Google+ Badge

sábado, 25 de junho de 2011

Dilma tenta eleger Graziano para diretoria da FAO

Apesar de otimista com eleição amanhã, diplomacia brasileira evita prognósticos, já que voto é secreto e há mais 5 candidatos na disputa.

Com a chancela do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma campanha intensa, que incluiu a participação não apenas do chanceler Antonio Patriota, mas da própria presidente Dilma Rousseff, Graziano parece ter boas chances de finalmente obter para o Brasil posto relevante em um organismo internacional. No entanto, com voto secreto e outros cinco candidatos, o governo considera que todas as apostas são precipitadas.

 Lisandra Paraguassu - O Estado de S. Paulo

Às vésperas da escolha do novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), parte do governo brasileiro desembarca em Roma, sede da organização, sem a certeza de que a primeira grande aposta diplomática do governo Dilma Rousseff, a indicação de José Graziano para o cargo, terá um resultado positivo para o Brasil. Apesar de se dizer otimista, o Itamaraty se recusa a fazer prognóstico. 

O José graziano foi ministro de Segurança Alimentar e Combate à Fome no primeiro ano do governo Lula. Antes de cumprir um ano foi exonerado do governo pelas falhas do programa e depois foi criado o Ministério de Desenvolvimento social e Combate à Fome, que dirigiu o Patrus Ananias. 


A equipe que comanda o MDS hoje é a equipe do Graziano (Tereza Campelo, Ana Fonseca e outras figuras) quando elas assumiram o MDS a maioria dos colaboradores do Ministro Patrus Ananias foram exonerados, sem dor nem piedade.

O Brasil colecionou derrotas no campo diplomático nos dois mandatos de Lula (2003-2010). Em 2005, não emplacou o embaixador Luís Felipe de Seixas Corrêa na Organização Mundial do Comércio. Naquele mesmo ano, apresentou o nome de João Sayad para presidir o Banco Interamericano de Desenvolvimento e novamente foi derrotado. Em 2009, sofreu um revés com a vitória da búlgara Irina Bukova para a secretaria-geral da Unesco, que superou o egípcio Farouk Hosni, apoiado pelo Brasil.


Para saber mais, leia matéria do Estado.com.br

Nenhum comentário: