terça-feira, 1 de julho de 2014

Vida de Secretária não é fácil

A Secretária de Indústria, Comércio e Mineração,  Maria Amélia Enríquez viajando de carro para participar de agenda do Governo do Estado em Marabá, assim in locus constata o estado em que se encontra a reconstrução da ponte de Moju. 


21:50 ainda na Estrada....

23:50 chegando em Marabá.



Foto/ Elíelton Amador

Foto/ Elíelton Amador

Foto/ Elíelton Amador

Foto / Ma. Amélia Enríquez

Foto / Ma. Amélia Enríquez

Hoje uma onça vai beber água




Na Agência de Inovação Tecnológica da UFPA lançado Prêmio Benchimol da Amazônia


Abertas inscrições para prêmios de incentivo ao empreendedorismo

São os prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia.
O edital é aberto e contempla com o valor de R$ 65 mil por categoria.



Do G1 Pará e www.universitec.ufpa.br 
Prof. José Rincon Ferreira Coordenador do Prêmio 
Inscrições abertas para os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, que têm o objetivo de promover a reflexão sobre as perspectivas econômicas, tecnológicas, ambientais, sociais e o empreendedorismo voltado para o desenvolvimento da Amazônia - com inovação voltada para a sustentabilidade da região. O edital é aberto e contempla com o valor de R$ 65 mil por categoria.

“O objetivo principal é estimular e premiar projetos de inovação ou empreendedorismo. É também reconhecer a importância do trabalho desenvolvido na região”, destaca José Rincon Ferreira, coordenador do Prêmio Professor Samuel Benchimol desde o seu lançamento – há 11 anos. O edição deste ano foi lançado no auditório da Universitec, a Agência de Inovação Tecnológica da UFPA.

Emanuel Adilson Souza Serrão, membro da comissão, também reforçou o benefício da participação. “As propostas são importantíssimas e participar e divulgar é altamente significativo. Só a participação no prêmio já dá visibilidade, um salto qualitativo de retorno e o respaldo de que se está no caminho certo. No âmbito da universidade, é interessante concorrer e apresentar propostas, trocar informações e interagir”.

A UFPA, por meio da Universitec, faz parte da comissão julgadora - que atualmente tem 35 membros - devido a sua importância em difundir, estimular e apoiar no empreendedorismo. “O Banco da Amazônia tem contribuído para realinhar a cultura do empreendedorismo com inovação pautada na sustentabilidade, e o prêmio vem com a mesma proposta. Isso tem tudo a ver com a Universitec, que é a célula propulsora da inovação da região”, explicou o gerente de Programas Governamentais do Banco da Amazônia, Oduval Lobato Neto.

Em média, por edição, são submetidas 400 propostas anuais e a UFPA tem uma participação expressiva da comunidade acadêmica, inclusive alguns premiados. São principalmente pesquisadores e empresas incubadas pelo programa de Incubação de Empresas de Base Tecnológica (PIEBT), como a Amazon Dreams, Sianz e Chamma da Amazônia – citadas como exemplo por Rincon Ferreira.

Conheça as categorias

Prêmio Professor Samuel Benchimol
Projetos de Natureza Ambiental: contempla projetos que tenham o objetivo de mostrar como ambiente pode ser utilizado de forma racional e responsável.

Projetos de Natureza Econômico-Tecnológica: contempla projetos que tenham o objetivo de incentivar a realização de projetos que beneficiem a economia regional e as estruturas produtivas da Amazônia durante ou após a sua execução, a realização de projetos econômicos que aproveitem comercialmente o uso sustentável da biodiversidade da Amazônia, promovendo a conservação da floresta.

Projetos de Natureza Social: contempla projetos que tenham impacto positivo no tecido social, gerando externalidades que melhorem as condições e a qualidade de vida da população amazônica.

Personalidade Amazônica: Agracia personalidades do meio amazônico, que se destacam em ações de desenvolvimento sustentável.

Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente
Empreendedorismo Consciente: incentiva a concepção de soluções criativas, inovadoras e estratégicas, conciliando os aspectos econômico, social e ecológico.

Suporte ao Desenvolvimento Regional: incentiva a realização de projetos que estimulem a criação de empresas na Região Amazônica, com estratégias inovadoras de atuação.

Empresa na Amazônia: premia empresas que sejam importantes no fortalecimento de cadeias produtivas.

Serviço
Os prêmios são instituídos pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior – MDIC, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria – CNI, o SEBRAE Nacional, o Banco da Amazônia, entre outros. As inscrições podem ser submetidas até o dia 5 de setembro pelo site:www.amazonia.mdic.gov.br

Tiro pela culatra

Partido de Maluf abandona Padilha para apoiar Skaf em SP


O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, confirmou nesta segunda-feira, 30, ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que foi comunicado que o diretório estadual da legenda apoiará a candidatura de Paulo Skaf (PMDB) ao governo paulista.

Segundo Nogueira, foi o próprio presidente estadual do partido, deputado Paulo Maluf, quem avisou sobre a mudança.

O presidente não soube dizer, porém, qual será o posto ocupado pelo PP na chapa peemedebista.

"Não conversamos sobre isso, até porque eu sou contra (aliança com o PMDB)", disse Nogueira.

O apoio do PP paulista a Skaf é uma reviravolta na relação entre a legenda e o candidato Alexandre Padilha (PT).

O presidente estadual da legenda, deputado Paulo Maluf, chegou a declarar publicamente o apoio a Padilha em um encontro entre dirigentes das duas siglas, no dia 30 de maio.

