, empresários e governos federal e estaduais.
Copaíba, andiroba e o buriti não terão definição
governo
Decisão do Conselho Monetário Nacional, publicada essa semana, definiu o preço mínimo da piaçava, incluída desde maio na política nacional de preços mínimos do Ministério da Fazenda. É o quarto produto extrativista que passa a ter preço assegurado pelo governo, beneficiando comunidades da Amazônia e da Bahia, que vivem da coleta e processamento da fibra. O CMN resolveu, ainda, que a carnaúba e a borracha natural (seriga) terão seus preços definidos por portaria do Ministério da Agricultura. As aquisições do governo federal vão assegurar que, não havendo mercado pelo preço mínimo, o governo, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento, adquirirá a produção.
O mecanismo, que assegura também a estocagem do produto, era destinado até o início do ano apenas a produtos agrícolas não perecíveis. A inclusão do extrativismo nas EGFS e AGFS representa um reconhecimento do potencial econômico dos produtos da Amazônia. Ela é parte do conjunto de medidas que atinge, direta e indiretamente, 5,2 milhões de pessoas, número estimado da populção que vive do extrativismo no País.
Os produtos extrativistas que terão até o final do ano garantia de preços mínimos estão previstos na Medida Provisória 432, assinada pelo presidente Lula dia 27 de maio. Desde então, a castanha do Brasil, babaçu, andiroba, copaíba, buriti, seringa, piaçava, carnaúba, pequi e açaí vêm tendo seus preços definidos pelo CMN, com estudos a Conab para identificar os custos de produção de cada um deles. A fixação do preço mínimo é a primeira ação deflagrada pelo MMA este ano para ampliar a capacidade produtiva e de auto-sustentação dos povos e comunidades tradicionais, principais beneficiados pelo mercado extrativista.
O Plano Nacional Estratégico da Biodiversidade, em estudo pelo Ministério do Meio Ambiente, já definiu uma agenda social das comunidades tradicionais, que inclui a política de preços mínimos. Ele vem sendo desenvolvido em vários encontros entre técnicos do MMA, representantes de povos e comunidades tradicionais, produtores familiares, pesquisadores, empresários e governos federal e estaduais.
Copaíba, andiroba e o buriti não terão definição
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
NOVAS SOBRE O DESMATAMENTO - E AINDA QUEREM MAIS?
Desmatamento da Mata Atlântica pode ter contribuído para tragédia em SC
O desmatamento da Mata Atlântica pode ter contribuído para a tragédia causada pelas chuvas em Santa Catarina. É o que avalia o professor do departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina, Lino Brangança Peres.
“As árvores foram substituídas por casas e vegetação rasteira, o que contribuiu para a erosão. Esses deslizamentos aconteceriam mais cedo ou mais tarde, as fortes chuvas desses dois meses apenas aceleraram esse processo”, explica.
A floresta cobria uma área de aproximadamente 1,29 milhão de quilômetros quadrados, em 17 estados brasileiros, incluindo Santa Catarina. O bioma ocupava cerca de 15% do território nacional. Atualmente, apenas 7% desse total permanece intacto.
O desmatamento da Mata Atlântica está diretamente ligado à expansão das cidades brasileiras. E, na opinião do professor, a ocupação desordenada dos municípios pode ser outro fator para a catástrofe no Vale do Itajaí.
“Choveu muito acima da média, mas isso é apenas parte do problema. O modelo de ocupação irregular das cidades do Vale do Itajaí contribuiu para que isso acontecesse. E tudo com a conivência do poder público”, explica o professor.
Segundo Peres, as primeiras residências na região surgiram durante o século 19, época da imigração de europeus para o Brasil, próximas aos rios. No século 20, as pessoas passaram a ocupar os morros e as encostas. “O planejamento municipal começou muito tarde no Brasil, na década de 70, quando as cidades já tinham crescido”, conta.
A solução, na avaliação do urbanista, é o governo realocar a população dos morros e encostas para outros locais mais seguros. “O problema é que boa parte das áreas adequadas já foram ocupadas”, ressalta.
(Fonte: Antonio Trindade / Rádio Nacional)
O desmatamento da Mata Atlântica pode ter contribuído para a tragédia causada pelas chuvas em Santa Catarina. É o que avalia o professor do departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina, Lino Brangança Peres.
“As árvores foram substituídas por casas e vegetação rasteira, o que contribuiu para a erosão. Esses deslizamentos aconteceriam mais cedo ou mais tarde, as fortes chuvas desses dois meses apenas aceleraram esse processo”, explica.
A floresta cobria uma área de aproximadamente 1,29 milhão de quilômetros quadrados, em 17 estados brasileiros, incluindo Santa Catarina. O bioma ocupava cerca de 15% do território nacional. Atualmente, apenas 7% desse total permanece intacto.
O desmatamento da Mata Atlântica está diretamente ligado à expansão das cidades brasileiras. E, na opinião do professor, a ocupação desordenada dos municípios pode ser outro fator para a catástrofe no Vale do Itajaí.
“Choveu muito acima da média, mas isso é apenas parte do problema. O modelo de ocupação irregular das cidades do Vale do Itajaí contribuiu para que isso acontecesse. E tudo com a conivência do poder público”, explica o professor.
Segundo Peres, as primeiras residências na região surgiram durante o século 19, época da imigração de europeus para o Brasil, próximas aos rios. No século 20, as pessoas passaram a ocupar os morros e as encostas. “O planejamento municipal começou muito tarde no Brasil, na década de 70, quando as cidades já tinham crescido”, conta.
A solução, na avaliação do urbanista, é o governo realocar a população dos morros e encostas para outros locais mais seguros. “O problema é que boa parte das áreas adequadas já foram ocupadas”, ressalta.
(Fonte: Antonio Trindade / Rádio Nacional)
domingo, 7 de dezembro de 2008
sábado, 6 de dezembro de 2008
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