Na ocasião, Maluf chegou a dizer que repetiria com Padilha a foto da campanha de 2012, com o então candidato à prefeitura, Fernando Haddad, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No mesmo evento, Padilha disse que a relação do PP com o PT em São Paulo era sólida.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Aloysio, o vice de Aécio, foi guerrilheiro importante na ALN de Marighella

O senador Aloysio Nunes Ferreira Filho, anunciado hoje como candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves, foi um militante importante da Ação Libertadora Nacional.




A ALN foi a maior organização armada no combate à ditadura instaurada no Brasil em 1964. Seus líderes eram o ex-deputado Carlos Marighella, fuzilado em 1969, e o jornalista Joaquim Câmara Ferreira, morto na tortura em 1970.

O jovem Aloysio migrou do Partido Comunista Brasileiro, do qual Marighella havia sido um dos dirigentes, para a ALN.

Universitário, presidiu o prestigiado Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da USP.

Na célebre instituição de ensino do Largo São Francisco, estudaram mais de dez guerrilheiros da ALN que integraram grupos de fogo comandados por um técnico em mecânica (Marcos Antonio Braz de Carvalho) e um operário (Virgílio Gomes da Silva).

Aloysio é mencionado em sete páginas do meu livro “Marighella – O guerrilheiro que incendiou o mundo'' (Companhia das Letras).

É impossível conhecer a trajetória do senador ignorando seus tempos de luta armada.

Ele participou em agosto de 1968 do legendário assalto ao trem pagador Santos-Jundiaí. Dirigiu um dos carros em que os guerrilheiros que entraram no trem fugiram em seguida. Portava uma carabina. Coube a Aloysio levar o dinheiro arrecadado, como conto em detalhes na biografia de Marighella.

Era com Aloysio que Marighella viajava quando soube que o congresso da União Nacional dos Estudantes havia sido descoberto em Ibiúna (SP), resultando em centenas de presos.

Outra função de Aloysio era transportar Marighella _o líder da ALN não sabia dirigir.

Até hoje seus detratores pensam desqualificá-lo apresentando-o como “o motorista de Marighella''.

Em outubro de 1968, Aloysio esteve na ação que resultou no roubo de um carro-pagador da Massey Ferguson.

Em 1969, Aloysio mudou-se para Paris, onde se transformou no principal quadro da logística da ALN na Europa.

Na década de 1970, ele regressou para o PCB, do qual sairia para o PMDB e, mais tarde, para o PSDB, partido no qual milita hoje.

O senador considera que a guerrilha foi um erro.

Mas nunca se declarou “arrependido'' das lutas que travou contra a ditadura.

Que eu saiba, há ex-militantes da ALN em oito agremiações: PT (a maioria expressiva), PSDB, PDT, PSB, PV, PSOL, PPS e PTB.

Dilma Rousseff, que postula a reeleição, militou em organizações guerrilheiras, mas não na ALN.

A presidente e seus companheiros afirmam que a jovem Dilma não participou de ações armadas, versão reforçada pela documentação histórica conhecida.


Mário Magalhães/UOL

FOLHA ataca de novo





sábado, 28 de junho de 2014

Secretária da SEICOM, assessores de imprensa e técnicos da Secretaria visitam Jornal "O Liberal"

Visita protocolar que durou mais de duas horas de conversa sobre temas diversos. Entretanto o que predominou foi o desenvolvimento do Pará, o Plano de Mineração e as enormes possibilidades do Estado continuar o caminho de desenvolvimento sustentável. 


Fonte: O Liberal 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Le Monde: Improvisação e simpatia salvam a Copa do Mundo no Brasil



Improvisação, alegria, paixão pelo futebol e simpatia
formam as condições ideais para a aparição do "milagre brasileiro" durante a Copa do Mundo, de acordo com reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal francês "Le Monde".

Se a perspectiva para o Mundial era o caos, com manifestações violentas, infraestrutura do país em colapso e ameaças de revolta contra a entidade que organiza o evento - a Fifa -, o desdobramento dos fatos se mostrou amplamente favorável à competição.

"Chame-o de milagre brasileiro. Há três meses, vários problemas e temores cercavam a realização da Copa do Mundo no Brasil: estádios inacabados ficariam vazios, movimentos sociais atrapalhariam a realização do evento, o transporte público provocaria o caos (...) As preocupações parecem ter desaparecido com o início da cerimônia de abertura. Depois de pouco mais de uma semana de competição, a catástrofe anunciada não ocorreu", afirma a publicação.

O jornal lembra que há problemas estruturais no Brasil da Copa, mas que o bom humor e a receptividade do brasileiro compensam. Se por um lado a rede telefônica falha, turistas são recebidos com sorrisos. Se o engarrafamento é inevitável, o estrangeiro poderá entrar no clima da competição ao observar as ruas pintadas de verde e amarelo. Além disso, a presença e a festa nos estádios é animadora.

A reportagem cita alguns exemplos de falhas na organização do evento, como fios desencapados em estádios, invasão de torcedores chilenos e argentinos no Maracanã e as filas intermináveis para os torcedores adentrarem as arenas. Até Pelé, que não acompanhava um jogo de futebol pelo rádio desde 1950, foi prejudicado pelo estrangulamento do tráfico viário: preso em um engarrafamento em São Paulo, só conseguiu assistir na TV o segundo tempo do jogo do Brasil contra o México.

"Antes do início da Copa, um dos líderes do comitê organizador respondeu às críticas sobre a organização do evento: 'Na pior das hipóteses, vamos improvisar'. Não sem sucesso. É o milagre brasileiro", diz a reportagem.